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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Mercosul, Brasil/Lula solto se prepara para a maior luta de sua vida



Por Pepe Escobar
Jornalista e correspondente de várias publicações internacionais
Publicado no Asia Times

Tradução de Patricia Zimbres



Melhor não se meter com o ex-presidente do Brasil. Putin e Xi são seus reais aliados na Esquerda Global

Ele voltou. De forma explosiva.

Apenas dois dias depois de ser solto da carceragem da Polícia Federal de Curitiba, no sul do Brasil, após uma apertada votação de 6 x 5 no Supremo Tribunal Federal, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva proferiu um inflamado discurso de 45 minutos em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos em São Bernardo do Campo, na periferia de São Paulo e, usando seu inigualável capital político, conclamou os brasileiros a se lançarem a nada menos que uma revolução social.

Quando meus colegas Mauro Lopes, Paulo Moreira Leite e eu entrevistamos Lula na cadeia, ele somava 502 dias prisioneiro em sua cela. Em agosto, era impossível prever que sua soltura aconteceria no 580º dia, em inícios de novembro.

Sua primeira fala à nação após sua saga na prisão -- que está longe de ter terminado -- não poderia ser solene. Ele, na verdade, prometeu um pronunciamento detalhado para um futuro próximo. O que ele fez, em seu inconfundível estilo de conversa informal, foi partir imediatamente para a ofensiva,

terça-feira, 5 de abril de 2016

Brasil/Lula: Não permitiremos que rasguem a Constituição, vamos às ruas



4 abril 2016, Agência PT http://www.pt.org.br (Brasil)

 
Em ato no Sindicato dos Metalúrgicos, o ex-presidente afirmou que povo tem que estar nas ruas para impedir o impeachment da presidenta Dilma Rousseff

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou a população às ruas para defender a Constituição no dia em que  a Câmara dos Deputados marcar a votação do impeachment. Lula discursou em casa, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em ato pela democracia que reuniu ao menos 5 mil pessoas em São Bernardo dos Campos, nesta segunda-feira (4). “Não vamos permitir que a nossa Constituição seja rasgada. Temos que estar nas ruas”, conclamou Lula.

Lula afirmou que aceitou o convite para ajudar a presidenta Dilma Rousseff a governar o país e que pretende ampliar a conversa com os movimentos sociais, ouvir a população e conversar muito para