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quinta-feira, 4 de julho de 2019

CPLP, Portugal/Presidente de Moçambique quer livre circulação de pessoas nos países de língua portuguesa


3 July 2019, Macauhub https://macauhub.com.mo  (China) https://macauhub.com.mo/pt/2019/07/03/pt-presidente-de-mocambique-quer-livre-circulacao-de-pessoas-nos-paises-de-lingua-portuguesa/

O Presidente de Moçambique disse terça-feira em Lisboa que entre os países de língua portuguesa não pode haver muros, noticiou a imprensa portuguesa, que acrescentou ter Filipe Nyusi assumido o compromisso de trabalhar no sentido de desbloquear o tema da mobilidade na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

O chefe de Estado moçambicano, que falava, no Palácio de Belém, em Lisboa, após um encontro com o homólogo português, Marcelo Rebelo de Sousa, reconheceu, no entanto, que a questão da livre circulação de pessoas na CPLP está dependente, no caso particular de Portugal, de regras internacionais.

“O problema será de Portugal, mas vamos ver como fazer. Portugal está inserido numa comunidade que se chama União Europeia, que tem as suas regras”, assinalou Nyusi, que terça-feira iniciou uma visita de Estado de quatro dias a Portugal.

Filipe Nyusi destacou o facto de os cidadãos de Moçambique e Angola poderem já viajar livremente entre os dois países, para sustentar que “as pessoas não podem ficar fechadas”, e anunciou que o Presidente de Cabo Verde [e presidente em exercício da CPLP] visitará Moçambique no final do mês, sendo a questão da mobilidade um dos temas em debate.

O modelo sobre a livre circulação de pessoas na CPLP, proposto por Cabo Verde e que conta com o apoio de Portugal, prevê que cada país possa escolher o tipo de mobilidade que pretende aplicar, com que país ou grupo de países de entre os nove, bem como o calendário para a sua adopção.

A proposta deverá ser analisada na próxima reunião de ministros dos Negócios Estrangeiros da comunidade de língua portuguesa, marcada para 19 de Julho, no Mindelo, Cabo Verde.

O Presidente moçambicano e o primeiro-ministro português, António Costa, intervêm hoje na abertura do Fórum de Negócios Portugal/Moçambique, em Lisboa, seguindo depois para o Palácio Foz, onde decorre a IV Cimeira Portugal-Moçambique, estando prevista a assinatura de vários acordos entre os dois países.

No âmbito da visita de Estado, Filipe Nyusi, que se faz acompanhar por uma delegação com vários ministros, deputados e empresários, participa com o Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, no Fórum Euro-África, organizado pelo Conselho da Diáspora, em Cascais, “num painel dedicado ao tema da reconstrução, no contexto da catástrofe dos ciclones Idai e Kenneth.” (Macauhub)

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

China/Fórum Macau projecta influência da China na economia mundial

17 outubro 2016, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China,中国)

O elevado nível dos participantes na conferência ministerial do Fórum Macau de 2016 é interpretado por analistas como sinal da crescente importância do bloco de língua portuguesa na projecção internacional em que a China está empenhada.

O analista David Dodwell disse que a presença do primeiro-ministro da China, Li Keqiang e do ministro do Comércio, Gao Hucheng, durante 3 dias em Macau, para participar na conferência ministerial, é “reveladora” do esforço de diplomacia “branda” que a China está a desenvolver, tentando

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Angola/Timor-Leste agradece ajuda

24 abril 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

João Dias, Jacarta

O Presidente de Timor-Leste, Taur Matan Ruak, agradeceu ontem em Jacarta o apoio prestado por Angola na presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que o país assume desde Julho do ano passado.

Taur Matan Ruak manifestou o reconhecimento do seu país depois de um encontro com o Vice-Presidente da República, Manuel Vicente, à margem da Cimeira Ásia-África, no quadro das celebrações dos 60 anos da Conferência de Bandung.

Taur Matan Ruak disse aos jornalistas que aproveitou o encontro com Manuel Vicente para reforçar as relações de cooperação entre os dois países, que

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Países de língua portuguesa cada vez mais importantes nas trocas comerciais da China com África

28 abril 2014, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)
Os países de língua portuguesa representam cerca de um quinto das trocas comerciais da China com África, com um peso crescente no total e um excedente comercial em relação a Pequim, de acordo com os dados estatísticos mais recentes.
Em 2013, revelou na semana passada a Câmara de Comércio Internacional da China, as trocas comerciais com os países africanos aumentaram 5,9% para 210,2 mil milhões de dólares.
Deste total a maior fatia é a das importações chinesas de África – 117,4 mil milhões de dólares, mais 3,8% em relação ao ano anterior – superior aos 92,8 mil milhões de dólares de exportações chinesas para África, que aumentaram 8,8%.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Portugal/DECLARAÇÃO DA MISSÃO DE OBSERVAÇÃO ELEITORAL DA CPLP ÀS ELEIÇÕES GERAIS NA REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU 2014

15 abril 2014, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) http://www.cplp.org (Portugal)

A convite da Comissão Nacional de Eleições da República da Guiné-Bissau (CNE), a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) constituiu uma Missão de Observação Eleitoral para acompanhar as Eleições Gerais que tiveram lugar no dia 13 de Abril de 2014.

A Missão chegou a Bissau em 5 de Abril, tendo integrado vinte e um observadores oriundos de todos os Estados Membros da Organização – Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, excepção feita à Guiné-Bissau por ser o país observado.

A Missão de Observação manteve encontros com as autoridades nacionais aos mais diversos níveis, bem como diálogo com as demais missões de observação eleitoral internacional e os Chefes das Missões Diplomáticas residentes em Bissau, com o objectivo de

quarta-feira, 12 de março de 2014

Países de língua portuguesa e Macau promovidos em Tianjin, China

11 março 2014, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)
A divulgação do ambiente de investimento nos países de língua portuguesa foi um dos pontos da agenda de trabalhos de uma delegação do Secretariado Permanente do Fórum de Macau que na semana passada se deslocou a Tianjin, informou hoje fonte oficial.
De acordo com o comunicado divulgado em Macau pelo Secretariado Permanente do Fórum, a delegação, chefiada pelo secretário-geral Chang Hexi, aproveitou a deslocação a Tianjin igualmente para procurar aprofundar a cooperação entre as empresas da China continental, de Macau e dos países de língua portuguesa, utilizando o papel de Macau como plataforma de serviços económicos e

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Fórum Macau: China propõe plano de acção para países de língua portuguesa de África e da Ásia*



5 novembro 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

A cooperação económica e comercial entre a China e os países de língua portuguesa vai ser aprofundada, garantiu hoje em Macau o vice-primeiro-ministro Wang Yang, ao anunciar um plano em oito pontos com medidas concretas para execução entre 2014 e 2016.

No discurso de abertura da 4ª Conferência Ministerial do Fórum Macau, Wang mencionou como a primeira dessas medidas a concessão por parte do governo da China de empréstimos bonificados aos países de língua portuguesa de África e da Ásia membros do Fórum no montante de 1800 milhões de yuan (293 milhões de dólares).

O vice-primeiro-ministro mencionou de seguida o desejo da China em partilhar com os países de língua portuguesa a experiência bem-sucedida das zonas especiais económicas e das zonas de desenvolvimento e anunciou que as empresas chinesas iriam ser incentivadas, se bem que respeitando as regras de uma economia de mercado, para ajudarem na promoção e na criação daquelas zonas nos países interessados.

Três dos oito pontos mencionados por Wang Yang centram-se no ensino e na formação profissional, com a China a ir apoiar todos os países de língua portuguesa de África e da Ásia membros do Fórum Macau na construção de infra-estruturas tais como escolas e centros de formação.

A China convidará ainda 2000 pessoas daqueles países, incluindo estudantes de pós-graduação, para acções de formação, algumas das quais terão lugar localmente e oferecer 1800 bolsas de estudo aos governos dos países de língua portuguesa de África e da Ásia membros do Fórum Macau.

Além de um ponto genérico sobre sectores qualificados de prioritários, o vice-primeiro-ministro chinês referiu-se igualmente à utilização de Macau como local de partilha de informação “a fim de criar uma plataforma em Macau para promover o intercâmbio de pessoas bilingues qualificadas e

terça-feira, 24 de junho de 2008

China/Missão de Macau do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa visita o Brasil

Macau, China, 24 junho 2008 - Uma delegação de Macau do Secretariado Permanente do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa visita o Brasil de 25 de Junho a 2 de Julho para promover a cooperação bilateral, foi hoje anunciado.

A delegação do Fórum, chefiada pela coordenadora do gabinete de apoio ao secretariado Rita Santos, integra ainda representantes do Ministério do Comércio da República Popular da China e do Centro Internacional de Promoção de Investimentos da China.

Um comunicado oficial refere que em São Paulo "a delegação vai participar na 17ª edição da ABF – Franchising Expo, onde efectuará uma sessão de apresentação do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa e da 12ª Feira Internacional de Investimento e Comércio da China (Cifit), que se realiza em Setembro em Xiamen".

Para além de se reunir em Brasília com a Federação das Indústrias do distrito Federal (FIBRA) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a delegação do Fórum manterá contactos com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, com a Agência de Promoção de Exportações e Investimento do Brasil (Apex), Prefeitura de São Paulo, Câmara Brasil-China de Desenvolvimento Económico e Associação Comercial de São Paulo.

A Asssociação Comercial de São Paulo (ACSP) anunciou este mês que vai abrir em breve uma representação em Macau para apoiar pequenas e médias empresas brasileiras que queiram actuar na República Popular da China.

A representação, que ficará localizada no Macau Business Support Centre do Instituto de Promoção do Comércio e Investimento de Macau (Ipim) segundo revelou Sidnei Doca, director executivo da instituição brasileira.

O responsável da ACSP disse ainda que uma delegação de empresários de Macau, organizada pelo Ipim, deverá visitar o Brasil em Julho.

Sidnei Docal informou igualmente que decorrem contactos da ACSP com as autoridades brasileiras para que o próximo Encontro de Empresários para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa se realize no Brasil.

A República Popular da China decidiu criar, e sedear em Macau, em 2003 o Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa destinado a fomentar as relações comerciais com Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
(macauhub)

terça-feira, 17 de junho de 2008

Comércio entre a China e países de língua portuguesa aumentou 80,3 por cento até Abril de 2008

Macau, China, 17 junho 2008 (Lusa) - As trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa aumentaram 80,3 por cento nos primeiros quatro meses deste ano em relação ao período homólogo de 2007, indicam dados oficiais a que a Lusa teve hoje acesso.

De acordo com os dados, entre Janeiro e Abril de 2008, as trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa totalizaram 21,14 mil milhões de dólares (cerca de 13,6 mil milhões de euros).

No mesmo período de 2007, as trocas comerciais contabilizaram apenas 11,7 mil milhões de dólares (7,55 mil milhões de euros).

A China e os países de língua portuguesa definiram em 2006 como meta para 2009 trocas comerciais globais de 50 mil milhões de dólares, número que já em 2008 será ultrapassado, tendo em consideração não só os valores atingidos em 2007 como os aumentos registados nos primeiros quatro meses de 2008.

O Brasil continua a ser o principal parceiro lusófono do continente chinês, com as trocas comerciais bilaterais a subirem 64,7 por cento nos primeiros quatro meses deste ano e as vendas brasileiras a subirem 56,2 por cento para 6,93 mil milhões de dólares (4,47 mil milhões de euros) e as importações a aumentarem 77,6 por cento para 5,13 mil milhões de dólares (3,31 mil milhões de euros).

Angola mantém a segunda posição entre os principais parceiros lusófonos da China com trocas comerciais globais de 8,23 mil milhões de dólares com as exportações angolanas a crescerem 128,6 por cento para 7,48 mil milhões de dólares (4,82 mil milhões de euros) e as importações 138 por cento para 742,5 milhões de dólares (479 milhões de euros).

Já Portugal, o terceiro parceiro comercial da China entre os lusófonos, viu as trocas comerciais bilaterais caírem 0,2 por cento para 698,2 milhões de dólares com as vendas portuguesas a caírem 37,9 por cento para 94,2 milhões de dólares (60,8 milhões de euros) e as compras a aumentarem 10,9 por cento para 604 milhões de dólares (390 milhões de euros).

No global, as importações chinesas do espaço lusófono aumentaram 84 por cento para um total de 14,55 mil milhões de dólares (9,4 mil milhões de euros) e as exportações para os países de língua portuguesa registaram um crescimento de 72,5 por cento para 6,59 mil milhões de dólares (4,25 mil milhões de euros).

O comércio entre a China e os Países de Língua Portuguesa cresceu 35 por cento em 2007 para 46,35 mil milhões de dólares (29,93 mil milhões de euros).

O comércio entre a China e os países de língua portuguesa mantém uma forte tendência de crescimento, iniciada em Outubro de 2003 com o estabelecimento do Fórum para Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa que tem na Região Administrativa Especial de Macau uma base de apoio de contactos e promoção.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Portugal/Contra fome, ministro luso defende cooperação com CPLP

Lisboa, 3 junho 2008 (Lusa) - O ministro português da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Jaime Silva, defendeu nesta terça-feira uma "ajuda estrutural, que tem falhado, aos países onde há fome" e uma cooperação especial entre Portugal e os países lusófonos para combater a crise alimentar.

No final de uma reunião com representantes do setor das pescas, e antes de partir para a Itália para a reunião da FAO, Jaime Silva disse ser necessário dar uma resposta à fome em vez de se discutir teoricamente o assunto.

"A FAO e todos os seus membros têm que dar resposta, mas têm que dar resposta hoje porque a fome já lá estava ontem", frisou o ministro, defendendo que se evite a discussão teórica de como se pode ajudar.

De acordo com o ministro português, o "problema da fome é um problema que a FAO trata há vários anos e que ano após ano se mantém em dimensão insustentável para o mundo civilizado".

Jaime Silva lembrou também que a situação da fome no mundo tem sido agravada com a crise dos combustíveis e o aumento das matérias-primas.

O ministro disse que Portugal defende uma "ajuda estrutural, que tem falhado, aos países onde há fome".

"Temos de transferir conhecimento, temos de cooperar para que cada Estado a nível mundial, particularmente os em vias de desenvolvimento, tenham capacidade para produzir muito de suas necessidades alimentares ou, pelo menos, para produzir o essencial de suas necessidades básicas", adiantou.

Portugal deve, na opinião de Jaime Silva, cooperar com os países de expressão portuguesa, diretamente e através da União Européia.

O ministro acrescentou ainda que a União Européia está discutindo "um gesto financeiro significativo" para apoiar os países mais pobres, em especial os da África.

A conferência da FAO, que acontece em Roma, Itália, até quinta-feira, visa a promoção de medidas imediatas para diminuir o impacto da crise alimentar nos mais pobres.

Textos anteriores

Banco africano defende subsídio agrícola para combater crise
Crise alimentar pode gerar futuro sombrio, diz ONU na África

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Cabo Verde/Cerca de 2.000 empresários já participaram nos encontros comerciais entre a China e os países de língua portuguesa ]

Praia, Cabo Verde, 2 junho 2008 - Cerca de 2.000 empresários da China e dos países de língua portuguesa já participaram nos encontros para a cooperação económica e comercial realizados em Luanda, Lisboa, Maputo e Cabo Verde desde 2003, revelou Echo Chan, vogal executiva do Ipim.

Uma nota do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (Ipim) refere que no encontro de Cabo Verde estiveram presentes 250 empresários, foram assinados quatro protocolos de cooperação e realizados 195 bolsas de contacto.

Echo Chan assinalou, segundo a nota, que nos últimos três encontros, realizados em Portugal, Angola e Moçambique, estiveram presentes 1.600 empresários da China e dos países de língua portuguesa.

O vice-presidente do Conselho para a Promoção do Comércio Internacional da China (CCPIT), um dos organismos responsáveis pela realização do encontro, disse, por seu turno, que a reunião teve como objectivo "ajudar as empresas chinesas a conhecerem as potencialidades dos países de língua portuguesa espalhados na Europa, América do Sul, África e Ásia, com sua abundância de recursos naturais e um mercado consumidor de mais de 250 milhões de pessoas”.

Zhang Wei lembrou ainda que em 2007 "o comércio bilateral alcançou 46,3 mil milhões de dólares com um aumento de 36 por cento em relação a 2006 e um índice superior à taxa de crescimento do comércio exterior da China que se cifrou em 23,5 por cento".

A delegação de Macau, que esteve presente na reunião com uma delegação composta por 24 empresários, aproveitou a sua passagem por Lisboa para realizar accções destinafdas a promover a “13ª Feira Internacional de Macau (MIF)”, a ter lugar em Macau, de 23 a 26 de Outubro próximo e a “12th China Internationl Fair for Investment & Trade (12ª CIFIT)”, a realizar-se em Xiamen – China Continental entre os dias 8 e 11 de Setembro de 2008.

O Encontro de Empresários para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os países de língua portuguesa – Cabo Verde – 2008 realizou-se na Praia entre 28 e 30 de Maio.
(macauhub)

domingo, 1 de junho de 2008

Colaboração Portugal-China na África pode começar em 2009

Pequim, 30 maio 2008 (Lusa) - A colaboração da China e de Portugal na África pode começar em 2009, disse à Agência Lusa, em Pequim, o vice-chanceler português, João Gomes Cravinho.

"A colaboração com a China na África vai acontecer através do Fórum Macau [para a Cooperação Econômica e Comercial entre a China e os Países de Língua Português]", afirmou Cravinho, após a reunião com o ministro-adjunto chinês das Relações Exteriores.

Pequim pediu que Portugal contribua para o programa de trabalhos do fórum, como ponto de partida para avançar a colaboração sino-portuguesa no continente africano, disse o secretário português de Estado.

Cravinho disse ter destacado no encontro a importância de ouvir a opinião dos atores africanos e o apoio internacional para promover a estabilidade na África, como aspectos fundamentais para a segurança dos investimentos no continente africano.

Interesses mútuos
Segundo o secretário de Estado, Portugal encara o investimento chinês na África como um indicador de que o continente africano interessa à China, o que pode impulsionar o entusiasmo dos empresários portugueses.

"Estamos disponíveis para contribuir para que haja um enquadramento conjunto no plano das nossas empresas e existe a possibilidade de avançarmos com projetos concretos, sobretudo na área das infra-estruturas em 2009/2010", afirmou.

No plano econômico, Cravinho disse que existe "abertura de ambos os lados para que as empresas portuguesas passem a ter maior representação na China". O vice-chanceler luso sugeriu que as indústrias ambientais e de energias renováveis podem encontrar boas oportunidades de negócio no mercado chinês.

Ainda segundo Cravinho, Pequim demonstrou interesse pela entrada de empresas farmacêuticas e de logística no país asiático.

Eventos
Durante o encontro, ficou determinado que "2011 vai ser o Ano de Portugal na China", uma proposta que pode estimular a "abertura à cooperação bilateral que existe de ambos os lados".

O presidente chinês, Wu Jintao, aceitou o convite para visitar Portugal, embora ainda sem data marcada.

Segundo Cravinho, durante a discussão "das relações entre Portugal e a China", Pequim se comprometeu com as celebrações dos dez anos da transferência do exercício da soberania em Macau e os 30 anos do restabelecimento das relações diplomáticas bilaterais em 2009.

"Fiquei muito satisfeito porque foi uma reunião muito completa", disse Cravinho, dizendo que o encontro serviu para "passar em revista a área bilateral e o campo do interesse comum internacional".

terça-feira, 20 de maio de 2008

Macau/Encontro em Cabo Verde aproxima empresários chineses e de língua portuguesa

Macau, China, 20 maio 2008 – Empresários da China Continental, de Macau e dos países de língua portuguesa reunem-se em Cabo Verde, na próxima semana, para estudar a criação de novos negócios, disse à macauhub Echo Chan, administradora do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (Ipim).

"As médias e pequenas empresas, tanto da China Continental e Macau como dos países de língua portuguesa, vão estar em destaque no encontro" considerou Echo Chan.

O encontro deste ano que se realiza de 28 a 30 de Maio na cidade da Praia é organizado pelo Ipim, a Agência Cabo-verdiana de Investimentos e o Conselho de Promoção de Comércio Internacional da China (CCPIT, na sigla em inglês).

“Não vou dizer que o encontro é significativo para o aumento do comércio geral entre a China e os países de língua portuguesa porque esse aumento depende de várias situações, mas o encontro é importante porque é realizado anualmente em um país diferente" disse Echo Chan.

Para a administradora do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (Ipim), a rotatividade dos locais do encontro permite que "quando o empresário chinês participa, pode ver o grau de desenvolvimento destes países e tomar mais iniciativas, mais decisões criando condições para encontrar parceiros para negócios e investimentos”.

Echo Chan referiu ainda que os empresários chineses – principalmente de pequeno e médio dimensão - têm mostrado cada vez mais interesse em participar nos encontros.

"Este ano, há um interesse especial chinês em Cabo Verde na área de turismo (...) mas, em termos gerais, os empresários chineses querem conhecer a situação económica e social dos países que visitam para o encontro”, afirmou.

De Macau participarão principalmente empresários dos sectores de construção civil, comércio internacional, vestuário, telecomunicações, indústria têxtil, imobiliário e farmacêutico.

No sentido de atrair a atenção dos empresários chineses, os representantes de Cabo Verde prepararam para o primeiro dia do encontro uma apresentação detalhada do país mostrando ao mesmo tempo as oportunidades de investimentos.

“É comum que os países que recebem o encontro tentem aproveitar a ocasião para tentar apresentar melhor o seu potencial", disse ainda Echo Chan, que esteve presente nas três edições anteriores, em Maputo, Lisboa e Luanda.

Recentes estatísticas alfandegárias chinesas registaram trocas de bens e serviços no valor de 9,4 mil milhões de dólares entre os países de língua portuguesa e a China nos dois primeiros meses do ano, 88,6% mais do que no mesmo período do ano passado.
(macauhub)

sábado, 15 de março de 2008

China/Pequim elogia relações comerciais com países de língua portuguesa

Pequim, China, 12 março 2008 - O governo chinês afirmou que a cooperação entre a China e os países de língua oficial portuguesa permitiu atingir os objectivos nas relações comerciais dois anos antes do previsto, noticiou terça-feira a imprensa oficial chinesa.
“Graças à cooperação cada vez mais profunda, atingimos com dois anos de avanço o objectivo de entre 45 mil e 50 mil milhões de dólares em volume comercial entre os dois lados”, disse Sun Tong, subdirector-geral do Departamento para os Assuntos de Taiwan, Hong Kong e Macau do Ministério de Comércio chinês, citado pela agência noticiosa oficial Nova China.
De acordo com dados oficiais, o comércio entre a China e os países de língua portuguesa cresceu 35 por cento em 2007 para atingir 46,35 mil milhões de dólares.
“Apesar da economia chinesa ter vindo registar uma procura cada vez maior devido ao crescimento superior a dez por cento nos últimos cinco anos, os países de língua portuguesa, com uma população combinada de 230 milhões, também revelam um potencial de mercado evidente”, acrescentou Sun, segundo a Nova China.
De acordo com a agência noticiosa oficial chinesa, Sun defendeu assim a necessidade da China e dos países de língua portuguesa explorarem mais oportunidades recíprocas de investimento.
Sun falou durante a reunião do Secretariado Permanente do Fórum de Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, ocorrida em Macau segunda e terça-feira. (macauhub)