Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
quinta-feira, 4 de julho de 2019
CPLP, Portugal/Presidente de Moçambique quer livre circulação de pessoas nos países de língua portuguesa
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
China/Fórum Macau projecta influência da China na economia mundial
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Angola/Timor-Leste agradece ajuda
Taur Matan Ruak disse aos jornalistas que aproveitou o encontro com Manuel Vicente para reforçar as relações de cooperação entre os dois países, que
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Países de língua portuguesa cada vez mais importantes nas trocas comerciais da China com África
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Portugal/DECLARAÇÃO DA MISSÃO DE OBSERVAÇÃO ELEITORAL DA CPLP ÀS ELEIÇÕES GERAIS NA REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU 2014
A convite da Comissão Nacional de Eleições da República da Guiné-Bissau (CNE), a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) constituiu uma Missão de Observação Eleitoral para acompanhar as Eleições Gerais que tiveram lugar no dia 13 de Abril de 2014.
A Missão chegou a Bissau em 5 de Abril, tendo integrado vinte e um observadores oriundos de todos os Estados Membros da Organização – Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, excepção feita à Guiné-Bissau por ser o país observado.
A Missão de Observação manteve encontros com as autoridades nacionais aos mais diversos níveis, bem como diálogo com as demais missões de observação eleitoral internacional e os Chefes das Missões Diplomáticas residentes em Bissau, com o objectivo de
quarta-feira, 12 de março de 2014
Países de língua portuguesa e Macau promovidos em Tianjin, China
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Fórum Macau: China propõe plano de acção para países de língua portuguesa de África e da Ásia*
terça-feira, 24 de junho de 2008
China/Missão de Macau do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa visita o Brasil
Macau, China, 24 junho 2008 - Uma delegação de Macau do Secretariado Permanente do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa visita o Brasil de 25 de Junho a 2 de Julho para promover a cooperação bilateral, foi hoje anunciado.
A delegação do Fórum, chefiada pela coordenadora do gabinete de apoio ao secretariado Rita Santos, integra ainda representantes do Ministério do Comércio da República Popular da China e do Centro Internacional de Promoção de Investimentos da China.
Um comunicado oficial refere que em São Paulo "a delegação vai participar na 17ª edição da ABF – Franchising Expo, onde efectuará uma sessão de apresentação do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa e da 12ª Feira Internacional de Investimento e Comércio da China (Cifit), que se realiza em Setembro em Xiamen".
Para além de se reunir em Brasília com a Federação das Indústrias do distrito Federal (FIBRA) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a delegação do Fórum manterá contactos com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, com a Agência de Promoção de Exportações e Investimento do Brasil (Apex), Prefeitura de São Paulo, Câmara Brasil-China de Desenvolvimento Económico e Associação Comercial de São Paulo.
A Asssociação Comercial de São Paulo (ACSP) anunciou este mês que vai abrir em breve uma representação em Macau para apoiar pequenas e médias empresas brasileiras que queiram actuar na República Popular da China.
A representação, que ficará localizada no Macau Business Support Centre do Instituto de Promoção do Comércio e Investimento de Macau (Ipim) segundo revelou Sidnei Doca, director executivo da instituição brasileira.
O responsável da ACSP disse ainda que uma delegação de empresários de Macau, organizada pelo Ipim, deverá visitar o Brasil em Julho.
Sidnei Docal informou igualmente que decorrem contactos da ACSP com as autoridades brasileiras para que o próximo Encontro de Empresários para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa se realize no Brasil.
A República Popular da China decidiu criar, e sedear em Macau, em 2003 o Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa destinado a fomentar as relações comerciais com Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. (macauhub)
terça-feira, 17 de junho de 2008
Comércio entre a China e países de língua portuguesa aumentou 80,3 por cento até Abril de 2008
Macau, China, 17 junho 2008 (Lusa) - As trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa aumentaram 80,3 por cento nos primeiros quatro meses deste ano em relação ao período homólogo de 2007, indicam dados oficiais a que a Lusa teve hoje acesso.
De acordo com os dados, entre Janeiro e Abril de 2008, as trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa totalizaram 21,14 mil milhões de dólares (cerca de 13,6 mil milhões de euros).
No mesmo período de 2007, as trocas comerciais contabilizaram apenas 11,7 mil milhões de dólares (7,55 mil milhões de euros).
A China e os países de língua portuguesa definiram em 2006 como meta para 2009 trocas comerciais globais de 50 mil milhões de dólares, número que já em 2008 será ultrapassado, tendo em consideração não só os valores atingidos em 2007 como os aumentos registados nos primeiros quatro meses de 2008.
O Brasil continua a ser o principal parceiro lusófono do continente chinês, com as trocas comerciais bilaterais a subirem 64,7 por cento nos primeiros quatro meses deste ano e as vendas brasileiras a subirem 56,2 por cento para 6,93 mil milhões de dólares (4,47 mil milhões de euros) e as importações a aumentarem 77,6 por cento para 5,13 mil milhões de dólares (3,31 mil milhões de euros).
Angola mantém a segunda posição entre os principais parceiros lusófonos da China com trocas comerciais globais de 8,23 mil milhões de dólares com as exportações angolanas a crescerem 128,6 por cento para 7,48 mil milhões de dólares (4,82 mil milhões de euros) e as importações 138 por cento para 742,5 milhões de dólares (479 milhões de euros).
Já Portugal, o terceiro parceiro comercial da China entre os lusófonos, viu as trocas comerciais bilaterais caírem 0,2 por cento para 698,2 milhões de dólares com as vendas portuguesas a caírem 37,9 por cento para 94,2 milhões de dólares (60,8 milhões de euros) e as compras a aumentarem 10,9 por cento para 604 milhões de dólares (390 milhões de euros).
No global, as importações chinesas do espaço lusófono aumentaram 84 por cento para um total de 14,55 mil milhões de dólares (9,4 mil milhões de euros) e as exportações para os países de língua portuguesa registaram um crescimento de 72,5 por cento para 6,59 mil milhões de dólares (4,25 mil milhões de euros).
O comércio entre a China e os Países de Língua Portuguesa cresceu 35 por cento em 2007 para 46,35 mil milhões de dólares (29,93 mil milhões de euros).
O comércio entre a China e os países de língua portuguesa mantém uma forte tendência de crescimento, iniciada em Outubro de 2003 com o estabelecimento do Fórum para Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa que tem na Região Administrativa Especial de Macau uma base de apoio de contactos e promoção.
terça-feira, 3 de junho de 2008
Portugal/Contra fome, ministro luso defende cooperação com CPLP
Lisboa, 3 junho 2008 (Lusa) - O ministro português da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Jaime Silva, defendeu nesta terça-feira uma "ajuda estrutural, que tem falhado, aos países onde há fome" e uma cooperação especial entre Portugal e os países lusófonos para combater a crise alimentar.
No final de uma reunião com representantes do setor das pescas, e antes de partir para a Itália para a reunião da FAO, Jaime Silva disse ser necessário dar uma resposta à fome em vez de se discutir teoricamente o assunto.
"A FAO e todos os seus membros têm que dar resposta, mas têm que dar resposta hoje porque a fome já lá estava ontem", frisou o ministro, defendendo que se evite a discussão teórica de como se pode ajudar.
De acordo com o ministro português, o "problema da fome é um problema que a FAO trata há vários anos e que ano após ano se mantém em dimensão insustentável para o mundo civilizado".
Jaime Silva lembrou também que a situação da fome no mundo tem sido agravada com a crise dos combustíveis e o aumento das matérias-primas.
O ministro disse que Portugal defende uma "ajuda estrutural, que tem falhado, aos países onde há fome".
"Temos de transferir conhecimento, temos de cooperar para que cada Estado a nível mundial, particularmente os em vias de desenvolvimento, tenham capacidade para produzir muito de suas necessidades alimentares ou, pelo menos, para produzir o essencial de suas necessidades básicas", adiantou.
Portugal deve, na opinião de Jaime Silva, cooperar com os países de expressão portuguesa, diretamente e através da União Européia.
O ministro acrescentou ainda que a União Européia está discutindo "um gesto financeiro significativo" para apoiar os países mais pobres, em especial os da África.
A conferência da FAO, que acontece em Roma, Itália, até quinta-feira, visa a promoção de medidas imediatas para diminuir o impacto da crise alimentar nos mais pobres.
Textos anteriores
Banco africano defende subsídio agrícola para combater crise
Crise alimentar pode gerar futuro sombrio, diz ONU na África
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Cabo Verde/Cerca de 2.000 empresários já participaram nos encontros comerciais entre a China e os países de língua portuguesa ]
Praia, Cabo Verde, 2 junho 2008 - Cerca de 2.000 empresários da China e dos países de língua portuguesa já participaram nos encontros para a cooperação económica e comercial realizados em Luanda, Lisboa, Maputo e Cabo Verde desde 2003, revelou Echo Chan, vogal executiva do Ipim.
Uma nota do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (Ipim) refere que no encontro de Cabo Verde estiveram presentes 250 empresários, foram assinados quatro protocolos de cooperação e realizados 195 bolsas de contacto.
Echo Chan assinalou, segundo a nota, que nos últimos três encontros, realizados em Portugal, Angola e Moçambique, estiveram presentes 1.600 empresários da China e dos países de língua portuguesa.
O vice-presidente do Conselho para a Promoção do Comércio Internacional da China (CCPIT), um dos organismos responsáveis pela realização do encontro, disse, por seu turno, que a reunião teve como objectivo "ajudar as empresas chinesas a conhecerem as potencialidades dos países de língua portuguesa espalhados na Europa, América do Sul, África e Ásia, com sua abundância de recursos naturais e um mercado consumidor de mais de 250 milhões de pessoas”.
Zhang Wei lembrou ainda que em 2007 "o comércio bilateral alcançou 46,3 mil milhões de dólares com um aumento de 36 por cento em relação a 2006 e um índice superior à taxa de crescimento do comércio exterior da China que se cifrou em 23,5 por cento".
A delegação de Macau, que esteve presente na reunião com uma delegação composta por 24 empresários, aproveitou a sua passagem por Lisboa para realizar accções destinafdas a promover a “13ª Feira Internacional de Macau (MIF)”, a ter lugar em Macau, de 23 a 26 de Outubro próximo e a “12th China Internationl Fair for Investment & Trade (12ª CIFIT)”, a realizar-se em Xiamen – China Continental entre os dias 8 e 11 de Setembro de 2008.
O Encontro de Empresários para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os países de língua portuguesa – Cabo Verde – 2008 realizou-se na Praia entre 28 e 30 de Maio. (macauhub)
domingo, 1 de junho de 2008
Colaboração Portugal-China na África pode começar em 2009
Pequim, 30 maio 2008 (Lusa) - A colaboração da China e de Portugal na África pode começar em 2009, disse à Agência Lusa, em Pequim, o vice-chanceler português, João Gomes Cravinho.
"A colaboração com a China na África vai acontecer através do Fórum Macau [para a Cooperação Econômica e Comercial entre a China e os Países de Língua Português]", afirmou Cravinho, após a reunião com o ministro-adjunto chinês das Relações Exteriores.
Pequim pediu que Portugal contribua para o programa de trabalhos do fórum, como ponto de partida para avançar a colaboração sino-portuguesa no continente africano, disse o secretário português de Estado.
Cravinho disse ter destacado no encontro a importância de ouvir a opinião dos atores africanos e o apoio internacional para promover a estabilidade na África, como aspectos fundamentais para a segurança dos investimentos no continente africano.
Interesses mútuos
Segundo o secretário de Estado, Portugal encara o investimento chinês na África como um indicador de que o continente africano interessa à China, o que pode impulsionar o entusiasmo dos empresários portugueses.
"Estamos disponíveis para contribuir para que haja um enquadramento conjunto no plano das nossas empresas e existe a possibilidade de avançarmos com projetos concretos, sobretudo na área das infra-estruturas em 2009/2010", afirmou.
No plano econômico, Cravinho disse que existe "abertura de ambos os lados para que as empresas portuguesas passem a ter maior representação na China". O vice-chanceler luso sugeriu que as indústrias ambientais e de energias renováveis podem encontrar boas oportunidades de negócio no mercado chinês.
Ainda segundo Cravinho, Pequim demonstrou interesse pela entrada de empresas farmacêuticas e de logística no país asiático.
Eventos
Durante o encontro, ficou determinado que "2011 vai ser o Ano de Portugal na China", uma proposta que pode estimular a "abertura à cooperação bilateral que existe de ambos os lados".
O presidente chinês, Wu Jintao, aceitou o convite para visitar Portugal, embora ainda sem data marcada.
Segundo Cravinho, durante a discussão "das relações entre Portugal e a China", Pequim se comprometeu com as celebrações dos dez anos da transferência do exercício da soberania em Macau e os 30 anos do restabelecimento das relações diplomáticas bilaterais em 2009.
"Fiquei muito satisfeito porque foi uma reunião muito completa", disse Cravinho, dizendo que o encontro serviu para "passar em revista a área bilateral e o campo do interesse comum internacional".
terça-feira, 20 de maio de 2008
Macau/Encontro em Cabo Verde aproxima empresários chineses e de língua portuguesa
Macau, China, 20 maio 2008 – Empresários da China Continental, de Macau e dos países de língua portuguesa reunem-se em Cabo Verde, na próxima semana, para estudar a criação de novos negócios, disse à macauhub Echo Chan, administradora do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (Ipim).
"As médias e pequenas empresas, tanto da China Continental e Macau como dos países de língua portuguesa, vão estar em destaque no encontro" considerou Echo Chan.
O encontro deste ano que se realiza de 28 a 30 de Maio na cidade da Praia é organizado pelo Ipim, a Agência Cabo-verdiana de Investimentos e o Conselho de Promoção de Comércio Internacional da China (CCPIT, na sigla em inglês).
“Não vou dizer que o encontro é significativo para o aumento do comércio geral entre a China e os países de língua portuguesa porque esse aumento depende de várias situações, mas o encontro é importante porque é realizado anualmente em um país diferente" disse Echo Chan.
Para a administradora do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (Ipim), a rotatividade dos locais do encontro permite que "quando o empresário chinês participa, pode ver o grau de desenvolvimento destes países e tomar mais iniciativas, mais decisões criando condições para encontrar parceiros para negócios e investimentos”.
Echo Chan referiu ainda que os empresários chineses – principalmente de pequeno e médio dimensão - têm mostrado cada vez mais interesse em participar nos encontros.
"Este ano, há um interesse especial chinês em Cabo Verde na área de turismo (...) mas, em termos gerais, os empresários chineses querem conhecer a situação económica e social dos países que visitam para o encontro”, afirmou.
De Macau participarão principalmente empresários dos sectores de construção civil, comércio internacional, vestuário, telecomunicações, indústria têxtil, imobiliário e farmacêutico.
No sentido de atrair a atenção dos empresários chineses, os representantes de Cabo Verde prepararam para o primeiro dia do encontro uma apresentação detalhada do país mostrando ao mesmo tempo as oportunidades de investimentos.
“É comum que os países que recebem o encontro tentem aproveitar a ocasião para tentar apresentar melhor o seu potencial", disse ainda Echo Chan, que esteve presente nas três edições anteriores, em Maputo, Lisboa e Luanda.
Recentes estatísticas alfandegárias chinesas registaram trocas de bens e serviços no valor de 9,4 mil milhões de dólares entre os países de língua portuguesa e a China nos dois primeiros meses do ano, 88,6% mais do que no mesmo período do ano passado. (macauhub)
sábado, 15 de março de 2008
China/Pequim elogia relações comerciais com países de língua portuguesa
“Graças à cooperação cada vez mais profunda, atingimos com dois anos de avanço o objectivo de entre 45 mil e 50 mil milhões de dólares em volume comercial entre os dois lados”, disse Sun Tong, subdirector-geral do Departamento para os Assuntos de Taiwan, Hong Kong e Macau do Ministério de Comércio chinês, citado pela agência noticiosa oficial Nova China.
De acordo com dados oficiais, o comércio entre a China e os países de língua portuguesa cresceu 35 por cento em 2007 para atingir 46,35 mil milhões de dólares.
“Apesar da economia chinesa ter vindo registar uma procura cada vez maior devido ao crescimento superior a dez por cento nos últimos cinco anos, os países de língua portuguesa, com uma população combinada de 230 milhões, também revelam um potencial de mercado evidente”, acrescentou Sun, segundo a Nova China.
De acordo com a agência noticiosa oficial chinesa, Sun defendeu assim a necessidade da China e dos países de língua portuguesa explorarem mais oportunidades recíprocas de investimento.
Sun falou durante a reunião do Secretariado Permanente do Fórum de Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, ocorrida em Macau segunda e terça-feira. (macauhub)