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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

"DRILL, BABY, DRILL"*: O QUE SIGNIFICA NO MAR DO SUL DA CHINA



1 agosto 2016, Tlaxcla http://www.tlaxcala-int.org (Mexico)
Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity



Há um buraco azul no Mar do Sul da China. Longdong ("Buraco do Dragão") tem espantosos 300,89 metros de profundidade, em águas azuis profundas perto de Yongle, um grande recife de corais nas ilhas Paracel (ou Xisha, na denominação chinesa).

Os mais cínicos podem argumentar que, depois da recente sentença da Corte Arbitral de Haia, em larga medida contrária à "linha dos nove traços" da China, todo o Mar do Sul da China seria, mais, um buraco negro – não azul – geopolítico, onde as mais sérias turbulências são praticamente inevitáveis.

Já examinei
noutro artigo como a história do Mar do Sul da China está hoje colidindo com imperativos derivados do sistema de Westphalia, e como o "pivô para a Ásia" do EUA está acelerando o conflito.
Também examinei como a obsessão da Marinha dos EUA com "acesso" na verdade está tumultuando as relações entre nações soberanas,

sábado, 8 de agosto de 2015

GRAN CANAL DE NICARAGUA: LA BOMBA GEOESTRATÉGICA DE LATINOAMÉRICA QUE CAMBIARÁ LA HISTORIA

4 agosto 2015, TV-Novosti http://actualidad.rt.com (Rusia)


Un proyecto titánico. La mayor obra de infraestructura jamás construida. Una vía que, si todo marcha bien, marcará una época. 

El Gran Canal de Nicaragua conectará el océano Pacífico con el Atlántico y cruzará el territorio nicaragüense de este a oeste. Es una ruta interoceánica de gran calado alternativa al famoso Canal de Panamá.

Los invitamos a conocer todos los detalles de este faraónico proyecto que cambiará el futuro de Nicaragua, de América Latina y de todo el mundo. 

¿Qué sabemos sobre el Gran Canal de Nicaragua?

Según el diseño preliminar, el Canal cruzará el Gran Lago Cocibolca y sus afluentes, la zona de libre comercio de Brito, el complejo turístico de San Lorenzo y el aeropuerto de Rivas, uniendo los dos puertos en el Pacífico y el Caribe.


HKND, la compañía china responsable de la construcción del Canal, ha comunicado ya que ha modificado el trazado de la infraestructura y está dispuesta a hacer más ajustes para evitar perjudicar a la población local y el medio ambiente.

De esta forma,

sábado, 30 de maio de 2015

OS MEGA-PROJETOS CHINESES E A REORGANIZAÇÃO DA HEGEMONIA DO COMÉRCIO NA AMÉRICA LATINA

19 maio 2015, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Nos últimos anos, os principais projetos de infra-estrutura na América Latina estão sendo financiados com capital chinês.


Akira Pinto Medeiros

Na última semana diversos veículos de comunicação, a maioria estrangeiros, noticiaram que a construção de uma mega-ferrovia havia entrado nos planos do Planalto. A visita do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, à Brasília tem como objetivo apresentar um plano de investimento orçado em US$ 50 bilhões que dentre outras obras e compras prevê a construção de uma ferrovia que ligue o Atlântico ao Pacífico, cruzando o Brasil e o Peru, estimada em R$ 30 bilhões.
 
O projeto até o momento não parece ter sido questionado pelos veículos tradicionais, é tratado até com simpatia por se propor a sanar um grande problema de logística do Brasil, a falta de uma saída ao pacífico. Vale destacar que o projeto beneficia principalmente os grandes produtores de commodities que terão seus custos reduzidos no processo de exportação para o gigante asiático. Estaríamos assim apenas seguindo a rota do dinheiro, facilitando a compra dos nossos produtos por aqueles que mais se dispõem à comprar.
 
Pelo desenho original a ferrovia sairá do Rio de Janeiro e passará pelos estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia, e Acre, antes de entrar no Peru - por onde seguirá até o pacífico. Não há dúvidas de que se trata de um mega-projeto que beneficiará os produtores brasileiros e os chineses. Mas será que é apenas isso?
 
Nos últimos anos temos visto uma movimentação bastante acelerada dos chineses na América Latina. De maneira sutil, os chineses estão reorganizando o comércio e

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Angola/África e Caraíbas alargam parcerias

4 de Setembro, 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Bernardino Manje 

O Grupo de Eminentes Personalidades  (GEP) dos países de África, Caraíbas e Pacífico (ACP) recomendam que esta organização transregional diversifique a parceria com outros grupos do Norte e do Sul e promova a cooperação intra-ACP e a integração económica regional.

Esta recomendação consta do comunicado distribuído ontem à imprensa no final da última ronda de consultas regionais do GPE dos ACP que visou a busca de estratégias de aplicação da parceria com a União Europeia, após o ano 2020, altura em que chega ao fim o Acordo de Cotonou.

O documento refere

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Angola pede clarificação do futuro do Grupo ACP



2 setembro 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Bernardino Manje

O ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, defendeu a definição de uma estratégia clara daquilo que deve ser o futuro dos países da África, Caraíbas e Pacífico (ACP), numa altura em que se aproxima o termo do Acordo de Cotonou.

O chefe da diplomacia angolana, que discursava na sessão de abertura da VI reunião do Grupo de Eminentes Personalidades da África, Caraíbas e Pacífico, disse que talvez seja este o momento deste grupo equacionar o alargamento a outros parceiros, apesar da sua ligação umbilical à União Europeia.

O Acordo de Cotonou é

terça-feira, 22 de abril de 2014

Uruguay ofrecería a Bolivia una salida alternativa al mar

22 abril 2014, http://hispantv.net (Irán)

El presidente de Bolivia, Evo Morales, planea viajar el próximo junio a Uruguay a fin de abordar las posibles alternativas para la exportación de los productos bolivianos al mercado Atlántico por medio de los puertos uruguayos. 

El embajador de Uruguay en La Paz, capital boliviana, Carlos Flanagan, ha informado de la decisión de su país de ofrecer a Bolivia participar en el puerto de aguas profundas que se construirá en Rocha (este de Uruguay), y también el uso de las terminales para la salida de sus exportaciones.

Flanagan ha manifestado que Uruguay siempre ha sido "coherente y solidario con el pueblo boliviano y su causa marítima" y que

sexta-feira, 19 de julho de 2013

MERCOSUL, A NOVA ALCA E A CHINA



18 julho 2013, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por Samuel Pinheiro Guimarães*

1. Todo o noticiário sobre Mercosul, Aliança do Pacífico, Parceria Transpacífica e China tem a ver com um embate ideológico entre duas concepções de política de desenvolvimento econômico e social.

2. A primeira dessas concepções afirma que o principal obstáculo ao crescimento e ao desenvolvimento é a ação do Estado na economia.

3. A ação direta do Estado na economia, através de empresas estatais, como a Petrobrás, ou indireta, através de políticas tributárias e creditícias para estimular empresas consideradas estratégicas, como a ação de financiamento do BNDES, distorceria as forças de mercado e prejudicaria a alocação eficiente de recursos.

4. Nesta visão privatista e individualista, uma política de eliminação dos obstáculos ao comércio e à circulação de capitais; de não discriminação entre empresas nacionais e estrangeiras; de eliminação de reservas de mercado; de mínima regulamentação da atividade empresarial, inclusive financeira; e de privatização de empresas estatais conduziria a uma eficiente divisão internacional do trabalho em que todas as sociedades participariam de forma equânime e atingiriam os mais elevados níveis de crescimento e desenvolvimento.

5. Esta visão da economia se fundamenta em premissas equivocadas. Primeiro, de que todos os Estados partem de um mesmo nível de desenvolvimento, de que não há Estados mais e menos desenvolvidos. Segundo, de que as empresas são todas iguais ou pelo menos muito semelhantes em dimensão de produção, de capacidade financeira e tecnológica e de que não são capazes de influir sobre os preços. Terceiro, de que há plena liberdade de movimento da mão-de-obra entre os Estados. Quarto, de que há pleno acesso à tecnologia que pode ser adquirida livremente no mercado. Quinto, de que todos os Estados, inclusive aqueles mais desenvolvidos, seguem hoje e teriam seguido no passado esse tipo de políticas.

6. Como é óbvio, estas premissas não correspondem nem à realidade da economia mundial, que é muito, muito mais complexa, nem ao desenvolvimento histórico do capitalismo.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Cepal recomienda a Latinoamérica intensificar el comercio con China

27 agosto 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

Venezuela ya se ha adelantado a esta recomendación de la Cepal, al ser uno de los principales socios del país asiático en Latinoamérica, realidad que se refleja en los más de nueve mil millones de dólares que alcanzó el comercio bilateral en 2008.

La Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal), en un informe, recomendó a los países de Latinoamérica intensificar sus relaciones comerciales con China.

Según un informe difundido el miércoles en Santiago, la capital chilena, denominado Panorama de la inserción internacional de América Latina y el Caribe, "China es clave para el desarrollo comercial de los países de América Latina".

"Los países latinoamericanos y caribeños deben aprovechar las oportunidades que se gestan en Asia en torno a China e incorporarse a las cadenas de valor que allí se forman", dijo el organismo de Naciones Unidas en el documento.

"China es el principal destino de las exportaciones de Brasil y Chile y el segundo para Argentina, Costa Rica, Cuba y Perú", agregó la Cepal.

En el informe, la Comisión sostiene que existe una gran demanda del país asiático por alimentos, energía, metales y minerales, lo que beneficiaría el intercambio y el crecimiento de los estados exportadores de esos productos.

Pese a la crisis internacional, en el primer semestre de 2009 los envíos latinoamericanos a China cayeron sólo un 4,1 por ciento, mientras que las exportaciones a la Unión Europea y a Estados Unidos descendieron un 36,3 y 35,3 por ciento, respectivamente.

La economía china, responsable del 30 por ciento del crecimiento del Producto Interno Bruto (PIB) mundial, espera un crecimiento para 2009 de un ocho por ciento en su PIB, sostuvo el informe.

"Se espera que Estados Unidos, Japón y la Unión Europea muestren un débil crecimiento en 2010 tras la marcada recesión de 2009. China y la India crecerían cerca de un ocho por ciento y un cinco por ciento, respectivamente, en 2009 y en rangos parecidos en 2010", indicó la secretaria general de la Cepal, Alicia Bárcena.

Chile y China suscribieron un Tratado de Libre Comercio (TLC) en noviembre de 2005, durante la Cumbre del Foro de Cooperación Económica de Asia Pacífico (APEC) celebrada en Pusan (Corea del Sur).

Sin embargo, Venezuela es el país de la región latinoamericana que más vínculos posee con China, gracias a una serie de acuerdos bilaterales que ambas naciones han suscrito en diversas áreas, entre ellas el comercio, la energía, las comunicaciones y la agricultura.

Como símbolo de la sólidez de la alianza china-venezolana luce el fondo estratégico creado por ambos países, que en febrero pasado alcanzó la suma de 12 mil millones de dólares, recursos que sirven para financiar numerosos proyectos de desarrollo conjuntos.

Además, Venezuela se ha convertido en el cuarto mayor proveedor de petróleo de China, lo cual contribuyó a que el comercio bilateral llegara a una cifra récord de nueve mil 850 millones de dólares en 2008, un incremento anual de 68,2 por ciento, cifras que se prevén sigan en aumento en el presente año gracias a nuevos acuerdos suscritos.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Servicio de Inteligencia de EEUU Promueve Propaganda Contra Chávez

13 agosto 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

Por: Eva Golinger

El comunicado contra el Presidente Chávez fue enviado a las diferentes instituciones de Washington, al Congreso, a los medios de comunicación y a empresas y personas influyentes con intereses en América Latina.

La entidad más poderosa de la comunidad de inteligencia de Estados Unidos, la Dirección Nacional de Inteligencia (DNI), está promoviendo propaganda falsa contra el gobierno venezolano a través de un comunicado del Centro de Fuentes Públicas (OSC) sobre una supuesta censura de los medios de comunicación.

El comunicado del 3 de agosto de 2009, titulado ''Venezuela - Chávez acciona para silenciar a los medios de la oposición'', declara que ''El gobierno del Presidente Chávez está moviendo con fuerza para silenciar a sus críticos a través de la introducción de una ley de Delitos Mediáticos que autorizaría el encarcelamiento de periodistas, ejecutivos de empresas mediáticas y bloguistas que reportan sobre cualquier cosa considerada por el gobierno como dañino a los intereses del estado. Simultáneamente, el gobierno venezolano está cerrando más de 200 emisoras de radio e imponiendo normas que regularán a RCTV Internacional, mientras que se también se posiciona para tomar control del canal de noticias de la oposición, Globovisión…''

El comunicado de la agencia de inteligencia estadounidense intenta presentar al Presidente Chávez como un dictator con un control total sobre los medios de comunicación, ''El gobierno está actuando con fuerza contra las emisoras de radio y RCTV Internacional, asi convertiendo a Venezuela en un monopolio estatal de los medios de comunicación…El gobierno también está orientando sus ataques más allá de los medios tradicionales…dicendo que Twitter, Facebook, MySpace y los blogs son nuevas formas de comunicación que ''crean terror''…''

Finalmente, la hoja de propaganda, diseñada en los laboratorios de operaciones psicológicas de Washington, concluye que ''Las acciones del gobierno contra los medios críticos también buscan eliminar a los únicos foros disponibles de los otros críticos de Chávez, incluyendo a los funcionarios públicos elegidos por la oposición, los partidos políticos y los estudiantes universitarios.''

El comunicado contra el Presidente Chávez fue enviado a las diferentes instituciones de Washington, al Congreso, a los medios de comunicación y a empresas y personas influyentes con intereses en América Latina. El texto no menciona en ninguna parte que el gobierno venezolano está siguiendo las normas indicadas en la Ley de Telecomunicaciones que obligan a la comisión de telecomunicaciones del estado, CONATEL, asegurar que las empresas y entidades que operan en el espectro radioeléctrico cumplan con todos los procedimientos legales. El comunicado tampoco aclara que la supuesta Ley de Delitos Mediáticos fue simplemente una propuesta hecha por la fiscalía venezolana, y no estaba bajo debate ni consideración en la Asamblea Nacional.

La Dirección Nacional de Inteligencia fue establecida en el año 2005 como parte de los esfuerzos de reestructuración de la comunidad de inteligencia de Estados Unidos. Es la entidad más poderosa de la seguridad de estado de Washington y tiene bajo su coordinación las 16 agencias de inteligencia de Estados Unidos. Su primer Director fue el conocido halcón John Negroponte, quien estuvo en el cargo hasta 2007, cuando fue nombrado Subsecretario de Estado de Washington. Bajo la dirección de Negroponte, la DNI creyó una Misión Especial de Inteligencia para Venezuela y Cuba, con el objetivo de aumentar los recursos y el trabajo de inteligencia y espionaje contra los principales adversarios de Washington en América Latina. La Misión Especial de Inteligencia realiza un trabajo completamente clandestino, ya que sus acciones y su presupuesto son totalmente clasificados. Su actual ''gerente'' es Timothy Langford, un veterano de la CIA con un trabajo de más de 25 en la clandestinidad.

El actual Director Nacional de Inteligencia nombrado por el Presidente Obama es el Almirante Dennis Blair, antiguo Comandante en Jefe del Comando Pacífico del Pentágono.

El Centro de Fuentes Públicas (Open Source Center ''OSC'') de la Dirección Nacional de Inteligencia fue establecido el 1ro de noviembre de 2005 con la tarea de mejorar el acceso a fuentes públicas para los funcionarios de inteligencia y otros altos funcionarios del gobierno estadounidense. OSC es un centro de inteligencia que se encarga que analizar materiales e información de fuentes públicas, incluyendo a la ''literatura gris'', a través de sus oficinas en el mundo. La ''literatura gris'', un concepto utilizado por la comunidad de inteligencia de Estados Unidos, se refiere a un cuerpo de materiales que no se puede encontrar facilmente a través de los canales convencionales.

La apertura del OSC fue recomendada en el informe de la Comisión del 11/9 en Estados Unidos debido a una ''grave deficiencia'' en el acceso a fuentes públicas. El OSC fue creado para buscar y analizar información de ''internet, bases de datos, prensa, radio, televisión, video, data geo-espacial, fotos e imágenes comerciales''. Además de recolectar la información, el OSC también la analiza para la comunidad de inteligencia y las diferentes agencias del gobierno estadounidense. El OSC reemplazó el Servicio de Información de Transmisión Extranjera (FBIS) de la Agencia Central de Inteligencia (CIA), que funcionaba desde el año 1941 como la fuente principal de procesamiento de información pública.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Parlamento da UE aprova tradução simultânea em português

Estrasburgo, 14 janeiro 2009 (Lusa) - O Parlamento Europeu decidiu que o português passa a ser uma das línguas oficiais nas cabines de tradução simultânea das reuniões periódicas entre deputados europeus e dos países da África, Caribe e Pacífico (ACP).

A decisão tomada pelo Legislativo europeu vem dar satisfação a uma reivindicação dos deputados portugueses que há muito queriam esta decisão.

Os eurodeputados portugueses e os deputados nacionais de países como Angola, Moçambique, Cabo Verde, Timor Leste, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe vão passar a seguir os trabalhos da Assembléia Parlamentar Paritária na língua de Camões.

O português fica assim no mesmo nível de inglês, francês, alemão, italiano e espanhol na cabine de interpretação da Assembléia Parlamentar Paritária.

"Estou muito satisfeita por termos vencido esta batalha e consagrado a língua portuguesa a nível internacional", disse a eurodeputada socialista Edite Estrela.

Os eurodeputados portugueses membros desta instância são Carlos Coelho (PSD), Emanuel Jardim Fernandes (PS), Elisa Ferreira (PS), Ana Gomes (PS), José Ribeiro e Castro (CDS-PP).

ACP-UE

A Assembléia Parlamentar Paritária ACP-UE foi criada na seqüência da celebração de um acordo de associação designado por Convenção de Iaundé, em Camarões.

Este compromisso, chamado atualmente de Acordo de Cotonu, liga a União Européia a 77 países da África, Caribe e Pacífico.

A iniciativa foi concluída para melhorar os níveis de vida e de desenvolvimento econômico dos países ACP e instaurar uma cooperação estreita entre estes países e a União Européia.

Os representantes dos 77 países ACP se reúnem duas vezes por ano em sessão plenária alternadamente num país ACP e num país da União Européia, durante uma semana, com os deputados do Parlamento Europeu.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Suramérica/Chávez, Correa, Morales y Lula apuntan a unir el Atlántico con el Pacífico


Los presidentes Chávez, Morales, Lula y Correa en la \"foto oficial\" del encuentro (ABI)

Agencia Boliviana de Información http://www.abi.bo

Manaos (Brasil), 30 septiembre 2008 (ABI) - Los presidentes de Venezuela, Hugo Chávez; de Ecuador, Rafael Correa; de Bolivia, Evo Morales, y de Brasil, Luiz Inácio Lula Da Silva, apuntalaron este martes la integración vial a través del "Eje Multimodal Manta-Manaos" para vincular el Pacífico con el Atlántico.

Así lo definieron los mandatarios en una reunión celebrada en esta ciudad brasileña, donde, además, suscribieron Actas Constitutivas con la cual fortalecerán los mecanismos de cooperación en diversas materias.

Al final del encuentro el presidente de Bolivia, Evo Morales, indicó que esta reunión permitió seguir planificando la integración de Suramérica mediante la vertebración caminera.

"Los planteamientos son esperanzadores para Latinoamérica, para Suramérica, una integración desde Manaos hacia Orinoco, Caracas, pero también hacia La Paz", dijo Morales.

El Mandatario boliviano indicó que el principal punto de divergencia, en el encuentro, fue el referido a la inversión que el proyecto demandará, tarea que será analizada en próximos encuentros.

A su vez el presidente Chávez explicó que será una nueva geopolítica que permitirá unir a Manaos (Brasil), Orinoco, Caracas (Venezuela), y también de Manaos a Manta (Ecuador) y La Paz (Bolivia).

Con un mapa de Suramérica en la mano, el gobernante venezolano explicó a los periodistas, en una improvisada rueda de prensa, junto a su colega boliviano, el trazo que tendrá esa ruta de integración regional.

En tanto que el ministro de Relaciones Exteriores de Brasil, Celso Amorim, adelantó que en un plazo de quince días habrá una reunión de ministros para continuar las discusiones, a las que será invitado un representante de Perú.

Esta cumbre presidencial también fue el escenario donde el gobierno de Brasil respaldó la pronta puesta en marcha del Banco del Sur, entidad financiera regional impulsada por los presidentes de Ecuador, Venezuela, Bolivia y Argentina, entre otros, en una reunión que mantuvieron Correa y Chávez en esta ciudad con el mandatario brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva.

En ese marco, expresaron, no obstante, su honda preocupación por la crisis financiera estadounidense y por las consecuencias que podría tener la misma para los países de la región.

"Tenemos el mismo pronóstico: La crisis es muy seria y tan profunda que no sabemos el tamaño. Tal vez sea la mayor en la historia del mundo", dijo Lula da Silva.

Los gobernantes, además de la reunión conjunta, que duró cerca de dos horas, aprovecharon la cita para mantener sendas reuniones entre ellos, en las que trataron sobre distintos asuntos bilaterales.

Chávez señaló que durante el encuentro fueron revisados acuerdos en materia petrolera, energética, entre otras, sin dejar a un lado el tema de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur).

Agregó que fueron revisados acuerdos con Ecuador, al tiempo que anunció un próximo viaje a ese país.

De la situación en Bolivia refirió su satisfacción porque ese país, junto a su gobierno, ha logrado trascender sin dejarse tocar por el plan de violencia que la oposición ha originado en varios departamentos.

"Bolivia se abre hacia un camino (...) hacia una nueva Constitución. En este tema también trabaja su presidente, su Gobierno", aseveró.

http://www.abi.bo/index.php?i=noticias_texto_paleta&j=20080930232236&l=200809300021_Los_presidentes_Ch%E1vez,_Morales,_Lula_y_Correa_en_la_%22foto_oficial%22_del_encuentro_(ABI).