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domingo, 22 de maio de 2016

Brasil/É MINHA ABSOLUTA OBRIGAÇÃO RESISTIR CONTRA O IMPEACHMENT -- Dilma

21 de maio de 2016, Vermelho http://vermelho.org.br (Brasil)


A presidenta Dilma Rousseff participou nesta sexta-feira (20) da abertura do 5º Encontro de Blogueiros e Ativistas Digitais em Belo Horizonte (MG). Ao chegar, ela foi recebida por cerca de 40 mil manifestantes que a aguardavam do lado de fora do Hotel em que acontecia o evento. Após saudar os manifestantes e ouvir as falas no Encontro fez uso da palavra e se sentindo à vontade, não conteve a emoção. "Iremos resistir. Eu agradeço a vocês a imensa energia dessa recepção", disse.

A 5ª edição do Encontro Nacional dos Blogueiros e Ativistas Digitais foi organizada pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, pelo Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais e pela Comissão Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais. A presidenta Dilma encerrou a abertura do encontro que foi aberta pelo coordenador-geral do Barão, Miro Borges. Falaram ainda no encontro, o ex-ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome do governo Lula, o mineiro Patrus Ananias, e pela presidenta do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Renata Mielli.

O tão aguardado pronunciamento da presidenta Dilma ocorreu já por volta das 21 horas, mas enquanto ela falava o público aplaudia e cantavam palavras de ordem de apoio e solidariedade à presidenta afastada. Dilma ressaltou que irá lutar até o fim contra o impeachment no Senado, no Supremo e nas ruas. Ela afirmou ainda que aqueles que ocuparam seu espaço provisoriamente no Executivo querem vê-la isolada dentro do Palácio da Alvorada, onde o deputado federal Jorge Viana (PT-AC) denunciou, na última quinta-feira (19), que a presidenta estava sitiada, cercada por policiais e com dificuldades de receber visitas.

Dilma destacou que

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Brasil/Dilma diz que injustiça contra ela continuará visível e que não vai renunciar

3 maio 2016, Sul21 http://www.sul21.com.br (Brasil)

Paulo Victor Chagas, da Agência Brasil


Dilma Rousseff recebe cesta da Presidente da Associação de 
Mulheres Cantinho da Amazônia – AMCA, Leonilda Grassi 
| Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff disse nesta terça-feira (3) que recebeu pedidos para que renunciasse mas que a “injustiça” que sofre com o processo de impeachment vai continuar visível. Ela voltou a dizer que está em curso um “golpe” no país, que é vítima de uma fraude e que não vai renunciar a seu mandato. Mais uma vez, a presidenta declarou estar “do lado certo da história”, que é a democracia.

“Muitas vezes, não foi uma nem duas, pediram que eu renunciasse, porque assim se esconde para debaixo do tapete esse impeachment sem base legal, portanto esse golpe. É extremamente confortável para os golpistas que a vítima desapareça, que a injustiça não seja visível. Eu quero dizer uma coisa para vocês: a injustiça vai continuar visível. Bem visível”, disse.

Dilma voltou a dizer que não há causa para o impeachment e que a “democracia brasileira sofre um assalto porque querem encurtar

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Brasil/Movimentos do campo levam apoio a Dilma e repudiam golpe



30 março 2016, Central Única dos Trabalhadores (CUT) http://cut.org.br (Brasil)

Escrito por: Fetraf - Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar

Organizações como Fetraf e MST estiveram no Planalto

Na manhã desta quarta-feira (30), a presidenta Dilma Rousseff recebeu em seu gabinete representantes e lideranças de movimentos sociais.

Acompanhada pelo secretário de Governo, Ricardo Berzoini, dos ministros do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias e Trabalho, Miguel Rossetto e da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Teresa Campello, Dilma avaliou, juntamente com os movimentos, o atual momento conjuntural pelo qual passa o Brasil.

Durante o encontro os representantes reafirmaram o apoio ao mandato da presidenta e apresentaram sugestões fundamentais para fortalecer as políticas públicas em desenvolvimento no

sexta-feira, 3 de abril de 2015

'APOSTAMOS NUMA REASCENSÃO DOS MOVIMENTOS DE MASSA NO BRASIL' -- João Pedro Stédile

30 março 2015, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)


Paulo Donizetti de Souza -- Revista Samuel – R

A Reforma Agrária deve ser para fornecer alimentação sadia, salvar o solo e as águas e combater a lógica especulativa do agronegócio.

Nos 30 anos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, um de seus coordenadores nacionais, o economista João Pedro Stédile, não vê mais como prosperar, no Brasil, a luta pela reforma agrária tal como conhecida nos primórdios do MST. Ele observa que no senso comum das pessoas trata-se de repartir o latifúndio e entregar para os sem-terra. “E é isso mesmo, na essência, romper com a grande propriedade. Porém, os projetos de reforma agrária, feitos pelo governo com os instrumentos do Estado, só se viabilizaram, no passado, porque eram política combinada com um projeto de desenvolvimento nacional que objetivava desenvolver a indústria para o mercado interno”, diz.

O movimento, no entanto, avalia que a questão agrária não pode se resumir ao objetivo de proporcionar trabalho para segurar as pessoas no campo. “A reforma agrária não é apenas resolver um problema de trabalho. Tem de ser para resolver o problema do veneno, da alimentação sadia. De garantir um futuro, de fazer uma agricultura que respeite o meio ambiente, que respeite a biodiversidade”,

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Brasil e Moçambique buscam combater a fome com agricultura familiar

6 fevereiro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A agricultura familiar como estratégia para combater a fome e a pobreza foi tema de reunião do ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Patrus Ananias, com o presidente da Câmara de Comércio Indústria Brasil/Moçambique, Sinfrônio Júnior, e o representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) na Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), Helder Muteia, nesta quinta-feira (05), em Brasília.

O encontro reforçou a importância do intercâmbio de conhecimentos e tecnologias para produção de alimentos saudáveis nos países africanos e de língua portuguesa. O Brasil tem acordos de cooperação técnica que ajudam a desenvolver a agricultura familiar de outros países. Uma destas ações é o acordo com Moçambique por meio do Programa Mais Alimentos Internacional.

As primeiras máquinas brasileiras, comercializadas pelo programa, chegarão ao país

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Brasil/Fim do latifúndio é constitucional e urgente para o avanço democrático

7 janeiro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A polêmica tem sido a tônica desde o anúncio da nomeação da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), ex-presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), como ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.


Avançar na reforma agrária é reivindicação histórica dos movimentos sociais e 
meta a ser cumprida pelo segundo mandato da presidenta Dilma

Em sua primeira entrevista como ministra já empossada, ela reforçou o coro dos críticos quando disse que “não existem mais latifúndios no Brasil”. Questionada sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215, que tramita no Congresso Nacional e se aprovada passará a responsabilidade da demarcação de terras indígenas para o Congresso, ela resolveu atacar os indígenas, dizendo que “os índios saíram da floresta e passaram a descer nas áreas de produção”. 

O MST (Movimento dos Sem Terra) se posicionou contrário à nomeação de Kátia Abreu, desde quando se aventava o seu nome. Para o movimento, a declaração da ministra de que não existe latifúndio é para justificar que não é necessária uma reforma agrária em massa.

“As declarações de Kátia Abreu demonstram que a ministra representa os interesses dos segmentos mais atrasados da agricultura brasileira, que não alcançaram os patamares mínimos de produtividade, desmatam o meio ambiente e utilizam trabalho escravo”, enfatiza Igor Felippe, da coordenação nacional de comunicação do MST.

100 milhões de hectares
Segundo ele, dados mais recentes apontam que

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Brasil e Equador iniciam cooperação para o desenvolvimento social

Agência Brasil

Brasília, 25 fevereiro 2008 - Representantes do Brasil e do Equador participam, de hoje (25) a sexta-feira (29), em Quito (Equador), de um encontro que dará início ao Projeto de Cooperação Políticas Públicas de Desenvolvimento Social, Combate à Fome e Segurança Alimentar e Nutricional.
O documento, que marca o início da cooperação na área social entre os dois países, foi assinado pelo ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, e pela ministra de Inclusão Econômica e Social do Equador, Jeannette Sánchez, durante visita àquele país em novembro passado.
Com o projeto, o Brasil poderá transferir ao Equador conhecimentos, metodologias, práticas de gestão de programas e ações de desenvolvimento social e combate à fome. A execução do projeto se estenderá por 12 meses.
Na primeira etapa, 25 técnicos equatorianos serão capacitados em políticas brasileiras de desenvolvimento social. A expectativa é apresentar as ações dos programas de transferência de renda, compra governamental da produção de agricultores familiares, educação alimentar e projetos econômicos solidários agroalimentares.
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome será representado em Quioto pelo diretor Crispim Moreira e pelas coordenadora Roberta Ribeiro e Sabrina Ionata, da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. A coordenadora Carolina Machado, da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania, também integra a comitiva.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/02/25/materia.2008-02-25.7451813553/view

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