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sábado, 3 de agosto de 2019

Abya Yala*/Argentina compite en pobreza con Níger, Egipto, Sierra Leona, Botswana, Tayikistán y Afganistán según organismos internacionales


01/08/2019, Rebelión https://www.rebelion.org/noticia.php?id=258862


La inseguridad alimentaria ya afecta en la Argentina a más de 14 millones de personas. El dato, que ilustra la profunda crisis económica que vive el país, surge del informe “El estado de la seguridad alimentaria y la nutrición en el mundo 2019”, elaborado por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación.

El informe consigna que una de cada tres personas padecen la falta de acceso continuado a alimentos: unos 14,2 millones de ciudadanos. Es decir, 5,9 millones de personas más que en el período 2014-2016, cuando la inseguridad alimentaria moderada o grave afectaba a 8,3 millones. El hambre, que sufría el 19,1% del total de la población, en sólo dos años pasó al 32,1%.

La cifra representa un brutal aumento del 71% en la cantidad de individuos con falta de acceso a alimentos, uno de los incrementos más altos registrados en el período a nivel mundial, junto con países como Níger, Egipto, Sierra Leona y Botswana, en África, y Tayikistán y Afganistán, en Asia.

El estudio, presentado el 15 de julio, fue elaborado por cinco organismos multilaterales: la FAO, el Fondo Internacional de Desarrollo Agrícola (FIDA), UNICEF, el Programa Mundial de Alimentos (PMA) y la OMS.

Un análisis del anexo estadístico que distribuyó la FAO, realizado por el Observatorio de Coyuntura Internacional y Política Exterior (OCIPEx), arroja que el aumento en la prevalencia y el número de

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Moçambique/Adriano Maleiane designado governador do FIDA

15 fevereiro 2015, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz (Moçambique)

O ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane foi nomeado há dias para exercer o cargo de governador do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrário (FIDA), uma instituição financeira internacional e agência especializada das Nações Unidas.

O objectivo principal deste fundo é providenciar financiamento directo e mobilizar recursos adicionais em termos concessionais para o desenvolvimento da agricultura nos países membros em desenvolvimento, através de financiamento para projectos e programas específicos, desenhados para introduzir, expandir e melhorar sistemas de produção alimentar, bem como fortificar as politicas e instituições dentro do quadro de prioridades e estratégias nacionais.

Para o caso de Moçambique, o FIDA opera em parceria e

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

CPLP e FIDA assinam acordo para combater pobreza rural

O Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) assinaram hoje um acordo de cooperação para combater a pobreza rural.
De acordo com um comunicado da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, o acordo pretende "aproveitar melhor os recursos disponíveis para combater a pobreza rural, especialmente nos oito Estados membros da CPLP".
"A relação estabelecida vai possibilitar que o FIDA e a CPLP utilizem os seus próprios recursos e os dos seus parceiros de Desenvolvimento, de maneira mais eficaz, em Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste", lê-se no documento.
A nota refere ainda que o acordo "aumentará o impacto de ambas as partes em cada país e assegurará uma participação mais forte dos pobres rurais nas actividades de desenvolvimento no âmbito das estratégias nacionais de redução da pobreza".
O acordo foi assinado hoje em Lisboa, durante as Jornadas Europeias do Desenvolvimento, pelo Presidente do FIDA, Lennart Båge, e pelo Embaixador Luís Fonseca, Secretário Executivo da CPLP.
O FIDA investiu cerca de 228,9 milhões de euros em apoio de 27 programas e projectos em países lusófonos.
A organização está a incrementar o seu programa de trabalho global em 10 por cento ao ano no período 2007-2009, o que também impulsionará as suas actividades nos países de língua portuguesa, indica o comunicado. (Notícias Lusófonas)