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sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Vaticano/A economia desgovernada: novos paradigmas

 

Diante do mal-estar com a desigualdade e devastação do planeta, Papa convoca encontro para pensar nova economia. Caminhos para construí-la: Renda Cidadã, Bens Comuns, Serviços Públicos, Controle das Finanças, Democracia Real e mais.


Por Ladislau Dowbor


Papa Francisco convocou para março de 2020 uma reunião planetária em torno de uma nova economia, chamada simbolicamente de Economia de Francisco, na linha da associação com o que seria a visão São Francisco de Assis, aliás local da reunião proposta. Gerou-se com isso um amplo movimento, por parte de comunidades de diversas religiões, e ampliou-se a visibilidade com a participação direta de personagens como Jeffrey Sachs, Joseph Stiglitz, Amartya Sen, Vandana Shiva, Muhammad Yunus, Kate Raworth e outros personagens de primeira linha mundial, com forte presença de prêmios Nobel. Uma ideia básica, de que a economia deve servir à sociedade, e não o contrário, está encontrando um eco profundo. Vivemos uma era de profunda insegurança e

sábado, 22 de agosto de 2015

MÍDIA BRITÂNICA TENTA DIMINUIR IMPORTÂNCIA DO BLOCO BRICS

20 agosto 2015, Agência Sputnik http://br.sputniknews.com (Rússia)
 
O jornal britânico “The Independent” publicou artigo de autoria do jornalista Chris Blackhurst intitulado “Tudo Acabado para os Países do BRICS”. No texto, Blackhurst faz uma série de críticas aos BRICS como conjunto e a cada um dos seus integrantes: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Especialista contesta matéria do “Independent”.

Sobre o conteúdo e as possíveis motivações desta matéria do jornal inglês, o especialista em BRICS e em Relações Internacionais Diego Pautasso, professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing do Rio Grande do Sul, do Colégio Militar de Porto Alegre e da Unisinos – Universidade do Vale dos Sinos, falou com exclusividade para a Sputnik Brasil.

Sputnik: Como o senhor interpreta este artigo e que motivações podem estar por detrás dos argumentos expostos pelo jornalista inglês?

Diego Pautasso: Trata-se de um artigo nitidamente direcionado, com conteúdo ideológico muito claro de quem está tentando deslegitimar a iniciativa dos BRICS, e

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

COMO BANCOS TORNARAM-SE AMEAÇA GLOBAL

13 agosto 2015, Página Global http://www.paginaglobal.blogspot.com (Portugal)

Joseph Stiglitz, Outras Palavras. Tradução: Inês Castilho

Nobel de Economia alerta: sob hegemonia do Ocidente, sistema financeiro bloqueia metas da ONU, sabota inovações dos BRICS e quer, agora, punir países que promovam mudanças sociais.

A III Conferência Internacional de Financiamento para o Desenvolvimento reuniu-se recentemente na capital da Etiópia, Adis Abeba. A conferência aconteceu num momento em que os países em desenvolvimento e mercados emergentes demonstraram capacidade para absorver produtivamente enormes volumes de recursos. As tarefas que esses países estão assumindo – investindo em infra-estrutura (estradas, geração de energia, portos e muito mais), construindo cidades onde um dia viverão bilhões de pessoas e movendo-se em direção a uma economia verde – são verdadeiramente enormes.

Ao mesmo tempo, falta no mundo dinheiro que possa ser utilizado produtivamente. Poucos anos atrás Ben Bernanke, então presidente do Federal Reserve (Banco Central) dos EUA, falou sobre o excesso de poupança global. Apesar disso, projetos de investimento com elevado retorno social estavam parados por falta de fundos.Isso continua sendo verdade hoje. O problema, à época e agora agora, é que os mercados financeiros

segunda-feira, 8 de junho de 2015

STIGLITZ CRITICA TRATADOS QUE PERMITEM QUE EMPRESAS PROCESSEM GOVERNOS

3 junho 2015, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Susana González G., La Jornada

Um caso recente dessa situação envolveu empresas de tabaco que processaram o governo do Uruguai devido às imagens colocadas nos maços de cigarro

Durante sua participação no Fórum Econômico Mundial sobre a América Latina, em Quintana Roo no México, no mês passado, o economista Joseph Stiglitz, ganhador do Prêmio Nobel de Economia de 2001, criticou o fato de que alguns acordos ou tratados comerciais permitem aos investidores ou às empresas o direito de abrir processos na Justiça contra governos caso não obtenham os lucros que esperavam, ou se depois as perdem devido a mudanças nas leis ou regulamentações que, por exemplo, protegem a saúde da população e o meio ambiente.

Um caso recente desse tipo de situação envolveu as grandes empresas de tabaco, como a Phillips Morris, que processou o governo do Uruguai devido às imagens colocadas nas caixinhas de cigarro que alertavam para os riscos do consumo do produto para a saúde,

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Abya Yala, Pátria Grande/O DESAFIO DA DESIGUALDADE SOCIAL: RICOS COM MAIS 1 BILHÃO DE DÓLARES CRESCERAM 38%

26 novembro 2014, ADITAL, Agencia de Información Fray Tito para América Latina http://www.adital.com.br (Brasil)

Adital

A América Latina e o Caribe continuam sendo as regiões mais desiguais do mundo. Os mais ricos abocanham em média 50% das rendas totais da região, enquanto os mais pobres ficam apenas com 5%. Se as três pessoas mais ricas do mundo gastassem 1 milhão de dólares por dia cada uma, seriam necessários 200 anos para acabar todo o seu dinheiro. Isso não ocorre, unicamente, nos países mais ricos. No México, Carlos Slim, o mais rico de todos os latinos e o segundo homem mais rico do mundo, poderia pagar só com suas rendas de um ano os salários anuais de 440.000 mexicanos.

Este cenário desanimador impõe uma constatação a crescente desigualdade é o maior desafio social para os governos de todo o mundo, em especial os latino-americanos. Um informe recente da organização internacional de direitos humanos Oxfam, "Iguais: Acabemos com a desigualdade extrema”, destaca que a desigualdade dificulta o crescimento econômico, corrompe a política, limita as oportunidades e alimenta a instabilidade, enquanto que

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Brasil/TREZE RAZÕES PARA VOTAR CONTRA A INDEPENDÊNCIA DO BANCO CENTRAL

22 set 2014, Zé Dirceu http://www.zedirceu.com.br (Brasil)

Por Fernando Nogueira da Costa*

A primeira razão para votar contra a Independência do Banco Central é Política: a defesa do direito político do cidadão de votar, ser votado, e escolher o programa socioeconômico estratégico para o País de maneira autônoma. O projeto vencedor da eleição não pode ser usurpado por um Quarto Poder não eleito, composto arbitrariamente por tecnocratas de uma linha de pensamento econômico oposta.

A segunda razão para votar contra a Independência do Banco Central é Cívica, isto é, em defesa dos direitos cívicos do cidadão como elemento integrante do Estado. A civilidade relaciona-se também ao dever de observar as formalidades que os cidadãos adotam entre si para demonstrar mútuo respeito. Cabe evitar o corporativismo dos funcionários do Banco Central. Eles não podem ser servidores públicos autônomos sem prestar contas e voltados para seus próprios interesses particulares.

A terceira razão para votar contra a Independência do Banco Central é a Separação entre os Poderes. É essencial para a manutenção da liberdade política que o Estado seja dividido em apenas três poderes: o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Em regime democrático, os representantes do povo

terça-feira, 9 de setembro de 2014

EL SOBERANO, SUS ACREEDORES Y LA LEY



5 de septiembre de 2014, Red del Tercer Mundo (TWN)

No. 179 - Año 2014, http://agendaglobal.redtercermundo.org.uy (Uruguay)

Roberto Bissio*

El Grupo de los 77 y China acaban de presentar en las Naciones Unidas un proyecto de resolución para negociar y firmar el año próximo una “marco legal multilateral que establezca un marco regulatorio legal para los procesos de restructuración de la deuda soberana.

Para cumplir sus cometidos, los soberanos se endeudan. En un pasado no tan lejano esta deuda soberana podía financiar aventuras militares o la vida dispendiosa de los monarcas y sus cortes. En el mundo contemporáneo, en el que la primera obligación de los Estados es respetar, promover y proteger los derechos humanos, es la necesidad de un desarrollo que maximice el bienestar la que justifica el endeudamiento soberano.

Hay un enorme progreso ético y político entre el Estado absolutista y aquel basado en la soberanía popular organizada democráticamente. Sin embargo, a la hora en que

BUITRES SOBRE ARGENTINA, LA CRISIS DEL DÓLAR Y NUEVA YORK



6 septiembre 2014, Agencia Latinoamericana de Informacion http://alainet.org

Oscar Ugarteche*, Ariel Noyola Rodríguez*

Alai Amlatina -- Paul Singer, el propietario de NML Capital, le hizo, sin querer, un enorme favor a la humanidad.  En un par de meses, deslegitimó por completo las reglas de la Arquitectura Financiera Internacional (AFI) existente y, de paso, fortaleció el respaldo de la mayoría del mundo a favor de Argentina.  En ese sentido, la carta dirigida el pasado 25 de agosto al Secretario General de la Organización de Naciones Unidas (ONU), Ban Ki-moon, firmada por los economistas Joseph Stiglitz, Robert Solow, Dani Rodrik y José Antonio Ocampo, entre otros, y el ex primer ministro canadiense Paul Martin, constituye una parte del comienzo de una campaña global para transformar los mecanismos de reestructuración de deuda soberana. La otra parte es la iniciativa impulsada por el grupo G77 más China (integrado por más de 130 países) para elevar a la Asamblea General de Naciones Unidas una iniciativa de reforma al respecto.

Por un lado, se ha puesto nuevamente en cuestión la institucionalidad edificada al término de la segunda posguerra bajo mandato estadounidense.  En segundo lugar, y más importante todavía, el agravio en contra de Argentina detonó un amplio consenso en torno a la necesidad de realizar una reforma profunda de la

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Embajador Roy Chaderton rechaza en la OEA agresión israelí en Gaza

15 enero 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

Este miércoles el embajador venezolano Roy Chaderton Matos, representante permanente de la República Bolivariana de Venezuela ante la Organización de Estados Americanos (OEA), ofreció su dircurso en rechazo a la ofensiva israelí que pesa actualmente sobre el pueblo palestino y ante el evidente genocidio que ha enlutado a miles de familias en el Medio Oriente.

Durante la sesión ordinaria del Consejo Permanente de la OEA, el embajador Chaderton se refirió a la llamada ''Enmienda a la Ley del Talión y solidaridad con el pueblo palestino'', en la cual destacó la posición firme del Gobierno de Venezuela sobre la inconformidad manifiesta por la agresión e hizo un llamado al cese de la violencia en la Franja de Gaza.

A continuación el discurso completo:

"El silencio cómplice y la actitud pusilánime de la comunidad internacional fueron factores facilitadores del genocidio contra el pueblo judío en vísperas de la Segunda Guerra Mundial y durante su transcurso.

Una visión de la historia desde siglos atrás hasta hoy demuestra que el antisemitismo es fundamentalmente un fenómeno de sociedades cristianas. Aunque son innegables las raíces judías del cristianismo, esta perversión se ha manifestado en recurrentes episodios cíclicos en el mundo cristiano.

Sin ir más lejos, podríamos identificar como etapas de fanatismo religioso y persecución de infieles, aquí hablamos de otras religiones, a las cruzadas, que fueron un asalto sobre la cultura, los bienes y los territorios musulmanes, pasando mucho más adelante por la inquisición y la caza de herejes, la diáspora judía a partir de 1492, desde España, en el Siglo XX el holocausto generado bajo el silencio cuando no la acción cómplice de católicos y protestantes alemanes comprometidos con las hordas del cristiano Adolfo Hitler, así como la delación de judíos por parte de algunos católicos polacos antes de su propio exterminio por los nazis; contraste, por cierto, con el sacrificio del Padre Kolbe, quien entregó su vida para salvar la de un judío en Auschwitz.

No olvidemos los pogramas estimulados por el ex seminarista ortodoxo georgiano Joseph Stalin, la explosión del Macartismo y su cacería de brujas, la prohibición de admisión de judíos en los más exclusivos clubes de ricos protestantes en los Estados Unidos en los años 40 y 50 y el asesinato de activistas judíos pro-derechos civiles en el sur de este país en los años 60, que configuran un cuadro cultural y religioso siniestro que rechazamos quienes aspiramos a dar testimonio de nuestro compromiso con los más altos valores cristianos.

Por el contrario, la historia demuestra también que en general la actitud de los musulmanes ha sido de tolerancia, convivencia y protección del pueblo judío, particularmente en los momentos más difíciles. Por eso pudieron establecerse entre las comunidades musulmanas en Marruecos, Argelia, Turquía, Irán, Irak y Yemen entre otros. También hubo sociedades cristianas que les tendieron la mano, como Holanda que les abrió sus puertas en los Siglos XV y XVI, de donde pasaron a Aruba, Bonaire y Curazao y de allí a Venezuela, donde también fueron bienvenidos como nuestros ciudadanos. Igual ocurrió en Tesalónica, Grecia y en los Balcanes en general. Recordemos, por otra parte, la valiente y solidaria actitud del Rey Mohamed V de Marruecos, quien recibió y protegió a los judíos perseguidos y acosados por el III Reich.

Volvemos ahora al presente para expresar el horror y el dolor que siente el Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela, junto con su pueblo, ante la crisis humanitaria que estamos presenciando en Gaza, inermes y con nuestras manos atadas, junto a la gran mayoría de la comunidad internacional. Primero fue un getto, luego un campo de concentración y de seguidas un campo de exterminio, hablo de Gaza, ante los ojos de un mundo que observa atónito como una arrogante y mediocre élite militarista, en vísperas de las elecciones generales en Israel, no entiende sino el lenguaje de la violencia y se dedica a la matanza de inocentes con la excusa de estar castigando culpables.

En el Medio Oriente el Gobierno de Israel ha introducido una enmienda a la Ley del Talión, considerada ya bárbara desde hace siglos. Ya no es ojo por ojo y diente por diente; ahora es: tú matas uno de los míos y yo mato quinientos de los tuyos; tú matas uno de mis niños y yo te bombardeo una escuela; tú matas uno de mis ancianos y yo acribillo a los refugiados protegidos por las Naciones Unidas; tú me mandas cohetes artesanales y yo te respondo con misiles teleguiados, con F-16, con cañoneras, con tanques y con tropas invasoras.

Este genocidio no contará con el silencio del Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela. Por eso, el Presidente Hugo Chávez Frías decidió medidas diplomáticas radicales destinadas a llamar la atención de la humanidad sobre esta tragedia e impedir que cómplices o timoratos la oculten o banalicen. ¡Jamás el silencio!

Un muerto, un hogar destruido, un barrio arrasado, en uno u otro lado de este interminable y absurdo conflicto, nos obliga en este foro continental a hacer escuchar nuestra voz de preocupación.

La adicción a la guerra, tan esparcida últimamente, está contribuyendo a la multiplicación de los conflictos y al ensoberbecimiento de quienes creen que la solución está en sus músculos y no en sus cerebros y almas.

La invasión al Líbano en 1982 produjo el nacimiento de Hizbollah. La represión de la Intifada a partir de 1987 dio lugar al nacimiento de la organización Hamas. Estos antecedentes deberían ser educativos para quienes creen que el uso de la fuerza soluciona los conflictos. Por eso nuestra solidaridad con el pueblo palestino.

El terrorismo individual, colectivo o de Estado, exige la condena de la comunidad internacional. No hay justificación posible cuando cae muerto un inocente de uno u otro lado de los conflictos, pero ocurre que como no es una guerra convencional, al terrorismo no se le derrota sin atacar sus causas.

Antecedentes históricos recientes nos muestran de cómo en algunas ocasiones "el terrorista" de ayer se pudo convertir en el héroe nacional de hoy. Recuerdo las imágenes horrorosas en noticieros, diarios y filmes que la propaganda occidental daba de los Mau-Mau. Pasados los años, el Reino Unido reconoció la independencia de Kenia y el líder Mau-Mau Jomo Kenyatta, acusado de terrorista, terminó como Jefe de Estado de su país, con el reconocimiento de la comunidad internacional.

Los miembros del Frente de Liberación Nacional de Argelia que luchaban por la liberación de su país también fueron acusados de terroristas, hasta que fueron suscritos los Acuerdos de Evian que pusieron fin a la sangrienta guerra entre argelinos y franceses y selló la independencia de Argelia. Pero de esa historia no podemos olvidar la gigantesca figura física, intelectual y espiritual de un estadista como pocos, el General Charles De Gaulle, cuya sabiduría construyó con la también sabia resistencia argelina una paz que parecía imposible.

El Ejército Republicano Irlandés, también calificado de terrorista, recibió durante muchos años el apoyo económico y moral de la comunidad católica irlandesa de los Estados Unidos. Gran disgusto causó en el Nº 10 de Downing Street en Londres cuando el Presidente Bill Clinton recibió a Gerry Adams, uno de los líderes históricos de este movimiento católico militar. Sin embargo, no mucho tiempo después se suscribió la paz con una intervención muy especial del Senador George Mitchell de los Estados Unidos y hoy vemos como la figura del Reverendo Ian Paisley conocido antes como un monstruo de la ultra derecha protestante y el Señor Martin McGuinness, calificado de terrorista implacable y ex jefe del ala militar del Ejercito Republicano Irlandés co-gobiernan Irlanda del Norte.

Terroristas también llamaban los dirigentes de la minoría blanca en Suráfrica y sus aliados internacionales a los miembros del clandestino Congreso Nacional Africano, antes de la reconciliación en ese país y la liberación del "terrorista" Nelson Mandela, probablemente la más reconocida personalidad histórica viviente.

Los impresionantes éxitos anteriores en procura de la paz y la reconciliación fueron logrados por la firmeza de líderes iluminados que renunciaron a la solución militar y al propósito de destruir a la otra parte.

Si retrocedemos a los años 40 en Palestina o Israel, encontramos algunos personajes israelitas acusados en su momento de terroristas, entre ellos Menachem Begin, líder de la organización Irgun, responsable de la voladura del Hotel Rey David en Jerusalén en 1946 y del asesinato del Conde Folke Bernardotte, Mediador de las Naciones Unidas para Palestina, quien abogó por los derechos de los palestinos. Menachem Begin, muchos años después, fue el Primer Ministro israelita quién suscribió, en presencia del Presidente Jimmy Carter, los Acuerdos de Camp David junto con el Presidente egipcio Anwar El Sadat, quien pagó con su vida su compromiso con la paz.

A lo largo de la historia, Dios ha dado al pueblo judío, privilegiador de la educación, la cosecha de muchos hombres y mujeres de condiciones relevantes. Para mencionar unos pocos históricos o sobresalientes, entre decenas de miles, escojamos de inmediata memoria a Maimonides, Carlos Marx, Rosa Luxemburgo, León Trostky, Irving Berlin, Hannah Arendt, Bob Dylan, Norman Mailer, Ariel Dorfman, Joseph Stiglitz, Frida Kahlo y el intelectual internacionalmente más reconocido hoy, Noam Chomsky.

Habría que pedirle a Dios que también le dé estadistas al pueblo de Israel y que no sean asesinados como en el caso de Yitzhak Rabin, quien también cayó ante un fanático religioso por haber procurado la paz con nuestros hermanos palestinos. Y al pensar en Palestina quiero exaltar la figura de Jasser Arafat, el líder histórico de la Organización para la Liberación de Palestina (OLP), estigmatizado ayer como "terrorista" y hoy, ya fallecido, héroe palestino y de todo el pueblo árabe.

Son antecedentes para la reflexión y para rescatar el valor de la diplomacia frente a la barbarie anti-palestina de la élite militarista que controla al Estado de Israel.

Ya es la hora de que los diplomáticos y los políticos sustituyamos a los violentos y digamos, ¡si podemos!. Se pudo muchos años atrás, antes de 1492 cuando convivieron musulmanes, judíos y cristianos en España, también llamada Al Ándaluz o Sefarad antes de que el obscurantismo se apropiase de la cultura cristiana de la época. Sí pudieron los negros y blancos cristianos, los musulmanes y judíos, que marcharon juntos en los años 60 por los derechos civiles en los Estados Unidos diciendo a coro junto a Martin Luther King "yo tengo un sueño". Sí pudieron los blancos y negros en Suráfrica con Nelson Mandela a la cabeza.

Sí podrán los judíos críticos que en América Latina, en Europa, en Norteamérica y en Israel comienzan a protestar y a rebelarse contra quienes matan en su nombre.
Sí podrá Palestina ser libre, democrática e independiente.

Muchas Gracias, Señor Presidente".

http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/40417-NN/embajador-roy-chaderton-rechaza-en-la-oea-agresion-israeli-en-gaza/

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Venezuela/Nobel da Economia elogia decisão de Chávez de criar banco sul-americano

RTP/11 outubro 2007

O Prémio Nobel da Economia Joseph Stiglitz disse na quarta-feira em Caracas que a decisão do Presidente venezuelano, Hugo Chávez, de criar um banco regional de empréstimos será benéfica para a América do Sul.
O antigo economista do Banco Mundial disse que o Banco do Sul, a ser fundado no mês que vem em Caracas, é uma iniciativa importante destinada a ajudar ao desenvolvimento da América Latina.
"É uma boa coisa haver concorrência na maioria dos mercados, incluindo o mercado do empréstimo para o desenvolvimento", disse o economista norte-americano aos jornalistas durante um fórum económico.
Stiglitz disse que o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional tendem a impor muitas condições que "entravam um efectivo desenvolvimento".
"Uma das vantagens de haver um Banco do Sul é que ele deverá reflectir as perspectivas dos que são do Sul", disse Stiglitz, que se encontrou com Chávez.
O Presidente venezuelano lançou a ideia, apoiada por um grupo de governos sul-americanos, como um contrapeso à influência dos Estados Unidos e como uma via para a região para traçar o seu próprio rumo.
Stiglitz, que venceu o Prémio Nobel da Economia em 2001, criticou também os acordos comerciais dos Estados Unidos com a Colômbia e outros países.
"Isso está a minar a cooperação andina e faz parte da estratégia americana de dividir para conquistar, uma estratégia para tentar conseguir o máximo de lucros para as empresas americanas, deixando pouco para os países em desenvolvimento", disse.
(Lusa)