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terça-feira, 9 de setembro de 2014

EL SOBERANO, SUS ACREEDORES Y LA LEY



5 de septiembre de 2014, Red del Tercer Mundo (TWN)

No. 179 - Año 2014, http://agendaglobal.redtercermundo.org.uy (Uruguay)

Roberto Bissio*

El Grupo de los 77 y China acaban de presentar en las Naciones Unidas un proyecto de resolución para negociar y firmar el año próximo una “marco legal multilateral que establezca un marco regulatorio legal para los procesos de restructuración de la deuda soberana.

Para cumplir sus cometidos, los soberanos se endeudan. En un pasado no tan lejano esta deuda soberana podía financiar aventuras militares o la vida dispendiosa de los monarcas y sus cortes. En el mundo contemporáneo, en el que la primera obligación de los Estados es respetar, promover y proteger los derechos humanos, es la necesidad de un desarrollo que maximice el bienestar la que justifica el endeudamiento soberano.

Hay un enorme progreso ético y político entre el Estado absolutista y aquel basado en la soberanía popular organizada democráticamente. Sin embargo, a la hora en que

BUITRES SOBRE ARGENTINA, LA CRISIS DEL DÓLAR Y NUEVA YORK



6 septiembre 2014, Agencia Latinoamericana de Informacion http://alainet.org

Oscar Ugarteche*, Ariel Noyola Rodríguez*

Alai Amlatina -- Paul Singer, el propietario de NML Capital, le hizo, sin querer, un enorme favor a la humanidad.  En un par de meses, deslegitimó por completo las reglas de la Arquitectura Financiera Internacional (AFI) existente y, de paso, fortaleció el respaldo de la mayoría del mundo a favor de Argentina.  En ese sentido, la carta dirigida el pasado 25 de agosto al Secretario General de la Organización de Naciones Unidas (ONU), Ban Ki-moon, firmada por los economistas Joseph Stiglitz, Robert Solow, Dani Rodrik y José Antonio Ocampo, entre otros, y el ex primer ministro canadiense Paul Martin, constituye una parte del comienzo de una campaña global para transformar los mecanismos de reestructuración de deuda soberana. La otra parte es la iniciativa impulsada por el grupo G77 más China (integrado por más de 130 países) para elevar a la Asamblea General de Naciones Unidas una iniciativa de reforma al respecto.

Por un lado, se ha puesto nuevamente en cuestión la institucionalidad edificada al término de la segunda posguerra bajo mandato estadounidense.  En segundo lugar, y más importante todavía, el agravio en contra de Argentina detonó un amplio consenso en torno a la necesidad de realizar una reforma profunda de la

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Brasil/SOROS: SOMBRA MALÍGNA NA ELEIÇÃO BRASILEIRA

24 agosto 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)
Wayne Madsen 

O GRANDE ESPECULADOR ABUTRE INTERNACIONAL ARTICULA-SE PARA INFLUENCIAR OS RUMOS DA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL BRASILEIRA EM FAVOR, CLARO, DOS SEUS INTERESSES ESPECULATIVOS, NEOLIBERAIS, ANTI-NACIONALISTAS, CONSERVADORES.

Achar que os grandes financistas e especuladores internacionais, como George Soros, estejam distantes, desinteressados e alienados em relação à sucessão presidencial no Brasil é uma ingenuidade total. O Brasil é poderosíssimo, riquíssimo, desperta interesses descomunais no grande capital internacional e tem se transformado em alvo de espionagem por parte dos países ricos, especialmente, dos Estados Unidos. Soros é um dos ponta de lança desse grande interesse global, sempre de olho no Brasil, na Argentina, na Bolívia, onde seus negócios evoluem, fortemente. Também, suas ligações com personagens decisivos, na cena política e econômica brasileira, são bastante conhecidas. Marina Silva, candidata do PSB-Rede, participa de movimentações nas quais as ações de organizações comandadas por Soros são decisivas, como a “Open society”. Soros, como se sabe, cuida, além de sempre estar envolvido em desestabilização de moedas nacionais em escala mundial, de articular a chamada “sociedade civil” em todos os países onde seus interesses se espraiam para montar “oposição controlada”, a fim de combater ondas nacionalistas-desenvolvimentistas,  de modo a dar novo rumo ao desenvolvimento econômico de caráter neoliberal. Igualmente, são conhecidas as relações de Soros com Armínio Fraga, o homem forte de Aécio Neves, do PSDB. Como fundador do fundo de investimento global “Quantum”, Soros teve Armínio ao seu lado, como fiel escudeiro, no processo de desestabilização de moedas nos países asiáticos e até na derrocada da libra inglesa, que jogou o Banco da Inglaterra no chão. Armínio deixou Soros para trabalhar como diretor do Banco Central, no Governo Collor. Aí preparou todas as providências para eliminar controles internos de capital, de modo a deixar livre a passagem aos especuladores, que invadiriam o Brasil nos anos de 1990, com seus capitais de motel. No Governo FHC, o que entregou a rapadura aos comandantes do Consenso de Washington, Armínio chegou ao Banco Central, para operar a ordem dos banqueiros internacionais: fixar o tripé econômico baseado em câmbio flutuante, metas inflacionárias e superavit primário elevado. Ou seja, Armínio-Soros articulam, agora, por trás de Aécio Neves, o mesmo jogo de antes, destruir as bases nacionalistas da economia montadas por Lula e Dilma, a fim de terem acesso mais rápido às riquezas nacionais, especulando adoidado. Num país sério, Armínio estaria nas barras dos tribunais, em vez de estar, novamente, com Soros, articulando novo assalto às riquezas do povo brasileiro.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O CASO DA DÍVIDA ARGENTINA

10 agosto 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por Prabhat Patnaik*

O que está a acontecer à dívida da Argentina neste momento é instrutivo para todos. Na década de 1990, quando Carlos Menem era o presidente, o seu governo ensaiou o que considerava ser uma brilhante ideia neoliberal. Ele manteve o valor da divisa argentina ligada (pegged) ao US dólar (no rácio 1:1) através do denominado sistema "currency board" , na esperança de que isto mantivesse alta a "confiança do investidor" naquele país. O raciocínio era simples: se o dólar é considerado pelos possuidores de riqueza de todo o mundo como sendo "tão bom quanto o ouro", então se a divisa argentina estiver ligada ao dólar tornar-se-ia também "tão boa quanto o ouro", e nesse caso o capital afluiria à Argentina.

Assim, se uma divisa ficar ligada ao dólar, então a oferta monetária interna fica ligada ao montante de haveres em dólar que o país dispõe. Isto acontece porque se as pessoas quiserem cambiar da divisa interna para