Mostrando postagens com marcador Noriega. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Noriega. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Brasil/SOROS: SOMBRA MALÍGNA NA ELEIÇÃO BRASILEIRA

24 agosto 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)
Wayne Madsen 

O GRANDE ESPECULADOR ABUTRE INTERNACIONAL ARTICULA-SE PARA INFLUENCIAR OS RUMOS DA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL BRASILEIRA EM FAVOR, CLARO, DOS SEUS INTERESSES ESPECULATIVOS, NEOLIBERAIS, ANTI-NACIONALISTAS, CONSERVADORES.

Achar que os grandes financistas e especuladores internacionais, como George Soros, estejam distantes, desinteressados e alienados em relação à sucessão presidencial no Brasil é uma ingenuidade total. O Brasil é poderosíssimo, riquíssimo, desperta interesses descomunais no grande capital internacional e tem se transformado em alvo de espionagem por parte dos países ricos, especialmente, dos Estados Unidos. Soros é um dos ponta de lança desse grande interesse global, sempre de olho no Brasil, na Argentina, na Bolívia, onde seus negócios evoluem, fortemente. Também, suas ligações com personagens decisivos, na cena política e econômica brasileira, são bastante conhecidas. Marina Silva, candidata do PSB-Rede, participa de movimentações nas quais as ações de organizações comandadas por Soros são decisivas, como a “Open society”. Soros, como se sabe, cuida, além de sempre estar envolvido em desestabilização de moedas nacionais em escala mundial, de articular a chamada “sociedade civil” em todos os países onde seus interesses se espraiam para montar “oposição controlada”, a fim de combater ondas nacionalistas-desenvolvimentistas,  de modo a dar novo rumo ao desenvolvimento econômico de caráter neoliberal. Igualmente, são conhecidas as relações de Soros com Armínio Fraga, o homem forte de Aécio Neves, do PSDB. Como fundador do fundo de investimento global “Quantum”, Soros teve Armínio ao seu lado, como fiel escudeiro, no processo de desestabilização de moedas nos países asiáticos e até na derrocada da libra inglesa, que jogou o Banco da Inglaterra no chão. Armínio deixou Soros para trabalhar como diretor do Banco Central, no Governo Collor. Aí preparou todas as providências para eliminar controles internos de capital, de modo a deixar livre a passagem aos especuladores, que invadiriam o Brasil nos anos de 1990, com seus capitais de motel. No Governo FHC, o que entregou a rapadura aos comandantes do Consenso de Washington, Armínio chegou ao Banco Central, para operar a ordem dos banqueiros internacionais: fixar o tripé econômico baseado em câmbio flutuante, metas inflacionárias e superavit primário elevado. Ou seja, Armínio-Soros articulam, agora, por trás de Aécio Neves, o mesmo jogo de antes, destruir as bases nacionalistas da economia montadas por Lula e Dilma, a fim de terem acesso mais rápido às riquezas nacionais, especulando adoidado. Num país sério, Armínio estaria nas barras dos tribunais, em vez de estar, novamente, com Soros, articulando novo assalto às riquezas do povo brasileiro.