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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Brasil/Igreja Católica repudia Proposta de Emenda Constitucional 241 (PEC 241): Devastadora e brutal

13 outubro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


A proposta de Emenda Constitucional 241/2016 focaliza a transferência de recursos públicos das áreas sociais para o pagamento de juros e para a redução da dívida pública. Estabelece um "Novo Regime Fiscal", encaminhado para a Câmara de Deputados no dia 15 de junho de 2016.

Por Dom Roberto Francisco Ferreria Paz*

Esta medida de contenção asfixiante, parte de uma premissa falsa segundo o economista Francisco Funcia, da PUC- SP, que seria a grave situação econômica do país; em nota à imprensa, foi divulgado pelo Ministério da Fazenda, em 24 de junho de 2016: "A situação do Brasil é de solidez e segurança porque os fundamentos são robustos. O país tem expressivo volume de reservas internacionais e o ingresso tem sido suficiente para financiar as transações correntes. As condições de financiamento da dívida pública brasileira permanecem sólidas neste momento de volatilidade nos mercados financeiros em função de eventos externos. A dívida publica federal Nacional conta com amplo colchão de liquidez". 

Como se verifica na declaração não há no país uma situação caótica que exija um ajuste tão violento e brutal, a ponto de "congelar" as despesas federais no patamar dos valores de 2016, por um prazo de 20 anos.

1. Qual o objetivo é finalidade da PEC 241?
A agenda explícita desta proposta é

segunda-feira, 8 de junho de 2015

STIGLITZ CRITICA TRATADOS QUE PERMITEM QUE EMPRESAS PROCESSEM GOVERNOS

3 junho 2015, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Susana González G., La Jornada

Um caso recente dessa situação envolveu empresas de tabaco que processaram o governo do Uruguai devido às imagens colocadas nos maços de cigarro

Durante sua participação no Fórum Econômico Mundial sobre a América Latina, em Quintana Roo no México, no mês passado, o economista Joseph Stiglitz, ganhador do Prêmio Nobel de Economia de 2001, criticou o fato de que alguns acordos ou tratados comerciais permitem aos investidores ou às empresas o direito de abrir processos na Justiça contra governos caso não obtenham os lucros que esperavam, ou se depois as perdem devido a mudanças nas leis ou regulamentações que, por exemplo, protegem a saúde da população e o meio ambiente.

Um caso recente desse tipo de situação envolveu as grandes empresas de tabaco, como a Phillips Morris, que processou o governo do Uruguai devido às imagens colocadas nas caixinhas de cigarro que alertavam para os riscos do consumo do produto para a saúde,