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terça-feira, 14 de maio de 2019

CPLP/Bloqueo de capital venezolano en Portugal obedece a EE.UU.


Caracas, El canciller de Venezuela, Jorge Arreaza, denunció hoy que el bloqueo de capital del país sudamericano en bancos de Portugal obedece a órdenes del Gobierno de Estados Unidos y su cerco impuesto contra Caracas.

En un mensaje publicado en su cuenta en Twitter, Arreaza respondió a las declaraciones de su homólogo europeo, Augusto Santos Silva, quien afirmó que las instituciones financieras no reciben órdenes del Gobierno de Lisboa.

'El canciller de Portugal afirma que en su país los bancos no reciben órdenes del gobierno portugués; pero es evidente que sí obedecen órdenes del Gobierno de EE.UU. Bloquean de manera criminal los recursos del pueblo venezolano', escribió.

Estas declaraciones ocurren días después de que Venezuela denunciara y exigiera a Lisboa la devolución de más de mil 700 millones de dólares bloqueados ilegalmente en el Novo Banco, necesarios para medicinas y comida.

Por su parte, el secretario ejecutivo del Consejo Nacional de Derechos Humanos del país sudamericano, Larry Devoe, rechazó recientemente

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Brasil/Primaz do Brasil e Arcebispo de Salvador se revolta contra Proposta de Emenda à Constituição 241 (PEC 241)

30 outubro 2016, Brasil 247 http://www.brasil247.com (Brasil)

 


Em uma nota surpreendente, o arcebispo Dom Murilo Krieger, da Arquidiocese de Salvador, não somente faz uma defesa contundente do posicionamento vigoroso da CNBB desta semana contra a PEC 241 (agora PEC 55, no Senado), mas vai além. Diz, por exemplo, que "para o capital mundial, esta PEC é tudo o que ele gostaria de ver aprovado. Os bancos, que já ganharam muito nos últimos anos, vão ganhar ainda mais. Sobrará dinheiro para investirem na imprensa, dizendo que esse sacrifício é mesmo necessário para o bem 'do Brasil'". Dom Murilo pergunta: "Se a PEC 241 é tão boa assim, porque seu conteúdo não foi colocado para a sociedade discutir? Por que foi aprovada pela Câmara Federal tão rapidamente?"
Por Robson Sávio Reis Souza

Estou surpreso com uma nota publicada no Facebook da Arquidiocese de Salvador (abaixo). Nela, Dom Murilo Krieger, primaz do Brasil, não somente faz uma defesa contundente do posicionamento vigoroso da CNBB (desta semana) contra a PEC 241 (agora PEC 55, no Senado), como vai além. Diz, por exemplo, que "para o capital mundial, esta PEC é tudo o que ele gostaria de ver aprovado. Os bancos, que já ganharam muito nos últimos anos, vão ganhar ainda mais. Sobrará dinheiro para investirem na imprensa, dizendo que esse sacrifício é mesmo necessário para o bem "do Brasil".
Dom Murilo pergunta: "Se a PEC 241 é tão boa assim, porque seu conteúdo não foi colocado para a sociedade discutir? Por que foi aprovada pela Câmara Federal tão rapidamente? (Alguém se lembra de outra Proposta de Emenda à Constituição aprovada em tão pouco tempo?...)"
E o arcebispo de Salvador desafia: "chamar de marxista quem pensa diferente de nós é o mesmo que condenar Jesus por ter dito aos apóstolos, diante da fome da multidão: "Dai-lhes vós mesmos de

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Moçambique/Empresas de Moçambique podem pagar directamente em renminbi aos fornecedores da China



24 agosto 2016, Macahub http://www.macauhub.com.mo (China)

As empresas de Moçambique podem começar a pagar aos fornecedores chineses através dos respectivos bancos na China com o novo serviço de liquidação em CNH do banco Société Générale Moçambique, informou a instituição em comunicado enviado à Macauhub.

O CNH, ou yuan exterior, é o código internacional para a moeda da China (CNY)

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Moçambique/Empoderamento da mulher: Ajustar os bancos ao sector informal

16 Novembro 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

Os bancos comerciais têm de ajustar as suas políticas à realidade do país de modo a permitir maior acesso aos seus serviços, nomeadamente ao crédito para as mulheres do sector informal, que enfrentam dificuldades para beneficiar das oportunidades que a banca disponibiliza. Este é o pensamento de Eulália Nhatitima, falando em entrevista ao “Notícias”.

Na sua opinião, esta medida pode contribuir para o empoderamento da mulher.

Presidente da Associação Rede de Pequenas e Médias Empresas (PME), agremiação que há dias organizou o Primeiro Fórum Empresarial Mulher (PME), Eulália defende ainda que já é altura de Moçambique começar a pensar em definir uma percentagem nos negócios e oportunidades gerados por multinacionais para as micro, pequenas e médias empresas, em particular as que são geridas por mulheres.

Durante a conversa, a empresária, que se considera uma mulher de causas, falou do impacto do Fórum na vida das mulheres, uma vez que as participantes tiveram a oportunidade de expor as suas preocupações, trocar ideias, partilhar experiências e interagir com

domingo, 25 de outubro de 2015

Doze bancos de Angola e de Moçambique na lista dos 100 maiores de África

22 de Outubro de 2015, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

Nove bancos de Angola e três de Moçambique fazem parte da lista dos 100 maiores bancos de África por capitais próprios, de acordo com a lista 2015 elaborada pela revista African Business.

O primeiro dos 12 bancos de países de língua portuguesa a surgir na lista é o Banco Económico de Angola, antigo Banco Espírito Santo Angola, no 16º lugar com um capital de 1583 milhões de dólares, tendo ganho 12 posições relativamente à lista divulgada em 2014.

Na 25ª posição (29ª em 2014) aparece o Banco Angolano de Investimento, com 980 milhões de dólares, em 29º (32º em 2014) o Banco de Poupança e Crédito com

terça-feira, 22 de setembro de 2015

OS BANCOS PREPARAM A PRÓXIMA CRISE GLOBAL

13 setembro 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Por Susan George, no site Outras Palavras:

Sempre otimista, não acreditei que os bancos sairiam da crise de 2007 a 2008 mais fortes que antes, sobretudo em termos políticos. É verdade que alguns pagaram multas que os fizeram cambalear -- um total de 178 bilhões de dólares para os bancos norte-americanos e europeus -- mas consideram que tais desembolsos são “o preço de fazer negócios”. Nenhum líderes do setor que quebrou a economia mundial passou uma só noite na prisão, nem teve que pagar, pessoalmente, uma única multa.

Ainda não superamos os efeitos do terremoto financeiro vivido em 2007-2008, mas os políticos e os próprios banqueiros já estão preparando o cenário para a próxima crise. Estudos matemáticos mostraram a densa teia interconectada dos atores financeiros mundiais, na qual a falha de um deles poderia desencadear o colapso de todos. Nos colocaram no fio da navalha, e temos boas razões para ser pessimistas:

-- Os governos e as instituições financeiras internacionais não demonstraram nenhuma intenção de regular os bancos, o que nos expõe ao perigo de ter que suportar uma repetição da jogada. Os bancos e os banqueiros não só são grandes demais para falir -- ou para ser presos --, mas também para ser desafiados. Por isso, permitem-se

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

COMO BANCOS TORNARAM-SE AMEAÇA GLOBAL

13 agosto 2015, Página Global http://www.paginaglobal.blogspot.com (Portugal)

Joseph Stiglitz, Outras Palavras. Tradução: Inês Castilho

Nobel de Economia alerta: sob hegemonia do Ocidente, sistema financeiro bloqueia metas da ONU, sabota inovações dos BRICS e quer, agora, punir países que promovam mudanças sociais.

A III Conferência Internacional de Financiamento para o Desenvolvimento reuniu-se recentemente na capital da Etiópia, Adis Abeba. A conferência aconteceu num momento em que os países em desenvolvimento e mercados emergentes demonstraram capacidade para absorver produtivamente enormes volumes de recursos. As tarefas que esses países estão assumindo – investindo em infra-estrutura (estradas, geração de energia, portos e muito mais), construindo cidades onde um dia viverão bilhões de pessoas e movendo-se em direção a uma economia verde – são verdadeiramente enormes.

Ao mesmo tempo, falta no mundo dinheiro que possa ser utilizado produtivamente. Poucos anos atrás Ben Bernanke, então presidente do Federal Reserve (Banco Central) dos EUA, falou sobre o excesso de poupança global. Apesar disso, projetos de investimento com elevado retorno social estavam parados por falta de fundos.Isso continua sendo verdade hoje. O problema, à época e agora agora, é que os mercados financeiros

terça-feira, 22 de abril de 2014

O CONTINENTE EUROPEU E AS ELEIÇÕES DO DESCONTENTAMENTO

22 abril 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Benjamim Formigo

Este ano, 2014, os eleitores da União Europeia deveriam enfrentar pela primeira vez escolhas de fundo para um Parlamento que, embora com poderes limitados, poderia ser a única barreira ao neoliberalismo desmedido que arrastou o continente para a actual grave crise financeira e até de identidade.

Tão grave que põe em causa junto da vontade do eleitorado a própria existência de tal União.
Dos 28 países que constituem a União e irão votar um novo Parlamento entre 22 e 25 de Maio próximo, provavelmente apenas o Luxemburgo não estará a braços com uma crise financeira de excessivo défice orçamental cujo combate, prevenção ou recuperação tem passado invariavelmente por uma receita que se mostra desastrosamente eficaz. Eficaz porque reduz o défice através do desemprego e do miserabilismo para que atira a Administração Pública, depaupera os serviços de Saúde, a Segurança Social do Estado, abrindo as portas ao sector privado onde os grandes grupos se tornam cada vez maiores e frequentemente estrangeiros à própria União Europeia. Em favor do sacrossanto euro e das baixas taxas de juro, que só são baixas para quem tem dinheiro, a EU, para além do desmantelamento em curso do Estado social,

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Angola tem três e Moçambique dois na lista dos 100 maiores bancos de África

Imensis/16 outubro 2007


Três bancos de Angola e dois de Moçambique é a participação dos países africanos de língua oficial portuguesa na lista dos 100 maiores bancos de África por capital publicada pela revista African Business.

A lista é liderada por cinco bancos da África do Sul - Standard Bank Group, ABSA Group, Nedbank Group, Investec e FirstRand Banking Group - a grande distância do sexto classificado pois se o FirstRand Banking Group dispõe de um capital de 2928 milhões de dólares o Crédit Populaire du Maroc tem apenas 1711 milhões de dólares.
Por activos a desproporação é ainda maior com o FirstRand Banking Group a dispor de 61700 milhões de dólares contra 16002 milhões de dólares para o banco marroquino.
O Banco Nacional do Egipto, que ocupa a 9ª posição por capital dá um salto para 34107 milhões de dólares quando os activos passam a ser o critério mas, mesmo assim, dispõe apenas de metade do 5º classificado, o FirstRand Banking Group.

O primeiro banco de um país de língua oficial portuguesa a aparecer na lista é o Banco de Fomento Angola na 53ª posição com um capital de 155 milhões de dólares a que segue o Banco de Poupança e Crédito, também de Angola, na 67ª posição com um capital de 66 milhões de dólares.

Na 78ª posição surge o Banco Africano de Investimento, ainda de Angola, com um capital de 51 milhões de dólares, a que se seguem nas 81ª e 96ª posições o Banco Internacional de Moçambique e o BCI Fomento, também de Moçambique, com capitais de 47 e 32 milhões de dólares, respectivamente. (Fonte: Macauhub)