Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
Mercosul, Brasil/Haverá um grande confronto entre Bolsonaro e o Papa com reflexos em toda América Latina
sábado, 13 de agosto de 2016
Brasil/MINISTRO DO SUPREMO MANDOU AVISAR...
sábado, 26 de março de 2016
Brasil/Vídeo: Arcebispo é chamado de comunista e agredido durante missa de Páscoa
terça-feira, 22 de março de 2016
Brasil/NOTA DO PRIMAZ DA IEAB SOBRE O MOMENTO POLÍTICO BRASILEIRO
12 março 2016, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil http://sn.ieab.org.br (Brasil)
Brasil/CNBB não aceita que aproveitem crise para dar golpe, diz bispo
Brasil/Em defesa da democracia brasileira -- Cáritas, CPT, Cimi, CPP, SPM
segunda-feira, 21 de março de 2016
Brasil/CNBB não aceita que aproveitem crise para dar golpe, diz bispo
20 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
Dom Ailton Menegussi, bispo da Diocese de Crateús, rejeitou de forma enfática a tentativa golpista da oposição que investe contra a presidenta Dilma Rousseff. “Não aceitamos que partido político nenhum aproveite-se dessa crise para dar golpe no país”, disse, falando pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
O bispo afirmou ainda que “a corrupção não foi inventada de 15 anos para cá, não sejamos inocentes”. Para Menegussi, o que está acontecendo é que agora se está permitindo que “as coisas apareçam”.
“Não vamos apoiar troca de governo, de pessoas interesseiras, que querem se apossar porque são carreiristas. Tem muita gente posando de santinho, mas que nunca pensou em pobre. Fazem discurso bonito porque querem o poder. E com isso a CNBB não concorda”, criticou.
sábado, 12 de março de 2016
Brasil/CNBB: partidos têm o dever de favorecer e fortificar a governabilidade
Nota da CNBB reconhece a gravidade da crise, defende o direito a manifestações pacíficas com respeito às pessoas e instituições, e pede calma neste momento.
Dizendo que o Brasil vive “uma profunda crise política, econômica e institucional”, e a nota é taxativa: “o momento atual não é de acirrar ânimos. A situação exige o exercício do diálogo à exaustão”. E lembra que a busca de respostas deve atender às necessidades do povo, e não à lógica do mercado e aos interesses partidários”.
Leia abaixo a íntegra da nota, assinada por D. Sergio da Rocha, Presidente da CNBB, D. Murilo S. R. Krieger, Vice-Presidente, e D. Leonardo Ulrich Steiner, Secretário Geral.
NOTA DA CNBB SOBRE O MOMENTO ATUAL DO BRASIL
“O fruto da justiça é semeado na paz, para aqueles que promovem a paz” (Tg 3,18)
Nós, bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil–CNBB, reunidos em Brasília-DF, nos dias 8 a 10 de março de 2016, manifestamos preocupações diante do grave momento pelo qual passa o país e,
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Brasil/CNBB critica pedido de impeachment e aponta ‘interesses espúrios’
A CNBB questiona no texto os interesses contidos na decisão de Eduardo Cunha e a sua legitimidade. “Que autoridade moral fundamenta uma decisão capaz de agravar a situação nacional com consequências imprevisíveis para a vida do povo?", diz
segunda-feira, 30 de março de 2015
Brasil/CNBB pede retomada de julgamento de ADI sobre financiamento privado de campanha
O Regimento
Interno do STF prevê rápida retomada dos julgamentos suspensos por pedidos de
vista. Gilmar Mendes suspendeu o caso em 2 de abril de 2014.
O presidente despachou imediatamente, encaminhando o pedido aos ministros Luiz Fux, relator da ação, e Gilmar Mendes, autor do pedido de vista que suspendeu o julgamento.
De acordo com o secretário-geral da CNBB, D. Leonardo Steiner, o objetivo da petição é que seja cumprido o Regimento Interno do STF, que prevê rápida retomada dos julgamentos suspensos por pedidos de vista. Segundo ele, a conclusão do julgamento é necessária, para evitar que
terça-feira, 17 de março de 2015
Brasil/Quatro propostas para uma Reforma Política Democrática
Por Maria
Inês Nassif*
O projeto de lei da
Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, em torno do qual
se reúnem 103 entidades lideradas pela OAB e pela CNBB, deve unificar as forças
políticas que se opõem à PEC Vaccarezza, de número 352/2013, que tramita com o
apoio e o empenho do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), com o apoio
da oposição parlamentar de direita.
Abaixo, os principais pontos da proposta da Coalizão:
1. O projeto define um “financiamento democrático de campanha” por meio de um Fundo Democrático de Campanha e do
segunda-feira, 16 de março de 2015
Brasil/Para CNBB, impeachment de Dilma é golpe
Por Redação
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) afirmou nesta quinta-feira (12) que o país passa atualmente por uma crise "ética e moral" na política, mas que não há indícios que justifiquem um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, que poderia "enfraquecer" as instituições do governo. Bispos da entidade se reúnem nesta tarde com a presidente, a convite dela.
"Pelo que a gente tem como informação do Supremo Tribunal [Federal], não há nenhum indício de algum ato que possa justificar qualquer denúncia quanto à presidente da República", disse
terça-feira, 3 de março de 2015
Brasil/Vídeos e cartilha conscientizam sobre necessidade da Reforma Política
sábado, 6 de setembro de 2014
Brasil/Semana Nacional de Luta pela Reforma Política Democrática
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Brasil/CNBB divulga nota sobre Povos Indígenas e Agricultores
terça-feira, 3 de junho de 2008
AGIR RÁPIDO, AGIR JUNTOS
Leonardo Boff *
2 junho 2008/Adital - http://www.adital.com.br
[ADITAL] Agência de Informação Frei Tito para a América Latina
Finalmente, também as Igrejas estão se mobilizando para enfrentar as mudanças climáticas da Terra. O secretário geral da ONU Ban Ki Moon visitou em março o Conselho Mundial das Igrejas em Genebra e disse: "um problema global exige uma reposta global: nós precisamos da ajuda das Igrejas". E elas responderam prontamente com uma conclamação aos milhões de cristãos dispersos pelo mundo afora com estas palavras: "agir rápido, agir juntos porque não temos tempo a perder". Citaram a Bíblia para enfatizar que Deus nos entregou a Terra como herança para administrar e não para dominar, pois esta palavra bíblica "dominar" significa cuidar e gerenciar. Acolheram os dois imperativos propostos pelo Painel Intergovernamental das Mudanças Climáticas (IPCC): a mitigação e a adaptação. A mitigação quer identificar as causas produtoras do aquecimento global que é o nosso estilo dilapidador de produção e consumo ilimitado e individualista. A adaptação considera os efeitos perversos, especialmente nos países mais vulneráveis do Sul do mundo que demandam solidariedade, pois se não conseguirem se adaptar, assistiremos estarrecidos, a grandes dizimações.
As Igrejas assumem uma função pedagógica: ao evangelizarem, devem propor o ideal de uma sobriedade voluntária e de uma austeridade jovial e ensinar o respeito a todos os seres, pois todos saíram do coração de Deus. Sendo dons do Criador, devem ser condivididos solidariamente entre todos a começar pelos que mais precisam.
A Igreja Católica oficialmente ainda não propôs nada de relevante. Mas a Conferência dos Bispos do Brasil em suas Campanhas da Fraternidade sobre a água e sobre a Amazônia ajudou a despertar uma consciência ecológica. Os bispos canadenses publicarem recentemente uma bela carta pastoral com o título: "a necessidade de uma conversão". Atribuem à conversão um significado que transcende seu sentido estritamente religioso. Ele implica "encontrar o sentido do limite, pois, um planeta limitado não pode responder a demandas ilimitadas". Precisamos, dizem, libertar-nos da obsessão consumista. "O egoísmo não é somente imoral, ele é suicida; desta vez não temos outra escolha senão uma nova solidariedade e novas formas de partilha".
Chegamos a esse ponto, reconhecem, porque há séculos não respeitamos mais as leis da vida, olvidando a sabedoria ancestral que ensinava: "não comandamos a natureza senão obedecendo a ela". É mais fácil enviar pessoas à lua e trazê-las de volta do que fazer com que os humanos respeitem os ritmos da natureza. Agora estamos colhendo os frutos envenenados da dessacralização da vida induzida pelo poder da tecno-ciência a serviço da acumulação de uns poucos.
A fé hebraico-cristã possui suas razões próprias para fundar um comportamento ecologicamente responsável. Parte da crença, semelhante àquela da moderna cosmologia, de que Deus transportou a criação do caos ao cosmos, quer dizer, de um universo marcado pela desordem a um outro no qual vige a ordem e a beleza. E Deus disse: "Isto é bom". Colocou o homem e a mulher no jardim do Éden para que o "cultivassem e o guardassem". "Cultivar" implica cuidar e favorecer o crescimento e "guardar" significa proteger e assegurar a continuidade dos recursos, como diríamos hoje, garantir um desenvolvimento sustentável.
Importa refazer a conexão rompida com a natureza para que possamos de novo gozar de sua beleza e confiar em seu futuro. Esta fé funda a esperança de que a criação possui um fim bom, tão finamente expresso no livro da Sabedoria: "Senhor, tu amas todos os seres e a todos poupas porque a ti pertencem, ó soberano amante da vida" (11, 24 e 26).
* Teólogo e professor emérito de ética da UERJ
http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=33290

