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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Brasil e Argentina/CRISTINA Y LULA: VUELTAS DE ALTO VOLTAJE



27 abril 2016, ТВ-Новости TV-Novosti http://actualidad.rt.com (Россия, Rusia)

Juan Manuel Karg


Son los dos ex presidentes mejor valorados de Argentina y Brasil, algo que quedó demostrado, más allá de las encuestas, en las recientes movilizaciones que convocaron en las últimas semanas. Tienen una base electoral y social nada despreciable tras su salida de la Rosada y Planalto. Y comparten algo más: sufren a esta hora el embate de un sector del poder judicial de ambos países, en momentos de creciente conflictividad social y política en todo el continente. ¿Qué rol cumplen CFK y Lula da Silva en el actual contexto regional? ¿Por qué sus recientes retornos inquietan a algunos sectores?

Bonadío lo hizo: Cristina volvió a la política grande de Argentina el pasado 13 de abril, cuando habló ante una multitud que la esperaba en Comodoro Py. Allí formuló su idea de "frente ciudadano": un paraguas que defienda los derechos sociales y políticos adquiridos en los últimos años, frente al avance del gobierno de Macri en esas áreas. Luego realizó la misma convocatoria frente a representantes sindicales, de organizaciones sociales y políticas, artistas, científicos e intelectuales. La propuesta deviene de una lectura concreta de la realidad. El desgaste repentino del gobierno de Macri a raíz de las medidas ortodoxas en materia económica, desaconsejadas por Jaime Durán Barba, intenta ser recuperado a través de una feroz embestida contra el kirchnerismo, algo que también

quinta-feira, 17 de março de 2016

Brasil/“AS ELITES NÃO EVOLUÍRAM. AINDA É MUITO PARECIDO COM 1964”, afirma historiadora



Fonte: Geledés Instituto da Mulher Negra http://www.geledes.org.br (Brasil)
Publicado há 12 meses -- em 1 de abril de 2015

Maria Aparecida de Aquino é professora titular aposentada da Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, colabora com o Programa de Pós-Graduação em História Social da mesma instituição. Durante a carreira, se dedicou ao estudo da repressão política durante o período da ditadura civil-militar no Brasil, especialmente a censura exercida sobre os veículos de comunicação.

Por Rafael Tatemoto Do Brasil de Fato

Nesta entrevista à Agência Brasil de Fato, ela aborda os motivos que levaram ao golpe de Estado, o papel exercido pela imprensa e faz comparações com o atual cenário da política nacional. Segundo a historiadora, há um elemento em comum entre passado e presente: “Uma das coisas que persistem é o comportamento das elites. Ainda é muito parecido com o que era em 1964.”

Brasil de Fato: Quais foram os motivos que levaram ao golpe de 1964?
A gente precisa levar em consideração que no golpe estão presentes diversas forças dentro do Brasil, bem como existiu apoio internacional – mais especificamente, apoio dos Estados Unidos. Quando a gente pensa quais seriam os motivos que levariam essas forças internas e externas a embarcarem numa aventura, que foi o golpe de 1964 – aventura essa ilegal e ilegítima sobre todos os aspectos – existem razões bastantes diversas. Se tivéssemos que centralizar essas razões eu diria que, basicamente, foi o programa de reformas, as chamadas reformas de base do então presidente João Goulart, o elemento detonador dessa questão. Essas reformas atingiriam todos os setores: penetrariam na educação, no mundo agrícola, na indústria. Era uma proposta para mudar o Brasil.

Mas não se tratavam de reformas feitas em outros países? Por que aqui não foram aceitas pela elite?
Sim, era um projeto reformista, não revolucionário, mas “há elites e há elites”. Ela não aceitou porque