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domingo, 15 de maio de 2016

Brasil/SERENAMENTE DIZEMOS AO LADO DO POVO: 'VAI TER LUTA' -- Fórum21



11 maio 2016,Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

#Fórum21

O #Fórum21 conclama seus integrantes, o mundo acadêmico e todos os intelectuais a cerrarem fileira ao lado da democracia nessa empreitada.

Há anos as elites conservadoras acalentam isso que agora estão  prestes a impor à nação brasileira: um golpe de Estado para  implantar  a plena vigência do projeto conservador excludente que as urnas rejeitam desde 2002 e a Constituinte de 1988 rechaçou, então, a contrapelo da ascensão neoliberal no mundo.

O que se planeja, à revelia do escrutínio popular, encerra danos duradouros e representa o almejado repto dos mercados à Constituição Cidadã, nunca digerida pelas elites econômicas locais e internacionais.

Inclui-se no repertório dos usurpadores do cargo de uma Presidenta mandatada por  54 milhões de votos, a determinação de restringir ou eliminar direitos sociais, previdenciários e trabalhistas assegurados na Carta magna; desvincular despesas obrigatórias com saúde e educação; dissolver pilares da

quinta-feira, 17 de março de 2016

Brasil/NO DIA 18 OS BRASILEIROS VÃO ÀS RUAS, CONTRA O GOLPE DA DIREITA



16 março 2016, Vermelho EDITORIAL http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Os brasileiros vão se manifestar pela democracia e pela legalidade nesta sexta-feira, dia 18. Encherão as ruas com seus sentimentos em defesa do Estado Democrático de Direito. Contra a intolerância, o obscurantismo e o golpe que se trama contra a presidenta Dilma Rousseff. E confirmarão esse mesmo objetivo na manifestação marcada para 31 de março.

18 de março será o dia em que os brasileiros que trabalham e produzem as riquezas do país vão demarcar, nas ruas, com a classe média alta e elitista que as ocupou neste domingo (13). A mídia conservadora alardeia, sem razão, que foram os brasileiros que se manifestaram neste domingo (13), em apoio ao golpe e ao impeachment. Foi a manifestação da intolerância, do ódio e da discriminação. Não foram os brasileiros que saíram de casa para manifestar-se no domingo, mas a camada mais rica da população, eleitora de Aécio Neves em 2014 e que sonha com a permanência de seus privilégios que

Brasil/“AS ELITES NÃO EVOLUÍRAM. AINDA É MUITO PARECIDO COM 1964”, afirma historiadora



Fonte: Geledés Instituto da Mulher Negra http://www.geledes.org.br (Brasil)
Publicado há 12 meses -- em 1 de abril de 2015

Maria Aparecida de Aquino é professora titular aposentada da Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, colabora com o Programa de Pós-Graduação em História Social da mesma instituição. Durante a carreira, se dedicou ao estudo da repressão política durante o período da ditadura civil-militar no Brasil, especialmente a censura exercida sobre os veículos de comunicação.

Por Rafael Tatemoto Do Brasil de Fato

Nesta entrevista à Agência Brasil de Fato, ela aborda os motivos que levaram ao golpe de Estado, o papel exercido pela imprensa e faz comparações com o atual cenário da política nacional. Segundo a historiadora, há um elemento em comum entre passado e presente: “Uma das coisas que persistem é o comportamento das elites. Ainda é muito parecido com o que era em 1964.”

Brasil de Fato: Quais foram os motivos que levaram ao golpe de 1964?
A gente precisa levar em consideração que no golpe estão presentes diversas forças dentro do Brasil, bem como existiu apoio internacional – mais especificamente, apoio dos Estados Unidos. Quando a gente pensa quais seriam os motivos que levariam essas forças internas e externas a embarcarem numa aventura, que foi o golpe de 1964 – aventura essa ilegal e ilegítima sobre todos os aspectos – existem razões bastantes diversas. Se tivéssemos que centralizar essas razões eu diria que, basicamente, foi o programa de reformas, as chamadas reformas de base do então presidente João Goulart, o elemento detonador dessa questão. Essas reformas atingiriam todos os setores: penetrariam na educação, no mundo agrícola, na indústria. Era uma proposta para mudar o Brasil.

Mas não se tratavam de reformas feitas em outros países? Por que aqui não foram aceitas pela elite?
Sim, era um projeto reformista, não revolucionário, mas “há elites e há elites”. Ela não aceitou porque