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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Brasil/Dilma aos golpistas: Respeitem o resultado e honrem seu adversário

13 agosto 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Em uma demonstração de unidade em defesa da democracia e das conquistas garantidas pelo governo progressista dos últimos anos, centenas de lideranças sindicais e dos movimentos sociais se reuniram com a presidenta Dilma Rousseff nesta quinta-feira (13), no Palácio do Planalto, para reafirmar o apoio ao mandato legítimo e repelir os intentos golpistas da oposição.

Agência Brasil 

Após ouvir as intervenções das lideranças, que manifestaram apoio ao seu governo, mas também apontaram as reivindicações, Dilma reafirmou seu compromisso com as bandeiras que a reelegeu. “Eu sei de que lado estou. Eu costumo dizer que na minha vida eu mudei muito. A gente erra, aprende e vai mudando. Melhorei, mudei e alguns podem falar: ela piorou. Mas uma coisa eu afirmo: eu nunca mudei de lado”, disse. 

E acrescentou: “Nós vamos tomar todas as medidas para que este país volte a crescer o mais rápido possível. Vamos fazer todo o possível e investir, não só para não haver retrocesso, mas para avançar”.

Sob o coro de “não vai ter golpe!” e em um claro recado aos inconformados com os resultados das urnas, Dilma afirmou: "Respeite o resultado. E respeite o adversário. Respeite e honre seu adversário. Se você não respeitar o resultado do jogo, você não pode entrar no jogo”.

Dilma disse que o melhor jeito de honrar a democracia é entender essa conquista imensa que tivemos na nossa sociedade. “É entender que a democracia é algo que

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Brasil/Lula diz a trabalhadoras rurais que direitos previdenciários da categoria serão mantidos

Carolina Pimentel / Repórter da Agência Brasil / 22 de Agosto de 2007

Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu hoje (22) a cerca de 30 mil trabalhadoras rurais que participaram da 3ª Marcha das Margaridas que não irá alterar os direitos previdenciários da categoria.


Uma das reivindicações das trabalhadoras é o direito de aposentaria aos 55 anos, cinco anos a menos que a idade necessária para a aposentadoria das trabalhadoras urbanas. Elas pedem também a manutenção da diferença de idade entre homens e mulheres para aposentadoria, continuidade da vinculação da aposentadoria com o salário mínimo, aprovação de projeto de lei que reafirma direitos das trabalhadoras e reconhecimento do tempo de trabalho doméstico para fins de aposentadoria.


“Se alguém disser para vocês, em qualquer lugar do mundo, que nós vamos mexer no direito dos aposentados brasileiros ou da mulher trabalhadora rural, vocês podem saber, sem olhar na cara, que quem está falando é mentiroso”, disse Lula, no encerramento da marcha, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade.


Durante a manifestação, as trabalhadoras apresentaram documento com 107 pedidos ao governo. Em tom de brincadeira, o presidente disse que a pauta era “quase um programa de governo”.


Na cerimônia de encerramento, coube à ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas das Mulheres, anunciar as respostas do governo às reivindicações, como investimento de R$ 11,5 milhões para 24 unidades móveis do Programa Nacional de Documentação da Mulher Trabalhadora Rural, recursos de quase R$ 1 bilhão para combater a violência contra as mulheres do campo, aplicação de R$ 14 milhões para a criação de estruturas produtivas e inserção de representantes da categoria em comissão do Ministério do Trabalho que discute políticas para o setor.


Ainda de acordo com a ministra Nilcéa Freire, o governo gastará R$ 100 mil para publicação dos resultados da marcha.


http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/08/22/materia.2007-08-22.6184917387/view

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terça-feira, 21 de agosto de 2007

Brasil/Trabalhadoras rurais marcham pela reforma agrária e contra a violência

Clara Mousinho / Agência Brasil

Brasília, 21 Agosto 2007 - Quase 50 mil trabalhadoras rurais de todo país estão em Brasília para a 3ª Marcha das Margaridas*, que este ano traz como lema “Duas mil e sete razões para marchar”. Elas querem chamar a atenção do Congresso e do governo federal para as necessidades das mulheres que vivem no campo.

Segundo a coordenadora de mulheres da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Carmen Foro, o principal objetivo da Marcha das Margaridas, desde o ano 2000, é discutir o tema da fome, da pobreza e da violência contra a as mulheres.

"Para resolver esses problemas, é preciso desenvolver políticas públicas e reforma agrária. Por isso, a gente marcha”, diz Carmem Foro. “Hoje é um momento de grande reflexão e debate. Vamos discutir o tema da Previdência, da terra, do desenvolvimento, da violência contra a mulher."

A integrante do Sindicato de Trabalhadores Rurais de Pernambuco Maria das Dores da Silva disse que as mulheres do campo sofrem muito preconceito, especialmente no acesso à terra. “A mulher hoje é discriminada na terra porque acham que só homem que podem conseguir a terra, mas que para a mulher hoje é um desafio”, destaca a pernambucana.

“A mulher sofre muita violência porque só por ela ser discriminada no campo é um violência. Então na Marcha das Margaridas a gente tirou por meta discutir a violência no campo, a violência sexista e também a igualdade.”

Durante a abertura da marcha, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, classificou a manifestação como um exemplo de unidade para o movimento social brasileiro. "As mulheres brasileiras estão mostrando aqui o que muitos movimentos sindicais não têm conseguido fazer. Aqui está o conjunto de movimentos de mulheres de norte a sul do país.”

Amanhã (22), os trabalhadores farão a Marcha da Margaridas na Esplanada e entregarão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva um documento com as principais reivindicações das mulheres do campo.

* O nome “Marcha das Margaridas” é uma homenagem à ex-líder sindical paraibana Margarida Maria Alves, assassinada por latifundiários em 1983, na porta de sua casa, em Alagoa Grande, Paraíba. (Mercosul & CPLP)


http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/08/21/materia.2007-08-21.0947283670/view

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