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sábado, 29 de junho de 2019
Abya Yala, Patria Grande/Dignidad: Uruguay abandona la Asamblea General de la OEA
sábado, 18 de abril de 2009
Alba acusa capitalismo e rejeita declaração da Cúpula das Américas
A reunião da Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba) terminou nesta sexta-feira (17) não só rejeitando o documento final da 5ª Cúpula das Américas, a ser realizada em Trinidad e Tobago, mas pedindo uma transformação radical do modelo capitalista para salvar a Terra. Assinam o documento os chefes de estado e de governo da Bolívia, Cuba,Dominica, Honduras, Nicarágua e Venezuela, países membros da Alba.
A posição da Alba foi expressada em um documento divulgado ao término da reunião intitulado ''Documento dos países da Alba em relação com a 5ª Cúpula das Américas'', lido pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez.
A rejeição ao projeto do documento final da Cúpula das Américas se baseou em duas premissas.
A primeira, que o documento ''não dá resposta à crise econômica global'' que, na opinião da Alba, ''constitui o maior desafio ao qual a humanidade enfrenta em décadas''.
E a segunda, que ''exclui injustificadamente Cuba'' sem levar em conta o consenso geral de todos os países latino-americanos e do Caribe contra o bloqueio e a discriminação que os Estados Unidos mantêm contra esse país caribenho.
''São as duas grandes objeções que fazemos ao documento'' disse Chávez antes de tornar públicas as ''proposições'' que, segundo a Alba, devem ser ''debatidas a fundo''.
A posição da Alba começa afirmando que na raiz dos atuais problemas do mundo, tanto os econômicos, como os alimentícios e os ambientais, está o sistema capitalista.
Explica que isso se deve a que o capitalismo subordina tudo à obtenção de lucro, sem importar o custo que em nível humano e ecológico a Terra e seus habitantes sofram.
Respalda esta colocação com a afirmação que atualmente estão sendo destruídos um terço mais dos recursos que o planeta pode regenerar, o que leva a projetar que em 2030 fariam falta dois planetas para manter este ritmo de depredação.
Também destaca que a crise já aumentou em 100 milhões o número de famintos no mundo e em cerca de 50 milhões o de desempregados.
Coloca, por isso, a necessidade de ativar um modelo alternativo ao capitalismo, que se baseie na solidariedade, na complementaridade e na harmonia com a Terra, e não no saque de seus recursos.
Após esta exposição de princípios, o documento se fixa em aspectos concretos e diz que os resultados da última reunião do Grupo dos Vinte (G20, que reúne países mais desenvolvidos e principais emergentes) em Londres não levam a uma solução dos problemas do mundo.
Assinala que instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI), que foram potencializados nessa reunião, deveriam desaparecer porque foram fatores importantes na gestação e desenvolvimento da crise econômica mundial.
O documento insiste em que reforçar instituições que estão na gênese do problema agravará uma crise cuja solução só é viável dentro de uma ''nova ordem econômica mundial''.
Adverte, além disso, que essa nova ordem não deve ser resultado das decisões tomadas por um grupo de países privilegiados, como os do G20, mas resultado de um debate no qual participem todos os membros da Organização das Nações Unidas (ONU).
Lembra, também que esses países privilegiados têm uma dívida ecológica com o mundo, já que são responsáveis por 70% da poluição atmosférica que sofre o planeta.
Por outro lado, considera que iniciativas para substituir os combustíveis fósseis por ''agrocombustíveis'' requerem uma análise profunda, porque poderiam provocar escassez de alimentos que são básicos para grandes setores da humanidade.
Nessa linha, defende que a saúde, a educação, a água e as telecomunicações sejam declarados Direitos Humanos, disponham de acesso universal e não sejam ''mercantilizados''.
A declaração dedica seus últimos pontos a aspectos relacionados diretamente com os Estados Unidos.
Assim, reivindica a mudança da política migratória de Washington e exige a demolição do muro levantado em parte de sua fronteira com o México, porque ser emigrante ''é um direito humano, não um delito''.
Reivindica também do novo Governo americano, que responda às expectativas de mudança que despertou no mundo e abandone a ''longa e nefasta tradição'' de intervencionismo em outros países.
O pedido se estende a outras práticas como as ''operações encobertas, a guerra midiática e o financiamento de grupos desestabilizadores''.
Essa colocação se junta à exigência de que a ''legítima luta contra o narcotráfico'' não seja utilizada por Washington como uma nova ''desculpa'' para intervir em outros países.
No caso de Cuba, lembra que no dia 16 de dezembro, todos os países latino-americanos e do Caribe pediram o fim do bloqueio a essa ilha.
Finalmente, o documento expressa que as mudanças propostas na declaração final da 5ª Cúpula das Américas não vão ser aceitas e convoca os povos da região e do mundo para se organizar e mobilizar para consegui-los.
Leia abaixo (em espanhol) a íntegra do documento:
DOCUMENTO DE LOS PAÍSES DE LA ALTERNATIVA BOLIVARIANA PARA LOS PUEBLOS DE NUESTRA AMÉRICA (ALBA) PARA LA V CUMBRE DE LAS AMÉRICAS
Cumaná, 17 de abril de 2009
Los Jefes de Estado y de Gobierno de Bolivia, Cuba, Dominica, Honduras, Nicaragua y Venezuela, países miembros del ALBA, consideramos que el proyecto de Declaración de la V Cumbre de las Américas es insuficiente e inaceptable por las siguientes razones:
- No da respuestas al tema de la Crisis Económica Global, a pesar de que ésta constituye el más grande desafío al cual la humanidad haya hecho frente en décadas y la más seria amenaza de la época actual para el bienestar de nuestros pueblos.
- Excluye injustificadamente a Cuba, sin hacer mención al consenso general que existe en la región para condenar el bloqueo y los intentos de aislamiento de los cuales su pueblo y su gobierno han sido incesantemente objeto, de manera criminal.
Por tal motivo, los países miembros del Alba consideramos que no hay consenso para adoptar este proyecto de declaración y en función de lo planteado, proponemos sostener un debate a fondo sobre los siguientes temas:
1) El capitalismo está acabando con la humanidad y el planeta. Lo que estamos viviendo es una crisis económica global de carácter sistémico y estructural y no una crisis cíclica más. Están muy equivocados quienes piensan que con una inyección de dinero fiscal y con algunas medidas regulatorias se resolverá esta crisis.
El sistema financiero está en crisis porque cotiza valores en papeles por seis veces el valor real de los bienes y servicios que se producen en el mundo. Esta no es una ?falla de la regulación del sistema? sino que es parte constitutiva del sistema capitalista que especula con todos los bienes y valores en pos de obtener la máxima ganancia posible. Hasta ahora, la crisis económica provoca 100 millones más de hambrientos y más de 50 millones de nuevos desempleados y estas cifras tienden a aumentar.
2) El capitalismo ha provocado la crisis ecológica por someter las condiciones necesarias para la vida en el planeta, al predominio del mercado y la ganancia. Cada año se consume un tercio más de lo que el planeta es capaz de regenerar. A este ritmo de derroche del sistema capitalista, vamos a necesitar dos planetas Tierra para el año 2030.
3) La crisis económica global, la del cambio climático, la alimentaria, y la energética son producto de la decadencia del capitalismo que amenaza con acabar con la propia existencia de la vida y el planeta. Para evitar este desenlace es necesario desarrollar un modelo alternativo al sistema capitalista. Un sistema de:
- Solidaridad y complementariedad y no de competencia;
- Un sistema de armonía con nuestra madre tierra y no de saqueo de los recursos naturales;
- Un sistema de diversidad cultural y no de aplastamiento de culturas e imposición de valores culturales y estilos de vida ajenos a las realidades de nuestros países;
- Un sistema de paz basado en la justicia social y no en políticas y guerras imperialistas;
- En síntesis, un sistema que recupere la condición humana de nuestras sociedades y pueblos y no los reduzca a ser simples consumidores o mercancías.
4) Como expresión concreta de la nueva realidad del continente, los países latinoamericanos y caribeños hemos comenzado a construir una institucionalidad propia, que hunde sus raíces en la historia común que se remonta a nuestra Revolución independentista, y constituye una herramienta concreta de profundización de los procesos de transformación social, económica y cultural que habrán de consolidar nuestra plena soberanía. El ALBA-TCP, Petrocaribe o la UNASUR, por solo citar los de más reciente creación, son mecanismos de unión solidaria creados al calor de estas transformaciones, con la intención manifiesta de potenciar el esfuerzo de nuestros Pueblos por alcanzar su propia liberación.
Para enfrentar los graves efectos de la crisis económica global, los países del ALBA-TCP hemos tomado medidas innovadoras y transformadoras, que buscan alternativas reales al deficiente orden económico internacional y no potenciar sus fracasadas instituciones. Así, hemos puesto en marcha un Sistema Único de Compensación Regional, el SUCRE, que incluye una Unidad de Cuenta Común, una Cámara de Compensación de Pagos y un Sistema Único de Reservas.
Igualmente, hemos impulsado la constitución de empresas grannacionales para satisfacer las necesidades fundamentales de nuestros pueblos, estableciendo mecanismos de comercio justo y complementario, que dejen a un lado la absurda lógica de la competencia desenfrenada.
5) Cuestionamos al G20 por triplicar los recursos del Fondo Monetario Internacional, cuando lo realmente necesario es establecer un nuevo orden económico mundial que incluya la transformación total del FMI, del Banco Mundial y de la OMC, que con sus condicionamientos neoliberales han contribuido a esta crisis económica global.
6) Las soluciones a la crisis económica global y la definición de una nueva arquitectura financiera internacional deben ser adoptadas con la participación de los 192 países que entre el 1 y el 3 de Junio nos reuniremos en la Conferencia sobre la crisis financiera internacional de las Naciones Unidas, para proponer la creación de un nuevo orden económico internacional.
7) En cuanto a la crisis del cambio climático, los países desarrollados tienen una deuda ecológica con el mundo ya que son responsables por el 70 % de las emisiones históricas de carbono acumuladas en la atmósfera desde 1750.
Los países desarrollados, deudores con la humanidad y el planeta, deben aportar recursos significativos a un fondo para que los países en vías de desarrollo puedan emprender un modelo de crecimiento que no repita los graves impactos de la industrialización capitalista.
8) Las soluciones a las crisis energética, alimentaria y del cambio climático tienen que ser integrales e interdependientes. No podemos resolver un problema creando otros en áreas fundamentales para la vida. Por ejemplo, generalizar el uso de agrocombustibles solo puede incidir negativamente en los precios de los alimentos y en la utilización de recursos esenciales como el agua, la tierra y los bosques.
9) Condenamos la discriminación de los migrantes en cualquiera de sus formas. La migración es un Derecho Humano, no un delito. Por tanto, demandamos una reforma urgente de las políticas migratorias del gobierno de los Estados Unidos, con el objetivo de detener las deportaciones y redadas masivas, permitir la reunificación de las familias, y reclamamos la eliminación del muro que nos separa y nos divide, en vez de unirnos.
En ese sentido, demandamos la abrogación de la Ley de Ajuste Cubano y la eliminación de la política de Pies Secos ? Pies Mojados, de carácter discriminatorio y selectivo, y causantes de pérdidas de vidas humanas.
Los verdaderos culpables de la crisis financiera son los banqueros que se robaron el dinero y los recursos de nuestros países y no los trabajadores migrantes. Primero están los derechos humanos, y en particular los derechos humanos del sector más desprotegido y marginado de nuestra sociedad que son los migrantes sin papeles.
Para que haya integración tiene que haber libre circulación de las personas, y derechos humanos por igual para todos sin importar su estatus migratorio. El robo de cerebros constituye una forma de saqueo de recursos humanos calificados ejercido por los países ricos.
10) Los servicios básicos de educación, salud, agua, energía y telecomunicaciones tienen que ser declarados derechos humanos y no pueden ser objeto de negocio privado ni ser mercantilizados por la Organización Mundial del Comercio. Estos servicios son y deben ser esencialmente servicios públicos de acceso universal.
11) Queremos un mundo donde todos los países, grandes y pequeños, tengamos los mismos derechos y donde no existan imperios. Abogamos por la no intervención. Fortalecer, como único canal legítimo para la discusión y análisis de las agendas bilaterales y multilaterales del Continente, la base del respeto mutuo entre los Estados y los gobiernos, bajo el principio de la no injerencia de un Estado sobre otro y la inviolabilidad de la soberanía y la autodeterminación de los pueblos.
Demandamos al nuevo gobierno de los Estados Unidos, cuya llegada ha generado algunas expectativas en la región y en el mundo, que ponga fin a la larga y nefasta tradición de intervencionismo y agresión que ha caracterizado el accionar de los gobiernos de ese país a lo largo de la historia, especialmente recrudecido durante el gobierno de George W. Bush.
De la misma manera, que elimine prácticas intervencionistas como las operaciones encubiertas, diplomacias paralelas, guerras mediáticas para desestabilizar Estados y gobiernos, y el financiamiento a grupos desestabilizadores. Es fundamental construir un mundo donde se reconozca y respete la diversidad de enfoques económicos, políticos, sociales y culturales.
12) Respecto al bloqueo de Estados Unidos contra Cuba y la exclusión de este país de la Cumbre de las Américas, los países de la Alternativa Boliviariana para los Pueblos de Nuestra América reiteramos la Declaración que todos los países de América Latina y el Caribe adoptaron el pasado 16 de diciembre del 2008 sobre la necesidad de poner fin al bloqueo económico, comercial y financiero impuesto por el gobierno de los Estados Unidos de América a Cuba, incluida la aplicación de la llamada ley Helms-Burton y que entre sus párrafos fundamentales señala:
-CONSIDERANDO las resoluciones aprobadas por la Asamblea General de las Naciones Unidas sobre la Necesidad de poner fin al Bloqueo económico, comercial y financiero impuesto por los Estados Unidos contra Cuba, y las expresiones que sobre el mismo se han aprobado en numerosas reuniones internacionales,
-AFIRMAMOS que en la defensa del libre intercambio y de la práctica transparente del comercio internacional, resulta inaceptable la aplicación de medidas coercitivas unilaterales que afectan el bienestar de los pueblos y obstruyen los procesos de integración.
-RECHAZAMOS de la forma más enérgica la aplicación de leyes y medidas contrarias al Derecho Internacional como la Ley Helms-Burton y exhortamos al Gobierno de los Estados Unidos de América a que ponga fin a su aplicación.
-PEDIMOS al gobierno de Estados Unidos de América que cumpla con lo dispuesto en 17 resoluciones sucesivas aprobadas en la Asamblea General de las Naciones Unidas y ponga fin al bloqueo económico comercial y financiero que mantiene contra Cuba.
Adicionalmente consideramos que han fracasado los intentos de imponer el aislamiento de Cuba, que hoy es parte integrante de la región de América Latina y el Caribe, miembro del Grupo de Río y de otras organizaciones y mecanismos regionales, que desarrolla una política de cooperación y solidaridad con los países de la región, que promueve la plena integración de los pueblos latinoamericanos y caribeños y, por tanto, que no existe razón alguna que justifique su exclusión del mecanismo de las Cumbres de las Américas.
13) Los países desarrollados han destinado no menos de 8 milllones de millones de dólares para rescatar la estructura financiera que se ha desplomado. Son los mismos que no cumplen con destinar pequeñas cifras para alcanzar las Metas del Milenio o el 0,7% del PIB para la Ayuda Oficial al Desarrollo. Nunca antes se había visto tan al desnudo la hipocresía del discurso de los países ricos. La cooperación debe establecerse sin condiciones y ajustarse a las agendas de los países receptores simplificando los trámites, haciendo accesibles los recursos y privilegiando los temas de inclusión social.
14) La legítima lucha contra el narcotráfico y el crimen organizado, y cualquier otra manifestación de las llamadas ''nuevas amenazas'' no deben ser utilizadas como excusa para llevar a cabo actividades de injerencia e intervención en contra de nuestros países.
15) Estamos firmemente convencidos de que el cambio, en el que todo el mundo tiene esperanza, solo puede venir de la organización, movilización y unidad de nuestros pueblos.
Como bien afirmara El Libertador: ''La unidad de nuestros pueblos no es simple quimera de los hombres, sino inexorable decreto del destino'' Simón Bolívar.
http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=54533
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Venezuela/ALBA aboga por el modelo integrador en la región
16 abril 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net
Los presidentes de los países de la Alternativa Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América (ALBA) se reúnen este jueves en Venezuela para tratar proyectos de desarrollo conjuntos como la creación de una moneda común, expresión de un modelo integracionista.
El presidente de Venezuela, Hugo Chávez, y anfitrión de la cita, llegó al aeropuerto de Cumaná, Antonio José de Sucre, en compañía de la comitiva designada a participar en el encuentro.
A sólo minutos de su descenso del avión, el mandatario venezolano hizo mención a la noticia publicada este jueves del anuncio de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) de la liberación de Pablo Emilio Moncayo hijo del "caminante" Gustavo Moncayo; que lleva 10 años retenido en las selvas colombianas.
"¡Qué buena noticia!", enfatizó el mandatario venezolano desde Cumaná.
Igualmente, precisó que este encuentro extraordinario permitirá "afinar la artillería del ALBA para trasladarla a la venidera Cumbre de las Américas en Trinidad y Tobago este fin de semana.
"Trataremos primero los temas del ALBA, porque en la Cumbre de las Américas no tenemos grandes expectativas", enfatizó el líder de la Revolución Bolivariana.
La séptima Cumbre Extraordinaria se llevará a cabo en es estado venezolano Sucre (noreste), en la sala de usos múltiples del Museo de Arte Contemporáneo de Cumaná (capital) que está alistada para albergar la reunión que precede a la Cumbre de las Américas en Trinidad y Tobago.
La ciudad del caribe venezolano está preparada para dar la bienvenida a los jefes de Estado o Gobierno del ALBA, integrada por Bolivia, Cuba, Dominica, Honduras, Nicaragua y Venezuela. Además, participarán como invitados especiales los mandatarios de Ecuador, Rafael Correa y de Paraguay, Fernando Lugo, quienes a pesar de no ser miembros, comparten muchas proyecciones de la agrupación.
El presidente cubano, Raúl Castro, llegó este jueves a Venezuela al frente de la delegación que participará en la Cumbre Extraordinaria de la Alternativa Bolivariana para las Américas (ALBA).
La delegación cubana la integran, además, el vicepresidente Ricardo Cabrisas, el ministro de Cultura Abel Prieto, el canciller Bruno Rodríguez y el ministro de Comercio Exterior e Inversión Extranjera Rodrigo Malmierca.
Asimismo, integran la comitiva el presidente del Banco Central Francisco Soberón y el titular de la Comisión de Asuntos Económicos de la Asamblea Nacional del Poder Popular Osvaldo Martínez.
Tal como ha manifestado el presidente anfitrión, Hugo Chávez, uno de los objetivos de este encuentro trata de afinar "la puntería" de cara a la cita del 17 al 19 de abril en Trinidad y Tobago, que también contará con la asistencia del nuevo presidente de Estados Unidos (EE.UU.), Barack Obama.
"La artillería nuestra se está preparando", dijo Chávez en los últimos días, al adelantar que estos países y quizá otros aprovechen la presencia de Obama para protestar por la exclusión de Cuba de ese tipo de reuniones y por el bloqueo comercial que padece la isla.
Chávez también enfatizó que otro punto a tratar será el proyecto de crear una moneda común regional, llamada Sucre, que podría convertirse en una moneda de los miembros del ALBA, como expresión de su proyección integracionista y de cooperación. Además, sobre estrategias para enfrentar la crisis económica, anticipó.
Ya en el ámbito político, Chávez expresó que se busca afinar posiciones ante la Cumbre de las Américas que comenzará este viernes en Trinidad y Tobago, y constituirá la primera reunión de países latinoamericanos con el presidente estadounidense.
Tanto el mandatario venezolano como otros presidentes del ALBA se oponen a la ausencia de Cuba en la Cumbre de las Américas, una expresión de los intentos de los gobiernos estadounidenses de aislar a la isla, mantenida pese al fracaso de esa posición.
En esta oportunidad, Cumaná será escenario de una reunión radicalmente distinta, ya que sobrepasa el ámbito comercial para integrar una manifestación de la iniciativa novedosa de cooperación.
Con empresas conjuntas, llamadas gran-nacionales, el ALBA promueve la complementariedad entre sus miembros y puso en marcha programas sociales en campos de la salud y la educación, un aspecto que caracteriza esta iniciativa.
http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/47541-NN/alba-aboga-por-el--modelo-integrador-en-la-region/
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sábado, 14 de março de 2009
Venezuela/Países del ALBA impulsan mejoras educativas
14 marzo 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net
La primera reunión de ministros de Educación de la Alternativa Bolivariana para las Américas (ALBA), que finalizó este viernes en Caracas, logró diferentes consensos en materia educativa, entre los que destacan "la transformación integral de la educación inicial, básica, media y superior de los países miembros" y "un programa común de educación sexual", según lo dio a conocer Héctor Navarro, el Ministro de Educación venezolano.
Durante la cita, se acordó también construir un conjunto de indicadores propios de calidad educativa que permitan el seguimiento y evaluación de la educación en los países pertenecientes al ALBA.
El encuentro de los ministros de educación se realizó en el oriental Estado insular venezolano Nueva Esparta.
Por su parte, el ministro venezolano para la Educación, Héctor Navarro, detalló que en las mesas de trabajo en las que participaron los ministros, "se plantearon los problemas de cada uno de los países", lo que les permitió intercambiar ideas en función del mejoramiento del área en cada nación.
Los representantes además acordaron elaborar "un programa común de investigación e intercambio de experiencias en materia de educación sexual y salud sexual reproductiva", según lo indicó una nota del ministerio venezolano de Comunicación.
Además, en la reunión, según el titular de Educación venezolano se ratificó "la necesidad de ampliar y priorizar el proyecto grannacional ALBA / Educación, para la transformación integral de la educación inicial, básica, media y superior de los países miembros con el propósito de alcanzar sistemas equitativos y de calidad en función de sus necesidades pedagógicas".
Otros aspectos citados por el ministro fueron la importancia de "incorporar las tecnologías de la información y la comunicación al proceso educativo y de aprendizaje a través del desarrollo de la tele-educación".
El titular de educación, Hector Navarro, destacó que una de las metas de estos planes es lograr que la escuela sea "centro del quehacer comunitario y un elemento fundamental de la educación en democracia, no sólo de los individuos sino de los colectivos, donde el docente deberá asumir el papel de líder social".
Los delegados coincidieron en señalar que esperan que en 2010 todos los integrantes de ALBA sean declarados territorios libres de analfabetismo.
Insistieron en la necesidad de desarrollar los programas de "post-alfabetización", que es la educación durante toda la vida.
En la reunión participaron representantes de Bolivia, Cuba, Dominica, Honduras, Nicaragua y Venezuela.
http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/44941-NN/paises-del-alba-impulsan-mejoras-educativas/
quarta-feira, 4 de março de 2009
Comisión permanente del ALBA tratará iniciativas conjuntas entre integrantes
2 março 2009/Adital http://www.adital.com.br
Traducción: Daniel Barrantes - barrantes.daniel@gmail.com
Los países integrantes de la Alternativa Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América - Tratado de Comercio de los Pueblos (ALBA-TCP) decidieron, en esto último fin de semana, durante la VIII Reunión de la Comisión Política, en Caracas, crear una comisión permanente del órgano que tiene como objetivo evaluar y dar seguimiento a los proyectos conjuntos que se desarrollarán entre ellos. Integran la iniciativa Cuba, Bolivia, Dominica, Honduras, Nicaragua y Venezuela.
La creación de esta comisión permanente es considerada como un paso importante para la concreción, de una manera más rápida y efectiva, de proyectos e iniciativas que permitan a los países miembros del ALBA desarrollarse y crecer sustentablemente, teniendo en consideración conceptos como solidaridad y complementariedad, defendidos por el mecanismo de integración regional.
Durante los dos primeros años, la Comisión estará presidida por Venezuela y tendrá la responsabilidad de dar continuidad a las decisiones tomadas en las cumbres de presidentes y en las reuniones de ministros, que han sido evaluadas por la Comisión Política. Entre sus primeras tareas, la Comisión debe evaluar la viabilidad técnica del proyecto de creación de una empresa "grannacional" de soja -entre Bolivia, Nicaragua y Venezuela. La empresa es uno de los siete proyectos prioritarios, dentro de la idea de la empresa "grannacional" de producción agroalimenticia.
Para el viceministro venezolano de Relaciones Exteriores para América Latina, Francisco Arias Cárdenas, la comisión ofrece al ALBA personalidad y estructura física que permite a cualquier Estado parte crear un espacio de discusión de propuestas y proyectos y un banco común para potencializar proyectos de crecimiento para el desarrollo de los países integrantes de la iniciativa.
En la reunión de Caracas, el Banco del ALBA propuso ampliar la actividad de crédito a los países miembros de la PetroCaribe y a otras naciones latinoamericanas, con el objetivo de poder ejecutar el mandato de los Jefes de Estado y de Gobierno del ALBA sobre la constitución del Fondo ALBA Alimentos.
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Cardenal de Nicaragua destaca cooperación de Venezuela en materia energética
Managua, 8 julio 2008 (EFE) - El cardenal nicaragüense, Miguel Obando y Bravo, destacó hoy la cooperación que Venezuela ha hecho a Nicaragua, principalmente en el campo energético.
"Si no hubiéramos recibido la ayuda del presidente de Venezuela (Hugo Chávez), quién sabe cómo estaría Nicaragua", señaló el ex arzobispo de Managua, en declaraciones al canal 12 de la televisión local.
Según el prelado, quien preside la Comisión de Verificación, Reconciliación, Paz y Justicia del Gobierno sandinista, Nicaragua sufriría de hasta siete horas diarias de apagones sin la cooperación venezolana.
La cooperación de Venezuela hacia Nicaragua, desde enero de 2007, cuando asumió el poder Daniel Ortega, suman 520 millones de dólares, según el Gobierno de Managua.
Managua firmó el año pasado un acuerdo con Caracas para la importación de diez millones de barriles de crudo anuales en el marco de la Alternativa Bolivariana para las Américas (ALBA).
Nicaragua paga el 50 por ciento de su factura petrolera con Venezuela a un plazo de 90 días y el resto a 25 años, con dos de gracia y a un interés del uno por ciento.
Nicaragua se adhirió, en enero de 2007, al ALBA, un proyecto de integración que en América Latina impulsa el presidente Chávez y que integran Bolivia, Cuba, Dominica y Venezuela.
Según el jerarca, la situación de Nicaragua "es bastante difícil" y se ha complicado más, principalmente por el alza en los precios del petróleo en el mercado internacional.
Añadió que el alza en los precios del petróleo influye en la carestía de alimentos, transporte, comercio y otros.
Consultado sobre la acusación de la Fiscalía contra 39 personas -incluido tres ex ministros- por la emisión de bonos conocidos como Certificados Negociables de Inversión (Cenis), Obando y Bravo pidió que "se haga justicia, apegada a la ley".
"Tienen que probar los jueces si hay responsabilidades (penales), tienen que estudiarlo a fondo y con mucha madurez emitir un fallo", agregó.
Sobre los ataques verbales entre el Ejecutivo y la oposición, el cardenal nicaragüense consideró: "Es necesario, en este momento, que todos los nicaragüenses tratemos de unirnos para ver cómo sacamos adelante este país".
Sugirió que esa unidad sea "pensando no en colores políticos, sino pensando en el bien de la colectividad". EFE
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Venezuela propone crear reserva regional de alimentos para enfrentar crisis
El próximo 26 de abril, los Ministros de Agricultura de los países miembros del ALBA (Alternativa Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América), y Centroamérica, sostendrán una reunión en Nicaragua para analizar la emergencia alimentaria por la que atraviesan las naciones.
Ante la crisis alimentaria que afecta a naciones como Haití y Guatemala, Venezuela propondrá a los países de América Latina y el Caribe la creación de reservas de alimentos donde exista potencial productivo, para evitar el impacto negativo de los altos precios de los rubros básicos.
Así lo indicó el ministro venezolano de Alimentación, Felix Osorio, quien detalló que la idea es que la propuesta se haga en consenso y con el apoyo político de todos los países de Suramérica y el Caribe.
Osorio explicó que el objetivo principal es que los países tengan no sólo seguridad alimentaria, sino soberanía en este sector.
"Ahí se habla de seguridad, que es permitir que el pueblo tenga acceso a los alimentos y soberanía, que cada país tenga y pueda producir lo que nos permitan nuestras condiciones climáticas", indicó.
Este sábado, el presidente de Venezuela, Hugo Chávez, afirmó que diversas organizaciones mundiales comenzaron a reconocer la grave crisis alimentaria que afecta a millares en el planeta.
"Todo el mundo se da cuenta ahora que hemos entrado en una severa crisis alimentaria. La FAO (Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación) pide desesperadamente que sean destinados mil o dos mil millones de dólares para atender a los hambrientos que cada día aparecen en mayor magnitud", dijo.
Chávez indicó que la crisis alimentaria está afectando no sólo a países de África, Asia o América Latina, sino también a Europa y Norteamérica.
Por esta razón, según Chávez diversas instituciones "se están dando cuenta de que no es el mercado el que va a solucionar el drama humano. Ahora están llamando a los gobiernos a que tomen medidas para regular el mercado. Hasta el mismísimo Banco Mundial".
Ministros analizarán crisis
El próximo 26 de abril, los ministros de Agricultura de los países miembros del ALBA (Alternativa Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América), y Centroamérica, sostendrán una reunión en Managua, Nicaragua, para analizar la emergencia alimentaria por la que atraviesan las naciones.
El anuncio fue hecho este viernes por el presidente Daniel Ortega, durante un acto público en la ciudad de Sébaco, 103 kilómetros al norte de la capital, una de las mayores zonas productivas del país.
"Estamos convocando a una reunión de emergencia de ministros de agricultura para preparar una estrategia agroalimentaria integral y de largo plazo, con acciones de corto plazo, bajo el concepto de mercado justo entre quienes participemos en la iniciativa para enfrentar esta crisis que es mundial", subrayó Ortega.
Al encuentro están convocados los ministros de Venezuela, Bolivia, Cuba, Dominica, Nicaragua -miembros del ALBA- y sus homólogos centroamericanos de Dominicana y Haití. (TeleSUR - Abn - Radio Habana Cuba / ms – AV)
http://www.telesurtv.net/secciones/noticias/nota/26945/venezuela-propone-crear-reserva-regional-de-alimentos-para-enfrentar-crisis/
domingo, 2 de março de 2008
Califican al Alba como nuevo tipo de integración latinoamericana y caribeña
El Alba ha demostrado con resultados concretos que existen alternativas al Alca, dijo el embajador cubano en esta capital China, Carlos Miguel Pereira, al hablar en un foro organizado por el Instituto de América Latina de la Academia de Ciencias Sociales de China (ACSC).
Al evento, titulado América Latina y el Caribe: Diversidad y desafíos, asistieron altos funcionarios chinos, embajadores latinoamericanos y caribeños, académicos, expertos y estudiosos de la situación en ese continente.
El Alba, a la que ya pertenecen Venezuela, Cuba, Bolivia, Nicaragua y Dominica, no se encamina a integrar mercados, sino a fortalecer la cooperación, no tiene una razón mercantil sino una motivación social, subrayó el diplomático.
El funcionario cubano fustigó el modelo neoliberal en boga en algunos países, pues profundizó la inequidad, con una diferencia entre el 20 % más rico y el 20 % más pobre de casi 20 veces, por lo que América Latina es la región más desigual del mundo.
La pobreza y la indigencia crecieron hasta 205 y la deuda externa de los países de la región casi se ha duplicado hasta 744 mil millones de dólares, explicó el embajador cubano.
Recalcó que gracias al Alba, hay 30 mil médicos cooperando en los servicios de salud y otros 70 mil formándose, 600 mil personas fueron operadas de la vista en tres años, y el intercambio comercial crece sin aranceles ni barreras absurdas, acotó.
Otra alternativa viable al Alca son la Comunidad Suramericana de Naciones, la Comunidad Andina, el Mercosur, Caricom y las vinculadas con el petróleo como PetroAndina, PetroCaribe y PetroSur, dijo Carlos Miguel Pereira.
http://www.abn.info.ve/go_news5.php?articulo=121847&lee=3
sábado, 26 de janeiro de 2008
Dominica se adhirió oficialmente al Alba
Caracas, 25 enero 2008 (ABN) - Dominica se adhirió formalmente a la Alternativa Bolivariana para los pueblos de Nuestra América (Alba), tras la aprobación del documento base durante la III Reunión de Ministros, este viernes, en el Hotel Alba Caracas.
Así lo anunció el canciller de la República, Nicolás Maduro, quien además refirió que este quinto miembro pleno del Alba 'es un país del Caribe Oriental con muchas potencialidades para el desarrollo en el campo agrícola, pesquero y turístico, con el que hemos venido avanzando en proyectos comunes'.
Asimismo, el canciller anunció que este sábado 26 se designarán los coordinadores nacionales por cada uno de los países.
Agradeció la presencia de los hermanos del Caribe de San Vicente y Granadinas, San Cristóbal y Nieves, de Antigua y Barbuda, y Haití, como invitados especiales.
Para este sábado se tiene prevista la instalación oficial de la VI Cumbre del Alba, durante la cual los jefes de Estado de los ahora cinco países integrantes sostendrán una sesión de trabajo para evaluar proyectos grannacionales.
Posteriormente, y luego de la inauguración de la sede de la coordinación permanente del Alba por parte de los cancilleres, se clausurará la cumbre en la Escuela Latinoamericana de Medicina (Elam), ubicada en las filas de Mariche.
http://www.abn.info.ve/go_news5.php?articulo=118077&lee=16