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segunda-feira, 29 de julho de 2019

Bretton Woods Is Dead: What Next?


July 27, 2019, Strategic Culture Foundation (Russia) https://www.strategic-culture.org/news/2019/07/27/bretton-woods-dead-what-next/


French Finance Minister Bruno Le Maire has publicly admitted something normally reserved for backroom discussion in the circles of Europe’s governing elite at an event honoring the 75th anniversary of Bretton Woods (the conference which created the foundations for the post WWII world order).

At this event, Le Maire stated ever-so candidly that “the Bretton Woods order has reached its limits. Unless we are able to re-invent Bretton Woods, the New Silk Road might become the New World Order”.

He went onto state that “the pillars of that order have been

segunda-feira, 20 de abril de 2015

RAUL CASTRO NA CIMEIRA DAS AMÉRICAS

17 abril 2015, Odiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


Do importante discurso proferido por Raul Castro na Cimeira das Américas, os media internacionais apenas reproduziram um pequeno aparte dirigido a Obama. Omitiram assim o essencial de um discurso que denuncia vigorosamente a longa história da agressão imperialista contra a América Latina e o Caribe, e que afirma que, se uma pequena ilha pobre em recursos naturais foi, graças à determinação revolucionária do seu povo, capaz de enfrentar e libertar-se da dominação imperialista, muito mais poderá ser alcançado se um subcontinente inteiro souber empreender um caminho semelhante.

«Até hoje o bloqueio contra Cuba aplica-se em toda a sua intensidade»

Discurso do General do Exército Raul Castro Ruz, presidente dos Conselhos de Ministros de Estado e de Ministros da República de Cuba na Cimeira das Américas, Panamá, 10 e 11 de Abril de 2015.
Ao Excelentíssimo Senhor Juan Carlos Varela, presidente da República do Panamá
Presidentes e Primeiros-Ministros

Distintos convidados
Agradeço a solidariedade de todos os países da América Latina e do Caribe que tornaram possível que Cuba participasse em pé de igualdade neste fórum hemisférico, e ao presidente da república do Panamá, pelo convite que tão simpaticamente nos enviou. Trago um abraço fraterno ao povo panamiano e a todas as nações aqui representadas.

Quando a 2 e 3 de Dezembro de 2011 se criou a Comunidade de Estados Latino-americanos e do Caribe (CELAC) em Caracas, inaugurou-se uma nova etapa na história da Nossa América, que tornou patente o seu direito adquirido de viver em paz e a desenvolver-se como decidam livremente os seus povos e traçar para o futuro um caminho de desenvolvimento e integração, baseado na cooperação, na solidariedade e na vontade comum de preservar a independência, a soberania e a identidade.

O ideal de Simón Bolívar de fundar uma grande pátria americana inspira verdadeiras epopeias independentistas.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

BRICS, БРИКС/A SEMANA QUE INTRODUZIU A NOVA GUERRA FRIA

7 agosto 2014, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


O anúncio de Obama de que conseguiu um acordo com os parceiros europeus sobre “medidas coordenadas de sanções sobre a Rússia” sugere sem dúvida que a era pós-guerra fria está a findar. O presidente cuja incompetência o tem levado de desastre em desastre meteu-se em novo e ainda maior beco. Assustado com o crescente desafio à supremacia do dólar americano, Obama envereda por uma guerra de guerrilha. A questão é que, sem a liberdade tão simples de imprimir notas de dólar, a economia americana está condenada.

Se os futuros historiadores tiverem que marcar a transição do pós-guerra fria para a nova Guerra Fria, serão levados a considerar de perto a semana que passou. O governo de Barack Obama encontra-se num estado de espírito triunfalista depois de ter conseguido, finalmente, juntar os mais importantes aliados europeus dos EUA (Reino Unido, França, Alemanha e Itália) na sua estratégia concertada para isolar a Rússia da Europa e impor sanções provocativas contra ela.

Obama podia ter feito esta semana um discurso de agitação tipo Cortina de Ferro, não tivesse acontecido a confusão na Líbia, no Iraque, na Síria, no Afeganistão, etc., e o horrível massacre em Gaza que manchou a sua própria reputação, não esquecendo além disso que um Nobel não é suposto dar gritos de guerra.

De qualquer modo, o vídeo da teleconferência de Obama com os parceiros europeus significando o acordo sobre “medidas coordenadas de sanções sobre a Rússia” sugere sem dúvida que a era pós-guerra fria está a findar.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Abya Yala, Patria Grande/BRICS, UNASUR Y CELAC DIBUJAN NUEVO MAPA MULTICENTRICO Y PLURIPOLAR

24 julio 2014, ALAI, América Latina en Movimiento

Caracas, AVN -- El "nuevo orden mundial", surgido de los Acuerdos de Bretton Woods que establecieron las reglas del intercambio financiero global y plantearon la hegemonía del dólar a perpetuidad en las transacciones internacionales, está demasiado viejo y gastado ya para sostenerse como paradigma de la dominación planetaria. El 22 de julio de 1944, hace exactamente 70 años, concluyó la reunión en un hotel de New Hampshire donde Estados Unidos hizo prevalecer sus intereses ante los delegados de 44 países e impuso el dólar en sustitución del oro como el patrón para determinar el valor de cada moneda en el mundo. Allí nacieron el Fondo Monetario Internacional y el Banco Mundial, dos instituciones que desde entonces han llevado el estandarte del imperialismo en el mundo con disfraz economicista y que por muchos años decidieron la suerte de pueblos enteros. Pero el planeta ha cambiado en estas siete décadas, al cabo de las cuales el declive de Estados Unidos y de sus cachorros europeos luce inevitable, mientras el modelo hegemónico nacido de Bretton Woods es confrontado por nuevos planteamientos hechos desde otros centros de poder globales y por alianzas cada vez más vigorosas entre países que se oponen a los dictámenes elaborados por Washington para su propio provecho.

Mientras el imperio estadounidense lucha aún por recuperarse del terrible golpe económico que recibió en 2008, cuando estalló la burbuja financiera, y los países de Europa pugnan por superar las diferencias entre el norte y el sur y evitar el colapso de su moneda única, un grupo de países emergentes toma la iniciativa y anuncia la creación de dos organismos multilaterales que sustituirán a los todopoderosos FMI y BM en un ámbito de competencia que abarca, por ahora, la mitad de la población mundial, 30% del producto interno bruto global y 23% de la superficie terrestre. El grupo de los Brics (Brasil, Rusia, India, China y Suráfrica) decidió en la reciente cumbre de Brasil crear un banco de desarrollo (el New Development Bank, NDB) y un fondo de reserva (el Contingency Reserve Arrangement, CRA), que cumplirán las mismas funciones para las que fueron creados el FMI y el BM, es decir, movilizar recursos para financiar proyectos de infraestructura y servir de mecanismo preventivo frente a episodios de volatilidad financiera. Se trata del acuerdo financiero multilateral más importante desde la creación de las instituciones de Bretton Woods,

segunda-feira, 16 de junho de 2014

БРИКС/BRICS POR UN MEJOR FINANCIAMIENTO

16 junio 2014, Rebelión http://www.rebelion.org (México)


Mientras la Unión Europea y Estados Unidos se enrolan en campañas mediáticas y agresivas contra países que se han distanciado de las políticas trazadas por Occidente, naciones emergentes como Brasil, Rusia, India, China y Sudáfrica, integrantes del BRICS, avanzan por crear mecanismos económicos, sociales y financieros que beneficien no solo a sus habitantes, sino también a otros países del orbe.

Hagamos un rápido recuento de las acciones emprendidas por Washington y Bruselas en los últimos años contra gobiernos no afines: ataque e invasión de Afganistán por sus relaciones con Al Qaeda; la misma operación contra Irak porque supuestamente tenía armas químicas; similares acciones en Libia para eliminar al presidente Muammar al Khadafi, hostigamiento y bloqueo contra Siria por las diferencias de Bashar al Assad con Occidente; golpe de Estado en Honduras por haberse acercado al ALBA; acciones desestabilizadoras para intentar derrocar al gobierno venezolano; golpe parlamentario al presidente paraguayo Fernando Lugo; la misma receta contra el presidente Ucraniano Viktor Yanukovich. La lista es cuantiosa.

Contrario a esas agresiones, en diversas regiones del mundo se forman alianzas para mejorar la economía y las finanzas de sus países como el caso de los integrantes del BRICS que ya han dado los pasos para crear un nuevo banco multilateral que en 2016 iniciaría

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

O NASCIMENTO DO MUNDO DES-AMERICANIZADO

15 outubro 2013, http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

*Pepe Escobar, Asia Times Online – The Roving Eye


Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

É isso. A China decidiu que “basta!” Tirou as luvas (diplomáticas). É hora de construir um mundo “des-Americanizado”. É hora de “uma nova moeda internacional de reserva” substituir o dólar norte-americano.

Está tudo lá, escrito, em editorial da rede Xinhua, saído diretamente da boca do dragão. E ainda estamos em 2013. Apertem os cintos – especialmente as elites em Washington. Haverá fortes turbulências.

Longe vão os dias de Deng Xiaoping de “manter-se discreto”. O editorial de Xinhua mostra, em formato sintético, a gota d’água que fez transbordar o copo do dragão: o atual “trancamento” (shutdown) nos EUA. Depois da crise financeira provocada por Wall Street, depois da guerra do Iraque, um mundo “desentendido”, não só a China, quer mudança.

Esse parágrafo não poderia ser mais explícito:

Sobretudo, em vez de honrar seus deveres como potência liderante responsável, uma Washington interessada só em si mesma abusa de seu status de superpotência e gera caos ainda mais profundo no planeta, disseminando riscos financeiros para todo o mundo, instigando tensões regionais e disputas territoriais, e guerreando guerras ilegítimas, sob o manto de deslavadas mentiras.

A solução, para Pequim, é “des-Americanizar” a atual equação geopolítica – a começar