Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Abya Yala, Pátria Grande/Mercosul diminui em 75% o preço do tratamento do HIV
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Abya Yala, Patria Grande/Unasul quer facilitar a circulação de sul-americanos
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Abya Ayala, Patria Grande, Suriname/DECLARAÇÃO DE PARAMARIBO APROVADA NA VII REUNIÃO DE CÚPULA DA UNASUL
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2. Rende homenagem à memória do Comandante Hugo Chávez Frías, presidente da República Bolivariana da Venezuela e compartilha a perda do povo venezuelano e da sua família, a dor do vazio que sua ausência nos deixou, no sentido de que seu exemplo de vida e dignidade latino-americana será sempre fonte de inspiração para o compromisso de projetar sua visão estratégica na luta incansável pelo fortalecimento soberano da união da América Latina e do Caribe.
3. Afirma por seu testemunho que o presidente Hugo Chávez é o símbolo de uma geração de estadistas que lideraram o direcionamento estratégico e fortaleceram a base da identidade e união sul-americanas, e que foi sob seu impulso visionário, em abril de 2007, que se decidiu na Ilha de Margarita, Venezuela, pela criação da UNASUL. Desde então, seu incansável compromisso com a causa sul-americana tem marcado nosso processo integrador com uma postura inspirada na busca do bem-estar e da justiça social para os nossos povos.
4. O Conselho de Chefes de Estado e de Governo destaca o importante trabalho realizado por Sua Excelência Ollanta Humala Tasso, presidente da República do Peru, na Presidência Pró-Tempore da UNASUL no período de 2012-2013, e que contribuiu para o processo contínuo de integração do nosso continente.
5. Expressa sua satisfação com o fato de Sua Excelência Desiré Delano Bouterse, presidente da República do Suriname, ter assumido o cargo de Presidente Pró-Tempore da UNASUL para o período de 2013-2014, lhe deseja sucesso durante seu mandato e se compromete a contribuir para a implementação das metas estabelecidas para esta fase.
6. Considera que ter a República do Suriname na Presidência Pró-Tempore da UNASUL será uma grande oportunidade para aprofundar o espírito de integração e união de todos os povos sul-americanos.
7. Parabeniza a eficiente gestão do Dr. Alí Rodríguez Araque frente à Secretaria-Geral da UNASUL no período de 2012-2013, agradecendo-lhe por sua inquestionável e decisiva contribuição para a construção da visão estratégia da União a partir do seu empenho incomensurável por viabilizar a relevância do tratamento soberano do aproveitamento sustentável, a defesa e proteção dos recursos naturais como elementos da citada visão estratégica da América do Sul. Reconhece também sua valiosa liderança no processo de fortalecimento da nossa Secretaria-Geral, particularmente pelo legado que representa o Centro de Comunicação e Informação da UNASUL.
8. O Conselho dos Chefes de Estado e de Governo ressalta a riqueza da América do Sul no âmbito dos recursos naturais, como os minerais, a energia, florestas, recursos agrícolas e hídricos, sua imensa biodiversidade e ecossistemas, assim como as vantagens da sua localização geográfica, e particularmente o potencial dos seus recursos humanos, e considera que esses atributos diferenciam a região, reforçam seu potencial estratégico e contribuem para seu desenvolvimento sustentável. Parabeniza a Secretaria-Geral da UNASUL pela realização, em Caracas, da primeira Conferência da UNASUL sobre Recursos Naturais e Desenvolvimento Integral da Região, que foi realizada de 27 a 30 de maio passado. Nesse sentido, insta os órgãos e conselhos ministeriais a considerar os resultados da referida conferência, aspectos que deveriam ser parte de uma visão estratégica de aproveitamento dos recursos naturais com pleno respeito à soberania dos Estados.
9. Apesar da sua riqueza natural, porém, a desigualdade e a exclusão social persistem na nossa região. A UNASUL deve, portanto, contribuir na identificação de formas de cooperação regional que permitam que seus Estados Membros aproveitem as riquezas da América do Sul para avançar na luta contra problemas sociais históricos. O Conselho de Chefes de Estado e de Governo considera, portanto, que uma visão estratégica a longo prazo da UNASUL deveria se basear fundamentalmente nas seguintes diretrizes:
b) a prioridade da UNASUL para promover formas de cooperação que permitam avançar na erradicação da pobreza, da vulnerabilidade e exclusão social, assim como a superação das assimetrias atuais. Destaca, nesse sentido, a aprovação da Decisão sobre a Agenda de Ações Sociais Prioritárias e exorta sua implementação e avaliação permanente;
c) a importância de avaliar como a coordenação e cooperação na gestão e proteção dos recursos naturais podem contribuir para o desenvolvimento científico, tecnológico, produtivo e social da América do Sul, considerando-se a diversidade dos biomas sul-americanos, as diversas particularidades e prioridades de cada país e os direitos soberanos dos Estados em relação à exploração dos seus recursos naturais;
d) o fortalecimento da infraestrutura física e a interação entre os Estados Membros a fim de promover a integração dos seus cidadãos e impulsionar a construção da identidade sul-americana.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Suriname/ALBA condena intento de intervención militar extranjera en Siria
Basándose en acusaciones hasta ahora no comprobadas contra el gobierno sirio y sin esperar el informe de la Comisión de Naciones Unidas, las potencias imperiales han declarado y justificado su intervención militar directa, señala el texto.
Esa posición, según el ALBA, es una clara amenaza de guerra inminente que podría tener catastróficas consecuencias para la región del Medio Oriente, la paz y seguridad internacionales.
Por ello, añade, los jefes de Estado y de Gobierno de los países del ALBA denunciamos que las amenazas de Washington y sus aliados hacia Siria repiten el mismo patrón de mentiras y manipulaciones utilizado contra Libia, Irak y Egipto, entre otras naciones.
En la práctica, solo persiguen controlar la riqueza
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Abya Ayala, Patria Grande, Suriname/Unasul discutirá passaporte sul-americano e questão Síria
Por Vanessa Silva, para o Portal Vermelho
Participarão da reunião os presidentes Evo Morales (Bolívia), Dilma Rousseff (Brasil), Rafael Correa (Equador), Bharrat Jagdeo (Guiana), Horacio Cartes (Paraguai), Ollanta Humala (Peru), Desiré Delano Bouterse (Suriname) e Nicolas Maduro (Venezuela). Não participarão do evento os presidentes Juan Manuel Santos (Colômbia), Sebastián Piñera (Chile), Cristina Kirchner (Argentina) e José Mujica (Uruguai).
Temas sensíveis
Os mandatários sul-americanos terão pela frente temas delicados no tocante à diplomacia e relações bilaterais. A mais recente é a que envolve o Brasil e a Bolívia pelo caso da fuga do senador boliviano Roger Pinto Molina — condenado pela justiça de seu país por corrupção — para o Brasil em carro diplomático.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Brasil/Vanessa quer impedir registro de domínio exclusivo da ‘Amazon’
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Unasul: Diplomas devem ser admitidos em todos os países do bloco
Este foi um dos temas abordados na primeira Reunião de Altos Delegados do Conselho Sul-americano de Educação, na qual compareceram delegados da maioria das nações membros: Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Chile, Equador, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela.
No final do encontro, a ministra peruana de Educação, Patricia Salas, afirmou que “a agenda educativa faz parte dos esforços da Unasul em relação à qualidade de vida e cidadania”. E considerou imperativo melhorar a qualidade da educação em função do crescimento e desenvolvimento econômico que deve ser refletido na vida das pessoas da região.
Da Redação do Vermelho,com Prensa Latina
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
CARTA ABERTA DA ALIANÇA SOCIAL CONTINENTAL AOS PRESIDENTES DA UNASUL
11 agosto 2009/ http://www.adital.com.br
Tradução: ADITAL
ASC *
[Carta entregue pela ASC aos presidentes de UNASUL, acerca das bases militares dos Estados Unidos na Colômbia].
LUIZ INACIO LULA DA SILVA
Presidente da República do Brasil
RAFAEL CORREA
Presidente da República do Equador
HUGO RAFAEL CHAVEZ FRIAS
Presidente da República Bolivariana da Venezuela
MICHEL BACHELET
Presidenta da República de Chile
CRISTINA KIRCHNER
Presidenta da República de Argentina
EVO MORALES
Presidente da República de Bolívia
TABARE VASQUEZ
Presidente da República de Uruguai
FERNANDO LUGO
Presidente da República de Paraguai
ALAN GARCIA
Presidente da República de Peru
BHARRAT JAGDEO
República da Guiana
RONALD VENETIAAN
República de Suriname
Nos dirigimos aos senhores para manifestar-lhes nossas inquietações sobre os acontecimentos recentes que em nossa opinião afetam a estabilidade do continente e as perspectivas de integração materializadas em processos como o da UNASUL.
O governo de Álvaro Uribe Vélez, da Colômbia, anunciou recentemente a decisão de outorgar às tropas dos Estados Unidos a permissão de operação sobre 7 bases militares no território nacional, em um acordo que permitiria qualquer tipo de operações no interior e exterior do país. Isso significa, juntamente com o deslocamento da IV Frota, o incremento da presença militar dos Estados Unidos na região estratégica a partir da qual podem lançar operações sobretudo no continente. A Colômbia, ao assinar esse acordo, dará imunidade aos militares e contratistas estadunidenses, com o qual têm garantia de impunidade e os coloca fora do alcance e controle judiciais nacionais e internacionais. Ao mesmo tempo, o uso das bases significa uma intervenção nos assuntos internos da Colômbia e uma ameaça contra os processos democráticos em toda a região. Por exemplo, a presença da base militar Soto Cano em Honduras tem sido utilizada pelos golpistas desse país para demonstrar o apoio estadunidense ao golpe militar.
Essa utilização, que dá amplas facilidades ao exército estadunidense, se constitui em uma interferência aos processos de integração, um estímulo às correntes que querem desestabilizar os processos democráticos e uma fonte de conflitos em uma região que tem avançado na conquista de sua autonomia e na busca de caminhos próprios para seu desenvolvimento. As declarações no Brasil do assessor de segurança da Casa Branca de que "nossa missão é ajudar no treinamento de suas forças de fronteira" e sobre que o governo da Venezuela não fez muito para combater a presença das FARC em dito país, demonstram o propósito dos Estados Unidos de interpor-se nas diferenças e contradições entre os países da região.
A presença dessas bases tem sido justificada com o pretexto de luta contra o terrorismo e o narcotráfico; porém, na realidade, representam uma peça do dispositivo militar global dos Estados Unidos e patrocinam um enfoque militar e unilateral desses problemas, impedindo o tratamento social, político, autônomo e multilateral de tais problemas. Enfoques que, com o Plano Colômbia e com a Iniciativa Mérida, têm demonstrado sua ineficácia e seu alto potencial de desestabilização regional e cuja aplicação na Colômbia e nas zonas fronteiriças tem contribuído para agravar a crise humanitária, ambiental e social de vastas regiões.
Essas bases, juntamente com os Tratados de Livre Comércio, constituem-se em novos obstáculos para o avanço da integração sulamericana tão almejada pelos povos da região.
A postura do governo de Uribe sobre que a UNASUL não tem competência para analisar esse problema não é mais do que outra iniciativa desse governo para sabotar qualquer esforço de Integração Latinoamericana e facilitar a interferência dos EUA nos processos da região.
Pelo contrário, consideramos que a próxima reunião da UNASUL deve pronunciar-se a respeito, rechaçar a instalação dessas e de qualquer outra base militar na América do Sul, condenar a interferência nos assuntos da integração regional e avançar na busca de soluções políticas através do diálogo dos diferentes assuntos em controvérsia entre os países dentro do espírito de convivência pacífica, ajuda mútua e respeito à soberania, a qual se vulnera ao entregar o território colombiano às operações militares estadunidenses e não com a discussão fraternal no seio da UNASUL.
Solicitamos-lhes também que recebam uma delegação dos movimentos sociais do continente para expressar-lhes essas inquietações e permitir que o processo de constituição da UNASUL conte com a opinião dos mesmos.
Aliança Social Continental
Enrique Daza
Secretaria
* Secretaria Operativa: Campanha; Aliança Social Continental
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terça-feira, 16 de setembro de 2008
Bolivia/Unasur investigará masacre ocurrida en Pando y ofrece firme respaldo a Evo Morales

Presidentes suramericanos se reunieron en Chile para analizar crisis en Bolivia. (Foto: Efe)
Los presidentes ''expresan su más pleno y decidido respaldo al gobierno constitucional del presidente Evo Morales, cuyo mandato fue ratificado por una amplia mayoría'', señalan en un documento de ocho puntos, emitido durante la noche de este lunes, y leído por la presidenta de Chile, Michelle Bachelet.
16 septiembre 2008/TeleSUR http://www.telesurtv.net
Los líderes de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur) acordaron conformar una comisión que investigue la masacre ocurrida en el departamento de Pando, donde por lo menos 30 personas murieron, y ofrecieron su más firme respaldo al gobierno del presidente Evo Morales.
Los presidentes "expresan su más pleno y decidido respaldo al gobierno constitucional del presidente Evo Morales, cuyo mandato fue ratificado por una amplia mayoría", señalan en un documento de ocho puntos, emitido durante la noche de este lunes, y leído por la presidenta de Chile, Michelle Bachelet.
La Declaración del Palacio de La Moneda, aprobada por unanimidad de los nueve presidentes que asistieron a la reunión, contempla la coordinación de Unasur para esclarecer los hechos ocurridos en Pando.
Asimismo crear una comisión abierta a todos los países de Unasur, coordinada por la presidencia pro témpore en manos de Chile, para acompañar la mesa de diálogo dirigida por el presidente Morales.
"Advierten que los respectivos gobiernos rechazan enérgicamente y no reconocerán cualquier situación que intente un golpe civil y la ruptura del orden institucional y que comprometa la unidad territorial de la república de Bolivia", agrega.
Asimismo condenaron el ataque de instalaciones públicas por parte de "grupos que buscan la desestabilización, y exigen al devolución de las instalaciones".
Una tercera comisión se encargará de ofrecer apoyo logístico para cubrir las necesidades que ha generado la crisis en Bolivia.
Hacen un llamado a los actores para que cesen los actos de violencia.
Por su parte, el presidente de Bolivia, Evo Morales, destacó el hecho de que es la primera vez que los "ocho países suramericanos" deciden defender los problemas de manera conjunta.
"Es importante tener opositores, pero una oposición con propuesta. Lo que ha pasado en los últimos días es antidemocrático", condenó.
Aseguró que la posición que asumió Unasur "es para defender la vida y la igualdad".
Llamado de emergencia
La presidenta de Chile convocó el pasado fin de semana la reunión extraordinaria de los líderes del grupo, en medio de la preocupación, por el serio conflicto entre el presidente de Bolivia, Evo Morales y la oposición de derecha.
Al llamado respondieron Cristina Fernández (Argentina); Lula da Silva (Brasil); Álvaro Uribe (Colombia); Rafael Correa (Ecuador); Fernando Lugo (Paraguay); Tabaré Vázquez (Uruguay), y Hugo Chávez (Venezuela), además del presidente Evo Morales (Bolivia).
También llegaron, hasta el Palacio Presidencial de La Moneda, representantes de Suriname y Guyana, así como el ministro de Relaciones Exteriores de Perú, José Antonio García Belaúnde, en representación del presidente Alan García, que excusó su presencia.
Esta iniciativa del bloque subregional se suma a los esfuerzos a la misión de la Organización de Estados Americanos (OEA) que viajará a Bolivia el próximo miércoles, encabezada por su secretario general, José Miguel Insulza.
Por su parte, el gobierno de Evo Morales inició una mesa de diálogo con sectores de la oposición a fin de buscar una salida a la crisis que se vivie en Bolivia propiciada por sectores de la oposición.
Al concluir el encuentro el prefecto de Tarija, Mario Cossío, que representa a la oposición, informó a la prensa que se alcanzó un 80 por ciento de las bases de un acuerdo preliminar que permita encarar un diálogo profundo para solucionar la crisis política y social que atraviesa el país.
Entretanto, miles de seguidores del presidente Evo Morales se manifestaron este lunes en La Paz para pedir justicia por las muertes violentas en la región de Pando, en dos marchas donde también corearon lemas contra Estados Unidos.
Sindicatos y asociaciones de El Alto, ciudad aledaña a La Paz, mayoritariamente indígena y feudo de Morales, exigieron al grito de "no más impunidad" prisión para el prefecto de Pando, el opositor Leopoldo Fernández al que acusaron de la "sanguinaria masacre" en su región.
http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/32820-NN/unasur--investigara-masacre-ocurrida-en-pando-y-ofrece-firme-respaldo-a-evo-morales/
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