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sexta-feira, 31 de julho de 2015

BANCO DO SUL, O FUTURO DA ARQUITECTURA FINANCEIRA EM LUTA

29 julho 2015, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


O final da prosperidade económica na América Latina impulsionada pelo aumento dos preços de commodities durante o período 2003-2007 demonstrou a necessidade da implementação de novas políticas que apoiem o desenvolvimento. Porém, o êxito dos projectos regionais dependerá da cooperação e convergência dos países membros que possuem interesses e prioridades diferentes, e disputas na região.

O estabelecimento do Banco do Sul marcou um ponto de inflexão nos projectos de integração na América Latina com a assinatura da acta constitutiva em finais de 2007.A União das Nações Sul-americanas (UNASUR) propôs a criação do banco com o fim de prestar assistência financeira aos doze países membros para a execução de projectos regionais.

A iniciativa do Banco do Sul entrará em vigor este ano depois de sete anos de negociações atravessando diversas dificuldades. O atraso do banco é

terça-feira, 11 de março de 2014

Pátria Grande/UNASUL: A AREIA NA ENGRENAGEM DO GOLPE

10 março 2014, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br/ (Brasil)

Algo de singular importância acontece na AL. O software do golpe não roda mais tão facilmente. A reunião da Unasul desta 4ª feira é parte da areia em ação.

por: Saul Leblon 

A reunião da Unasul  desta 4ª feira, que acontece no Chile, em seguida à posse da Presidenta Bachelet, redime a força da política num momento em que os ventos da economia mundial sopram desfavoravelmente sobre a região.

Argentina, Brasil, Venezuela e outros  manejam uma delicada transição cambial. 
Não é uma operação contábil:  mudanças no câmbio alteram o poder de compra dos salários; definem antecipadamente  ganhadores e perdedores de um novo ciclo; estabelecem o fôlego das exportações; devolvem ou não espaço à indústria  local.

A recuperação das economias ricas, e a queda nas cotações das commodities, inverteu a dinâmica das contas externas que impulsionou o crescimento regional por uma década.

O financiamento encareceu. As receitas com exportação caíram.

Déficits em conta corrente se avolumam, dificultando atender o avanço da demanda com mais importações. Pressões inflacionárias robustecem.  Quem não tem reservas, o  Brasil é uma exceção de quase US$  400 bi, enfrenta escassez de dólares e incerteza no abastecimento.

Não por acaso, os escrutínios eleitorais apontam resultados cada vez mais apertados: a eleição de Maduro decidiu-se em casas decimais; Correa perdeu a capital, Quito, para a direita; Cristina sofre corrosão parlamentar na Argentina; o favoritismo da esquerda no 2º turno deste domingo em El Salvador deu lugar a uma vitória por diferença mínima para a Frente Farabundo Martí.

As oposições conservadoras lambem os beiços e esfregam as mãos: é a hora do abate, cogitam.

A ferocidade com que se lançam às ruas na Venezuela é  a expressão desabrida de um apetite mais geral.

A contrapelo do fatalismo mecanicista, que ignora as mediações específicas no interior das grandes transições de ciclo econômico, algo  de singular importância  acontece, porém,  na América Latina.

Há uma resistência política articulada à investida conservadora.

O  software da ‘crise’  não roda mais tão facilmente na máquina regional.

Pátria Grande/Unasul irá se reunir no Chile para tratar crise na Venezuela

9 março 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Jaua: na reunião da Unasul serão feitas "a análise, as causas e consequências dessa nova agressão contra a democracia venezuelana"Efe (27/02/2014)

Encontro aproveita presença de presidentes na cerimônia de posse de Michelle Bachelet. Presidente Dilma Rousseff está confirmada.

A situação política na na Venezuela será tratada pelos chefes de Estado e chanceleres da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) nesta quarta-feira (12/03), em Santiago, adiantou o presidente do Equador, Rafael Correa. O chanceler venezuelano, Elías Jaua, também confirmou a realização do encontro, que irá aproveitar a cerimônia de posse de Michelle Bachelet. A presidente Dilma Rousseff está confirmada.

"Finalmente vai acontecer uma reunião de presidentes da Unasul, finalmente vai acontecer uma reunião de chanceleres da Unasul, mas para termos essa iniciativa, primeiro consultamos o governo venezuelanos por elementar cortesia", disse Correa em entrevista a uma emissora de TV. O encontro havia sido solicitado pela Venezuela, conforme confirmou o assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, em Caracas.

O presidente equatoriano não forneceu mais detalhes, mas garantiu que seu governo vai contribuir para buscar uma solução na Venezuela com base na verdade dos fatos. "Nós vamos tomar partido sobre a verdade e a verdade é que o governo legítimo da Venezuela é o perseguido, que Nicolás Maduro é