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sábado, 14 de novembro de 2015

BRICS, БРИКС/China, lista para enfrentarse a EEUU en mar de China Meridional

14 noviembre 2015, HispanTV http://www.hispantv.com (Irán)

El portaaviones estadounidense USS Theodore Roosevelt (CVN 71) 
en el mar de China Meridional, foto obtenida el 7 de noviembre de 2015.

En reacción a la “militarización” del mar de China Meridional por parte de EE.UU., el
Ejército de China informa de sus planes para reforzar su presencia en esa zona, aumentando equipamientos militares sofisticados.

“También estamos preparados para contrarrestarles con los logros militares más recientes”, recalca un informe de este sábado de la agencia de noticias Global Times, para después mencionar los planes para el despliegue de armamentos y equipamientos militares más modernos en el mar de China Meridional.

Tras mencionar que esta iniciativa china responde a las recientes medidas estadounidenses para aumentar su presencia militar en la zona, el informe enfatiza que Pekín “no le tiene ningún miedo a EE.UU.”, además de que su presencia jamás provoca temor.

En este sentido, reitera la disposición de China a emplear los más modernos y mejores equipamientos militares en el mundo, ya que, según explica, el Ejército chino

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Timor-Leste fortalece instituições para entrar na ASEAN

6 agosto 2015, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

Timor-Leste está a fortalecer as suas instituições, a procurar diversificar a economia e a executar reformas amplas a fim de aderir à Associação dos Países do Sudeste Asiático (ASEAN), garantiu o ministro timorense dos Negócios Estrangeiros.

O ministro Hernâni Coelho falava em Kuala Lumpur, onde esta semana decorrem as reuniões dos chefes da diplomacia dos

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

BRICS, БРИКС/“PRÓXIMO PASSO É CRIAÇÃO DE UMA MOEDA COMUM PARA OS BRICS”

28 outubro 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

BRICS Business Magazine

Diretor-geral da Corporação de Pesquisa e Produção Uralvagonzavod, Oleg Sienko fala sobre como a Rússia pode trabalhar com os seus parceiros do Brics para resolver problemas estruturais e até que ponto as sanções ocidentais colocaram a economia russa em uma situação difícil.

Brics Business Magazine: No final de setembro, o Banco Mundial publicou três cenários de médio prazo para o desenvolvimento econômico da Rússia. O melhor deles prevê baixo crescimento do PIB nos próximos anos. Entre outras coisas, os especialistas do banco apontam que não será possível obter uma maior aceleração do crescimento econômico simplesmente a mantendo a atual política de estímulo fiscal. Você concorda com essas conclusões? Como você avalia a situação atual da economia russa?

Oleg Sienko: Está longe de ser uma questão simples. Já ficou claro que

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Brasil e China criaram grupo de trabalho para analisar substituição do dólar nas trocas comerciais

Macau, China, 16 setembro 2009 – O Brasil e a China criaram um grupo de trabalho para analisar a viabilidade da implementação de um programa de comércio bilateral nas respectivas moedas em substituição do dólar americano, segundo disse terça-feira à Lusa fonte do Banco Central brasileiro.

“As negociações estão ainda numa fase inicial, tendo sido criado um grupo de trabalho com representantes do Brasil e da China que tiveram ainda apenas uma reunião durante o G2O em Londres”, explicou a fonte.

O próximo passo poderá passar pela deslocação de uma delegação do Banco Central do Brasil à China, acrescentou.

O grupo de trabalho irá analisar os “resultados que estão a ser alcançados através de um acordo que a China estabeleceu recentemente com a Argentina” - o primeiro país da América do Sul a beneficiar das trocas comerciais na respectiva moeda com a China e com quem o Brasil também desenvolve o mesmo programa desde Setembro de 2008.

Os bancos centrais da China e do Brasil vão ainda fazer um “levantamento do potencial volume de negócios bilaterais para verificarem a viabilidade de um futuro acordo”.

Um acordo com a China deverá beneficiar, essencialmente, os pequenos exportadores, ao permitir uma redução de custos, enquanto que os grandes exportadores deverão continuar a recorrer ao dólar americano.

Até agora, apenas as empresas de dez países da Associação das Nações do Sudeste Asiático estão autorizadas a realizar trocas comerciais em renmimbi com empresas de cinco cidades do continente chinês, Hong Kong e Macau, sob um programa piloto que arrancou em Julho e que envolve no total 400 empresas.

Em Abril, a China destronou os Estados Unidos como maior parceiro comercial do Brasil, tornando-se também no principal destino das suas exportações, sobretudo ferro, petróleo, cereais e pasta de papel. (macauhub)