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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Portugal/O CRESCIMENTO ECONÓMICO É ANÉMICO, MAS AINDA ASSIM DEVE-SE AO CONSUMO

21 agosto 2015, ODiario.info httpː//www.odiario.info (Portugal)

Eugénio Rosa

Uma das teorias mais matraqueadas pela “troika”, pelo governo e pelos seus “papagaios” na comunicação social é que a recuperação da economia só seria possível através do aumento das exportações e nunca pelo crescimento do consumo interno. Cortam nos salários, nas pensões, e na despesa pública essencial, porque isso reduziria o consumo e aumentaria a competitividade da economia e as exportações. Mas a verdade é que o anémico crescimento económico verificado se deve ao aumento da procura interna, e não da procura externa, desdizendo o governo e a “troika”. É o próprio INE a afirmar isso.



quarta-feira, 4 de junho de 2014

Capital de Moçambique recebe em Agosto encontro de empresários da China e de países de língua portuguesa

3 junho 2014, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

Uma delegação de Macau participa em Agosto no “Encontro de empresários para a cooperação económica e comercial entre a China e os países de língua portuguesa, Maputo – 2014”, informou o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM).

De acordo com o instituto, o envio da delegação, que participará na reunião a decorrer de 24 a 27 de Agosto, visa dinamizar o papel de Macau como plataforma de serviços de

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

CPLP, Moçambique/Investimento público deve animar economia

23 fevereiro 2014, Jornal Domingo http://www.jornaldomingo.co.mz (Moçambique)
O secretário Executivo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), Murade Murargy, entende que os países filiados a esta agremiação devem promover o investimento público como um dos “motores” de estímulo à transformação da economia através da construção de infra-estruturas, escolarização maciça da população e criação de mercados competitivos para melhorarem o acesso e a sua integração regional, oferecer mais oportunidades e atrair mais e melhor investimento privado.
Discursando durante a III Reunião dos Ministros das Finanças da CPLP, que decorreu na sexta-feira, em Maputo, Murargy sublinhou que este conjunto de países, incluindo Timor-Leste, deve saber aproveitar o presente momento que lhes está a ser

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

AS BOAS PERSPECTIVAS DE ÁFRICA



28 novembro 2013, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao

Roger Godwin

A economia africana, confirmando aquilo que vinha sendo o seu desempenho global nos últimos dez anos, é a que mais ira crescer em 2014, revela um estudo publicado esta semana pela revista britânica “The Economist”.

Durante os anos 90, de acordo com a mesma revista, o crescimento da economia no continente africano cresceu a uma média de apenas dois por cento, enquanto a taxa global de inflação atingiu os 27 por cento. Porém, desde 2001 que o panorama se alterou de forma substancial, com um crescimento anual constante e só comparado aos níveis que se registaram nas economias asiáticas, lideradas pela China.

A revista revela que para o êxito do crescimento económico de África foi determinante o aumento do número de empresários ricos, o que permitiu o incremento do comércio com a China, que é de longe o seu principal alvo no sector das exportações.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

BRASIL PRECISA ESTUDAR MUDANÇAS NA CHINA E PREPARAR NOVA ESTRATÉGIA



22 novembro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Em entrevista à Carta Maior, o professor Wu Guoping, da Academia de Ciências Sociais de Beijing, analisa as perspectivas da missão do governo do RS a China

 

Marcelo Justo


Londres - A China que o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, visitará a partir de 28 de novembro, com uma comitiva de empresários, políticos e acadêmicos, não só tem o maior nível de reservas em dólares do mundo e um dos maiores fundos soberanos do plano, como também é uma economia em transformação que busca girar de um modelo exportador com baixos salários para um baseado mais no consumo doméstico e na produção de bens sofisticados.

A China é o destino hoje de 17% das exportações totais do estado do Rio Grande do Sul, uma clara indicação de sua importância para a economia da região. O problema é que quase 100% dessa exportação para o gigante asiático é de soja. Esse tipo de intercâmbio pode parecer a primeira vista a velha armadilha colonial de fornecer matérias primas em troca de produtos manufaturados, mas realmente é assim?

A Carta Maior conversou com o economista Wu Guoping, professor do Instituto Latino-americano da prestigiosa Academia de Ciências Sociais de Beijing para analisar

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Portugal precisa de Angola para sair da crise



21 novembro 2013, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

O presidente da Associação Industrial Portuguesa (AIP), José Eduardo Carvalho, afirmou, em Coimbra, que “só por masoquismo ou tendência para o suicídio colectivo” se podem compreender “alguns episódios da política portuguesa envolvendo Angola”.

Para o dirigente associativo, que falava no seminário ‘Exportar a primeira vez’, que decorreu no auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra, Angola é um mercado “extremamente importante”, porque as exportações portuguesas para Angola são essencialmente produtos alimentares e metálicos, sectores dominados pelas Pequenas e Médias Empresas (PME) portuguesas.

“As janelas de oportunidade são tão estreitas” que

terça-feira, 18 de junho de 2013

Brasil foi o destino do carregamento inaugural de gás natural liquefeito de Angola



17 junho 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

O Brasil foi o destino do carregamento inaugural de gás natural liquefeito angolano, produzido pela Angola LNG na unidade de processamento do Soyo, na província de Cabinda, que pretende ter países asiáticos entre os seus principais clientes.

Depois de anos de preparação, incluindo um atraso de pelo menos 18 meses e um investimento de 10 mil milhões de dólares, coube a

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Angola/Catoca quer ser terceira maior exportadora de diamantes no Mundo



30 abril 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)


Saurimo - A Sociedade Mineira de Catoca pretende atingir até 2020 o terceiro lugar no ranking das empresas exportadoras de diamantes no Mundo, no âmbito do seu programa estratégico (Visão 2020), informou o director geral da instituição, Ganga Júnior.

De acordo com o responsável, a empresa estabeleceu um programa estratégico de desenvolvimento designado Visão 2020, onde poderão passar dos 60 biliões de kwanzas de facturação por ano, para cerca de 150 biliões por ano.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Eixo Luanda-São Paulo cada vez mais importante para os dois

Luanda, Angola, 20 abril 2009 – Indiferentes ao negativo cenário económico global, os negócios entre Angola e Brasil tiveram em 2008 o melhor ano de sempre e continuam a intensificar-se, com a abertura de novas “frentes” nos biocombustíveis e agroindústria.

Dos dados mais recentes das trocas comerciais entre os dois países, salta à vista sobretudo o crescimento do valor das exportações angolanas para o Brasil – 8.350 por cento, para mais de 76 milhões de dólares nos dois primeiros meses do ano.

Tratando-se sobretudo de produtos petrolíferos, o aumento deve-se ao acréscimo de quantidades, dado que os preços deste género de matérias-primas têm estado em quebra.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio Exterior do Brasil, em 2008 Angola conseguiu mesmo exportar mais para o Brasil (2,24 mil milhões de dólares, mais do dobro do valor de 2007) do que importar (1,97 mil milhões).

Portugal continua a ser o maior exportador para Angola (2,27 mil milhões de euros em 2008), mas o facto de as compras à antiga colónia se ficarem pelos 408 milhões fazem com que já hoje a balança comercial Angola-Brasil tenha maior peso (4,21 mil milhões de dólares), tendo sextuplicado o seu valor desde 2004.

Hoje, o peso desta balança transatlântica é apenas superado pelo da sino-angolana (23,5 mil milhões de dólares, dos quais 22,3 mil milhões de exportações angolanas).

Nos dois primeiros meses do ano, as exportações brasileiras para Angola cresceram 36,7 por cento, para 280,5 milhões de dólares, enquanto o total apurado pelo Ministério do Comércio Exterior caiu perto de 15 por cento.

Os empresários brasileiros já têm uma associação em Angola, a Aebran, cujo presidente Alberto Ésper afirmou recentemente à imprensa local que os financiamentos directos do Brasil para projectos angolanos foram da ordem de 2 mil milhões de dólares no ano passado.

O crescimento dos negócios tem beneficiado da existência de uma linha de crédito de 1,75 mil milhões de dólares, através do Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES) e também dos recursos do Programa de Financiamento às Exportações (Proex), administrados pelo Banco do Brasil.

"A construção é segmento onde existe uma participação brasileira mais marcante e mais visível, das empresas brasileiras em Angola. Mas temos que notar que hoje o brasileiro está nas mais diversas áreas da economia angolana, como a agricultura, o comércio geral, a saúde, educação, formação e tecnologia em geral", afirmou Ésper, citado pelo diário O País.

A Aebran estima que residam actualmente 25 mil cidadãos brasileiros em Angola, e que estejam constituídas pelo menos 200 empresas com participação de capitais brasileiros.

Se grandes grupos como a petrolífera Petrobras ou a Odebrecht abriram caminho em Angola, hoje já é possível comer em Luanda um “kibe” Mister Sheik ou aprender informática na também brasileira BIT Company.

Para Ricardo Camargo, director-executivo da Associação Brasileira de Franchising (ABF) "Angola parece ter caído no gosto dos investidores brasileiros, donos de franquias de diferentes sectores da economia".

A Petrobras destinou recentemente a Angola cinco por cento do investimento previsto para 2009/2013, ou seja perto de 800 milhões de dólares, sensivelmente o mesmo que a Odebrecht pretende aplicar no país nos próximos anos.

Emílio Odebrecht, presidente do grupo, reuniu-se recentemente com o presidente angolano, José Eduardo dos Santos, para analisar os projectos futuros, tendo em conta as prioridades do governo angolano.

Em parceria com o grupo privado angolano Damer e a estatal petrolífera Sonangol, a Odebrecht participa na Companhia de Bioenergia de Angola (Biocom), que vai investir na plantação de cana-de-açúcar e construção de uma fábrica para produzir açúcar, etanol e bioelectricidade na província de Malanje.

Estão previstos investimentos de 258 milhões de dólares e a ocupação de 30 mil hectares de área agrícola, até 2012.

Toda a estrutura de pesquisa agropecuária de Angola, sector em que o país possui reconhecidamente elevado potencial, está actualmente a ser repensada com o apoio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

O projecto, com duração até 2013, tem investimentos do Governo angolano de 7,3 milhões de dólares (5,5 milhões de euros), a serem aplicados na criação de 14 centros de pesquisa.

Tirando partido do crescente fluxo de empresários, trabalhadores, e também turistas, a companhia aérea de Angola Taag está a aumentar a frequência dos seus voos para as principais cidades brasileiras.

A partir de 2 de Maio passará a ter sete voos, dos quais cinco são para o Rio de Janeiro e dois para São Paulo, uma importante ajuda numa altura em que se mantém impedida de voar para a Europa. (macauhub)

segunda-feira, 23 de março de 2009

Moçambique/Indústria açucareira recupera exportações

Maputo, Moçambique, 23 março 2009 - A indústria açucareira moçambicana, depois de em 2007 ter registado uma queda nos volumes de exportação, voltou a recuperar em 2008, exportando 134.796 toneladas de açúcar para os diferentes mercados, informou a agência noticiosa moçambicana AIM.

De acordo com o ministro da Agricultura, Soares Nhaca, as exportações realizadas em 2008 proporcionaram uma receita avaliada em cerca de 65 milhões de dólares, o que representa um aumento de 55 por cento em relação ao realizado em 2007, um incremento que resultou num preço médio de 482 dólares por tonelada.

Entretanto, mesmo com o aumento das exportações verificado em 2008, o recorde continua a ser de 2006, ano em que grandes volumes foram exportados, sobretudo para o mercado internacional livre.

Contudo, em termos de receitas, as exportações feitas em 2008 representaram o pico, dado que o maior volume foi destinado aos mercados preferenciais, onde os preços são mais aliciantes.

No âmbito da iniciativa Everything But Arms (Tudo Menos Armas, EBA), no ano comercial 2007-2008 foi prevista uma exportação de 37.500 toneladas de açúcar para este mercado. Este ano Moçambique recebeu uma quota adicional de cerca de 10.000 toneladas, pelo facto de alguns países em desenvolvimento não poderem preencher as suas quotas EBA, permitindo uma quota total de 47.565 toneladas. (macauhub)

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Eleições consagram luta pela paz, diz Câmara Brasil-Angola

São Paulo, 1° setembro 2008 (Lusa) - As eleições legislativas de sexta-feira representam a "consagração do valor democrático de toda a luta de Angola pela libertação e pela paz", afirmou nesta segunda-feira o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Angola.

Ronaldo Chaer disse à Agência Lusa que a importância das legislativas angolanas "é de um valor universal" e que o processo de paz já está assegurado em Angola, "pela vontade de seu povo".

"Brasil e Angola são irmãos siameses. É claro que ficamos extremamente contentes com a consolidação do projeto de democracia efetivado pelas eleições", frisou.

Criada em 1995 durante uma visita oficial do presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Angola funciona no edifício da Associação Comercial do Rio de Janeiro.

A entidade participa anualmente da Feira Internacional de Angola (FILDA), realiza seminários e rodadas de negócios, na sua sede e em missões comerciais que organiza em Luanda.

Arnaldo Santos, da Associação dos Empresários Brasileiros em Angola (AEBRAN), disse recentemente, em São Paulo, que as legislativas serão "um divisor de águas" para os angolanos.

O responsável, que falava durante a apresentação de uma missão empresarial brasileira a Angola, em outubro, detalhou que as legislativas vão consolidar o país como uma "potência emergente na África".

Criada em 2003, a AEBRAN representa cerca de 60 empresários de 30 empresas brasileiras com negócios em Angola.

Promovida pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX), a missão empresarial brasileira a Angola ocorrerá entre 7 e 10 de outubro.

Entre 2004 e 2007, a corrente de comércio entre Brasil e Angola aumentou cerca de 500%, atingindo a pouco mais de US$ 2 bilhões no ano passado.

Desse total, o Brasil importou US$ 945 milhões de Angola e exportou US$ 1,2 bilhão, com destaque para os produtos manufaturados, como carrocerias e tratores.