Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Portugal/O CRESCIMENTO ECONÓMICO É ANÉMICO, MAS AINDA ASSIM DEVE-SE AO CONSUMO
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Capital de Moçambique recebe em Agosto encontro de empresários da China e de países de língua portuguesa
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
CPLP, Moçambique/Investimento público deve animar economia
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
AS BOAS PERSPECTIVAS DE ÁFRICA
A revista revela que para o êxito do crescimento económico de África foi determinante o aumento do número de empresários ricos, o que permitiu o incremento do comércio com a China, que é de longe o seu principal alvo no sector das exportações.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
BRASIL PRECISA ESTUDAR MUDANÇAS NA CHINA E PREPARAR NOVA ESTRATÉGIA
22 novembro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)
Em entrevista à Carta Maior, o professor Wu Guoping, da Academia de Ciências Sociais de Beijing, analisa as perspectivas da missão do governo do RS a China
Marcelo Justo
A China é o destino hoje de 17% das exportações totais do estado do Rio Grande do Sul, uma clara indicação de sua importância para a economia da região. O problema é que quase 100% dessa exportação para o gigante asiático é de soja. Esse tipo de intercâmbio pode parecer a primeira vista a velha armadilha colonial de fornecer matérias primas em troca de produtos manufaturados, mas realmente é assim?
A Carta Maior conversou com o economista Wu Guoping, professor do Instituto Latino-americano da prestigiosa Academia de Ciências Sociais de Beijing para analisar
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Portugal precisa de Angola para sair da crise
21 novembro 2013, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)
“As janelas de oportunidade são tão estreitas” que
terça-feira, 18 de junho de 2013
Brasil foi o destino do carregamento inaugural de gás natural liquefeito de Angola
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Angola/Catoca quer ser terceira maior exportadora de diamantes no Mundo
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Eixo Luanda-São Paulo cada vez mais importante para os dois
Dos dados mais recentes das trocas comerciais entre os dois países, salta à vista sobretudo o crescimento do valor das exportações angolanas para o Brasil – 8.350 por cento, para mais de 76 milhões de dólares nos dois primeiros meses do ano.
Tratando-se sobretudo de produtos petrolíferos, o aumento deve-se ao acréscimo de quantidades, dado que os preços deste género de matérias-primas têm estado em quebra.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio Exterior do Brasil, em 2008 Angola conseguiu mesmo exportar mais para o Brasil (2,24 mil milhões de dólares, mais do dobro do valor de 2007) do que importar (1,97 mil milhões).
Portugal continua a ser o maior exportador para Angola (2,27 mil milhões de euros em 2008), mas o facto de as compras à antiga colónia se ficarem pelos 408 milhões fazem com que já hoje a balança comercial Angola-Brasil tenha maior peso (4,21 mil milhões de dólares), tendo sextuplicado o seu valor desde 2004.
Hoje, o peso desta balança transatlântica é apenas superado pelo da sino-angolana (23,5 mil milhões de dólares, dos quais 22,3 mil milhões de exportações angolanas).
Nos dois primeiros meses do ano, as exportações brasileiras para Angola cresceram 36,7 por cento, para 280,5 milhões de dólares, enquanto o total apurado pelo Ministério do Comércio Exterior caiu perto de 15 por cento.
Os empresários brasileiros já têm uma associação em Angola, a Aebran, cujo presidente Alberto Ésper afirmou recentemente à imprensa local que os financiamentos directos do Brasil para projectos angolanos foram da ordem de 2 mil milhões de dólares no ano passado.
O crescimento dos negócios tem beneficiado da existência de uma linha de crédito de 1,75 mil milhões de dólares, através do Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES) e também dos recursos do Programa de Financiamento às Exportações (Proex), administrados pelo Banco do Brasil.
"A construção é segmento onde existe uma participação brasileira mais marcante e mais visível, das empresas brasileiras em Angola. Mas temos que notar que hoje o brasileiro está nas mais diversas áreas da economia angolana, como a agricultura, o comércio geral, a saúde, educação, formação e tecnologia em geral", afirmou Ésper, citado pelo diário O País.
A Aebran estima que residam actualmente 25 mil cidadãos brasileiros em Angola, e que estejam constituídas pelo menos 200 empresas com participação de capitais brasileiros.
Se grandes grupos como a petrolífera Petrobras ou a Odebrecht abriram caminho em Angola, hoje já é possível comer em Luanda um “kibe” Mister Sheik ou aprender informática na também brasileira BIT Company.
Para Ricardo Camargo, director-executivo da Associação Brasileira de Franchising (ABF) "Angola parece ter caído no gosto dos investidores brasileiros, donos de franquias de diferentes sectores da economia".
A Petrobras destinou recentemente a Angola cinco por cento do investimento previsto para 2009/2013, ou seja perto de 800 milhões de dólares, sensivelmente o mesmo que a Odebrecht pretende aplicar no país nos próximos anos.
Emílio Odebrecht, presidente do grupo, reuniu-se recentemente com o presidente angolano, José Eduardo dos Santos, para analisar os projectos futuros, tendo em conta as prioridades do governo angolano.
Em parceria com o grupo privado angolano Damer e a estatal petrolífera Sonangol, a Odebrecht participa na Companhia de Bioenergia de Angola (Biocom), que vai investir na plantação de cana-de-açúcar e construção de uma fábrica para produzir açúcar, etanol e bioelectricidade na província de Malanje.
Estão previstos investimentos de 258 milhões de dólares e a ocupação de 30 mil hectares de área agrícola, até 2012.
Toda a estrutura de pesquisa agropecuária de Angola, sector em que o país possui reconhecidamente elevado potencial, está actualmente a ser repensada com o apoio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
O projecto, com duração até 2013, tem investimentos do Governo angolano de 7,3 milhões de dólares (5,5 milhões de euros), a serem aplicados na criação de 14 centros de pesquisa.
Tirando partido do crescente fluxo de empresários, trabalhadores, e também turistas, a companhia aérea de Angola Taag está a aumentar a frequência dos seus voos para as principais cidades brasileiras.
A partir de 2 de Maio passará a ter sete voos, dos quais cinco são para o Rio de Janeiro e dois para São Paulo, uma importante ajuda numa altura em que se mantém impedida de voar para a Europa. (macauhub)
segunda-feira, 23 de março de 2009
Moçambique/Indústria açucareira recupera exportações
De acordo com o ministro da Agricultura, Soares Nhaca, as exportações realizadas em 2008 proporcionaram uma receita avaliada em cerca de 65 milhões de dólares, o que representa um aumento de 55 por cento em relação ao realizado em 2007, um incremento que resultou num preço médio de 482 dólares por tonelada.
Entretanto, mesmo com o aumento das exportações verificado em 2008, o recorde continua a ser de 2006, ano em que grandes volumes foram exportados, sobretudo para o mercado internacional livre.
Contudo, em termos de receitas, as exportações feitas em 2008 representaram o pico, dado que o maior volume foi destinado aos mercados preferenciais, onde os preços são mais aliciantes.
No âmbito da iniciativa Everything But Arms (Tudo Menos Armas, EBA), no ano comercial 2007-2008 foi prevista uma exportação de 37.500 toneladas de açúcar para este mercado. Este ano Moçambique recebeu uma quota adicional de cerca de 10.000 toneladas, pelo facto de alguns países em desenvolvimento não poderem preencher as suas quotas EBA, permitindo uma quota total de 47.565 toneladas. (macauhub)
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Eleições consagram luta pela paz, diz Câmara Brasil-Angola
São Paulo, 1° setembro 2008 (Lusa) - As eleições legislativas de sexta-feira representam a "consagração do valor democrático de toda a luta de Angola pela libertação e pela paz", afirmou nesta segunda-feira o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Angola.
Ronaldo Chaer disse à Agência Lusa que a importância das legislativas angolanas "é de um valor universal" e que o processo de paz já está assegurado em Angola, "pela vontade de seu povo".
"Brasil e Angola são irmãos siameses. É claro que ficamos extremamente contentes com a consolidação do projeto de democracia efetivado pelas eleições", frisou.
Criada em 1995 durante uma visita oficial do presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Angola funciona no edifício da Associação Comercial do Rio de Janeiro.
A entidade participa anualmente da Feira Internacional de Angola (FILDA), realiza seminários e rodadas de negócios, na sua sede e em missões comerciais que organiza em Luanda.
Arnaldo Santos, da Associação dos Empresários Brasileiros em Angola (AEBRAN), disse recentemente, em São Paulo, que as legislativas serão "um divisor de águas" para os angolanos.
O responsável, que falava durante a apresentação de uma missão empresarial brasileira a Angola, em outubro, detalhou que as legislativas vão consolidar o país como uma "potência emergente na África".
Criada em 2003, a AEBRAN representa cerca de 60 empresários de 30 empresas brasileiras com negócios em Angola.
Promovida pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX), a missão empresarial brasileira a Angola ocorrerá entre 7 e 10 de outubro.
Entre 2004 e 2007, a corrente de comércio entre Brasil e Angola aumentou cerca de 500%, atingindo a pouco mais de US$ 2 bilhões no ano passado.
Desse total, o Brasil importou US$ 945 milhões de Angola e exportou US$ 1,2 bilhão, com destaque para os produtos manufaturados, como carrocerias e tratores.