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quinta-feira, 5 de setembro de 2019

CPLP, Moçambique/Francisco critica “pilhagem e espoliação” e pede desenvolvimento inclusivo


5 set 2019 13:57, Lusa (Portugal) https://noticias.sapo.mz/actualidade/artigos/francisco-critica-pilhagem-e-espoliacao-e-pede-desenvolvimento-inclusivo


 O Papa Francisco é recebido pelo presidente Filipe Nyusi

O Papa Francisco criticou hoje "a pilhagem e espoliação" no país, apelando ao desenvolvimento inclusivo, durante um discurso no palácio presidencial da Ponta Vermelha, em Maputo.

O líder da igreja católica reconheceu os esforços feitos em pacificar o país, mas notou que a paz passa por olhar para a nossa “casa comum".

"Moçambique é uma nação abençoada e vós especialmente sois convidados a cuidar desta bênção", referiu para a plateia, composta por membros do Governo, titulares de órgãos de soberania, corpo diplomático e outras figuras políticas.

O Papa apelou "à defesa da terra e defesa da vida que reclama atenção especial quando há tendência para a pilhagem, espoliação, guiada por uma ânsia de acumular", disse, sem detalhar.

Uma ânsia que, acrescentou, “em geral não é cultivada por pessoas que habitam nestas terras, nem pelo bem comum do vosso povo".

Francisco defendeu um desenvolvimento "produtivo e inclusivo, em que cada moçambicano possa sentir” que

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Portugal/O CRESCIMENTO ECONÓMICO É ANÉMICO, MAS AINDA ASSIM DEVE-SE AO CONSUMO

21 agosto 2015, ODiario.info httpː//www.odiario.info (Portugal)

Eugénio Rosa

Uma das teorias mais matraqueadas pela “troika”, pelo governo e pelos seus “papagaios” na comunicação social é que a recuperação da economia só seria possível através do aumento das exportações e nunca pelo crescimento do consumo interno. Cortam nos salários, nas pensões, e na despesa pública essencial, porque isso reduziria o consumo e aumentaria a competitividade da economia e as exportações. Mas a verdade é que o anémico crescimento económico verificado se deve ao aumento da procura interna, e não da procura externa, desdizendo o governo e a “troika”. É o próprio INE a afirmar isso.



terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Moçambique com condições para adoptar modelo chinês das Zonas Económicas Especiais

9 fevereiro 2015, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

Moçambique tem condições para adoptar com sucesso o modelo chinês das Zonas Económicas Especiais, que contribuiu para impulsionar a economia chinesa, afirmam os investigadores Fernanda Ilhéu e Hao Zhang.

No estudo “O Papel das Zonas Económicas Especiais no Desenvolvimento de Países Africanos e Investimento Directo Estrangeiro Chinês”, os investigadores do Instituto Superior de Economia e Gestão de Lisboa lembram que, ao longo de 35 anos, as Zonas Económicas Especiais tiveram “um papel decisivo no desenvolvimento de locais como Shenzhen, Zhuhai, Xiamen, Shantou, Hainan e Xangai, e que os países africanos podem aproveitar esta experiência.

Em 2006, no Fórum para a Cooperação China-África, foi dada “prioridade significativa” ao objectivo de criar até 50 ZEE no estrangeiro, que

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Moçambique/Governo aprova termos de concessão do terminal de carvão

29 julho 2014, Portal do Governo http://www.portaldogoverno.gov.mz (Moçambique)

Maputo (AIM) – O governo moçambicano aprovou hoje, através de um decreto, os termos do contrato de concessão das infra-estruturas do terminal portuário de carvão, no porto da Beira, centro do país, à Sociedade Comercial New Coal Terminal Beira, que comporta investimentos público-privados.

O facto aconteceu durante a 19ª sessão Ordinária do Conselho de Ministros, que também analisou outras matérias da vida sócio-económico e

terça-feira, 29 de julho de 2014

ECONOMIA DE ANGOLA É DAS MAIS PUJANTES

28 julho 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Adriano de Melo

O Secretário Executivo da Comissão Económica para a África das Nações Unidas, Carlos Lopes, diz que Angola tem uma das economias mais pujantes de África, embora ainda dependa muito das suas exportações petrolíferas.

Sobre a situação em África defende uma aposta na indústria transformadora. Carlos Lopes publicou 20 livros, como autor ou organizador, e 180 artigos académicos. Foi o impulsionador do primeiro Relatório de Desenvolvimento Humano da África Austral, com prefácio de Nelson Mandela.

Jornal de Angola - Qual o contributo da economia angolana no crescimento económico do continente africano?

Carlos Lopes -
 A economia angolana é uma das mais pujantes do planeta e continua a crescer consideravelmente. As economias africanas já ultrapassaram o dobro do seu Produto Interno Bruto, desde o princípio do século. Angola já faz parte

Moçambique vai receber 32 mil milhões de dólares em infra-estruturas

28 julho 2014, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

Moçambique é hoje um dos 3 principais destinos de investimentos estrangeiros em África e vai receber nos próximos anos projectos de infra-estruturas avaliados em 32 mil milhões de dólares, segundo o Deutsche Bank.

Numa nota recente sobre a situação económica em Moçambique, Claire Schaffnit-Chatterjee, analista sénior do Deutsche Bank, indica que o crescimento económico no país estará acima dos 8 por cento ao ano até

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

AS BOAS PERSPECTIVAS DE ÁFRICA



28 novembro 2013, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao

Roger Godwin

A economia africana, confirmando aquilo que vinha sendo o seu desempenho global nos últimos dez anos, é a que mais ira crescer em 2014, revela um estudo publicado esta semana pela revista britânica “The Economist”.

Durante os anos 90, de acordo com a mesma revista, o crescimento da economia no continente africano cresceu a uma média de apenas dois por cento, enquanto a taxa global de inflação atingiu os 27 por cento. Porém, desde 2001 que o panorama se alterou de forma substancial, com um crescimento anual constante e só comparado aos níveis que se registaram nas economias asiáticas, lideradas pela China.

A revista revela que para o êxito do crescimento económico de África foi determinante o aumento do número de empresários ricos, o que permitiu o incremento do comércio com a China, que é de longe o seu principal alvo no sector das exportações.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Moçambique/Banco central confiante em crescimento de 7 por cento para 2008

Maputo, Moçambique, 11 setembro 2008 - A economia de Moçambique deverá este ano atingir o crescimento previsto de 7 por cento apesar do aumento dos preços dos combustíveis e dos produtos alimentares, afirmou quarta-feira em Maputo o porta-voz e administrador do Banco de Moçambique.

Na apresentação da conjuntura económica nacional do primeiro semestre de 2008, Valdemar de Sousa disse que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) se situou em 6,7 por cento naquele período.

No período homólogo de 2007, o PIB esteve abaixo dos sete por cento previstos, recordou Sousa, o que faz prever que “será possível terminar o ano sem desvios relativamente ao nível do crescimento económico planeado”.

Anteriormente, o BM indicara um crescimento de 3,5 por cento no primeiro trimestre deste ano, contra cerca de 10 por cento no período homólogo de 2007, como reflexo de uma conjuntura internacional adversa (desde 2000 que a economia não crescia abaixo de 7,0 por cento).

O banco aponta o dedo ao "mau momento da economia mundial" e, sobretudo, à factura da importação de combustíveis, que subiu de 2634 milhões de meticais nos primeiros seis meses de 2007 para 5124 milhões de meticais no período homólogo deste ano, afectando o Orçamento de Estado no equivalente a 0,7 por cento do PIB até Dezembro.

A generalidade dos observadores tem dado como certa uma acentuação em 2008 da travagem do crescimento do PIB, depois do recorde de 2006 (mais 8,5 por cento), e dos 7,0 por cento do ano passado.

Moçambique tem nos serviços (sobretudo comércio, transportes e comunicações) o maior motor da economia, contribuindo com mais de metade do PIB, que ronda 220,15 mil milhões de meticais.

De acordo com as estatísticas apresentadas pelo banco central moçambicano, o país teve uma inflação acumulada abaixo de 4,8 por cento, de Janeiro a Agosto do ano em curso.

A meta das autoridades moçambicanas é chegar a Dezembro com uma taxa de inflação abaixo de 10 por cento, situação que dependerá da flutuação dos preços, principalmente durante a quadra festiva.
(macauhub)