Mostrando postagens com marcador diamante. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador diamante. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Angola/Asilo tem novas regras

9 fevereiro 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

A Lei de Asilo e Estatuto de Refugiados apresentada à Assembleia Nacional prevê a criação de um centro de acolhimento para os requentes de asilo e refugiados em Angola, revelou o ministro do Interior, Ângelo da Veiga Tavares, à Rádio Eclésia.

O ministro referiu que, com a criação do centro, se pretende acabar com a situação que se vive actualmente, em que um requerente, logo que se apresenta às autoridades, tem liberdade de movimento e, muitas vezes, dirige-se às áreas de exploração

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

“Forte” procura da Índia e China relança indústria de diamantes angolana



5 agosto 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

A indústria diamantífera angolana está a recuperar de uma recessão prolongada devido à “forte procura” da China e Índia, afirma a Economist Intelligence Unit.

“Os diamantes vão continuar a ser a segunda maior fonte de exportações, embora de pequena dimensão em comparação com as petrolíferas”, refere a EIU no seu relatório de Julho sobre

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Angola/Endiama E.P celebra 100 anos da descoberta dos primeiros diamantes



17 junho 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)


Luanda – A Empresa Nacional de Diamantes, ENDIAMA E.P realiza de 20 a 21 deste mês, em Luanda, uma conferência internacional para assinalar os 100 anos  da descoberta dos primeiros diamantes em Angola.

O evento tem como objectivos apresentar aos participantes as potencialidades diamantíferas nacionais, captar investidores para os seus projectos,

sexta-feira, 7 de junho de 2013

A 50 AÑOS DE LA OUA -- LOGROS Y DESAFÍOS DE LA UNIÓN AFRICANA



23 mayo 2013, Rebelión http://www.rebelion.org (Mexico)


Durante 50 años, la Organización para la Unidad Africana (después convertida en Unión Africana) ha luchado contra numerosas adversidades y contratiempos surgidos a lo largo del camino pero ha logrado con denodado esfuerzo, trabajar por la integridad y el avance de sus 54 países.

Tras varios siglos de colonialismo donde primaron las luchas por las independencias nacionales, contra la esclavitud, el saqueo de los territorios y sus riquezas, el continente africano comenzó a liberarse a fines de las décadas del 50 y principios del 60.

El impulso hacia esas acciones sucedió el 25 de mayo de 1963 cuando 3l líderes africanos se reunieron en Addis Abeba y firmaron la Carta de Principios de la OUA, después de un proceso en el que dejaron a un lado las diferencias regionales e ideológicas que habían sembrado los colonialistas.

Desde su creación en 1963, la OUA enfrentó grandes retos pues su primera razón de ser fue la de acabar de liberar al continente del colonialismo, el apartheid y la discriminación racial.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Angola/Catoca quer ser terceira maior exportadora de diamantes no Mundo



30 abril 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)


Saurimo - A Sociedade Mineira de Catoca pretende atingir até 2020 o terceiro lugar no ranking das empresas exportadoras de diamantes no Mundo, no âmbito do seu programa estratégico (Visão 2020), informou o director geral da instituição, Ganga Júnior.

De acordo com o responsável, a empresa estabeleceu um programa estratégico de desenvolvimento designado Visão 2020, onde poderão passar dos 60 biliões de kwanzas de facturação por ano, para cerca de 150 biliões por ano.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Diversificação na indústria mineira em Angola reduz dependência aos diamantes

Luanda, Angola, 18 abril 2011– A diversificação da indústria mineira angolana, devido a projectos de extracção de metais e fosfatos, está a aumentar a produção do sector e a reduzir a dependência relativamente aos diamantes, de acordo com o mais recente relatório Angola Mining Report.

“Para minimizar o impacto de futuras flutuações de preços, Angola está a avançar com medidas de diversificação da sua base mineira para além da dependência primária de diamantes”, refere o relatório do segundo trimestre, publicado pela Business Monitor International. Alguns novos projectos estão ligados ao cobre, caso da mina desactivada do Mavoio, outros ao ferro e manganésio e, no Lubango, a Ferrangol planeia abrir uma nova mina em parceria com privados.

No Chipindo prepara-se a extracção de minério de ferro nos próximos dois anos, enquanto no sul da Huila foram recentemente descobertas reservas de ouro. O início de produção de vários projetos desde 2010 deverá traduzir-se num aumento de produção em 2011.

Segundo a BMI, o crescimento médio de produção entre 2011 e 2015 deverá rondar 6,8 por cento ao ano. No final desse período o sector mineiro angolano deverá valer perto de 7,5 mil milhões de dólares. Os diamantes manter-se-ão como o principal produto, mas Angola apresenta “grande potencial para os metais de base e ouro”.

A quebra no mercado diamantífero em 2009, que levou a uma descida do valor da produção para 1,18 mil milhões de dólares, deixou a claro a dependência da indústria em Angola, apesar da disponibilidade de outras matérias-primas minerais. Este ano, segundo a BMI, o sector mineiro deverá registar “forte crescimento” e os quatro novos projectos recentemente aprovados pelo governo terão um impacto no nível de produção do país.

Além disso, “os custos operacionais relativamente baixos, juntamente com a actual relativa estabilidade política de Angola, continuam a atrair operadores estrangeiros para o mercado, muitas vezes como uma alternativa a países vizinhos”, adianta.

Exemplo disso é a sul-africana Trans Hex Mining, que iniciou a produção piloto na sua mina de Luana em 2010, que deverá atingir 31 mil quilates de diamantes no final deste ano, enquanto está a reduzir as suas operações na África do Sul. O sector continua à espera de um código mineiro, que deverá endurecer os regulamentos sobre como os produtores de diamantes podem distribuir as receitas geradas em projectos no país.

Um responsável da Endiama citado pela BMI adianta que a nova lei deverá obrigar os produtores de diamantes a usar 50 por cento das suas receitas para cobrir custos operacionais e os outros 50 por cento para impostos, remuneração de investidores e também para projectos de desenvolvimento da comunidade local. Actualmente, a lei obriga apenas a que as empresas paguem um imposto sobre lucros à Endiama, a concessionária estatal, de 35 por cento.

O novo código poderá também incluir a obrigatoriedade de realização de estudos de impacto ambiental aprovados pelo governo.

Angola é, actualmente, o quinto maior produtor de diamantes em valor, representando 7 a 9 por cento da produção global. As principais reservas estão nas províncias das Lundas e a maioria dos diamantes encontra-se em depósitos aluviais.

A Endiama acredita que há ainda, espalhados por todo o país, depósitos de grandes dimensões em forma rochosa. (macauhub)

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Governo de Angola prepara exploração de ouro e diamantes na província da Huíla

Lubango, Angola, 9 junho 2010 - O secretário do Estado para a Geologia e Minas de Angola, Mankenda Ambroise, anunciou terça-feira, na cidade do Lubango, o início, a partir de Julho, dos trabalhos de prospecção de ouro na área de Limpopo, município da Jamba, província da Huíla.

No âmbito da sua visita de dois dias à Huíla, o secretário de Estado disse que o projecto já foi aprovado e tão logo as verbas sejam disponibilizadas dar-se-á início à prospecção, não só de ouro, mas também de ferro e manganês.

Makenda Ambroise disse ainda que se trata de uma acção enquadrada no projecto de exploração de ferro de Cassinga, razão pela qual o governo quer aproveitar extrair naquela localidade todos os recursos mineirais de que dispõe, por forma desenvolver à região.

O secretário adiantou que a prospecção já é um facto, mas a data de produção destes minérios ainda não foi definida, por isso o Ministério da Indústria e Geologia e Minas está ainda a realizar estudos de prospecção de minérios a nível dos municípios da Jamba, Quilengues, Chibia e Gambos.

“A Huíla é a segunda província mineira do país, fundamentalmente na produção de rochas ornamentais, por isso queremos que a lista dos recursos minerais aumente e que lidere a produção mineira no país, atendendo à dimensão territorial de que dispõe”, sublinhou o secretário.

Revelou que existem planos para exploração de outros minérios na província, nomeadamente diamantes, inertes e rochas ornamentais.

Informou que com a entrada em funcionamento das minas de exploração de ouro, ferro e manganês na Jamba, mais 50 mil empregos serão criados na província da Huíla.

O município da Jamba fica a 305 quilómetros a norte da cidade do Lubango e conta com uma população estimada em 126 mil habitantes. (macauhub)

terça-feira, 8 de junho de 2010

Aumento dos preços dos diamantes permitiu a reactivação de algumas explorações em Angola

Luanda, Angola, 8 junho 2010 - O aumento dos preços dos diamantes nos mercados internacionais permitiu o arranque ou a reactivação de algumas explorações diamantíferas, afirmou no passado fim-de-semana o presidente da Empresa Nacional de Diamantes de Angola (Endiama).

Durante a inauguração do projecto mineiro Luana, no município de Lucapa, província da Lunda Norte, Carlos Sumbula disse que, embora os preços nos mercados estejam ainda aquém do que se verificava antes da crise financeira internacional, o aumento entretanto ocorrido veio dar um novo alento ao mercado diamantífero.

Carlos Sumbula manifestou-se confiante que tudo está a ser feito no sentido de que o arranque das minas desactivadas aconteça com a maior brevidade possível, numa acção concertada entre o governo provincial da Lunda Norte, Ministério da Indústria e Geologia e Minas, a Endiama e as comissões sindicais dos trabalhadores.

O projecto diamantifero Luana vai produzir inicialmente 3 mil quilates de diamantes, a vida útil da mina, a céu aberto, está estimada em seis anos e o investimento está calculado em 28 milhões de dólares. (macauhub)

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Diamantes representaram dois por cento das exportações de Angola em 2008

Luanda, Angola, 30 setembro 2009 - Os diamantes representaram apenas 2 por cento do total das exportações angolanas em 2008, segundo dados incluídos num relatório divulgado pelo Banco de Portugal (BdP).

De acordo com as últimas estimativas do Banco Nacional de Angola (BNA) e do Fudo Monetário Internacional (FMI), em 2008 as exportações totais de Angola (em dólares) cresceram 46,6 por cento, enquanto as importações terão crescido 35,8 por cento.

Os números, que constam do relatório "Evolução das Economias dos PALOP e de Timor-Leste 2008-2009", indicam que o petróleo «foi responsável por mais de 96 por cento do total das exportações angolanas, enquanto os diamantes ocupam um distante segundo lugar com cerca de 2 por cento».

O incremento em valor nas exportações de crude (de 42 para 62 mil milhões de dólares) permitiu acomodar crescimentos substanciais na importações e défices líquidos nas balanças de serviços e rendimentos e, ainda, um comportamento negativo nos fluxos do IDE, garantindo – mesmo assim – um excedente da balança global (5,8 mil milhões de dólares), ou o equivalente a 7 por cento do produto, refere o documento do BdP.

Em 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) de Angola cresceu 14,8%, em termos reais, segundo estimativas do BNA e do FMI.(macauhub)

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Angola promove diversificação da economia no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro, Brasil, 13 agosta 2009 (Lusa) - A Câmara de Comércio e Indústria de Angola (CCIA) aproveitou o encontro empresarial do Rio de Janeiro, que junta empresários chineses e de língua portuguesa, para promover a diversificação dos investimentos em Angola, disse à Lusa o secretário-geral da organização.

Para António Tiago Gomes, há sectores da economia em Angola que também justificam investimentos, não se cingindo as oportunidades aos hidrocarbonetos e aos diamantes.

“Queremos evitar que a nossa economia continue dependente do petróleo e diamantes, queremos desenvolver outras áreas”, salientou António Tiago Gomes, que participa no encontro empresarial para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os países de língua portuguesa.

“É importante que não haja concorrência entre nós, mas que haja complementaridade das acções”, ao destacar que muitas das áreas que precisam ser exploradas, como indústria, habitação, desenvolvimento rural, turismo e pesca.

As portas de Angola já estão abertas” aos investimentos, realçou.

“Tivemos um período mau, de guerra, que felizmente terminou em 2002 e a partir dessa altura o sector privado e o Governo têm estado a desenvolver grandes esforços no sentido de criar um ambiente que permita o desenvolvimento da actividade empresarial no país”, vincou.

Além de o Brasil ter uma participação no desenvolvimento desses sectores, com a futura instalação de um escritório da Agência Brasileira de Exportação e Investimento (Apex-Brasil) em Luanda, Tiago Gomes referiu a importância da China que tem em Angola o seu principal parceiro em África.

A CCIA está presente na quinta edição do encontro de empresários, no Rio de Janeiro, para encorajar a ida de parceiros estrangeiros para, “em conjunto, poderem trabalhar nos grandes desafios da nossa economia”, justificou Tiago Gomes.

No evento anual, cujos trabalhos encerram hoje, foram realizados encontros de negócios e exposições para que os participantes pudessem identificar formas de cooperação e estabelecer "joint-ventures" que contribuíssem para o desenvolvimento dos países envolvidos.

Além de Macau, China Continental e Brasil, também participam empresários de Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Timor-Leste.

Realizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações, o encontro conta com a parceria do China Council for the Promotion of International Trade (CCPIT) e o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM).

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Diamante e ouro considerados minérios estratégicos em Angola

Luanda, Angola, 26 novembro 2008 - O novo Código Mineiro considera os diamantes, ouro e os minerais radioactivos como estratégicos para Angola, disse terça-feira, em Luanda, o coordenador da Comissão Técnica para a Revisão da Legislação Mineira.

De acordo com Francisco Queiroz, que falava à agência noticiosa angolana Angop à margem do II seminário de auscultação do Código Mineiro, concorrem para a classificação dos minerais estratégicos factores como a sua raridade, a grande procura no mercado internacional e o impacto relevante no crescimento das economias.

À luz do presente código, Francisco Queiroz disse ainda que os direitos mineiros de prospecção e de exploração, tratamento e comercialização em todo o território nacional, incluíndo a plataforma continental e a zona económica exclusiva pertencem ao Estado.

Esclareceu que estes direitos podem ser exercidos em exclusividade por uma empresa pública específica, que assumirá o papel de concessionária nacional, ou por uma instituição pública autónoma, que exercerá a função de reguladora da actividade mineira respectiva.

“As empresas concessionárias nacionais de direitos mineiros sobre minerais estratégicos são criadas pelo Governo, competindo-lhes exercer directamente os direitos sobre os respectivos minérios, ou em associação com empresas de direito privado”, disse.

Os trabalhos visando a criação de uma nova lei mineira em Angola iniciaram-se há dois anos, tendo-se já efectuado, até à presente data, alguns seminários de consulta técnica.

Actualmente, trabalha-se na supervisão e acerto de alguns pontos da ante-proposta de lei, a que se seguirá a sua entrega ao Conselho de Ministros para aprovação, antes de ser submetido à Assembleia Nacional. (macauhub)

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Angola pode subir ao terceiro lugar entre os produtores de diamantes

Luanda, Angola, 4 novembro 2008 - Angola pode tornar-se um dos três maiores produtores mundiais de diamantes em 2010, se for atingido nesse ano o volume de produção previsto, na ordem dos 19 milhões de carates, face aos sete milhões registados em 2006, de acordo com a consultora KPMG.

A previsão consta de um estudo sobre o sector bancário angolano divulgado em Luanda pela KPMG, que avança que, com o desígnio de exportar um produto com maior valor acrescentado, a Endiama está a criar a segunda unidade industrial de corte e lapidação, na Lunda-Sul, prevendo-se que esta unidade produza mensalmente o equivalente a 20 milhões de dólares.

De acordo com o estudo, a Endiama encontra-se igualmente a desenvolver um projecto visando a criação de uma unidade de produção de artefactos de joalharia.

A empresa estatal vai formar 400 joalheiros, numa altura em que o país continua a ser um dos destinos preferenciais do investimento directo estrangeiro (IDE) no conjunto dos países da África Subsahariana.

O sector diamantífero de Angola revela um enorme potencial de crescimento, expressa o documento, ao mesmo tempo que dá conta de que o sector viu o seu crescimento reduzido em 2007 devido a condições climatéricas adversas.

Apesar disso, e socorrendo-se de dados do FMI, o estudo revela que Angola duplicou o valor das exportações, de 790 milhões de dólares em 2004 para mais de mil milhões de dólares (1,6 mil milhões) em 2007, tornando-se no quinto maior produtor mundial em termos de valor, numa lista liderada pelo Botswana e seguido da Rússia, Canadá e África do Sul. (macauhub)

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Brasil/Marinha estuda Sivam do mar para vigiar petróleo

28 setembro 2008/Agência Estado

A vigilância de jazidas de petróleo de 70 bilhões de barris, depósitos de manganês, cobre, cobalto, níquel, ouro, diamante, enxofre, monazita, minerais estratégicos e a reserva de recursos pesqueiros será feita por meio de uma rede de sensores eletrônicos distribuídos ao longo dos 4,5 milhões de quilômetros quadrados, a porção do Atlântico Sul sob controle do País. A área equivale a mais da metade do território nacional. Ainda "em forma de projeto", segundo o comandante da Marinha, almirante Júlio Moura Neto, o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul é comparável ao Sivam, criado para monitorar a Amazônia.

Um amplo programa de reequipamento, com execução prevista para o período de seis anos entre 2008 e 2014, prevê a compra de 27 navios-patrulha de 500 toneladas, a construção de um novo submarino convencional e a modernização dos cinco navios do tipo em uso atualmente. Cuida, também, da aquisição de torpedos, helicópteros, patrulheiros oceânicos, embarcações de escolta e de uso em grandes rios, além da revitalização de parte da frota - inclusive do porta-aviões São Paulo - e a atualização tecnológica de 12 dos 23 caças Skyhawk, contratada da Embraer.

O Comando da Marinha não arrisca previsões de investimento. Mas, segundo fornecedores internacionais ouvidos pelo Estado na Europa e nos Estados Unidos, o Sistema de Gerenciamento em desenvolvimento pode custar US$ 2 bilhões. O valor, todavia, depende das especificações técnicas, das dimensões do conjunto e do cronograma das etapas de implantação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Contribuição dos sectores mineiro e petrolífero para o PIB de Moçambique em crescimento

Maputo, Moçambique, 10 julho 2008 - A contribuição dos sectores mineiro e petrolífero para o Produto Interno Bruto (PIB) poderá registar um crescimento de mais ou menos 15 por cento até 2010, afirmou em Maputo a directora nacional dos Recursos Minerais, Fátima Momad.

Fátima Momad disse que a contribuiçao dos dois sectores para a economia do país tem a ver com as perspectivas de arranque de muitos projectos actualmente na fase de estudo ou de implementação, de que se podem destacar os de areias pesadas de Moma e de Chibuto e de carvão de Moatize.

Estão igualmente em curso os projectos de ouro de Manica, de tantalite de Marropino, na Zambézia, de ouro de Monarch, em Manica, e vários outros de extracção de água mineral.

Fátima Momad disse ainda que Moçambique tem estado a registar uma tendência crescente nos investimentos realizados no sector mineiro, tendo sido aplicados 217 milhões de dólares em 2007 contra 169 milhões em 2005.

Num encontro que serviu para a apresentação e divulgação das actividades desenvolvidas pela Direcção Nacional de Minas, Fátima Momad apontou como sendo principais desafios da sua instituição prosseguir a reforma da legislação aplicável ao sector mineiro, sendo que até ao final do ano em curso espera-se concluir a elaboração do regulamento sobre a extracção de diamantes.

Outro aspecto diz respeito à necessidade da consolidação dos procedimentos de licenciamento à luz da descentralização e o melhoramento da colecta de impostos e taxas, através do reforço de mecanismo de monitoria da actividade das empresas.

A necessidade de garantir a entrada em operação de minas de pedras preciosas e semipreciosas em Nampula, reabertura de minas de cobre e ouro em Manica, são outros desafios, com Fátima Momad a garantir que dentro de pouco tempo algumas destas minas estarão em funcionamento.
(macauhub)


domingo, 2 de março de 2008

Venezuela, los caminos ocultos del oro y los diamantes

Miguel Lozano

http://www.prensalatina.com.mx

Caracas, 25 febrero 2008 (PL) Un complejo entramado de ilícitos sustenta hoy la salida ilegal del 90 por ciento de oro y diamantes extraído en Venezuela, reedición del saqueo de las grandes metrópolis a cargo esta vez de empresas transnacionales.
En entrevista con Prensa Latina, Adel el Zabayar –diputado a la Asamblea Nacional por el estado minero Bolívar- indicó que según estimados se sacan de 130 a 170 toneladas de oro al año, pero no existen cálculos confiables de la extracción de diamantes.
“No hay una cifra exacta. Es tanta la anarquía en materia de oro y diamantes que realmente no se conoce cuanto sale. Hay un estimado”, expresó el Zabayar, miembro de la comisión parlamentaria permanente de Energía y Minas.
A modo de ejemplo indicó que diamantes venezolanos son cotizados en las bolsas de Israel y Bélgica, pero en las aduanas nacionales nunca se reporta la salida legal, lo cual calificó de “absurdo y preocupante”.
Si digo que el 90 por ciento del diamante y el oro no pasa por registros, posiblemente me quede corto: algunos aseguran que podría llegar hasta 95 por ciento. Si la situación sigue así es preferible paralizar toda la producción. ¿Qué sentido tiene?, opinó.
Precisó que para no cumplir con sus obligaciones, las empresas transnacionales argumentan el incumplimiento de garantías jurídicas en la región, como la realización de invasiones en las áreas entregadas como concesión por parte del estado.
El parlamentario venezolano denunció asimismo que las transnacionales han logrado corromper algunos jueces que les orientan para preparar informes utilizando pretextos como la invasión de algunos metros cuadrados de su zona de concesión.
Otra variante es culpar a la minería ilegal, pero en la práctica las transnacionales compran oro y diamante producidos por esos mineros y los sacan del país, sin controles, por Guyana y Brasil.
Sin embargo, El Zabayar, economista graduado en Ucrania, estima que el verdadero negocio de esas empresas está en la venta de acciones, especialmente en la bolsa de valores de Vancouver.
Cualquier ciudadano –agregó- puede revisar por Internet la venta de acciones allí y se dará cuenta que las transnacionales radicadas en Venezuela venden acciones mil millonarias y ese dinero lo invierten otros países. Como vías de solución, precisó, en la comisión parlamentaria ha propuesto asumir la producción de oro y diamantes por una empresa minera estatal, pues ahora hay algunas sin fortaleza para asumir el compromiso como debe ser.
En este caso sugerimos la creación de una estructura minera como la Empresa Minera del estado y además, para clarificar la política, la creación del Ministerio de Minas (actualmente integrado en el Ministerio de Industrias Básicas y Minería).
Según su opinión, un ministerio para ambas ramas no cubre la necesidad del desarrollo minero, pues el ministro pasa 90 por ciento de su tiempo con la problemática de las empresas estatales y no tiene tiempo para la problemática minera a nivel nacional.
Agregó que una propuesta similar se hizo para la electricidad, a partir del hecho que Venezuela es exportadora y la necesidad de dar respuestas rápidas al sector.
Ahí –apuntó-se incluye la propuesta de impulsar la electricidad vía energía nuclear: si estamos claros que la energía fósil se terminará en 150 años o algo más, debemos de planificar desde ahora.
De acuerdo con su criterio, ante los problemas climáticos, la economía no puede depender de la hidroeléctrica y recordó que hace seis años Venezuela sufrió una crisis en el río Caroní y se demostró la fragilidad de este tipo de energía.
Venezuela, dijo, tiene una reserva importante de uranio que puede ser explotada para los próximos mil años. Podemos garantizar el suministro y esos mil años nos darían tiempo para ir pensando en otro tipo de energía, subrayó.
Al respecto, el Zabayar estimó que el próximo lanzamiento del satélite Simón Bolívar servirá para determinar las dimensiones de esos depósitos, parte de los cuales se ubican en el estado Bolívar, pues la información al respecto la mantiene oculta Estados Unidos.
El imperio norteamericano, afirmó el diputado venezolano, esconde esa información, la verdadera razón de sus intereses en controlar la Amazonía, junto a sus reservas de otros minerales y de agua.

http://www.prensalatina.com.mx/article.asp?ID={10C5E3CD-7589-47D9-AF09-17949FE8D505}&language=ES

Acciones Exxon Mobil contra PDVSA sin fundamentos jurídicos

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Angola/Potencial mineiro do país divulgado na África do Sul

Luanda, 1 fenereiro 2008 – O potencial mineiro de Angola vai ser apresentado, de três a oito do mês em curso, na Cidade do Cabo, África do Sul, durante uma conferência anual de investimentos para a área mineira, designada “Indapa”, avançou hoje, sexta-feira, em Luanda, o vice-ministro da Geologia e Minas, Mankenda Ambroise.
A conferência, a decorrer sob o lema “Investimentos na mineração para descobrir a riqueza mineira angolana”, é organizada por uma instituição norte- americana, e prevê a captação de investimentos para o sector mineiro angolano.
Em breves declarações prestadas à Angop, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, o responsável, que seguiu hoje para a África do Sul, pontualizou que neste fórum vão identificar os projectos que precisam de investimentos dos operadores privados estrangeiros.
Angola é um país reconhecido como sendo especialmente rico em recursos minerais, estimando-se que possam ser encontrados no seu subsolo 35 dos 45 minerais mais importantes do comércio mundial, com especial destaque para o petróleo, gás natural, diamantes e fosfatos, mas também ferro, magnésio, ouro e rochas ornamentais, entre outros.
Os estudos realizados indicam que Angola possui reservas de fosfatos estimadas em 150 milhões de toneladas nas províncias de Cabinda e do Zaire, no norte do país, que não estão actualmente em exploração.
Por outro lado, nas províncias do Namibe e da Huíla, no sudoeste do país, existem importantes reservas de mármore, granito e quartzo, cujos actuais níveis de exploração podem ser substancialmente aumentados.
Relativamente ao ferro, a produção anual chegou a atingir quase seis milhões de toneladas antes da independência de Angola, através de explorações situadas nas províncias de Malanje, Bié, Huambo e Huíla.
A delegação chefiada por Makenda Ambroise, integra membros da direcção da Endiama e da Terrangol.
O regresso da comitiva angolana está previsto para o próximo dia oito de Fevereiro. (AngolaPress)

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Angola/Representante do PNUD defende investimento na zona rural

Luanda, 10 outubro 2007 - A representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD)em Angola, Gita Welch, defendeu hoje, em Luanda, ser necessário atrair o investimento para às zonas rurais, de modo a melhorar as condições de vida das pessoas mais pobres.

Ao falar num encontro entre os representantes das agências da nações Unidas em Angola e os órgãos de comunicação social, Gita Welch referiu que é importante também tirar-se o maximo de pessoas do sector informal para o formal, com vista a terem maiores oportunidades.

"É preciso fazer perceber as pessoas que no meio de muitas dificuldades há muita coisa para fazer", disse.

De acordo com a representante do PNUD, o acesso ao crédito, à educação e à criação de guichês únicos podem representar um factor positivo para se vencer a pobreza em Angola.

Segundo Gita Welch, Angola possui recursos como petróleo, diamante e bacias hidrográficas importantes para o país e para os restantes membros da região, que representam o sustento e riqueza para as populações, bem como a possibilidade de se produzir bens alimentares.

Frisou que as estatísticas indicam que 68 porcento da população em Angola vive a baixo da linha da pobreza e 38 porcento em extrema pobreza, apresentando tambem altos níveis de desemprego.

Para si, é importante fazer com que os indicadores económicos, que neste momento são bons para Angola, trabalhem para o desenvolvimento da pessoa humana.
"É necessário pôr os pobres no centro do desenvolvimento, pois eles são os mais interessados em ultrapasssar a situação em que vivem", ´ salientou.

O encontro foi realizado no âmbito da semana mundial da erradicação da pobreza, que se assinala a 17 deste e mês, e contou com a participação de várias agências especializadas das Nações Unidas. (AngolaPress)