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quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Abya Yala*, Venezuela/Gobierno Bolivariano denuncia de manera categórica invocación del nefasto TIAR


11 de septiembre de 2019, Ministerio del Poder Popular para Relaciones Exteriores (Venezuela)

http://mppre.gob.ve/comunicado/venezuela-denuncia-comunidad-internacional-invocacion-tiar/


El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela denuncia de manera categórica ante la comunidad internacional y los pueblos del mundo la infame decisión de un pequeño grupo de Gobiernos de la región que, alineados a los intereses del Gobierno supremacista de los Estados Unidos, invocaron la activación de un nefasto instrumento de la historia de nuestro continente como es el caso del Tratado Interamericano de Asistencia Recíproca (TIAR). 

Es necesario recordar que el TIAR fue impuesto a nuestra región por Estados Unidos en el marco de la Guerra Fría, y su propósito fue legitimar intervenciones militares en América Latina por razones ideológicas. Así sucedió en Guatemala en 1954, en Cuba en 1961, en República Dominicana en 1965, en Granada en 1983 y en Panamá en 1989. También es importante resaltar que, cuando existió una verdadera agresión de una potencia extra continental contra un país latinoamericano, como es el caso de Argentina en 1982 por parte del Reino Unido, los Estados Unidos traicionaron al continente y

sábado, 12 de dezembro de 2015

ASSOCIAÇÃO ESTRATÉGICA ENTRE A ÁFRICA E A CHINA

12 novembro 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


A partir de final dos anos 50 e, sobretudo, de 1960, sucederam-se as independências africanas. Não sem que, na maioria dos casos, as potências coloniais tenham recorrido à violência e a manobras de todo o tipo visando impedir a libertação. Em vários casos, as independências foram conquistadas pela luta armada. Noutros casos, nesses anos 60, as independências africanas foram «concedidas» pacificamente pelos governos coloniais a partidos cujos dirigentes renunciaram à soberania plena e aceitaram trilhar a via neocolonial.

Com o derrubamento da ditadura fascista em Portugal, a 25 de Abril de 1974, tornou-se inelutável o rápido desfecho do processo de independência dos novos países, apesar da oposição das forças reaccionárias portuguesas e africanas, apoiadas pelo imperialismo norte-americano. O nascimento dos novos estados, em especial os de Angola e Moçambique, contribuiu para acelerar importantes transformações progressistas na África Austral. O mapa político da África ainda sofre alterações quando, em 1993, a Eritreia se separa da Etiópia e, em 2011, o Sudão do Sul do Sudão. A independência trouxe progressos gigantescos, em todos os domínios, aos povos e países da África.

Há em Portugal pouca informação sobre as lutas anti-imperialistas dos povos da África. Ao contrário do acontece em relação a processos transformadores em outras partes do mundo, da América Latina à Ásia, passando pela própria Europa.

Não admira, pois, que entre os comunistas e outros revolucionários surjam questões sobre a situação dos combates dos africanos pela sua emancipação social. Qual o balanço do trajecto dos modernos estados africanos? Por que falharam em África experiências que proclamaram o socialismo como objectivo? Quais as perspectivas de surgimento de regimes progressistas no continente?

Não é possível encontrar respostas únicas, e muito menos fáceis, para tais interrogações. Por um lado, porque a África é diferenciada, de região para região, de país para país e, por vezes, no seio de cada um dos seus 54 estados. Existem, como em outras paragens, diferenças enormes, de Norte a Sul, do Oeste ao Leste, quanto à geografia, aos recursos naturais, à população –de grande diversidade cultural étnica, linguística, religiosa –, à história, ao percurso político, à economia.Por outro lado, há múltiplos factores, internos e externos, por vezes imprevisíveis, que condicionam a evolução dos países, na África como

terça-feira, 11 de agosto de 2015

CON EL TPP, CHILE ENTREGARÁ SU SOBERANÍA A LAS MULTINACIONALES

4 julio 2015, Contrainjerencia http://www.contrainjerencia.com

Andrea Peña

El Ciudadano – El TPP, que se negocia en estos días en absoluto secreto, es la última versión de los tratados de libre comercio y obliga a los estados firmantes a cambiar sus leyes para resguardar las inversiones extranjeras. Acceso a recursos naturales, propiedad intelectual, internet y áreas financieras, entre otras, se verán afectadas para beneficio de las grandes corporaciones. Activistas llaman a exigir transparencia en las negociaciones.

Chile había pasado un tiempo sin acuerdos de libre comercio tras el déficit financiero que sufrió en 2008 Estados Unidos. Sin embargo, a partir del 2010 parece haber superado el recelo y abrirse incluso a tratados que transa a espaldas de la ciudadanía.

El Acuerdo Transpacífico (TPP por sus siglas en inglés), es un contrato económico entre doce países que tiene 29 capítulos, liderado por Estados Unidos y que, según ese gobierno, “busca proporcionar un nuevo y significativo acceso a mercados para los productos y servicios estadounidenses”.

El TPP es uno de los tratados más oscuros y secretos que está suscribiendo nuestro país en los últimos años y del que hemos sido advertidos mediante organizaciones sin fines de lucro y hackers a nivel mundial. Todo lo que sabemos de él, es lo que se ha filtrado a través de WikiLeaks y que ha podido difundirse a través de medios independientes.

Este tratado multilateral es considerado peligroso porque se negocia en secreto y otorga un poder nunca antes visto a las grandes corporaciones. En los tratados de libre comercio, los únicos que siempre salen beneficiados, son las grandes economías y

quarta-feira, 29 de abril de 2015

CRIMEN DE LESA HUMANIDAD: LA UE QUIERE LAS RIQUEZAS DE ÁFRICA, PERO A LAS PERSONAS NO

29 abril 2015, El Muro Invisible http://elmuroinvisible.blogspot.com

Por Cecilia Zamudio


Miles de personas fallecen todos los años en su intento de llegar a Europa. Personas huyendo de la miseria a la que el saqueo perpetrado por el gran capital transnacional somete a África. No van hacia el “sueño europeo”, huyen de la Pesadilla en que las transnacionales han convertido a África; siguen la ruta que previamente han seguido las inmensas riquezas extraídas de sus países. Pero la UE quiere las riquezas de África, pero a las personas no. La Dictadura del Capital obliga a las personas a emprender éxodos terribles, en condiciones de peligro extremas. 

En la madrugada del 19 de abril 2015, un barco en proveniencia de Libia, con más de 900 personas migrantes, se hundió en el estrecho de Sicilia, a unos 110 Km de la costa. La Fiscalía de Catania señaló que se estima que podrían haber fallecido unas 950 personas; los procuradores expresan que "aún es imposible determinar con precisión el número de muertes" (1). Se han encontrado 24 cadáveres, y solamente 28 supervivientes. Los Guardacostas italianos habían recibido una llamada de socorro en la noche, avisándoles de que el barco se encontraba en peligro. Pero, según informaron los guardacostas, cuando se inició la operación de rescate, el barco naufragó porque todos los que iban a bordo se colocaron del mismo lado en la desesperación por sobrevivir (2).

Las fauces de un mar sorprendido se tragaron la vida de otras 900 personas. En el mismo mes de abril de 2015, más de 400 personas migrantes desaparecieron y unas 150

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Angola/RESPOSTA ENÉRGICA AO CAOS

6 janeiro 2015, Jornal de Angola EDITORIAL http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

O fim dos conflitos em África é um dos grandes objectivos da União Africana, que não cessa de protagonizar iniciativas  visando a total estabilidade do continente. A promoção da paz e da segurança em África é uma das principais missões da organização, que tem de se adaptar às novas realidades do continente e actuar em conformidade  com os desafios decorrentes da instabilidade que ainda persiste em diferentes regiões.

A gestão e resolução de conflitos armados é uma prioridade da União Africana, que está condenada a  lutar pela estabilidade dos povos africanos, para poder promover o desenvolvimento do continente. Derrotado o colonialismo em África e instaurados em muitos Estados africanos regimes democráticos, espera-se que o continente avance para a  efectiva estabilidade, que é o garante do funcionamento normal das instituições e de realizações nos domínios  económico e social.

Os africanos querem construir um continente de progresso e

segunda-feira, 23 de junho de 2014

COMO ACTUA A CONTRA-INSURREIÇÃO DOS ESTADOS UNIDOS

20 junho 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


Entre as similitudes do fascismo clássico com os regimes de George W. Bush e Barack Obama, López y Rivas destaca a componente militarista das cruzadas neocoloniais actuais, a fé cega na tecnologia bélica, o favoritismo concedido às grandes corporações do chamado complexo militar-industrial, o ultranacionalismo, o racismo genocida que aniquila povos inteiros e o social darwinismo resultante da imposição a ferro e fogo das políticas neoliberais. 

Com base em dois manuais do Pentágono e num «guia cultural» das forças especiais dos Estados Unidos, Gilberto López y Rivas dá-nos uma obra [1] de grande actualidade que nos permite compreender, se também lermos as entrelinhas, o que se passou no quadro de uma falsa guerra às drogas durante o mandato de Felipe Calderón [N.do T.: presidente do México de 2006 a 2012], e o que está agora a acontecer em termos de segurança e violência, no regime autoritário de Enrique Peña Nieto.

O texto parte do conceito de «terrorismo global de Estado» para caracterizar a violenta política do capitalismo na sua actual fase, e mostra alguns traços neofascistas das guerras coloniais dos Estados Unidos e dos seus aliados europeus da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) nos começos do século XXI.

Para isso, o autor recorre a uma definição clássica de fascismo formulada em 1935 pela Internacional Comunista, que coloca ser «o fascismo no poder uma ditadura clara e terrorista dos elementos mais reaccionários, mais chauvinistas e mais imperialistas do capital financeiro».

sábado, 3 de maio de 2014

MOVIMENTO DE ABRIL E TRAIÇÕES

2 maio 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

José Goulão

Um tal Devin Nunes, congressista dos Estados Unidos da América identificado como descendente de portugueses dos Açores, anunciou recentemente que a Base das Lajes, no território português da Ilha Terceira, vai passar a funcionar como principal posto “avançado” da AFRICOM, força operacional norte-americana para África.

Assim, sem mais. A notícia apareceu, nela o tal Nunes explicou que nos Açores vão ser reunidos serviços militares norte-americanos de intervenção até agora concentrados na Alemanha e nas bases espanholas de Rota e Morón de La Frontera, e em Portugal nada aconteceu. Silêncio do governo, silêncio na comunicação social do regime e, como resultado, indiferença absoluta em todo o país.

No entanto, para que se saiba, o AFRICOM é o ramo do exército imperial dos Estados Unidos da América para intervir em África.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

EXISTEM PODEROSOS INTERESSES NO MUNDO A QUEM CONVÉM QUE POUCO OU NADA SE SAIBA SOBRE A VERDADE DOS CONFLITOS QUE SURGEM NA ÁFRICA NEGRA

25 fevereiro 2014, Odiário.info http://www.odiario.info (Portugal)

Enquanto o sangue dos povos africanos é derramado em torrente, as companhias petrolíferas e mineiras das potências imperialistas preparam-se para se apropriar das suas riquezas.

Da República Centro-Africana (622.089 m2, habitada por 5 milhões de pessoas), apenas se sabe que enfrenta um conflito «étnico e religioso» e que «2,6 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária imediata, e um de cada cinco centro-africanos se encontram internamente deslocados. Números que poderão aumentar à medida que o conflito coloca milhões de pessoas em situação de risco». (1) Mas, nada se diz das implicações das transnacionais francesas e do próprio estado francês por detrás do conflito que aquele país vive.

Poucos meios internacionais se preocuparam em destacar informações precisas que nos permitam interpretar o que realmente acontece hoje na República Centro-Africana. Existem interesses poderosos no mundo a quem convém que pouco ou nada se divulgue sobre a verdade dos conflitos que se suscitam na África negra. Para esses interesses e suas transnacionais mediáticas é necessário que a opinião pública mundial generalize e banalize a realidade que se apresenta em vários países daquele continente, fundamentalmente as fomes e os conflitos por disputa territorial entre as diversas comunidades étnicas, de forma que permita condicionar a opinião para justificar a intervenção militar da Europa e dos Estados Unidos sob pretextos «humanitários». Enquanto o sangue dos povos africanos é derramado em torrente, as companhias petrolíferas e mineiras das potências

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Brasil/Reúne-se em SP a mais ampla articulação de esquerda do mundo



30 de Julho de 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Começa nesta quarta-feira (31), na capital paulista, o 19º Encontro do Foro de São Paulo. O evento desenvolve-se até o domingo, dia 4 de agosto, e mobiliza as atenções do conjunto das forças progressistas não só latino-americanas, mas de todo o mundo.

Por José Reinaldo Carvalho, editor do Vermelho


Importantes líderes progressistas estarão presentes, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente boliviano Evo Morales e dirigentes de partidos comunistas no poder, como os partidos comunistas de Cuba, da China, da Coreia Popular e do Vietnã. Durante esses dias, estarão reunidos representantes de cerca de uma centena de partidos de esquerda da região e muitos outros da Europa, África, Ásia e Oriente Médio.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Angola/CARTA AFRICANA DE DIREITOS HUMANOS FOI ADOPTADA HÁ 32 ANOS

28 junho 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Luanda – A Carta Africana de Direitos do Homem e dos Povos foi adoptada a 28 de Junho de 1981, em Banjul, Gâmbia, pela então Organização da Unidade Africana (OUA), actualmente União Africana (UA), para promover, tutelar e proteger os direitos humanos.

Conhecida como “Carta de Banjul”, por ser adoptada nessa cidade, o documento reconhece princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 e adiciona outros que tradicionalmente se tinham negado na África, como o direito de livre determinação ou o dever dos Estados de eliminar todas as formas de exploração económica estrangeira.

A referenciada Carta é constituída de um Preâmbulo e três partes: I - Dos Direitos e Deveres; II – Das Medidas de Salvaguarda, e III – Disposições Diversas.

No preâmbulo, os Estados Africanos, com fundamento na liberdade, igualdade, justiça e dignidade, aspirações do povo africano expressas na Carta ratificam a instituição de órgão de promoção e de protecção dos Direitos Humanos e dos Povos, visando:

A) - Eliminar todas as formas de colonialismo, neocolonialismo, apartheid, sionismo, as bases militares estrangeiras de agressão e

terça-feira, 25 de junho de 2013

ÁFRICA Y LOS AFRICANOS EN EL ESPEJO DE LOS DEMÁS



21 junio 2013, ALAI América Latina en Movimiento http://www.alainet.org

Generalmente suelen prevalecer dos enfoques opuestos, casi dogmáticos, en el análisis de las realidades africanas, que son el afropesimismo crónico y el afrooptimismo de complacencia. Es preciso apartarse de estos paradigmas para caminar hacia el afrorrealismo o la afroresponsabilidad, consistente en explicar aquellas realidades, no a partir de sus efectos, sino de sus causas históricas y actuales, estructurales y coyunturales, externas e internas, al margen de las simplificaciones abusivas y fáciles.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

A 50 AÑOS DE LA OUA -- LOGROS Y DESAFÍOS DE LA UNIÓN AFRICANA



23 mayo 2013, Rebelión http://www.rebelion.org (Mexico)


Durante 50 años, la Organización para la Unidad Africana (después convertida en Unión Africana) ha luchado contra numerosas adversidades y contratiempos surgidos a lo largo del camino pero ha logrado con denodado esfuerzo, trabajar por la integridad y el avance de sus 54 países.

Tras varios siglos de colonialismo donde primaron las luchas por las independencias nacionales, contra la esclavitud, el saqueo de los territorios y sus riquezas, el continente africano comenzó a liberarse a fines de las décadas del 50 y principios del 60.

El impulso hacia esas acciones sucedió el 25 de mayo de 1963 cuando 3l líderes africanos se reunieron en Addis Abeba y firmaron la Carta de Principios de la OUA, después de un proceso en el que dejaron a un lado las diferencias regionales e ideológicas que habían sembrado los colonialistas.

Desde su creación en 1963, la OUA enfrentó grandes retos pues su primera razón de ser fue la de acabar de liberar al continente del colonialismo, el apartheid y la discriminación racial.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

10 ANOS DE KIRCHNERISMO: A DÉCADA GANHA NA ARGENTINA



27 maio 2013, EDITORIAL Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Milhares de argentinos reuniram-se no sábado (25) para celebrar os dez anos de kirchnerismo e, coincidentemente, os 203 anos da Revolução de 1810, que deu início à Guerra pela Independência do país. Emblematicamente, os governos progressistas de Néstor Kirchner (2003-2007) e Cristina Fernández de Kirchner, vigente desde 2008, somam-se ao contexto vivenciado por outros governos progressistas latino-americanos que buscam independência econômica, soberania política e justiça social para seus povos.

A década ganha na Argentina, como é chamado no país o período iniciado com a chegada de Néstor à presidência, é marcada pela mudança no rumo, pelo recado claro e contundente às minorias que sempre dominaram o país e que neste período tiveram seus interesses corporativos submetidos ao bem-estar e melhoria de vida das maiorias historicamente apartadas dos centros de decisão e das políticas do Estado. Disso resulta o constante conflito de interesses entre a burguesia, saudosa dos tempos em que a Argentina era parte do quintal dos Estados Unidos, e os trabalhadores, que viram suas condições de vida melhorar nos últimos dez anos.

Ao revisar as leis de impunidade, ao garantir a “Asignación Universal por Hijo” (Bolsa Família argentina), ao aprovar a Lei dos Meios de Comunicação, o matrimônio igualitário, a estatização dos fundos de aposentadoria, a nacionalização da YPF, o governo kirchnerista criou um abismo entre a Argentina do passado e a do presente e do futuro que querem os argentinos: “nem um passo atrás”

terça-feira, 23 de abril de 2013

Colômbia/MILITARIZANDO O ATLÂNTICO SUL A PARTIR DA BASE EM MALVINAS



21 abril 2013, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

A Colômbia alinha-se como aliado da OTAN na sua ameaça nuclear contra a América do Sul

Enquanto Cavaco Silva escolhe visitar dois dos países da América Latina – Colômbia e Peru – onde o poder mais investe na aliança com o imperialismo, a Colômbia avança na integração militar na estratégia da OTAN. A determinação imperialista de manter na América Latina uma situação de dominação colonial ou neocolonial inclui a crescente presença e ameaça militar, incluindo a instalação de armamento nuclear.

Enquanto o governo da presidente argentina Cristina Fernández de Kirchner vem denunciando perante a comunidade internacional que a Grã-Bretanha - com o decidido apoio da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) - estabeleceu uma importante base militar nas Ilhas Malvinas (Mount Pleasent) com o propósito de amedrontar o sul do continente, base a partir da qual operam aviões de caça supersónicos, submarinos atómicos, e onde foi instalado um arsenal de armas atómicas, a Colômbia une-se a esta associação militar europeia, que está sob a autoridade e o controlo dos Estados Unidos, como único país latino-americano seu aliado.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Peru/Cumbre de los Pueblos juzga a transnacionales

Agencia Bolivariana de Notícias http://www.abn.info.ve

Lima, 12 mayo 2008 (ABN) - La Cumbre de los Pueblos, paralela a la que encabezarán gobernantes eurolatinoamericanos, empezará este martes en Lima, Perú, con un juicio a las transnacionales como aspecto más impactante.
Cerca de 30 empresas europeas que operan en América Latina serán puestas en el banquillo por ilegalidades cometidas al amparo del neoliberalismo que rige en la mayoría de los países del área, informó Prensa Latina.
Estos abusos son cometidos con la tolerancia o respaldo de gobiernos de los países en los que tienen su sede las empresas y cuyos presidentes participarán el viernes próximo en la V Cumbre América Latina y el Caribe-Unión Europea que se desarrollará en la capital peruana.
El Tribunal de los Pueblos, integrado por personalidades jurídicas y sociales de América Latina y Europa, escuchará este martes y el miércoles la fundamentación de los casos y posteriormente se deliberará hasta el viernes, cuando anunciará sus dictámenes de carácter moral.
Algunos casos que estén minuciosamente sustentados serán presentados en tribunales comunes, adelantó el dirigente indígena peruano Miguel Palacín, uno de los coordinadores de la Cumbre de los Pueblos.
La lista de transnacionales juzgadas incluye a Bayer, por comercializar en Perú agroquímicos tóxicos prohibidos, los cuales causaron la muerte de decenas de niños en la región andina sur del país.
Otras de las compañías que serán imputadas son la minera Majaz, el consorcio petrolero Pluspetrol-YPF y la transnacional del mismo rubro Shell, así como Botnia, Ence, Boheringer, Roche, Telecom, Unión Fenosa y Suez, entre otras.
Los casos que se juzgarán están referidos a la expoliación de los recursos naturales, el neocolonialismo y la privatización de los servicios públicos, así como la precarización y explotación laboral, crímenes económicos y criminalización de las protestas sociales.

http://www.abn.info.ve/go_news5.php?articulo=132574&lee=16

terça-feira, 23 de outubro de 2007

ANÁLISIS/Esquemas "verdes" perversamente concebidos

Los biocombustibles: ¿una nueva revolución para África?

Trusha Reddy (Oozebap)


Parece que África despierte de una pesadilla para poder empezar con otra. Tras la conquista multinacional, esponsorizada por el neocolonialismo, de nuestros recursos petroleros, llega una nueva oleada de empresas "verdes" a las fértiles tierras africanas.

El presidente de Senegal, y promotor del biocombustible, Abdoulaye Wade, lo ha llamado "una nueva revolución en África". Pero desgraciadamente el daño será mucho mayor que sus beneficios. Las primeras opiniones en el movimiento global del biocombustible didujaban un escenario donde todos salían ganando. La razón ofrecida por los países ricos era que se dejaría de depender de las fuentes tradicionales de combustible si se invertía en la energía renovable proveniente de plantas. Así, según esta teoría, aseguraríamos que el carbón contenido en combustibles fósiles permaneciera a buen recaudo bajo tierra, reduciendo además el impacto del cambio climático.

A esto debía añadirse el hecho de que estos cultivos absorben y almacenan dióxido de carbono y, por consiguiente, ayudan al equilibrio de concentraciones de gas en la atmósfera. En los países del Sur, se prometió que el biocombustible aumentaría, además de los beneficios medioambientales, los económicos, al vender las cosechas a estos mercados verdes. Las evidencias actuales, sin embargo, han cambiado todas estas hipótesis. Mediante la conversión de tierras a gran escala para cultivos destinados a generar energía, el aumento del precio de los alimentos y la tergiversación de los informes científicos, las acciones gubernamentales son cada vez más engañosas.

Un estudio reciente publicado por la Africa Biodiversity Network reúne pruebas de que en Tanzania, Uganda, Zambia y Benín la puesta en marcha de proyectos caóticos puede conducir a un desastre ecológico y humanitario a gran escala. Timothy Byakola, por ejemplo, denuncia que existe un plan (que ya se ha puesto en marcha) para convertir un tercio de la mayor reserva natural de Uganda, la selva de Mabira, en terrero cultivable donde se plantará caña de azúcar para la producción de etanol. Según Byakola, el presidente ugandés Yoweri Museveni ha apoyado explícitamente este controvertido proyecto, ignorando la oposición de las comunidades afectadas. Las consecuencias de la deforestación de 7.100 hectáreas de una de fuente clave de agua para el río Nilo y el lago Victoria, y la repercusión en la población que reside en Mabira y que depende de los recursos de esta tierra, son enormes.

Protestas en Uganda contra los planes del gobierno. El resto de países que se analiza en el informe presentan situaciones similares, donde grandes extensiones de tierra cultivable están siendo vendidas al mejor postor sin tener en cuenta las repercusiones, tanto para la población local como para la soberanía alimentaria. Además, ecologistas etíopes denuncia que existen planes para introducir la nueva planta "maravillosa", la jatropha, para usarla como biocombustible en las tierras fértiles. Además de una crítica cada vez más elevada sobre la utilización de plantas para combustible, este caso también es controvertido ya que la jatropha fue promovida precisamente porque es una planta que puede crecer en tierras secas y reducir el uso de tierra cultivable, tan necesitada por la población local.

El informe de la Africa Biodiversity Network también indica que existe una falta de compromiso en los países estudiados sobre el impacto potencial que tendrá en las comunidades rurales y en la seguridad alimenticia. En Sudáfrica, sin embargo, la estrategia preliminar para los biocombustibles ha topado con una variedad de opositores que temen que las comunidades rurales sean obligadas a ceder sus tierras a los productores industriales de aceite de colza, maíz y soja. El gobierno está actualmente revisando la estrategia. Como ocurre con el comercio de carbón, el asunto del biocombustible también conlleva cuestiones climáticas. En el 2004, el activista anticambio climático George Monbiot ya advertía de que la creciente demanda de biocombustibles desembocaría en una competición por los alimentos entre los coches y las personas. "La población irremediablemente tiene las de perder: los que pueden permitirse el lujo de tener un coche son, por definición, más ricos que los que se encuentran en peligro de morir de hambre". La razón por la que los gobiernos ricos están tan entusiasmados se debe a que no quieren preocupar a los conductores. Monbiot señala que los biocombustibles "aparentemente reducen la cantidad de carbón de nuestros coches, sin que sean necesarios nuevos impuestos. Es una ilusión apoyada por el hecho de que sólo las emisiones producidas en casa cuentan en nuestro total nacional". En Gran Bretaña, desde marzo del 2008, todas las gasolineras del país deberán asegurar que el 2,5% de la gasolina que vendan se deriva de las plantas. Si no se lleva a cabo la multa será de 15 libras por litro vendido. La cuota aumentará a un 5% en el 2010 y para el 2050 el gobierno espera que el 33% de la gasolina provenga de los cultivos. Los Estados Unidos tienen objetivos similares. En respuesta a esto, tanto Monbiot como la organización Friends of the Earth / Amigos de la Tierra hacen un llamamiento a los gobiernos a interrumpir su apoyo incondicional a los biocombustibles. En un comunicado de prensa reciente, esta organización argumenta que "debe dedicarse más atención a reducir la demanda energética y mejorar la eficacia de los vehículos, ya que eso costaría menos que subvencionar nuevos recursos inútiles como los biocombustibles". Desgraciadamente, esto resultará difícil de lograr con el ritmo de crecimiento del mercado actual.

Según la agencia estadounidense Clean Edge, el mercado global de los biocombustibles crecerá de los 20.500 millones de dólares en el 2006 a los 80.900 millones en el 2016. Informes recientes de la prensa sudafricana sugiere que los inversores en África ya han prometido millones de dólares para construir plantas de producción en el continente que producirán bioetanol y biodiesel de plantaciones como el azúcar, el maíz o la soja. Si en el Norte ya se empieza a hablar de la necesidad de imponer directrices que mitiguen los problemas que surgen de este tipo de combustible, el desafío para el continente africano es el de encontrar su propio camino para la sostenibilidad, en lugar de dejarse arrastrar por la actual ola de esquemas "verdes" perversamente concebidos.


*Trusha Reddy, trabaja en el Corruption and Governance Programme, del ISS, Cuidad del Cabo, Sudáfrica.


Africa Biodiversity Network:


http://www.gaiafoundation.org/partners/african.php


(Tomado de Rebelión) 17/10/07


http://www.visionesalternativas.com/article.asp?ID={D6E91B17-5C6C-40C3-A726-888791B1E6C5}&language=ES