Mostrando postagens com marcador ferro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ferro. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Moçambique vai produzir 1,5 milhões de toneladas de aço



22 novembro 2016, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

A siderurgia a ser construída na província de Tete, centro de Moçambique, vai ter uma capacidade de produção anual de 1,5 milhões de toneladas de aço, afirmou segunda-feira o ministro da Indústria e Comércio, Max Tonela.

Ao apresentar os resultados do Estudo de Viabilidade do Projecto Industrial de Ferro e Aço da Baobab Resources, em que irão ser investidos 950 milhões

quinta-feira, 2 de julho de 2009

VAMOS VER NOVAMENTE TIMOR-LESTE A FERRO E FOGO?

XANANA GUSMÃO - RAMOS HORTA: UMA DUPLA DE VERGONHA

2 de julho de 2009/Portugal direto http://portugal-direto.blogspot.com

Postado por Mário Motta

O assunto já é mais do que conhecido e já cansa: Timor está a ser saqueado pela família Gusmão e por mais umas quantas que se estão a encher contra os interesses dos que foram eleitos para governar e não para se governarem. Os escândalos denunciados escorrem em letras garrafais nos jornais e são notícia nas rádios, principalmente na comunicação social australiana e na dos países lusófonos. Os jornais de Timor, claro está, publicam tudo com a devida cautela, não vá o censor mor, Xanana, ou alguém por
ele, mandar prender os jornalistas – como em tempos ameaçou fazer olhando nos olhos dos profissionais de informação timorenses, atemorizando-os. Qual ditador de refugo, saído por azar nos cromos que os timorenses importaram do país do opressor indonésio.

No final deixarei alguns links que permitirão que os que isto lêem e não sabem ao que me refiro possam documentar-se e esclarecer-se o melhor possível.

Uma vez constatado que existem ministros e o primeiro-ministro timorense a dar cobertura a que familiares seus usem o Estado para fazerem negócios de muitas dezenas de milhões de dólares, fora da lei que prevê tais situações e não as permite, a oposição, encabeçada pela Fretilin exige, e bem, a demissão do primeiro-ministro Xanana Gusmão.

Exactamente aqui, neste ponto, de demissão dos que espoliam os cofres do Estado à sua maneira e vão contra a lei, é que aparece a discordância de José Manuel Ramos Horta. Esse, o tal que é Nobel e também Presidente da República enferma de Timor-Leste. Horta apoia o seu igual Xanana Gusmão. Horta, Presidente, assumiu publicamente que apoia um fora da lei que está a ocupar o lugar de primeiro-ministro e que regula às suas conveniências os destinos do país. Espectacular.

Percebe-se assim que a dança de cadeira a que assistimos há quase dois anos – Horta PM e Xanana Presidente e vice-versa – mais parece ter sido orquestrada, que afinal se Xanana desilude o mundo inteiro ao revelar-se um trapaceiro, Horta não lhe fica atrás e nem dez Prémios Nobel fariam brilhar a nódoa que o individuo está a ser no cumprimento das suas funções enquanto Presidente da República e no dever de defender o cumprimento das leis e da democracia.

Quer parecer que se a oposição se encrespar em demasia, quero dizer, se insistir em demasia na demissão do governo dos que se vão governando, manifestando-se nas ruas em protesto, podemos vir a assistir a mais um banho de sangue, de ferro e de fogo. Já assim foi em 2006 quando a clique chefiada por Xanana Gusmão (dito por Alfredo Reinado) assaltou o Poder e depôs o governo eleito da Fretilin. Então, sobraram quase cem cadáveres, mais de 200 mil refugiados, dezenas de milhares de casas incendiadas, etc, etc.

Lamentavelmente parece ser isto, o prolongamento da crise, que é desejo do Presidente Ramos Horta, sem se importar que está a dar suporte a quem infringe a lei, como poderão verificar nos links que aqui deixarei.

A pergunta que se põe é: vamos ver novamente Timor-Leste a ferro e fogo? O que vão as reservas terroristas afectas ao governo (grupos de artes marciais) fazer desta vez? E a PNTL de Longuinhos Monteiro? Quem lhes irá pagar, fornecer álcool e drogas? Penso que a resposta sobre os pagamentos é boa de dar. Irá pagar quem tiver dinheiro e isso tem sido aquilo que os ilegalistas têm conseguido com rapidez e em grande quantidade. Uma vergonha.

Links: http://www.abc.net.au/news/video/2009/06/30/2612267.htm http://timorlorosaenacao.blogspot.com/ http://timoragora.blogspot.com/ http://timorlorosaenacaonewsinenglihs.blogspot.com/

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Angola/Potencial mineiro do país divulgado na África do Sul

Luanda, 1 fenereiro 2008 – O potencial mineiro de Angola vai ser apresentado, de três a oito do mês em curso, na Cidade do Cabo, África do Sul, durante uma conferência anual de investimentos para a área mineira, designada “Indapa”, avançou hoje, sexta-feira, em Luanda, o vice-ministro da Geologia e Minas, Mankenda Ambroise.
A conferência, a decorrer sob o lema “Investimentos na mineração para descobrir a riqueza mineira angolana”, é organizada por uma instituição norte- americana, e prevê a captação de investimentos para o sector mineiro angolano.
Em breves declarações prestadas à Angop, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, o responsável, que seguiu hoje para a África do Sul, pontualizou que neste fórum vão identificar os projectos que precisam de investimentos dos operadores privados estrangeiros.
Angola é um país reconhecido como sendo especialmente rico em recursos minerais, estimando-se que possam ser encontrados no seu subsolo 35 dos 45 minerais mais importantes do comércio mundial, com especial destaque para o petróleo, gás natural, diamantes e fosfatos, mas também ferro, magnésio, ouro e rochas ornamentais, entre outros.
Os estudos realizados indicam que Angola possui reservas de fosfatos estimadas em 150 milhões de toneladas nas províncias de Cabinda e do Zaire, no norte do país, que não estão actualmente em exploração.
Por outro lado, nas províncias do Namibe e da Huíla, no sudoeste do país, existem importantes reservas de mármore, granito e quartzo, cujos actuais níveis de exploração podem ser substancialmente aumentados.
Relativamente ao ferro, a produção anual chegou a atingir quase seis milhões de toneladas antes da independência de Angola, através de explorações situadas nas províncias de Malanje, Bié, Huambo e Huíla.
A delegação chefiada por Makenda Ambroise, integra membros da direcção da Endiama e da Terrangol.
O regresso da comitiva angolana está previsto para o próximo dia oito de Fevereiro. (AngolaPress)

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Moçambique/Areias de Chibuto serão transformadas em ferro para exportação

Maputo, 22 outubro 2007 - Moçambique poderá constituir-se num exportador de ferro, a partir da transformação das areias pesadas de Chibuto, numa fundição a ser instalada na região de Beluluane, província do Maputo, a partir de finais do próximo ano. A instalação da fundição deverá abrir 1.500 a 2.000 postos de trabalho na fase de construção e 250 na de laboração, prevista para 2011. O projecto foi apresentado sexta-feira em Maputo, num acto que coincidiu com o lançamento do respectivo Estudo de Impacto Ambiental (EIA).
De acordo com Víctor Damásio, responsável do projecto da Corridor Sands para a região de Maputo, o processamento de ilmenite, um subproduto das areias pesadas, em Beluluane, surge como uma boa oportunidade, atendendo ao conjunto de infra-estruturas já existentes na área.
“A BHP Billiton é accionista maioritário não só da Mozal, mas também da Corridor Sands, dona deste projecto. Se montarmos a fábrica adjacente à Mozal, poderemos obter sinergias com uma indústria que já está bem estabelecida na área e daí angariar os benefícios que eles já construíram nos últimos cinco anos”, disse-nos Víctor Damásio.
Basicamente, segundo soubemos, serão instalados em Beluluane dois fornos, e o produto da fundição será em forma de ferro fundido de elevada pureza, que será exportado em forma de lingotes. Serão produzidas 134.798 toneladas de ferro por ano. A escória será produzida em duas categorias, sendo 210.440 toneladas de escória de cloro por ano e 37.136 de escória de sulfato durante o mesmo período.
Na área de Beluluane, segundo a nossa fonte, vai-se proceder à fundição do concentrado de ilmenite que virá da mina de Chibuto e que se obtém depois da separação dos vários subprodutos das areias pesadas.
O concentrado será depois transportado para Beluluane, onde será submetido a um processo químico de redução, do que resultará o ferro e a escória de titânio.
Segundo dados avançados ontem para discussão, esperam-se neste processo potenciais emissões de gases com impactos negativos na qualidade do ar e no ambiente circunvizinho natural e humano, e de poeiras durante a construção e operação das instalações. Esperam-se, igualmente, potenciais impactos dos produtos de desperdício durante o processo de fundição, que poderão afectar a qualidade da água de superfície e subterrânea. Equacionam-se também potenciais riscos ambientais associados com o transporte de matérias-primas, entre outros.
Para a comunidade são enumeradas as oportunidades de emprego e receitas dos agregados familiares, aumento da população e pressão sobre as infra-estruturas. É neste quadro que, segundo Mia Couto, da Impacto, foi recomendado um estudo de impacto ambiental completo (categoria A) e o projecto só avançará depois de obter o certificado das autoridades dando aval para o efeito.
A Corridor Sands propõe que todas as emissões de chaminé sejam controladas e os gases libertados, tais como carbono, sejam limpos e, se possível, reciclados. Está igualmente previsto o tratamento das águas das enxurradas, para além dos restos do calcinador, que deverão ser devolvidos à mina original. (Notícias)

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Moçambique concede licença de mineração a 50 empresas

Maputo, 15 outubro 2007 - O Ministério dos Recursos Minerais de Moçambique concedeu nos últimos dois anos licenças a 50 empresas para a extração de minérios como níquel, cobre ou ferro.

Durante um encontro com instituições governamentais e empresas do setor de mineração, a diretora nacional de Minas, Fátima Momad, afirmou que as 50 empresas autorizadas iniciarão as atividades nos próximos cinco anos.

Os minérios serão extraídos nas regiões norte e centro do país, principalmente nas províncias de Manica, Zambézia, Nampula e Niassa, onde estudos geológicos confirmaram a existência dos recursos.

"Isso mostra claramente que temos um país rico em minerais, mas falta a sua quantificação. Existem estudos geológicos de base que nos comprovam esse fato", disse Fátima Momad.

Mais de US$ 203 milhões (R$ 367,4 milhões) foram investidos no setor de mineração em Moçambique, com previsão de um aumento na injeção de capitais nesse ramo devido às licenças atribuídas.

A diretora nacional de Minas também comentou as reclamações dos investidores sobre a lentidão no processo de licenças de extração de minérios. "Temos que atribuir licenças para áreas onde há a certeza de que estão livres", disse Fátima Momad. (Lusa)