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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
MODELO DE FINANCIAMENTO CHINÊS EM ÁFRICA OLHADO COMO EXEMPLO NO BRASIL
terça-feira, 24 de junho de 2014
RESPEITAR A DEMOCRACIA
24 Junho 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao
(Angola)
Mário Vaz, que foi candidato do histórico Partido Africano para a Independência da Guiné (PAIGC) às presidenciais deste ano, que venceu com 61,9 por cento dos votos, sabe
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Angola/Chefe de Estado quer cooperação exemplar e de excelência com Cabo Verde
O estadista angolano discursava no almoço oficial que ofereceu ao seu homólogo cabo-verdiano, Jorge Carlos de Almeida Fonseca, que realiza uma visita de Estado de quatro dias à Angola, iniciada no sábado. O Presidente José Eduardo dos Santos acredita que a visita do homólogo cabo-verdiano vai "seguramente reforçar a amizade, a solidariedade e os lagos históricos existentes entre os dois povos irmãos, cujas afinidades políticas, culturais, afectivas e mesmo consanguíneas constituem a base sólida para uma cooperação que pretendemos que continue a ser exemplar e de excelência".
Adianta que laços de amizade e cooperação entre os dois povos foram forjados nos momentos mais difíceis das suas histórias.
Salienta que amizade entre os dois povos é simbolizada pela numerosa comunidade cabo-verdiana em Angola, partilhando bons e maus momentos do processo de reconstrução e desenvolvimento e
sábado, 8 de agosto de 2009
Isenção de impostos sobre materiais de construção de casas sociais em Angola vai acelerar reconstrução
Pinho disse que a decisão governamental vai resultar numa maior diversidade e qualidade do material utilizado em obras de baixo custo e vai propiciar a unificação dos factores necessários à construção de habitações próprias por parte da população e de aceleração do programa de reconstrução nacional.
O Conselho de Ministros aprovou em Julho um decreto-lei concedendo a isenção de pagamentos de direitos aduaneiros e impostos de consumo para mercadorias destinadas à construção de habitações sociais, bem como o projecto "NossaCasa", do Presild, cujo objectivo é a venda de materiais de construção.
Este projecto (NossaCasa) inclui o sub-projecto kit "MinhaCasa", cuja finalidade é a venda conjunta de todos os materiais necessários para a construção de uma casa social.
O kit poderá ser adquirido em qualquer loja da futura rede de comercialização de materiais de construção, a ser montada pelo Presild (Programa de reestruturação do sistema de logística e de distribuição de produtos essenciais à população).
Em declarações à agência noticiosa angolana Angop, o director comercial da empresa Cimex, Daniel Pereira, disse que, além de estimular a criação de emprego, a medida forçará as empresas importadoras e vendedoras desses materiais a organizarem-se melhor em termos técnicos e humanos para adequarem-se ao mercado.
A Cimex labora há mais de 15 anos na importação, exportação e comercialização de materiais de construção, electricidade, electrodoméstico, segurança, entre outros. (macauhub)
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Angola/Mais mil milhões de dólares da China para apoiar reconstrução
O apoio à extensão do crédito concedido a Angola, actualmente próximo de cinco mil milhões de dólares, através do Eximbank, foi dado em Dezembro de 2008, durante a segunda visita à China do presidente angolano José Eduardo dos Santos em menos de cinco meses.
A Economist Intelligence Unit (EIU) já havia informado em Janeiro que o montante adicional rondava mil milhões de dólares e na semana passada fonte ligada ao Ministério das Finanças angolano confirmou aquele valor à agência Reuters.
O ministro das Finanças, Severim de Morais, deslocou-se à China na semana passada para acertar “os últimos pormenores do empréstimo”.
O Ministério das Finanças angolano assinou com o Eximbank três acordos de crédito, no valor de 2.000 milhões de dólares (Março de 2004), 500 milhões (Julho de 2007) e mais 2.000 milhões (Setembro de 2007), que têm permitido apoiar os projectos de reconstrução do país, nos domínios de transportes, educação ou saúde.
Ao abrigo da segunda fase da linha de crédito, Luanda já viu aprovados financiamentos de mais de 1,6 mil milhões de dólares, de acordo com dados oficiais recentemente divulgados.
Acresce o apoio através do Fundo Internacional da China (CIF, na sigla inglesa), que tem um montante máximo previsto de 2,9 mil milhões de dólares.
A EIU refere que “está praticamente esgotada” a linha de crédito oficial disponível, que estima em cinco mil milhões de dólares.
Foi este factor, conjugado com uma “crise de financiamento” interna, resultante de uma “redução para metade das receitas petrolíferas em 2009”, que levou o presidente angolano a deslocar-se a Pequim no fim do ano passado, refere no seu mais recente relatório sobre Angola o gabinete de estudos britânico.
“O impacto da crise de financiamento já se reflecte no nível de reservas de divisas; depois de atingir um máximo de 19,8 mil milhões de dólares em Outubro, recuou para 18,9 mil milhões em Novembro, a primeira descida em quase dois anos”, afirma.
Esta descida, adianta, reflecte o esforço do Banco Nacional de Angola para sustentar o valor do kwanza, cuja cotação na prática está indexada ao dólar norte-americano, divisa de denominação das importações – uma política que ajuda a conter o custo das importações e a controlar a inflação, que está acima dos dois dígitos, mas que parece insustentável no actual cenário.
“Depois de cinco anos de crescimento económico sustentado, alimentado pela subida da produção petrolífera, preços recorde a nível internacional e afluxo de investimento estrangeiro em grande escala, a expansão angolana está agora ameaçada. Ironicamente, a raiz da queda é a fonte da riqueza angolana: as suas substanciais exportações petrolíferas”, diz a EIU.
O governo angolano já fez saber que será revisto em baixa o plano de investimentos para este ano – estimado em 42 mil milhões de dólares – e presidente e primeiro-ministro têm vindo a sublinhar publicamente a necessidade de maior “austeridade” e “selectividade” nos projectos a realizar. (macauhub)
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Moçambique/Instituto vai apoiar PME's
8 de Outubro de 2008, Notícias
Um Instituto para a Promoção das Pequenas e Médias Empresas (PME's) acaba de ser formalmente criado pelo Governo, para operacionalizar e dotar de competitividade a indústria nacional. Segundo decisão tomada ontem pelo Conselho de Ministros, a nova instituição será tutelada pelo Ministro da Indústria e Comércio.
O porta-voz do Governo, Luís Covane, falando no habitual "briefing" com a Imprensa após sessão do Conselho de Ministros, disse que o instituto deverá, entre outras atribuições, mobilizar fundos para apoiar as empresas nacionais de pequena e média dimensão.
Entretanto, o Ministro da Indústria e Comércio, António Fernando, contactado pelo "Notícias", apontou que a mobilização de recursos, sobretudo financeiros, para este grupo de empresas, deve-se ao facto de muitas vezes elas depararem com dificuldades no acesso ao crédito. Com efeito, há a possibilidade de criação de uma linha de crédito, que poderá ser negociada com bancos para a sua operacionalização.
"Tencionamos apoiar as PME's de várias maneiras. Por via do instituto, haverá a possibilidade de assisti-las na preparação dos seus projectos de investimento e formação e treinamento dos seus gestores, para além da promoção de pequenas unidades de agro-processamento nas zonas rurais", explicou o governante.
A par da criação da nova instituição, foi extinto o Instituto Nacional de Desenvolvimento Local, criado pelo Decreto 6/88, de 18 de Abril.
Ainda na sessão de ontem, o Governo abordou o conflito Homem/fauna bravia no período entre Junho e Setembro deste ano. Neste período, 31 pessoas perderam a vida e 86,5 hectares de culturas diversas foram destruídos em diversas partes do país em consequência da acção de animais bravios, que disputam com os humanos os recursos para a sobrevivência. Elefantes, no norte do país, e crocodilos, sobretudo ao longo do vale do rio Zambeze, constituem o principal motivo de preocupação para a população.
Entre outras medidas para enfrentar este mal, o Executivo está a trabalhar na capacitação de caçadores comunitários para lidarem com animais bravios. Ao mesmo tempo, outras acções estão a ser tomadas para a redução da população de crocodilos ao longo do Zambeze.
Entretanto, o Gabinete de Apoio à Reconstrução (GAR), criado pelo Executivo após as explosões de Março de 2007 no paiol de Mahlazine, em Maputo, cumpriu em 100 por cento a reconstrução das 243 casas totalmente destruías na sequência daquele acidente na cidade e província do Maputo, segundo informe apreciado no Conselho de Ministros. Aquele organismo está agora centrado na reabilitação das casas destruídas parcialmente, situando-se até ao momento o nível de cumprimento em 90 por cento das cerca de 12 mil.
Ao mesmo tempo que se activou o GAR, o Governo tomou medidas no tocante à segurança nos recintos e à volta dos paióis nacionais. Neste sentido, segundo o porta-voz do Executivo, cerca de 70 toneladas de material bélico obsoleto foram destruídas.