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terça-feira, 11 de agosto de 2015

BRICS, БРИКС/‘NOVO BANCO’, NOVAS AMBIÇÕES

7 de agosto de 2015, Gazeta Russa http://br.rbth.com/brics (Rússia)


Capital de US$ 100 bilhões do Novo Banco do Brics já desperta o desejo dos setores público e privado, dentro e fora do grupo.

Embora só comece a financiar os primeiros projetos a partir do ano que vem, o Novo Banco de Desenvolvimento do Brics, que iniciou suas atividades ainda durante a 7° cúpula do grupo, no início de julho, já tem pretendentes a seus fundos, avaliados em US$ 100 bilhões.

Com volume de capital autorizado modesto, se comparado ao do Banco Mundial, que maneja US$ 2 trilhões, o Novo Banco tem candidatos das mais diversas áreas, tanto do setor público, como do privado, e até de países europeus.

Os países-membros, porém, terão direitos exclusivos na instituição, e a Rússia, que perdeu a possibilidade de pedir crédito junto do BERD (Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento) deve aproveitar a nova oportunidade, com a seleção dos beneficiários programada para se iniciar já no final do ano.

“Em um momento em que as empresas russas têm acesso cortado ao capital norte-americano e europeu, o surgimento de uma fonte alternativa de investimentos deve ter um efeito benéfico na economia russa”, diz o diretor do

sábado, 31 de janeiro de 2015

BRICS, БРИКС/RÚSSIA-CHINA-ÍNDIA: NASCIMENTO DE UM NOVO CENTRO DE PODER

31 janeiro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Na próxima segunda-feira (2), os ministros das Relações Exteriores da Rússia, China e Índia irão se reunir em Pequim, a fim de elaborar uma agenda comum de cooperação para 2015. Para responder aos novos desafios, os chanceleres Serguei Lavrov, Wang Yi e Sushma Swaraj terão que elevar as consultas tripartidas para um novo patamar, segundo especialistas. Com muita probabilidade, se visará o objetivo de formar, em um par dos próximos anos, um "triângulo de poder" de dimensão global.


Os titulares da pasta das Relações Exteriores da Rússia, China e Índia se reúnem no formato trilateral, lançado em 2005 em Vladivostok, uma vez por ano. A próxima edição das conversações em Pequim será a décima, marcando as "bodas de alumínio" do mecanismo que em reiteradas ocasiões provou a sua utilidade. As posições coordenadas dos três países em relação a questões globais e "pontos quentes" fazem com que os outros centros de poder escutem com uma maior atenção a voz da China, Índia e Rússia.

Na véspera da reunião ministerial em Pequim, os três países têm formulado uma nova agenda operacional de riscos geopolíticos. Além dos problemas em torno do