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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Nazismo/REGIME DE KIEV LANÇA CAMPANHA GENOCIDA CONTRA O DONBASS

29 maio 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por Olga Shedrova


Em 26 de Maio a junta de Kiev intensificou abruptamente as acções de combate quando prossegue a operação punitiva contra o Donbass. Foi a primeira vez que a aviação e a artilharia efectuaram ataques para destruir casas nas áreas povoadas da região de Donetsk. O combate foi furioso durante o dia inteiro na proximidade do aeroporto da cidade. Donetsk tem uma população de cerca de 1 milhão de pessoas. Helicópteros de ataque e caças SU-25 dispararam às formações de auto-defesa da República Popular de Donetsk posicionadas dentro da cidade... Repetindo os eventos em Kramatorsk, o exército ucraniano utilizou aviões Mi-24 marcados com UN (United Nations). De acordo com o direito internacional, só as forças internacionais da ONU têm o direito de utilizar a insígnia da organização. Diante disto a Organização das Nações Unidas parece ter fechado os olhos e tapado os ouvidos aos crimes militares e violações chocantes das normas internacionais cometidas pela junta. Indagado acerca dos helicópteros marcados UN vistos na Ucrânia em 23 de Maio, Stephane Dujarric, porta-voz do secretário-geral Ban Ki-moon, disse que as Nações Unidas transmitiram suas preocupações ao governo da Ucrânia quanto às suas obrigações referentes à utilização de equipamento proporcionado às operações de paz das Nações Unidas. Ele disse que a informação sobre a utilização de marcações UN por helicópteros ucranianos não estava confirmada naquele momento. Um vídeo clips para servir como prova e disponível para toda a gente que tenha acesso à Internet não era bastante convincente para responsáveis da ONU, os quais dançam conforme a música tocada pela Casa Branca. 

Organizações de direitos humanos e governos ocidentais nunca exprimiram indignação quanto aos relatos dos crimes militares cometidos pela junta. Exemplo: um lançador de granadas foi utilizado

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Síria: MAIS UM CRIME DE GUERRA OCIDENTAL EM PREPARAÇÃO



28 agosto 2013, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por Paul Craig Roberts

Os criminosos de guerra em Washington e outras capitais ocidentais estão determinados a manter a sua mentira de que o governo sírio utilizou armas químicas. Tendo fracassado nos esforços para intimidar os inspectores químicos da ONU na Síria, Washington pediu que o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon retirasse os inspectores de armas químicas antes que eles possam avaliar a evidência e fazer seu relatório. O secretário-geral da ONU enfrentou os criminosos de guerra de Washington e rejeitou o pedido.

Os governos dos EUA e Reino Unidos não revelaram nenhumas das "evidências conclusivas" que afirmam ter de que o governo sírio utilizou armas químicas. Ao ouvir suas vozes, observar sua linguagem corporal e fitar os seus olhos, é completamente óbvio que John Kerry e seus fantoches britânico e alemão estão a mentir com todos os seus dentes. Isto é uma situação muito mais vergonhosa do que as mentiras maciças que o antigo secretário de Estado Colin Powell disse na ONU acerca de armas iraquianas de destruição maciça. Powell afirma que foi enganado pela Casa Branca e que não sabia que estava a mentir. Kerry e os fantoches britânico, francês e alemão sabem muito bem que estão a mentir.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

UN condemns East Timor militia leader’s “release”

Dili, 1 September 2009 (AFP) - The United Nations condemned Tuesday the reported release of an Indonesian former militia leader accused of taking part in a massacre of civilians in East Timor in 1999.

"If the reports are true, his release is contrary to the Security Council resolutions which set up the UN Mission in (East Timor) and seriously undermines the global principle of accountability for crimes against humanity," Secretary General Ban Ki-moon's spokeswoman Marie Okabe said in a statement.

The UN said earlier this week that the suspect, Martenus Bere, had been released Sunday ahead of national celebrations commemorating 10 years since East Timor won independence from Indonesia in a UN-backed referendum.

The government has refused to confirm Bere's release amd the UN appeared to backtrack on Tuesday, saying in a separate statement that its mission in Dili was "not in a position to comment" on Bere's circumstances.

Bere was detained in East Timor on August 8, five years after being indicted for his role in the 1999 Suai Church massacre, in which up to 200 people were killed.

"The UN's firm position is that there can be no amnesty or impunity for serious crimes such as war crimes, crimes against humanity and genocide," Okabe said.

"In that context, the Office of the High Commissioner for Human Rights strongly opposes the release of someone for whom an arrest warrant of this nature has been established."

East Timor's leadership has been criticised for opposing prosecution for those responsible for abuses during Indonesia's bloody 1975-1999 occupation of the half-island, which killed around 100,000 people.

President Jose Ramos-Horta says restoring good relations with Indonesia is more important than "prosecutorial justice", and has said he will not let his country be used as an "experiment" in international justice.

The opposition Fretilin party however says he is out of touch with the East Timorese people, many of whom continue to demand justice for gross human rights abuses committed during the Indonesian occupation.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

ONU reitera que não reconhece o atual governo de Honduras

Mylena Fiori

6 julho 2009/Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

Brasília - O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, reiterou nesta segunda-feira que a instituição não reconhece o governo de Roberto Micheletti, que assumiu o poder em Honduras após a deposição do presidente Manuel Zelaya. “Nenhuma mudança inconstitucional de governo é aceitável”, disse o secretário-geral na sede da ONU, em Genebra, segundo informações da Agência Bolivariana de Notícias (ABN).
Ban Ki-moon voltou a defender o retorno de Zelaya ao cargo, lembrando que o presidente foi eleito democraticamente. O líder deposto foi eleito em pleito no final de 2005 para um mandato até 27 de janeiro de 2010. “O princípio fundamental da democracia é que quando uma pessoa é eleita em um processo constitucional, sua autoridade e seu mandato como líder de um país devem ser protegidos”, afirmou o secretário-geral.
O secretário-geral da ONU também condenou a repressão às manifestações populares em Honduras. “Deveria permitir-se aos cidadãos expressar suas opiniões sem serem ameaçados”, frisou. Na última quarta-feira (1º), o Congresso de Honduras aprovou um decreto proibindo a livre associação de pessoas e autorizando as forças de segurança do país a prender pessoas em casa, sem mandado.
A ONU já havia se manifestado contra a situação em Honduras na semana passada. Por aclamação, os 192 países membros do organismo aprovaram uma resolução condenando o golpe de Estado e pedindo a “imediata e incondicional” restauração do governo de Zelaya.
Apesar do posicionamento, Ban Ki-moon deixou claro que cabe à Organização dos Estados Americanos (OEA) coordenar as ações para a restauração da institucionalidade democrática em Honduras. “Espero que a OEA assuma, neste momento, a liderança necessária para encontrar uma solução pacífica, por meio da qual se possa restaurar a ordem institucional”, disse, em Genebra.
Ontem (5), após tentativas de diálogo com o governo de fato de Honduras, a OEA suspendeu o país do exercício de seu direito de participação na instituição.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Argentina renovará reclamo por las Malvinas en la ONU



Señal en una carretera de la provincia argentina de Entre Ríos con la frase Las Malvinas son Argentinas.(Foto: Archivo)

La presidenta argentina Cristina Fernández, ha manifestado en reiteradas ocasiones que su país continuará con la lucha ''irrenunciable'' por recuperar el archipiélago. El canciller argentino se reunirá con diferentes representantes de Naciones Unidas, con el fin de avanzar en torno a la soberanía de las Islas Malvinas.

18 junio 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

El canciller argentino Jorge Taiana, durante la visita oficial que realiza a Estados Unidos mantendrá una intensa agenda diplomática para ratificar el reclamo de su nación por las Islas Malvinas, donde se libró una guerra entre Argentina y Reino Unido en 1982, por la soberanía de estos archipiélagos, que permanecen ocupados por esta última nación desde 1833.

Durante su estadía, el canciller se reunió con el presidente de la Asamblea General de Naciones Unidas, Miguel D'Escotto, a quien calificó como "un firme defensor de los derechos argentinos".

Sostuvo que D'Escotto "es un firme defensor de los derechos argentinos y está interesado muy personalmente en todo el proceso del reclamo que Argentina viene intensificando".

El canciller Taiana participará este jueves en el Comité Especial de Descolonización y se reunirá con el titular Secretario General de la Organización de Naciones Unidas (ONU), Ban Ki-moon.

Durante el citado comité, el diplomático argentino será el encargado de exponer la posición argentina, en defensa de los legítimos derechos soberanos de su país sobre las Islas Malvinas, Georgias del Sur y Sandwich del Sur y los espacios marítimos circundantes.

El canciller argentino adelantó que su mensaje contendrá "la firmeza de los derechos de la Argentina, el reclamo y que se cumpla con lo establecido en las distintas resoluciones y disposiciones de las Naciones Unidas para que las dos partes se sienten a negociar".

Durante la sesión, se escucharán testimonios de dos peticionarios argentinos que tienen vinculación con los territorios argentinos. Esta zona, por la ilegítima ocupación británica, es objeto de la disputa de soberanía. Su existencia y vigencia es reconocida por la ONU.

La Guerra de las Malvinas fue un conflicto armado entre Argentina y el Reino Unido por la soberanía sobre estos archipiélagos australes ocupados a la fuerza por Londres en 1833, y que los controla desde entonces.

En el conflicto armado murieron 649 militares argentinos, 255 británicos y 3 civiles isleños.

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sábado, 9 de agosto de 2008

A horas del referendo, se multiplican manifestaciones de apoyo a democracia boliviana



En los últimos días, el pueblo boliviano ha manifestado su amplio apoyo a Evo Morales y su confianza en la victoria electoral. (Foto: Abi)

La Premio Nobel de la Paz, Rigoberta Menchú, saludó ''la altura política'' del presidente Morales por llamar a este referendo revocatorio y se manifestó ''totalmente convencida'' de que el pueblo boliviano ''hará prevalecer la verdad y la justicia''.

9 agosto 2008/TeleSUR http://www.telesurtv.net/

Bolivia se encuentra a la expectativa a pocas horas del referendo revocatorio que se llevará a cabo el domingo. Personalidades y organismos internacionales expresaron su apoyo a la democracia boliviana y su preocupación frente a los actos de violencia propiciados en los últimos días por opositores al gobierno.
Este viernes, el secretario general de la Organización de Naciones Unidas (ONU), Ban Ki-Moon, el Gobierno de Brasil, la Nobel de la Paz Rigoberta Menchú y el presidente del Comité de Representantes Permanentes del Mercosur, Carlos "Chacho" Alvárez, manifestaron su preocupación por la situación en el país en vísperas del referendo.
Ban instó a las fuerzas políticas de Bolivia a celebrar en un clima pacífico la consulta en la que los bolivianos decidirán si deben seguir en sus cargos el presidente del país, Evo Morales, el vicepresidente Álvaro García Linera y ocho de los nueve prefectos de departamentos.
"En el interés del fortalecimiento de la democracia y los derechos humanos en Bolivia, el secretario general insta a todos los agentes políticos y sociales a que se aseguren de que haya un clima pacífico durante el proceso electoral y su resultado", apuntó la portavoz Michele Montás.
Montás señaló que Ban reafirma el compromiso de las Naciones Unidas de colaborar con el Gobierno boliviano y la sociedad en general para establecer "un ambiente de tolerancia, respeto y diálogo".
La consulta se llevará a cabo en un clima de confrontación política y social, con enfrentamientos e incidentes y una huelga de hambre de prefectos de departamentos que buscan la autonomía, lo que ha llevado al Gobierno de Morales a afirmar que el país está "en el umbral" de un golpe de Estado civil.
Carlos Álvarez, quien encabeza la delegación de observadores del Mercado Común del Sur (Mercosur), dijo sin embargo que "no hay espacio para el golpe de Estado" en Bolivia y sostuvo que todos los sectores deben actuar "codo a codo" para defender la democracia de este país.
"La democracia tiene una enorme importancia no sólo para el pueblo boliviano en primer lugar, sino para el conjunto de la región. Bolivia es un país estratégico, es un país decisivo en América Latina", añadió Álvarez.
Por su parte, el gobierno brasileño hizo votos este viernes, por medio del asesor para Asuntos Internacionales de la Presidencia, Marco Aurelio García, para que "el referendo se celebre en términos de paz y tranquilidad" y garantice la "preservación de la democracia".
A su vez, Rigoberta Menchú envió un mensaje de "solidaridad y apoyo" a su "hermano y amigo de lucha", el presidente Morales, ante los embates que, según ella, está lanzando la oligarquía para, "a toda costa", derribar al Gobierno.
La premio Nobel saludó "la altura política" del presidente boliviano por llamar a este referendo revocatorio y se manifestó "totalmente convencida" de que el pueblo boliviano "hará prevalecer la verdad y la justicia".
Seguidores confían en la victoria
El presidente Evo Morales llamó la víspera al pueblo a defender la democracia y las instituciones nacionales en ese acto electoral e impedir el boicoteo al mismo impulsado por varios grupos de la oposición.
Los seguidores de Morales, quienes respaldan el proceso de cambio encabezado por el primer presidente indígena de este país andino, han manifestado en los últimos días su amplio apoyo al mandatario y su confianza en la victoria.
Para ser ratificados en sus cargos, el jefe de Estado y el vicepresidente, Álvaro García Linera, la votación por el No no debe superar el 53,74 por ciento, resultado que obtuvieron en las elecciones presidenciales del 2005.
Por su parte el canciller boliviano, David Choquehuanca, denunció a TeleSUR que grupos violentos pretenden impedir la celebración del referendo.
"Queremos comunicar a la comunidad nacional, a la comunidad internacional, la preocupación del gobierno nacional que grupos antidemocráticos han empezado a realizar una serie de acciones violentas para evitar, sabotear y tratar de empañar el referendo revocatorio de este domingo 10 de agosto", expresó.
Esta semana, el secretario general de la Organización de Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, instó a los bolivianos a evitar la violencia, a buscar un camino para resolver la crisis política y a posibilitar que el referendo se celebre en paz.

http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/31126-NN/a-horas-del-referendo-se-multiplican-manifestaciones-de-apoyo-a-democracia-boliviana/

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