Dili, Sep 18, 2009 - East Timor's opposition threatened on Friday to force an early election in an escalating row with the government over the release of an Indonesian militia leader accused of crimes against humanity.
Fretilin party spokesman Jose Teixeira told AFP the party will 'seriously consider' pulling out of parliament if a motion to censure the government of Prime Minister Xanana Gusmao is not passed by parliament.
Fretilin, which controls 21 of the parliament's 65 seats, submitted the motion on Monday over the Gusmao government's decision last month to release militia leader Martenus Bere.
'We can't continue to be a part of what has become a violation of law,' Mr Teixeira said.
'If the censure does not go through, we can't see any way out,' he said, adding the withdrawal of Fretilin's MPs would be enough to automatically force an election.
Bere was arrested after crossing into East Timor on August 8, five years after being indicted for his role in a string of human rights violations including the 1999 Suai church massacre in which up to 200 people were killed.
The United Nations' human rights representative in East Timor on Tuesday criticised government 'interference' in freeing the militia leader. But Gusmao and President Jose Ramos-Horta have said reconciliation with giant neighbour Indonesia is more important than dwelling on past abuses.
At least 100,000 people were estimated to have died during Indonesia's 24-year occupation of East Timor, which ended with bloody violence surrounding a 1999 UN-backed independence vote. (AFP)
Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
Mostrando postagens com marcador Martenus Bere. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Martenus Bere. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Timor-Leste/PRESIDENTE DO PARLAMENTO OU DE SINDICATO DO CRIME?
20 setembro 2009/timorlorosaenacao
Por António Veríssimo
Estabilidade é... NÃO SE CUMPRIR A CONSTITUIÇÃO
É na verdade muito preocupante a propensão para a mentalidade criminosa e de práticas ilegais que os denominados líderes de Timor-Leste afectos à AMP têm vindo a demonstrar mais claramente ao longo destes dois anos em que estão no governo e no domínio de uma maioria composta por manta de retalhos partidária arquitectada ainda antes da eleições para o Parlamento e governo se acaso Xanana Gusmão não as vencesse, conforme veio a acontecer.
Os elementos de topo do governo AMP, Xanana Gusmão, a Ministra da Justiça e o comandante da polícia, juntamente com o Presidente da República, cometeram um crime ao libertar Martenus Bere à revelia das leis e do poder judicial, violaram a Constituição da RDTL, têm anteriormente usado de todas a s violações possíveis, impossíveis e imaginárias e aparece agora o presidente do Parlamento de Timor-Leste a dizer, durante a sua visita ao Brasil, que “a moção de censura ao Governo apresentada pelo partido oposicionista FRETILIN, devido ao caso "Bere", não contribui para a estabilidade do país”, conforme nos refere a Lusa em notícia por nós compilada mais em baixo.
Sempre em nome da “estabilidade” as ilegalidades e crimes vão sendo praticados impunemente por estes pseudo guardiães do bem-estar dos timorenses e do país.
Em nome da “estabilidade” aconteceu o golpe de Estado e a partir daí nunca mais pararam as acções de afrontamento à Constituição. O ditador-mor Xanana Gusmão assim tem decidido e assim tem acontecido. Colado a ele, têm estado exactamente aqueles que enquanto disso retirarem dividendos o vão apoiando, o que não significa que não lhe retirem o tapete para que caia quando chegar a hora de o declarar descartável. Hora que cada vez mais se aproxima.
Sabemos que Xanana estava em conluio com Alfredo Reinado apesar de dizer o contrário. Sabemos que guardava em sua casa, em Balibar, homens e armas, numa acção ilegal. Sabemos que foi o principal beneficiário da execução de Alfredo Reinado. Sabemos das incongruências declaradas e das omissões e contradições apontadas relativamente ao “seu atentado” de Balibar. Sabemos dos benefícios em procedimento “estranho” na sociedade “Três Amigos”, soubemos ultimamente dos benefícios que concedeu a sua filha Zenilda num negócio de milhões, sabemos dos afrontamentos ao Juiz Ivo Rosa Cruz e a todos os atropelos constitucionais…
Timor-Leste, sem nenhuma dúvida, está a ser governado por um primeiro-ministro cuja sintomatologia nos vem revelando ter uma mentalidade desleal, de conluios em ilegalidades, de golpes sobre golpes, de bravatas, de prepotências… Em suma, uma mentalidade próxima, ou já de facto, de marginal institucional. Muito preocupante. Só um criminoso afronta constantemente o Poder Judicial. Só um prepotente, um déspota, um falsário, um sem princípios de justiça e democracia faz questão de querer passar por isso tudo impunemente.
Como se não bastasse, os cabecilhas do bando, suposto governo, demonstram ter exactamente o mesmo tipo de mentalidade. Desta vez manifesta-se desse modo Fernando Lasama Araújo. Não é a sua estreia neste tipo de demonstrações mas, mais uma vez, e pelo que é, também conta, e faz-nos pensar que Timor-Leste está entregue a um bando de bandidecos.
Na qualidade de presidente do Parlamento, presidente daquilo que deveria ser a casa da democracia timorense, o desaforo de Lasama é por demais evidente que vem dar todas as razões para que sejam aqui expressas as considerações supra citadas, sobre as suas terríveis mentalidades. Na realidade, só com um golpe de Estado e consequente trama apoiada por Ramos Horta é que foi possível este bando de malfeitores apoderar-se do Poder político. Constata-se que na verdade Mário Carrascalão sabia o que dizia quando a eles se referia. O estranho foi que acabou por aderir ao bando de malfeitores. Mais estranho ainda que continue junto deles e que até ande a querer pôr água na fervura das ilegalidades cometidas. Há jogos políticos que nunca devem exceder o razoável, Mário Carrascalão certamente que sabe disso. O que não sabemos é daquilo que está à espera para abandonar o bando de malfeitores, como o denominou. É que agora já nem Xanana se salva. Impossível, basta ver as más provas dadas.
Se depois de tanto cometimento de ilegalidades e de tantos procedimentos indevidos, o maior partido timorense se aliou a pequenos partidos e decidiu apresentar uma moção de censura ao governo e isso é considerado desestabilizar, é óbvio que a curiosidade de quem vive em democracia ou sabe o seu significado, aguça-se ao tentar perceber as palavras proferidas por Lasama Araújo. Não se compreende em que é que um acto absolutamente democrático e inscrito na Constituição se pode vir a revelar pró-instabilidade. A instabilidade é provocada por actos inconstitucionais e não o contrário, naturalmente.
Fica provado que este confesso repulsivo presidente do Parlamento de Timor-Leste desconhece o que é democracia e julga que preside a um sindicato do crime.
Será que considera que não só os timorenses mas toda a população mundial é estúpida?
Perceberá que tais declarações são dignas de provirem de um seu “convidado” do mundo do crime indonésio, Hércules Marçal, mas nunca de um presidente de Parlamento? Compreenderá que demonstram claramente a mentalidade ilegalista atrás referida?
É o costume, o peixe morre pela boca.
Relacionado: lasama defende impunidade de crime em nome da "estabilidade"
Por António Veríssimo
Estabilidade é... NÃO SE CUMPRIR A CONSTITUIÇÃO
É na verdade muito preocupante a propensão para a mentalidade criminosa e de práticas ilegais que os denominados líderes de Timor-Leste afectos à AMP têm vindo a demonstrar mais claramente ao longo destes dois anos em que estão no governo e no domínio de uma maioria composta por manta de retalhos partidária arquitectada ainda antes da eleições para o Parlamento e governo se acaso Xanana Gusmão não as vencesse, conforme veio a acontecer.
Os elementos de topo do governo AMP, Xanana Gusmão, a Ministra da Justiça e o comandante da polícia, juntamente com o Presidente da República, cometeram um crime ao libertar Martenus Bere à revelia das leis e do poder judicial, violaram a Constituição da RDTL, têm anteriormente usado de todas a s violações possíveis, impossíveis e imaginárias e aparece agora o presidente do Parlamento de Timor-Leste a dizer, durante a sua visita ao Brasil, que “a moção de censura ao Governo apresentada pelo partido oposicionista FRETILIN, devido ao caso "Bere", não contribui para a estabilidade do país”, conforme nos refere a Lusa em notícia por nós compilada mais em baixo.
Sempre em nome da “estabilidade” as ilegalidades e crimes vão sendo praticados impunemente por estes pseudo guardiães do bem-estar dos timorenses e do país.
Em nome da “estabilidade” aconteceu o golpe de Estado e a partir daí nunca mais pararam as acções de afrontamento à Constituição. O ditador-mor Xanana Gusmão assim tem decidido e assim tem acontecido. Colado a ele, têm estado exactamente aqueles que enquanto disso retirarem dividendos o vão apoiando, o que não significa que não lhe retirem o tapete para que caia quando chegar a hora de o declarar descartável. Hora que cada vez mais se aproxima.
Sabemos que Xanana estava em conluio com Alfredo Reinado apesar de dizer o contrário. Sabemos que guardava em sua casa, em Balibar, homens e armas, numa acção ilegal. Sabemos que foi o principal beneficiário da execução de Alfredo Reinado. Sabemos das incongruências declaradas e das omissões e contradições apontadas relativamente ao “seu atentado” de Balibar. Sabemos dos benefícios em procedimento “estranho” na sociedade “Três Amigos”, soubemos ultimamente dos benefícios que concedeu a sua filha Zenilda num negócio de milhões, sabemos dos afrontamentos ao Juiz Ivo Rosa Cruz e a todos os atropelos constitucionais…
Timor-Leste, sem nenhuma dúvida, está a ser governado por um primeiro-ministro cuja sintomatologia nos vem revelando ter uma mentalidade desleal, de conluios em ilegalidades, de golpes sobre golpes, de bravatas, de prepotências… Em suma, uma mentalidade próxima, ou já de facto, de marginal institucional. Muito preocupante. Só um criminoso afronta constantemente o Poder Judicial. Só um prepotente, um déspota, um falsário, um sem princípios de justiça e democracia faz questão de querer passar por isso tudo impunemente.
Como se não bastasse, os cabecilhas do bando, suposto governo, demonstram ter exactamente o mesmo tipo de mentalidade. Desta vez manifesta-se desse modo Fernando Lasama Araújo. Não é a sua estreia neste tipo de demonstrações mas, mais uma vez, e pelo que é, também conta, e faz-nos pensar que Timor-Leste está entregue a um bando de bandidecos.
Na qualidade de presidente do Parlamento, presidente daquilo que deveria ser a casa da democracia timorense, o desaforo de Lasama é por demais evidente que vem dar todas as razões para que sejam aqui expressas as considerações supra citadas, sobre as suas terríveis mentalidades. Na realidade, só com um golpe de Estado e consequente trama apoiada por Ramos Horta é que foi possível este bando de malfeitores apoderar-se do Poder político. Constata-se que na verdade Mário Carrascalão sabia o que dizia quando a eles se referia. O estranho foi que acabou por aderir ao bando de malfeitores. Mais estranho ainda que continue junto deles e que até ande a querer pôr água na fervura das ilegalidades cometidas. Há jogos políticos que nunca devem exceder o razoável, Mário Carrascalão certamente que sabe disso. O que não sabemos é daquilo que está à espera para abandonar o bando de malfeitores, como o denominou. É que agora já nem Xanana se salva. Impossível, basta ver as más provas dadas.
Se depois de tanto cometimento de ilegalidades e de tantos procedimentos indevidos, o maior partido timorense se aliou a pequenos partidos e decidiu apresentar uma moção de censura ao governo e isso é considerado desestabilizar, é óbvio que a curiosidade de quem vive em democracia ou sabe o seu significado, aguça-se ao tentar perceber as palavras proferidas por Lasama Araújo. Não se compreende em que é que um acto absolutamente democrático e inscrito na Constituição se pode vir a revelar pró-instabilidade. A instabilidade é provocada por actos inconstitucionais e não o contrário, naturalmente.
Fica provado que este confesso repulsivo presidente do Parlamento de Timor-Leste desconhece o que é democracia e julga que preside a um sindicato do crime.
Será que considera que não só os timorenses mas toda a população mundial é estúpida?
Perceberá que tais declarações são dignas de provirem de um seu “convidado” do mundo do crime indonésio, Hércules Marçal, mas nunca de um presidente de Parlamento? Compreenderá que demonstram claramente a mentalidade ilegalista atrás referida?
É o costume, o peixe morre pela boca.
Relacionado: lasama defende impunidade de crime em nome da "estabilidade"
Marcadores:
crime,
criminoso,
eleições,
FRETILIN,
golpe de estado,
ilegalidade,
justiça,
Lasama,
Martenus Bere,
parlamento,
polícia,
Ramos Horta,
Timor-Leste,
Xanana Gusmão
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Ficou provado - ILEGALISTAS E SEM-VERGONHA DOMINAM TIMOR-LESTE
9 setembro 2009/timorlorosaenacao
Por António Veríssimo
PREPAREM-SE, VEM LÁ MUITO PIOR!
Por mais que queiramos ficar indiferentes ou não dar opinião sobre o que se está a passar em Timor-Leste as circunstâncias são adversas aos que fazem questão de continuar com a coluna vertebral erecta, que se baseiem na justiça e na verdade.
Em Timor-Leste está a acontecer mais um episódio de como não devem ser os responsáveis eleitos de um país. Não bastava um PM, um governo e um Presidente do Parlamento que andam de mãos dadas com referenciados criminosos da estirpe de Hércules Marçal, conhecido por “Rei do Crime”, eis que se vai revelando também o PR Ramos Horta poder ser incluído naqueles que estão para se auto promover e “governar-se” em vez de prestarem o serviço nobre que devem à Nação. De Nobel da Paz passa a nobel das ilegalidades, das chantagens e das faltas de decoro relativamente ao respeito que deve aos timorenses, aos assassinados e massacrados, às vítimas do passado e do presente.
Na sequência da libertação ilegal de Martenus Bere, chefe das milícias que massacraram quase 400 pessoas em 1999 no Suai, o Parlamento pediu explicações ao presidente da República e reprovou a sua saída do país em visita oficial enquanto não procedesse a explicações. Coisa pouca se Horta tivesse a consciência tranquila e não soubesse que anda a cometer torpes ilegalidades, desrespeitando a Constituição que hipócrita e falsamente jurou cumprir quando tomou posse.
Ramos Horta, então, decidiu-se por chantagear o Parlamento, ameaçando demitir-se. Sintomático de que quem deve, teme. A reacção foi a mesma dos gatos que quando receiam algo bufam e saem do seu semblante e atitudes pacíficas para uma agressividade e ameaças inusitadas, de aparentes feras cheias de razão. Verdadeiros artistas na arte de enganar, blefando.
As razões porque estão a existir todos estes lastimáveis incidentes à volta da libertação de Martenus Bere tem que ver com toda a ilegalidade do processo e isso já a própria ONU pediu explicações a Ramos Horta. Será que também respondeu à ONU que se insistissem naquela pretensão se demitiria? Nunca se sabe, chantagista vai até onde bem lhe apetece… até perder. É o jogo do tudo ou nada. Jogo dos sem escrúpulos.
Certo é que existe um despacho ilegal da ministra da Justiça Lúcia Lobato – a ordem não foi somente verbal - para que Bere fosse libertado, levado por mão de um emissário de Longuinhos Monteiro à prisão de Becora. Certo é que Ramos Horta e Xanana Gusmão foram os promotores da ilegalidade e deram essas ordens à ministra. O despacho existe, mesmo que julguem que já o destruíram…
A ilegalidade promovida pelo PR e pelo PM são mais que razão para que os timorenses e o Parlamento tomem as medidas adequadas para esclarecer o assunto e aprovar claramente uma moção de censura aos seus comportamentos, o pedido de explicações era o menor dos males se acaso Horta não fosse propenso a prepotente, promotor de ilegalidades, chantagista e em conluio com forças adversárias à implantação da democracia em Timor-Leste.
Na verdade, o Parlamento não devia ter cedido à posição desrespeitosa de Ramos Horta. As consequências vão ser devastadoras, a Caixa de Pandora foi definitivamente escancarada!
Todas as ilegalidades que temos vindo a referir ao longo deste complicado processo da construção do Estado de Direito em Timor têm sido razão para que o Poder Judicial actue e defenda os preceitos constitucionais… Mas não o faz. Igualmente, neste caso e noutros, lamentavelmente, a PGR fica inerte perante as situações, quando não colaborativa com as ilegalidades. Agora, que Ana Pessoa assumiu o cargo há algum tempo, julgava-se que a credibilidade da Procuradoria tomasse um rumo diferente e que a Justiça passasse a ser um facto. Em vez disso, perante os factos, ouvimos com lamentável surpresa uma PGR temerosa titubear que teme pela Justiça em Timor-Leste. Em vez de agir, lamenta-se e vai consentindo que o interesse nacional e público seja completamente devassado. O mesmo acontece com o mais alto dignitário do Poder Judicial, Cláudio Ximenes. E ainda com o Provedor dos Direitos Humanos, com competência para agir. Os atropelos à Constituição, à Lei e à Ordem são esfrangalhados pelos governantes, pelo PR, pelo Parlamento e por todos os agentes nacionais que têm força legal para intervir e repor a legalidade no país.
A impunidade, a indecência e a vergonha assolam Timor-Leste, algo que os timorenses não merecem mas de que sofrem todas as consequências negativas.
Preparem-se, vem lá tudo muito pior!
Por António Veríssimo
PREPAREM-SE, VEM LÁ MUITO PIOR!
Por mais que queiramos ficar indiferentes ou não dar opinião sobre o que se está a passar em Timor-Leste as circunstâncias são adversas aos que fazem questão de continuar com a coluna vertebral erecta, que se baseiem na justiça e na verdade.
Em Timor-Leste está a acontecer mais um episódio de como não devem ser os responsáveis eleitos de um país. Não bastava um PM, um governo e um Presidente do Parlamento que andam de mãos dadas com referenciados criminosos da estirpe de Hércules Marçal, conhecido por “Rei do Crime”, eis que se vai revelando também o PR Ramos Horta poder ser incluído naqueles que estão para se auto promover e “governar-se” em vez de prestarem o serviço nobre que devem à Nação. De Nobel da Paz passa a nobel das ilegalidades, das chantagens e das faltas de decoro relativamente ao respeito que deve aos timorenses, aos assassinados e massacrados, às vítimas do passado e do presente.
Na sequência da libertação ilegal de Martenus Bere, chefe das milícias que massacraram quase 400 pessoas em 1999 no Suai, o Parlamento pediu explicações ao presidente da República e reprovou a sua saída do país em visita oficial enquanto não procedesse a explicações. Coisa pouca se Horta tivesse a consciência tranquila e não soubesse que anda a cometer torpes ilegalidades, desrespeitando a Constituição que hipócrita e falsamente jurou cumprir quando tomou posse.
Ramos Horta, então, decidiu-se por chantagear o Parlamento, ameaçando demitir-se. Sintomático de que quem deve, teme. A reacção foi a mesma dos gatos que quando receiam algo bufam e saem do seu semblante e atitudes pacíficas para uma agressividade e ameaças inusitadas, de aparentes feras cheias de razão. Verdadeiros artistas na arte de enganar, blefando.
As razões porque estão a existir todos estes lastimáveis incidentes à volta da libertação de Martenus Bere tem que ver com toda a ilegalidade do processo e isso já a própria ONU pediu explicações a Ramos Horta. Será que também respondeu à ONU que se insistissem naquela pretensão se demitiria? Nunca se sabe, chantagista vai até onde bem lhe apetece… até perder. É o jogo do tudo ou nada. Jogo dos sem escrúpulos.
Certo é que existe um despacho ilegal da ministra da Justiça Lúcia Lobato – a ordem não foi somente verbal - para que Bere fosse libertado, levado por mão de um emissário de Longuinhos Monteiro à prisão de Becora. Certo é que Ramos Horta e Xanana Gusmão foram os promotores da ilegalidade e deram essas ordens à ministra. O despacho existe, mesmo que julguem que já o destruíram…
A ilegalidade promovida pelo PR e pelo PM são mais que razão para que os timorenses e o Parlamento tomem as medidas adequadas para esclarecer o assunto e aprovar claramente uma moção de censura aos seus comportamentos, o pedido de explicações era o menor dos males se acaso Horta não fosse propenso a prepotente, promotor de ilegalidades, chantagista e em conluio com forças adversárias à implantação da democracia em Timor-Leste.
Na verdade, o Parlamento não devia ter cedido à posição desrespeitosa de Ramos Horta. As consequências vão ser devastadoras, a Caixa de Pandora foi definitivamente escancarada!
Todas as ilegalidades que temos vindo a referir ao longo deste complicado processo da construção do Estado de Direito em Timor têm sido razão para que o Poder Judicial actue e defenda os preceitos constitucionais… Mas não o faz. Igualmente, neste caso e noutros, lamentavelmente, a PGR fica inerte perante as situações, quando não colaborativa com as ilegalidades. Agora, que Ana Pessoa assumiu o cargo há algum tempo, julgava-se que a credibilidade da Procuradoria tomasse um rumo diferente e que a Justiça passasse a ser um facto. Em vez disso, perante os factos, ouvimos com lamentável surpresa uma PGR temerosa titubear que teme pela Justiça em Timor-Leste. Em vez de agir, lamenta-se e vai consentindo que o interesse nacional e público seja completamente devassado. O mesmo acontece com o mais alto dignitário do Poder Judicial, Cláudio Ximenes. E ainda com o Provedor dos Direitos Humanos, com competência para agir. Os atropelos à Constituição, à Lei e à Ordem são esfrangalhados pelos governantes, pelo PR, pelo Parlamento e por todos os agentes nacionais que têm força legal para intervir e repor a legalidade no país.
A impunidade, a indecência e a vergonha assolam Timor-Leste, algo que os timorenses não merecem mas de que sofrem todas as consequências negativas.
Preparem-se, vem lá tudo muito pior!
Marcadores:
chantagem,
Constituição,
crime,
Direitos Humanos,
Hércules Marçal,
lei,
Martenus Bere,
massacre,
milícia,
Nobel,
parlamento,
prisão,
Ramos Horta,
Suai,
Timor-Leste,
Xanana Gusmão
terça-feira, 8 de setembro de 2009
WALK OUT OF TIMOR-LESTE PARLIAMENT FOR HUMAN RIGHTS VICTIMS
Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (FRETILIN)
MEDIA RELEASE
Dili, 7 September 2009
A walkout by FRETILIN MPs today brought the Timor-Leste parliament to a halt, for lack of quorum. The MPs walked out in protest at decision of the Gusmao de facto government to free the militia leader, Martenus Bere, who is alleged to be responsible for the murder, abduction, rape, deportation and persecution of many Timorese in Suai during the violence in 1999.
One of Bere’s alleged victims was a young girl called Alola – the very person form whom Kirsty Sword Gusmao, the wife of the Prime Minister, named her charitable foundation for the women of Timor Leste.
Speaking to journalist after the walkout in Dili today, FRETILIN leader, Aniceto Guterres, said that it was also an act of solidarity for victims whose rights had been trampled by the release of Bere. Mr Guterres headed a human rights advocacy organization during the Indonesian occupation.
“This time their hypocrisy was too much,” said Guterres. “After this violation of domestic and international law, they had the audacity to send their Foreign Affairs Minister to the parliament to discuss the proposed draft law on Treaties and Conventions? It all seemed too cruel a charade for us to partake in, when it is clear that they have no intention on abiding by international laws and norms. When it is very clear that they have no respect for the rule of law or the principle of separation of powers.
“The victims of the violence in 1999 have had their constitutional rights to justice trampled all over. They are still thirsting for justice. The sentiment displayed by the victions and their families since the release of this militia leader has been remarkable. One of the victims listed in the indictment of Bere is Juliana dos Santos , also known as Alola. The Prime Minister’s wife, Kirsty Sword Gusmao named the ALOLA Foundation after her. There are many other victims who want this man to face justice for the terror he heaped on people. Now it looks highly unlikely that he will,” Guterres said.
Alola’s father Manuel Soares was reported by Agence France Press on 6 September 2009 saying, “For the victims, everything is ruined and broken. I came here today to get away from the feeling.”
AFP further reports him saying angrily, “We want justice, but it never happens. They release all the criminals and all the people who were involved in the killings. If the government or the UN dared enough, they could go and arrest the militias,” adding, "They are all liars. They just talk and make promises. All the organizations who claim they help victims, they are just talking and talking.”
Mr Guterres expressed astonishment that the parties in the government coalition today showed so little support for calling the government to account for this scandalous decision. “Government MPs complained about other mundane issues instead. Only one MP inadequately defended their actions saying that it had to be done to maintain stability in Timor-Leste. Another said that unless Bere was released there could have been persecution of Timorese students in West Timor .
“We don’t believe that Indonesia could not have guaranteed the safety of Timorese living in Indonesia . There was no support from these MPs for the rights of victims and their families. We believe our walk-out was an appropriate act of solidarity for justice for the victims of violence in our country,” Guterres said in closing.
For further information, please contact Jose Teixeira MP on +670 728 7080
SEARCH Foundation, http://www.search.org.au
Level 3, 110 Kippax St, Surry Hills NSW 2010, Australia, Ph: +61 2 9211 4164; Fax: +61 2 9211 1407, ABN 63 050 096 976
MEDIA RELEASE
Dili, 7 September 2009
A walkout by FRETILIN MPs today brought the Timor-Leste parliament to a halt, for lack of quorum. The MPs walked out in protest at decision of the Gusmao de facto government to free the militia leader, Martenus Bere, who is alleged to be responsible for the murder, abduction, rape, deportation and persecution of many Timorese in Suai during the violence in 1999.
One of Bere’s alleged victims was a young girl called Alola – the very person form whom Kirsty Sword Gusmao, the wife of the Prime Minister, named her charitable foundation for the women of Timor Leste.
Speaking to journalist after the walkout in Dili today, FRETILIN leader, Aniceto Guterres, said that it was also an act of solidarity for victims whose rights had been trampled by the release of Bere. Mr Guterres headed a human rights advocacy organization during the Indonesian occupation.
“This time their hypocrisy was too much,” said Guterres. “After this violation of domestic and international law, they had the audacity to send their Foreign Affairs Minister to the parliament to discuss the proposed draft law on Treaties and Conventions? It all seemed too cruel a charade for us to partake in, when it is clear that they have no intention on abiding by international laws and norms. When it is very clear that they have no respect for the rule of law or the principle of separation of powers.
“The victims of the violence in 1999 have had their constitutional rights to justice trampled all over. They are still thirsting for justice. The sentiment displayed by the victions and their families since the release of this militia leader has been remarkable. One of the victims listed in the indictment of Bere is Juliana dos Santos , also known as Alola. The Prime Minister’s wife, Kirsty Sword Gusmao named the ALOLA Foundation after her. There are many other victims who want this man to face justice for the terror he heaped on people. Now it looks highly unlikely that he will,” Guterres said.
Alola’s father Manuel Soares was reported by Agence France Press on 6 September 2009 saying, “For the victims, everything is ruined and broken. I came here today to get away from the feeling.”
AFP further reports him saying angrily, “We want justice, but it never happens. They release all the criminals and all the people who were involved in the killings. If the government or the UN dared enough, they could go and arrest the militias,” adding, "They are all liars. They just talk and make promises. All the organizations who claim they help victims, they are just talking and talking.”
Mr Guterres expressed astonishment that the parties in the government coalition today showed so little support for calling the government to account for this scandalous decision. “Government MPs complained about other mundane issues instead. Only one MP inadequately defended their actions saying that it had to be done to maintain stability in Timor-Leste. Another said that unless Bere was released there could have been persecution of Timorese students in West Timor .
“We don’t believe that Indonesia could not have guaranteed the safety of Timorese living in Indonesia . There was no support from these MPs for the rights of victims and their families. We believe our walk-out was an appropriate act of solidarity for justice for the victims of violence in our country,” Guterres said in closing.
For further information, please contact Jose Teixeira MP on +670 728 7080
SEARCH Foundation, http://www.search.org.au
Level 3, 110 Kippax St, Surry Hills NSW 2010, Australia, Ph: +61 2 9211 4164; Fax: +61 2 9211 1407, ABN 63 050 096 976
Marcadores:
abduction,
convention,
deportation,
Foreign Affairs,
FRETILIN,
Martenus Bere,
militia,
murder,
parliament,
persecution,
rape,
Suai,
Timor-Leste,
treatie,
UN,
Xanana Gusmao
terça-feira, 1 de setembro de 2009
UN condemns East Timor militia leader’s “release”
Dili, 1 September 2009 (AFP) - The United Nations condemned Tuesday the reported release of an Indonesian former militia leader accused of taking part in a massacre of civilians in East Timor in 1999.
"If the reports are true, his release is contrary to the Security Council resolutions which set up the UN Mission in (East Timor) and seriously undermines the global principle of accountability for crimes against humanity," Secretary General Ban Ki-moon's spokeswoman Marie Okabe said in a statement.
The UN said earlier this week that the suspect, Martenus Bere, had been released Sunday ahead of national celebrations commemorating 10 years since East Timor won independence from Indonesia in a UN-backed referendum.
The government has refused to confirm Bere's release amd the UN appeared to backtrack on Tuesday, saying in a separate statement that its mission in Dili was "not in a position to comment" on Bere's circumstances.
Bere was detained in East Timor on August 8, five years after being indicted for his role in the 1999 Suai Church massacre, in which up to 200 people were killed.
"The UN's firm position is that there can be no amnesty or impunity for serious crimes such as war crimes, crimes against humanity and genocide," Okabe said.
"In that context, the Office of the High Commissioner for Human Rights strongly opposes the release of someone for whom an arrest warrant of this nature has been established."
East Timor's leadership has been criticised for opposing prosecution for those responsible for abuses during Indonesia's bloody 1975-1999 occupation of the half-island, which killed around 100,000 people.
President Jose Ramos-Horta says restoring good relations with Indonesia is more important than "prosecutorial justice", and has said he will not let his country be used as an "experiment" in international justice.
The opposition Fretilin party however says he is out of touch with the East Timorese people, many of whom continue to demand justice for gross human rights abuses committed during the Indonesian occupation.
"If the reports are true, his release is contrary to the Security Council resolutions which set up the UN Mission in (East Timor) and seriously undermines the global principle of accountability for crimes against humanity," Secretary General Ban Ki-moon's spokeswoman Marie Okabe said in a statement.
The UN said earlier this week that the suspect, Martenus Bere, had been released Sunday ahead of national celebrations commemorating 10 years since East Timor won independence from Indonesia in a UN-backed referendum.
The government has refused to confirm Bere's release amd the UN appeared to backtrack on Tuesday, saying in a separate statement that its mission in Dili was "not in a position to comment" on Bere's circumstances.
Bere was detained in East Timor on August 8, five years after being indicted for his role in the 1999 Suai Church massacre, in which up to 200 people were killed.
"The UN's firm position is that there can be no amnesty or impunity for serious crimes such as war crimes, crimes against humanity and genocide," Okabe said.
"In that context, the Office of the High Commissioner for Human Rights strongly opposes the release of someone for whom an arrest warrant of this nature has been established."
East Timor's leadership has been criticised for opposing prosecution for those responsible for abuses during Indonesia's bloody 1975-1999 occupation of the half-island, which killed around 100,000 people.
President Jose Ramos-Horta says restoring good relations with Indonesia is more important than "prosecutorial justice", and has said he will not let his country be used as an "experiment" in international justice.
The opposition Fretilin party however says he is out of touch with the East Timorese people, many of whom continue to demand justice for gross human rights abuses committed during the Indonesian occupation.
Marcadores:
Ban Ki-Moon,
crimes,
East Timor,
FRETILIN,
Human Rights,
humanity,
Indonesia,
justice,
Martenus Bere,
massacre,
militia,
Ramos-Horta,
security,
Timor-Leste,
UN,
United Nations,
Xanana Gusmão
Timor-Leste/Libertação de Martenus Bere faz parte de “pacote” negocial
Hércules Marçal negociou libertação do ex-comandante milícia
2 setembro 2009/timorlorosaenacao
Fonte próxima da Metro TV, televisão indonésia, referiu-nos que a libertação de Martenus Bere, ex-comandante da milícia Laksaur, e principal suspeito do massacre de Suai, em 1999, que foi ontem libertado pelas autoridades timorenses em violação das exigências do Conselho de Segurança da ONU, estava incluída no “pacote de negociações entre Hércules Marçal, Xanana Gusmão, Fernando Lasama e outras altas individualidades do governo timorense, incluindo José Ramos Horta, o Presidente da República”.
A Metro TV é uma estação de televisão sediada na capital Indonésia, Jacarta, que apresentou na noite de 24 de Maio de 2007 o programa “Timor-Leste: Confissão do Major Reinado”, onde o major, executado em 11 de Fevereiro de 2008, defendeu a sua versão dos acontecimentos sobre o golpe de Estado de 2006 em Timor-Leste e lançou acusações a Xanana Gusmão.
O programa foi para o ar tempos depois da evasão de Alfredo Reinado da prisão de Bécora com mais de 50 homens seus apoiantes e que com ele estavam detidos. No programa Reinado justificou a evasão “porque todos os meios legais que tentei resultaram em nada. E tive informações de que eu e os meus homens seríamos todos mortos», adiantando mais à frente na entrevista que «Nós tornámo-nos no pesadelo de Xanana e de Ramos-Horta”.
.
«Nós tornámo-nos no pesadelo de Xanana e de outros políticos medrosos», acrescentou Alfredo Reinado, frases recordadas pela nossa fonte, recordando ainda que esperava da parte de Alfredo Reinado a tentativa de divulgar o que na realidade tinha acontecido em todo o processo que levou ao poder, à situação actual, Xanana Gusmão e os que o acompanham. “Isto se entretanto não o eliminassem, o que veio a acontecer.” Especificou a fonte próxima da Metro TV.
Ao solicitarmos mais e melhores pormenores relacionados com as alegadas e referidas negociações entre os responsáveis governamentais timorenses, já referidos, com o “Rei do Crime”, Hércules Marçal, a fonte limitou-se a salientar que sabia através de elemento próximo do referido marginal que “ele esteve em Março deste ano em Díli a ultimar pormenores, quase como servindo de porta-voz de políticos e ex-oficiais do exército indonésio envolvidos na acção” que se está a desenrolar, em que parte culmina com a libertação do ex-comandante da milícia, Martenus Bere, recusando-se a fornecer mais pormenores por ser “demasiado perigoso para a integridade física de algumas pessoas”.
2 setembro 2009/timorlorosaenacao
Fonte próxima da Metro TV, televisão indonésia, referiu-nos que a libertação de Martenus Bere, ex-comandante da milícia Laksaur, e principal suspeito do massacre de Suai, em 1999, que foi ontem libertado pelas autoridades timorenses em violação das exigências do Conselho de Segurança da ONU, estava incluída no “pacote de negociações entre Hércules Marçal, Xanana Gusmão, Fernando Lasama e outras altas individualidades do governo timorense, incluindo José Ramos Horta, o Presidente da República”.
A Metro TV é uma estação de televisão sediada na capital Indonésia, Jacarta, que apresentou na noite de 24 de Maio de 2007 o programa “Timor-Leste: Confissão do Major Reinado”, onde o major, executado em 11 de Fevereiro de 2008, defendeu a sua versão dos acontecimentos sobre o golpe de Estado de 2006 em Timor-Leste e lançou acusações a Xanana Gusmão.
O programa foi para o ar tempos depois da evasão de Alfredo Reinado da prisão de Bécora com mais de 50 homens seus apoiantes e que com ele estavam detidos. No programa Reinado justificou a evasão “porque todos os meios legais que tentei resultaram em nada. E tive informações de que eu e os meus homens seríamos todos mortos», adiantando mais à frente na entrevista que «Nós tornámo-nos no pesadelo de Xanana e de Ramos-Horta”.
.
«Nós tornámo-nos no pesadelo de Xanana e de outros políticos medrosos», acrescentou Alfredo Reinado, frases recordadas pela nossa fonte, recordando ainda que esperava da parte de Alfredo Reinado a tentativa de divulgar o que na realidade tinha acontecido em todo o processo que levou ao poder, à situação actual, Xanana Gusmão e os que o acompanham. “Isto se entretanto não o eliminassem, o que veio a acontecer.” Especificou a fonte próxima da Metro TV.
Ao solicitarmos mais e melhores pormenores relacionados com as alegadas e referidas negociações entre os responsáveis governamentais timorenses, já referidos, com o “Rei do Crime”, Hércules Marçal, a fonte limitou-se a salientar que sabia através de elemento próximo do referido marginal que “ele esteve em Março deste ano em Díli a ultimar pormenores, quase como servindo de porta-voz de políticos e ex-oficiais do exército indonésio envolvidos na acção” que se está a desenrolar, em que parte culmina com a libertação do ex-comandante da milícia, Martenus Bere, recusando-se a fornecer mais pormenores por ser “demasiado perigoso para a integridade física de algumas pessoas”.
Marcadores:
Fernando Lasama,
golpe de estado,
Hércules Marçal,
Indonésia,
José Ramos Horta,
Laksaur,
Martenus Bere,
massacre,
milícia,
ONU,
Reinado,
Suai,
Timor-Leste,
Xanana Gusmão
Assinar:
Postagens (Atom)