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terça-feira, 23 de julho de 2019

Direitos Humanos/“Assassinos do Mediterrâneo” abundam na União Europeia


23 de julho de 2019, Página Global https://paginaglobal.blogspot.com (Portugal) https://paginaglobal.blogspot.com/2019/07/assassinos-do-mediterraneo-abundam-na.html#more

Os responsáveis da União Europeia, eleitos e não eleitos, assim como os responsáveis dos respetivos países integrantes da dita união, demonstrariam ser homens e mulheres com alguma vergonha se borrassem as suas caras com o negro mais negro existente em fossas e esgotos de modo a demonstrar a sua auto-condenação e auto-critica pelas responsabilidades acrescidas que lhes cabe na mortandade que há anos se regista nas águas do Mediterrâneo. 

Pelo menos 14 mil pessoas morreram no Mediterrâneo por morte provocada pela UE. Afinal estamos a referir-nos a engravatados de colarinhos brancos (ou não) mais conhecidos por “Assassinos do Mediterrâneo”, como

terça-feira, 7 de maio de 2013

Portugal/Ataque de Israel à Síria: A verdadeira face da agressão contra o povo sírio



7 maio 2013, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)  

O Conselho Português para a Paz e Cooperação condena veementemente os ataques do exército israelita à Síria, que constituem uma inaceitável agressão à soberania e ao povo sírio, uma flagrante violação do direito internacional e o mais completo desrespeito pelos princípios da Carta da Nações Unidas.

Esta nova agressão de Israel à Síria vem mostrar que o que está efectivamente a acontecer na Síria é uma guerra de agressão instigada, fomentada e apoiada do exterior, nomeadamente

sexta-feira, 4 de maio de 2012

A ESCRAVIDÃO, O HOLOCAUSTO DOS NEGROS


4 maio 2012/Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)
27 março 2012/Pravda Ru http://www.pravda.ru (Rússia)

Timothy Bancroft-Hinchey
Muito se fala sobre o holocausto, muito se escreveu sobre os atos chocantes de maldade, barbaridade, crueldade contra vários grupos de pessoas desde os Estados Bálticos, até Europa Oriental e Central e Alemanha. Mas por quê a Escravidão não ocupa um lugar igual nos anais da depravação humana? 23 de março foi um dia de lembrança, um dia de homenagem aos homens, mulheres e crianças que foram arrancadas de suas casas, suas famílias e entes queridos. Onde estava este dia na mídia internacional? Esquecido.

A humanidade se lembra, justamente, das atrocidades do passado, garantindo que ficam nas páginas mais negras da história e fazendo com que as gerações futuras obrigatoriamente se apercebem quão baixo o ser humano pode afundar-se, garantindo que nunca maus esses terríveis atos de crueldade podem acontecer novamente. Muito foi dito e escrito sobre o holocausto judeu, mas sobre o holocausto africano – Escravidão?

Embora não haja registros exatos, foram feitas tentativas para documentar o número médio de escravos arrancados da África e levados para as Américas pelos ingleses, portugueses, espanhois, holandeses, franceses e dinamarqueses. O número oficial é 10 a 11 milhões. Mas vamos pesquisar mais ...

Estimativas credíveis (1) postulam 54 milhões como a cifra de pessoas transportadas contra a sua vontade entre 1666 e 1800. Se levarmos em consideração que o comércio quadruplicou entre 1810 e 1860, e apenas nos EUA, então o valor total seria algo em torno de 200 milhões de pessoas traficadas. Acrescente a isso o efeito sobre as famílias e vemos que este episódio mais terrível de nossa história coletiva é, em termos comparativos, praticamente ignorado.

Forçados a ficar deitados, cabeça contra pé, presos aos seus lugares, sem quaisquer estruturas de higiene ou saneamento, eles chegaram ao destino até seis meses depois num mar de excremento. Ou mortos. E este foi apenas o começo de um pesadelo que em muitos casos viram os escravos tratados como animais, ou pior, obrigados a dormir em condições insalubres e apertadas.

As punições incluíram serem fechados por trás de uma porta pesada, sem espaço para se movimentar durante até três dias, com insetos e escorpiões rastejando por todo o corpo; ser privado de comida e água; ser espancado; ser chicoteado; ser “saqueado” - colocado dentro de um saco, amarrada no pescoço e sendo arrastado ao redor do perímetro da fazenda atrás de um cavalo; ser preso com um anel ao redor do pescoço ou tornozelo; ser atirado para uma masmorra; orelhas cortadas; ossos quebrados; amputação de membros; olhos arrancados; ser enforcado; castração; ser queimado; ser assado. Por quê? Por comer um pedaço de cana de açúcar, por exemplo.

Hoje, 2012, 400.000 pessoas por ano continuam a ser vítimas de escravidão, é por isso que esta coluna raramente é escrita no "Dia da ONU", porque eu considero que todos os dias sejam dias de luta contra a escravidão. Na Mauritânia, um escravo negro pode ser comprado por 11 euros e no Sudão, por 64 Euros. Na Índia, Paquistão, Nepal e Bangladesh, o comércio de escravos continua a processar 25 milhões de euros por ano.

27 milhões de pessoas vivem hoje em condições de escravidão. E não é só em longínquos países como Bangladesh, Sudão ou Mauritânia. De acordo com estatísticas elaboradas por pesquisadores nos Estados Unidos da América (2), "A Agência Central de Inteligência (CIA) estima que 50.000 pessoas são traficadas para, ou transitado através, dos EUA anualmente como escravas sexuais, domésticas, trabalhadores na indústria têxtil, ou escravos agrícolas";
"Entre 100.000 e 300.000 crianças nos EUA estão em risco de tráfico para exploração sexual a cada ano "... 2,8 milhões de crianças nos EUA vivem nas ruas e um terço delas são atraídas para a prostituição dentro de 48 horas depois de sair de casa. Casos de escravidão foram relatados em 90 cidades nos EUA.

Então, não vamos varrer a escravidão por baixo do tapete, não vamos perpetuar a noção de que isso aconteceu no passado e não continua no presente. Continua, sim e os meios de comunicação internacionais devem assumir a causa, que é uma imensa mancha sobre a identidade coletiva da humanidade.

(1) http://academic.udayton.edu/race/02rights/slave04.htm
(2) http://www.gchope.org/human-slavery-statistics.html

terça-feira, 16 de agosto de 2011

LA EDUCACIÓN EN CHILE Y EL HOLOCAUSTO PALESTINO

16 julio 2011/Rebelión http://www.rebelion.org (México)

Revisado por Caty R.

Nelly Marzouka

"Cada país puede absorber solamente un número limitado de judíos si no quiere tener problemas estomacales. Alemania ya tiene demasiados judíos".

(Chaim Weizmann. Jefe de la Organización Sionista Mundial)

“Si la colonización de Palestina se ha caracterizado por una serie de expolios, debemos detenernos a examinar la actitud del movimiento sionista no sólo para con sus víctimas palestinas, sino también para con los propios judíos”.

(Ralph Schoenman. Historia oculta del sionismo, capítulo VI: El sionismo y los judíos)

En el transcurso de las marchas estudiantiles, el presidente del Colegio de Profesores, Jaime Gajardo, hizo un comentario en el que se preguntaba: “si Hinzpeter tiene alguna formación en alguna escuela de Israel, porque aquí se están repitiendo los mismos métodos con los que se ha reprimido actualmente a los jóvenes, que nos recuerdan los métodos sionistas del apartheid. Muchas de las herramientas, los recursos y las maneras que se utilizaron eran propias de los movimientos sionistas.

Acto seguido se originaron una serie de reclamos al Presidente del Colegio de Profesores en los que se le acusa de:

1.- “El señor Gajardo definitivamente es un fascista, al referirse con esas expresiones al pueblo israelí. Le exijo la renuncia. Sus disculpas posteriores no valen de nada después de las atrocidades que dijo y que son propias de un fascista (Gustavo Hasbún, diputado de UDI).

2.- “Dichos antisemitas” (Lorena Fries, Directora del Instituto Nacional de Derechos Humanos)

3.- “Ni siquiera ha habido un arrepentimiento en algo tan doloroso como la persecución judía. Los comentarios alusivos al pueblo judío hicieron perder ‘toda autoridad moral’ al dirigente (María José Hoffmann, Presidenta de la Comisión de Educación).

4.- “No se puede atacar a una persona por su religión. Escuchar al señor Gajardo es casi escuchar a Hitler en los peores momentos cuando todos sabemos lo que pasó después, que fue el Holocausto” (Lily Pérez, Senadora de RN).

Esta polémica surgida reiteradamente debido a la desinformación (o a una intencionada mala información), presente ahora en nuestro país a propósito de las expresiones del Presidente del Colegio de Profesores, amerita la siguiente información y análisis:

Antisionismo no es antisemitismo. Al contrario, el sionismo es una ideología política antisemita, “judeofóbica” y racista, tanto en sus postulados teóricos como en la práctica. El sionismo sostiene que todos los judíos son sionistas, sin respetar la opción de libre elección por parte de los judíos de otra ideología que no sea la sionista. El sionismo y el nazismo postulan que los judíos y los no judíos deben vivir separados. Otra de las muchas concordancias entre los nazis y los sionistas es la de identificar el judaísmo como una etnia y/o raza. Al contrario, ser judío es pertenecer a una de las grandes religiones monoteístas, con valores universales tales como el islam y el cristianismo

El término semita alude a una denominación bíblica de los pueblos que según la Biblia provienen de Sem, hijo de Noé, por eso los árabes y los antiguos hebreos son semitas. Cabe señalar que los antiguos hebreos que procedían de Ur, Caldea, o sea, Mesopotamia, transitaron durante el lapso de 73 años por Palestina (que ya estaba habitada por los cananeos, antecesores de los palestinos), como ya hemos dicho, también eran semitas. Pero no existe una cohesión nacional ni una continuidad histórica entre aquellos hebreos semitas bíblicos y los actuales invasores sionistas-israelíes cuyo origen étnico es europeo.

Afortunadamente, ya existen diversas personas y organizaciones de la comunidad religiosa judía, que no comulgan con esta ideología racista (definida así incluso por la ONU) que ha hecho tanto daño, no solo en cuanto a la limpieza étnica del pueblo palestino expulsando a la población nativa, negando su identidad, aniquilándola y manifestando “que se vayan a los países árabes”. Sino también a la propia comunidad religiosa judía, durante ese holocausto al aliarse con las alas fascistas y nazis en la consecución de su objetivo. El cual consistía únicamente en realizar una emigración masiva de europeos pertenecientes a la comunidad religiosa judía con el propósito de crear el Estado de Israel en 1948, en el lugar de la Palestina Histórica y no precisamente colaborar en el salvamento y ayuda de esta comunidad religiosa, que innegablemente fue perseguida al igual que otros colectivos, durante la Segunda Guerra Mundial. Israelita o israelí es el que pertenece al nuevo Estado de Israel, fundado sobre la base de la expulsión y exterminio del pueblo palestino. Es por ello que también el sionismo obliga y presiona para que todo judío considere este Estado como su Patria o “tierra prometida” y generar la Aliah o “retorno al país de sus supuestos antepasados bíblicos” de hace 2.000 años. Mientras los autóctonos dueños de la Palestina Histórica, languidecen en campos de refugiados ya sea en su propia tierra, en países árabes o exiliados y repartidos por todo el mundo, incluso en este lejano rincón del mundo, con el objeto de tornar cada vez más difícil que ejerzan su derecho al retorno amparado por el derecho internacional y las resoluciones de la ONU.

Resulta sumamente grave, serio y preocupante que personas que representan a diversas organizaciones, pasando desde la UDI, al Instituto de Derechos Humanos, que en lo que respecta al actual holocausto palestino nada expresan hacia el sufrimiento del semita pueblo palestino, continuando con la representante de la comisión de Educación, que confunde a la comunidad religiosa judía con la ideología sionista y a la senadora de RN que la condena hacia el sionismo como ideología que ha sido la causante de la limpieza étnica palestina, y por ende de la ausencia de paz en el mundo, resulta que le recuerda a Hitler, cuando justamente sionistas y nazis poseían y poseen coincidencias en su ideología y aplicación de métodos con el propósito de extinguir a sus respectivos colectivos. Todos, sin excepción, han reaccionado desviando la atención y confundiendo los términos sionista/judío, que son opuestos, en vez de ejercer una condena al sionismo de ayer y de hoy. Tal como antaño lo era merecedor el nazismo. A modo de ejemplo:

En Noviembre de 2010, un senador de la república, refiriéndose a la exvocera del gobierno, manifestó: “Parece salida de las juventudes hitlerianas”. Frente a este dicho no escuchamos reclamos por parte de la colonia alemana en Chile, ni a representantes de instituciones haciendo similitudes entre ser nazi y ser alemán, ya que en este caso, todos estamos bien informados y educados en el hecho de que ser alemán corresponde a un concepto de ciudadanía de nacionalidad, y en cambio nazi corresponde a una abominable ideología. No todos los alemanes eran nazis, así como no todos los judíos son sionistas, y más aún, no todo sionista profesa la religión judía. Es por ello que al pretender hacer referencia al concepto de Educación, en un concepto y visión integral del ser humano, corresponde que interioricemos que el hecho de ser judío es pertenecer a una gran religión, tal como ser cristiano o musulmán, pero ser sionista también corresponde a una abominable ideología fascista al igual que el nazismo, ni más ni menos.

En conclusión, el pasado holocausto de la Segunda Guerra Mundial, que apuntó hacia la comunidad religiosa judía, gitanos, homosexuales, etc., no puede contener la justificación moral de otros holocaustos como el del pueblo palestino, que ya lleva más de 63 años. Al contrario, los verdaderos representantes del pasado Holocausto, nos hacen recordar que esto debe mantenerse presente, para que nunca más, vuelva a repetirse. A continuación un breve video de la exposición de Norman Filkenstein, politólogo estadounidense descendiente de polacos de fe judía sobrevivientes del gueto de Varsovia. Crítico con la visión del Holocausto judío en su explotación para fines políticos-económicos sionistas-israelíes para lograr de este modo la total limpieza étnica palestina, en vez de contribuir al verdadero bienestar de los propios sobrevivientes, así como al de toda la humanidad, al no traducirse en un modelo y enseñanza de “Nunca más”: http://www.youtube.com/watch?v=KkQ1QX0zTbc

Bibliografía sugerida:

La limpieza étnica de Palestina . Ilán Pappé. Ed. Crítica 2008

Impropiedad de la voz antisemitismo . Simón Royo. Rebelión 21/10/2006. http://www.rebelion.org/noticia.php?id=39718

Reflexiones de un judío disidente sobre el sionismo . Tim Wise. Rebelión 27/11/2001. http://www.rebelion.org/hemeroteca/sociales/wise271101.htm

Israel, Palestina y el Holocausto. Marcos Roitman Rosenmann. Rebelión 12/02/2002. http://www.rebelion.org/hemeroteca/sociales/roitmanpales120202.htm

El mito del judío errante. Gilad Atzmon. Tlaxcala 2/09/2008 http://www.tlaxcala.es/pp.asp?reference=5793&lg=es

El pueblo judío fue una invención . Jonathan Cook: Entrevista con el historiador y catedrático judío Shlomo Sand sobre su libro ¿Cuándo y cómo se inventó el pueblo judío? Tlaxcala 06/10/2008 http://www.tlaxcala.es/pp.asp?reference=6081&lg=es

El sionismo no solo es racista, sino antisemita. Red Judía Antisionista Internacional (IJAN) Rebelión 08/10/2008 http://www.rebelion.org/noticia.php?id=73966

Judíos unidos contra el sionismo. Neturei Karta http://www.nkusa.org/activities/zionist_violence/martyrYDeHaan.cfm

Judaísmo versus Antisemitismo sionista-israelí . Nelly Marzouka. Rebelión 10/09/2006 http://www.rebelion.org/noticia.php?id=37378

Sionismo Antisemita. Nelly Marzouka. Los pobres de la tierra.org. 23/04/2003 http://www.lospobresdelatierra.org/palestinalibre/sionismoantisemita.html

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Brasil/ANIVERSÁRIO DE OLGA BENARIO PRESTES


Foto: Olga Benario Prestes

Osvaldo Bertolino

16 fevereiro 2009/Outro Lado da Noticia

Nascida em Munique no dia 12 de fevereiro de 1908, Olga Benario foi deportada do Brasil pela ditadura do Estado Novo, após o levante comunista de 1935.
De origem judaica, ela foi vítima do Holocausto em 1942.
No início dos anos de 1920, os arquivos policiais da República de Weimar já a classificavam como “agitadora comunista”.
Juntamente com Otto Braun, ela se mudou aos 17 anos para Berlim-Neukölln, onde ingressou na Juventude Comunista.
Olga Benario e Otto Braun ocuparam um apartamento na Innstrasse 24 em Neukölln, tradicional bairro proletário berlinense.
Foi nesse endereço que foram presos.
Logo libertada, Olga organizou a ação espetacular que resgatou seu companheiro Otto Braun da prisão de Moabit.
Em abril de 1928, Olga e camaradas de Otto Braun disfarçados de estudantes de direito invadiram a sala de audiências para onde Braun era levado.
Subjugaram os policiais e libertaram o preso.
Após a operação, Olga e Braun fugiram para Moscou.
Com Luís Carlos Prestes, Olga Benario partiu de Moscou para o Rio de Janeiro, em 1935.
Durante a viagem, os dois se apaixonaram e tornaram-se um casal.
Após o levante de 35, Olga e Prestes foram presos e, apesar de protestos internacionais, ela foi entregue, em 1936, grávida de sua filha, à Gestapo.
Em setembro do mesmo ano, Olga foi enviada à Alemanha.
Em 27 de novembro de 1936, nascia Anita Prestes na maternidade da prisão feminina berlinense da Barnimstrasse.
No começo de 1938, Olga foi separada de sua filha e enviada para o campo de concentração feminino de Lichtenburg.
OIga Benario Prestes teve ainda que passar três anos no campo de concentração de Ravensbrück, antes de ser enviada para a câmara de gás em Bernburg, em 1942.
O endereço da Innstrasse 24, em Neukölln, foi sua última morada como cidadã livre na Alemanha.
Em comemoração aos 100 anos da revolucionária e aos seus 24 anos de existência, a Galeria Olga Benario, em Berlim-Neukölln, convidou Anita Prestes, filha de Olga Benario e Luís Carlos Prestes, para inaugurar a “pedra de tropeço” na calçada do último endereço berlinense de sua mãe, Olga Benario Prestes.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Venezuela/Chávez: Nos honra expulsión diplomáticos del genocida Israel

29 enero 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

El presidente venezolano, Hugo Chávez, afirmó el jueves que es un honor para su Gobierno que el Estado "genocida" de Israel haya expulsado a sus diplomáticos en ese país, en respuesta a la ruptura de lazos decidida por Caracas.
La medida venezolana, en rechazo a la incursión militar de Israel en Gaza, provocó que fueran declarados personas "non gratas" esta semana los encargados de negocios del país sudamericano ante Israel y ante la Autoridad Nacional Palestina (ANP) en la ciudad cisjordana de Ramala.
"Los recibiremos con júbilo y es un honor para este Gobierno socialista, para este pueblo revolucionario, que un Gobierno genocida como el de Israel expulse a nuestra representación", dijo Chávez a su llegada al Foro Social Mundial que se celebra en el norte de Brasil.
Chávez ha criticado duramente a Israel y su alianza con Estados Unidos, calificando su incursión en Gaza como un Holocausto contra el pueblo palestino.

http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/41640-NN/chavez-nos-honra-expulsion-diplomaticos-del-genocida-israel/

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Brasil/Deputados federais levam carta ao embaixador de Israel pedindo cessar-fogo em Gaza

Ana Luiza Zenker, repórter

7 janeiro 2009/Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

Brasília - Uma comitiva de deputados federais se encontra, nesse momento, em audiência com o embaixador de Israel no Brasil, Giora Becher. Eles vieram entregar um carta pedindo o fim dos ataques na Faixa de Gaza e a retirada das tropas da região.
“Nós viemos fazer aqui, em nome do Congresso Nacional, do povo brasileiro, uma pressão para que o Estado de Israel perceba o seu isolamento internacional, nessa medida que tomou, e possa recuar dessa medida imediatamente”, afirmou o deputado Paulo Teixeira (PT-SP).
Questionado sobre se essa carta pode trazer algum resultado, o deputado Pedro Wilson (PT-GO) disse que o Congresso Nacional não pode ficar calado nesse momento, já que o próprio presidente da França, Nicolas Sarkozy, disse que se abriu uma brecha para o cessar-fogo.
“Nasceu de anteontem para ontem uma possibilidade para o cessar-fogo, se bem que as duas Nações importantes nesse jogo continuam sem falar de maneira determinada”, disse o parlamentar, referindo-se aos Estados Unidos e ao próprio Estado de Israel.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/01/07/materia.2009-01-07.8163044512/view

Ecuatorianos protestan por violencia y muertes en Gaza

Según medios ecuatorianos, en esta marcha realizada el martes, un importante grupo de manifestantes solicitó al gobierno de Rafael Correa que rompa relaciones diplomáticas con Israel, en rechazo a los ataques en la Franja de Gaza.


7 enero 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net/noticias

Decenas de ecuatorianos protestaron este martes frente a la embajada de Israel en Quito, contra los ataques en la franja de Gaza y se sumaron a las manifestaciones que se han efectuado en numerosos países del mundo.

Los manifestantes recorrieron varias calles de Quito, desde un parque en el centro de la ciudad, hasta llegar a la sede de la delegación diplomática israelí.

Bajo los lemas de "Urgente, Palestina está presente" o "América Latina junto a Palestina", los activistas ondearon banderas palestinas y llegaron al edificio de la embajada de Israel, donde se encontraba un dispositivo antidisturbios de la Policía.

Pese a que la marcha fue pacífica, ante la embajada de Israel se incrementó el tono y varios de los manifestantes arrojaron a la fachada pintura negra, huevos y zapatos, en referencia al zapatazo que el pasado diciembre un periodista iraquí arrojó al presidente estadounidense, George W. Bush.

Mustafá Gindeya, vicepresidente de la Cámara de Comercio Árabe en Ecuador y originario de la zona atacada, declaró que la marcha fue para expresar "el rechazo a la masacre de palestinos en Gaza, porque no se puede admitir este genocidio, no se puede revivir un holocausto que se debe frenar".

Además, añadió que lo que se reivindica, "más que todo, es la conciencia del ser humano en el mundo, no de los Gobiernos, porque en los Gobiernos ya no hay esperanza, ni en los Gobiernos ni en Naciones Unidas. El único apoyo y la única esperanza es el ciudadano del planeta, eso es lo que vale ahora".

Por su parte, Edwin Sánchez, miembro del Movimiento de Izquierda Revolucionaria (MIR), uno de los organizadores del acto, afirmó que "mientras se están celebrando los Reyes Magos y en Medio Oriente se entregan regalos, los niños palestinos y las niñas palestinas como regalos tienen bombas israelitas".

"Esto es una masacre que duele a todo el planeta y el silencio es cómplice", añadió el dirigente del MIR.

Según medios ecuatorianos, en esta marcha realizada el martes, un importante grupo de manifestantes solicitó al gobierno de Rafael Correa que rompa relaciones diplomáticas con Israel, en rechazo a los ataques en la Franja de Gaza.

En la misma marcha, se convocó a los participantes a proseguir con las acciones de protesta el próximo jueves, y prevén concentrarse ante el edificio del ministerio de Relaciones Exteriores para exigir a la cancillería que expulse al embajador israelí en Ecuador.

http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/39882-NN/ecuatorianos-protestan-por-violencia-y-muertes-en-gaza/