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terça-feira, 23 de julho de 2019

Direitos Humanos/“Assassinos do Mediterrâneo” abundam na União Europeia


23 de julho de 2019, Página Global https://paginaglobal.blogspot.com (Portugal) https://paginaglobal.blogspot.com/2019/07/assassinos-do-mediterraneo-abundam-na.html#more

Os responsáveis da União Europeia, eleitos e não eleitos, assim como os responsáveis dos respetivos países integrantes da dita união, demonstrariam ser homens e mulheres com alguma vergonha se borrassem as suas caras com o negro mais negro existente em fossas e esgotos de modo a demonstrar a sua auto-condenação e auto-critica pelas responsabilidades acrescidas que lhes cabe na mortandade que há anos se regista nas águas do Mediterrâneo. 

Pelo menos 14 mil pessoas morreram no Mediterrâneo por morte provocada pela UE. Afinal estamos a referir-nos a engravatados de colarinhos brancos (ou não) mais conhecidos por “Assassinos do Mediterrâneo”, como

segunda-feira, 22 de junho de 2015

BRICS, БРИКС, China/LA GEOPOLÍTICA DEL DECLIVE MUNDIAL DE ESTADOS UNIDOS

13 junio 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)

Alfred W. McCoy, TomDispatch
Traducido del inglés para Rebelión por Sara Plaza

WASHINGTON VERSUS CHINA EN EL SIGLO XXI

Incluso para los más grandes imperios la geografía es a menudo destino. Sin embargo, esto no se lo enseñarán en Washington. Las elites políticas, de seguridad nacional y de política exterior estadounidenses siguen ignorando los fundamentos de la geopolítica que han conformado el destino de los imperios mundiales en los últimos 500 años. En consecuencia, no han entendido el sentido y la importancia de los rápidos cambios globales que se han producido en Eurasia y que están socavando la ambiciosa estrategia de Washington para dominar el mundo de las últimas siete décadas.

Una mirada superficial a lo que actualmente se entiende por "sabiduría" interna en Washington revela una concepción del mundo sorprendentemente insular. Fíjense por ejemplo en el científico político de Harvard Joseph Nye Jr., conocido por haber creado el concepto de "poder blando". Proporcionando una simple lista de las maneras en que él cree que el poder militar, económico y cultural de Estados Unidos sigue siendo único y superior, recientemente sostenía que no existe ninguna fuerza, interna o global, capaz de eclipsar el futuro de Estados Unidos como principal potencia mundial.

A quienes señalan la emergente economía de Beijing y proclaman este "el siglo chino", Nye les ofreció un listado de inconvenientes: la renta per cápita de China "tardará décadas (si es que lo logra) en alcanzar" la de Estados Unidos; de manera miope, ha "enfocado sus políticas principalmente en su región"; no ha "desarrollado ninguna capacidad significativa para la proyección de la fuerza global". Sobre todo, declaró Nye, China sufre "desventajas geopolíticas en el equilibrio de poder dentro de Asia, si se compara con Estados Unidos".

O dicho de otro modo (y en esto Nye es representativo de todo un mundo de pensamiento en Washington): con más aliados, barcos, combatientes, misiles, dinero, patentes y películas taquilleras que ninguna otra potencia, Washington gana definitivamente.

Si el profesor Nye dibuja el poder con números, el último mamotreto del ex secretario de Estado Henry Kissinger, modestamente titulado World Order [Orden mundial] y aclamado en las reseñas como nada menos que una revelación, adopta una perspectiva

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

EUROPA NA VANGUARDA… DA DECADÊNCIA

5 dezembro 2014, Revista Diálogos do Sul http://www.dialogosdosul.org.br (Brasil)

A União Europeia está abandonando os princípios sociais e de solidariedade que foram a base de sua criação. Exemplo disso é uma sentença que permite a expulsão de um país europeu de cidadãos de outro país europeu que não encontra emprego, e conclui: agora os europeus estarão forçados a aceitar qualquer trabalho e a lei do mercado se converterá no principal critério para se movimentarem no continente.

Roberto Savio*

A Europa apresenta sua nova imagem no Mediterrâneo depois da operação marítima italiana de busca e resgate Mare Nostrum, iniciada em outubro de 2013 a um custo de nove milhões de euros mensais, que conseguiu recuperar quase 100 mil imigrantes, ainda que tenha custado a morte de outros três mil que tentaram a travessia.

A União Europeia (UE) esta colocando em marcha a Operação Conjunta Tritão, com um orçamento mensal de 2.9 milhões de euros) 3.6 milhões de dólares) com fundos garantidos até o final deste ano.

Sua função não ‘salvar vidas mas reforçar os controles fronteiriços.