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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

UM NOVO CARLUCCI EM PORTUGAL

24 Novembro 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

José Goulão

O senhor Sherman está “preocupado”. Ele que abandonou o seu bem-sucedido escritório de advogados em Boston.

Que descurou as reuniões do Conselho do Memorial do Holocausto para fazer um tranquilo período de repouso sabático na Embaixada dos Estados Unidos da América em Portugal, onde seria suposto nada ter que o incomodasse, agora encontrou razões para se inquietar.
 
É verdade que antes de se instalar passou uns olhares despreocupados pelas aventuras do chefe da CIA, Frank Carlucci, quando

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Argentina/LAS MENTIRAS DE NISMAN Y LA JUSTICIA ARGENTINA EN LA CAUSA AMIA

3 Febrero 2015, Portal Alba http://www.portalalba.org

Escrito por Stella Calloni

Sentí la necesidad de escribir esto, por la inmensa tristeza que me produce que tantos (muchos compañeros de otras épocas) opinen sin saber de qué se trata esta falsa y escandalosa denuncia de un fiscal como Nisman; que nunca debió estar a cargo de la causa AMIA, porque fue parte de los desastres – no ingenuos sino impuestos por otros desde afuera – realizados por el Juez Juan José Galeano.

Si desde la misma noche del atentado EEUU e Israel determinaron que el acusado debía ser Irán, sin haber investigado nada. Era imposible hacer una investigación seria con semejante obstáculo.

Para recordar: EEUU e Israel ofrecieron un “testigo” en 1994. Ya nadie recuerda que Galeano salió disparado para Venezuela a interrogar al supuesto testigo Manoucher Moattamed, que se presentaba como un ex funcionario iraní, escapado de su país, algo que nunca fue y que nunca sucedió como se demostró. Tanto gasto, tanta información falsa, transmitida con grandes titulares. Era un testigo inventado por la CIA y el MOSSAD israelí,

domingo, 25 de janeiro de 2015

Abya Yala, Patria Grande, Argentina/CARTA DE CRISTINA KIRCHNER SOBRE O CASO NISMAN

22 janeiro 2015, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)


Em texto publicado em sua página no Facebook, a presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, questiona a hipótese de suicídio na morte do promotor Nisman.

 

Íntegra de texto postado por Cristina Kirchner em sua página no Facebook:

 

“Os espiões que não eram espiões. As perguntas que se transformam em certezas. O suicídio (que estou convencida) não foi suicídio”

 

"Página 12: 'Quiseram usar Nisman vivo e agora o usarão morto'. Errado: foi usado vivo e depois precisavam dele morto. Triste e terrível assim".

‘Ontem, os argentinos conheceram a denúncia completa do Promotor Nisman. Sempre se disse que o idioma inglês, ao contrário do espanhol, não tem tanta diversidade de palavras para definir objetos, situações, adjetivos, etc. E é verdade. Mas devo reconhecer que nesta oportunidade, ao ver e ler no dia de hoje a capa do jornal portenho Buenos Aires Herald, a economia de vocabulário tem também suas vantagens.

Realmente, o citado matutino expressa sua opinião sobre a denúncia do Promotor Nisman com precisão cirúrgica, ou talvez linguística. Sobre um fac-símile do relatório, duas palavras inquestionáveis: “Nothing new” (“Nada novo.”)