22 janeiro 2015, Carta Maior http://cartamaior.com.br
(Brasil)
Em texto
publicado em sua página no Facebook, a presidenta da Argentina, Cristina
Kirchner, questiona a hipótese de suicídio na morte do promotor Nisman.
Íntegra
de texto postado por Cristina Kirchner em sua página no Facebook:
“Os espiões
que não eram espiões. As perguntas que se transformam em certezas. O suicídio
(que estou convencida) não foi suicídio”
"Página 12:
'Quiseram usar Nisman vivo e agora o usarão morto'. Errado: foi usado vivo e
depois precisavam dele morto. Triste e terrível assim".
‘Ontem, os argentinos conheceram a denúncia completa do Promotor Nisman. Sempre
se disse que o idioma inglês, ao contrário do espanhol, não tem tanta
diversidade de palavras para definir objetos, situações, adjetivos, etc. E é
verdade. Mas devo reconhecer que nesta oportunidade, ao ver e ler no dia de
hoje a capa do jornal portenho Buenos Aires Herald, a economia de vocabulário
tem também suas vantagens.
Realmente, o citado matutino expressa sua opinião sobre a denúncia do Promotor
Nisman com precisão cirúrgica, ou talvez linguística. Sobre um fac-símile do
relatório, duas palavras inquestionáveis: “Nothing new” (“Nada novo.”)