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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

UM MASSACRE MUITO CONVENIENTE

19 novembro 2015, Tlaxcala http://www.tlaxcala-int.org (México)
Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity

Source: http://cluborlov.blogspot.com/2015/11/a-most-convenient-massacre.html
Publication date of original article: 16/11/2015

Translated by  mberublue

Quanta diferença pode fazer um único massacre! 

a.       Apenas uma semana atrás a União Europeia não conseguia pensar em nada que pudesse fazer parar o fluxo de “refugiados” que vinham daqueles países que os Estados Unidos e a OTAN tinha bombardeado até a destruição. Mas agora, por que “Paris mudou tudo” as fronteiras da União Europeia estão sendo fechadas e os refugiados forçados a retornar.

b.      Apenas uma semana atrás parecia que os governos europeus estavam sendo afogados por um nacionalismo ressurgente que estava prestes a chegar ao poder através do voto. Mas agora, graças ao massacre em Paris, eles obtiveram uma sobrevida, porque podem abraçar tranquilamente as mesmas políticas que há uma semana chamavam de “fascistas”.

c.       Apenas uma semana atrás a União Europeia e os Estados Unidos não podiam

terça-feira, 22 de setembro de 2015

BRICS, БРИКС/Rússia aumenta a pressão pelo fim à guerra contra a Síria

20setembro2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)


Fontes israelenses 
culpam Erdogan por estar propositalmente causando a atual onda de refugiados para o norte da Europa:

"Primeiro, a Turquia fez de tudo para bloquear as rotas marítimas usadas para a imigração ilegal para a Europa. Mas depois, quando a OTAN recusou-se a agir para derruba rAssad, e com o Estado Islâmico sem conseguir realizar o sonho de Erdogan de derrotar decisivamente o líder alawita, a Turquia decidiu dificultar as coisas para a Europa e enviou para lá parte dos refugiados. Ao longo dos últimos poucos meses, a Turquia deixou de impedir que refugiados se deslocassem para o ocidente. A fonte israelense disse que é bem possível que as mesmas forças de segurança turcas que ajudavam o Estado Islâmico estão facilitando a entrada ilegal de pessoas em países europeus.

Dia 11 de setembro, o ministro de Relações Exteriores da França Laurent Fabius suspendeu a consulesa honorária da França em Bodrum, ao saber que estava ajudando refugiados a sair ilegalmente da Turquia para a Europa. Em conversa filmada por câmera escondida do Channel 2 francês, a consulesa, que vendia aos que quisessem tentar chegar

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O JOGO DA VERDADE



21 novembro 2013, Rede Voltaire http://www.voltairenet.org (França)

por Thierry Meyssan

Que se passa na Síria desde há três anos? Segundo os média da Otan e do CCG (Conselho de Cooperação do Golfo-ndT), o «regime» abafa lá uma revolução democrática, em sangue. Todavia esta versão é contrariada pelo apoio actual ao governo estimado, segundo as fontes, entre 60 e 90% da população. A verdade é outra, muito diferente: a Otan e o CCG perderam, sucessivamente, uma guerra da 4a geração e uma guerra de tipo nicaraguense. Foram eles, e apenas eles, que organizaram e financiaram a morte de 120.000 Sírios.

Uma das manobras da preparação da conferência de Genebra (Genebra 2 -ndT) é a de rescrever a história da Síria. As potências da Otan e do Conselho de Cooperação do Golfo tentam impôr a sua versão dos acontecimentos, o que lhes daria uma nítida vantagem à mesa das negociações. Daí, súbitamente, uma avalanche de artigos e de reportagens recapitulativas na imprensa ocidental e do Golfo.

Os Ocidentais e o CCG afirmam que a crise síria se situa no prolongamento da «primavera árabe». O «regime de Bachar» teria esmagado, num banho de sangue, a aspiração do seu povo à democracia. A Otan e o CCG teriam, então, intervido para proteger a população civil.

A realidade é muito diferente: os Estados Unidos planificaram a destruição da Síria aquando de uma reunião, a 15 de setembro de 2001, em Camp David. Começaram a prepará-la adoptando o Syria Accountibility Act (Lei de Avaliação da Síria-ndT), a 12 de dezembro de 2003. Primeiro, tentaram precipitar a Síria na guerra fazendo adoptar a resolução 1559 do Conselho de segurança, depois assassinando o antigo Primeiro- ministro libanês Rafic Hariri, e acusando disso, nomeadamente, o presidente el- Assad.

Tendo falhado esse cenário, sub-contrataram a guerra ao Reino Unido e à França, que se prepararam para tal pelo Tratado de Lancaster, a 2 de novembro de 2010. O sinal de lançamento das operações foi dado