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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

BRICS, БРИКС/Especialista: Admiral Kuznetsov salvou Síria de ataques de mísseis de cruzeiro dos EUA

3 noviembre 2016, Sputnik Brasil http://br.sputniknews.com (Rússia)

A decisão da Rússia de enviar um grupo de navios militares, liderado pelo porta-aviões Admiral Kuznetsov, a leste do Mediterrâneo, pode ter salvado os militares sírios de bombardeios dos EUA.

Eis a opinião do especialista russo em questões militares, Vladimir Evseev.

Durante coletiva de imprensa na agência Rossiya Segodnya, Evseev destacou que

terça-feira, 25 de agosto de 2015

A ERA DAS GUERRAS IMPERIAIS

22 agosto 2015, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por James Petras

– Das guerras regionais, às "mudança de regime" e à guerra global


O ano de 2015 está a ser vivido em meio a grandes perigos. 

As guerras estão a propagar-se por todo o globo. 

As guerras estão a escalar quando novos países são bombardeados e os velhos são devastados com intensidade cada vez maior. 

Países onde se haviam verificado mudanças relativamente pacíficas através de eleições recentes estão agora à beira de guerras civis. 

Trata-se de guerras sem vitoriosos, mas plenas de perdedores; guerras que não acabam; guerras onde ocupações imperiais são confrontadas com resistência prolongada. 

Há infindáveis torrentes de refugiados de guerra a atravessarem fronteiras. Pessoas desesperadas são detidas, degradadas e criminalizadas por serem os sobreviventes e as vítimas de invasões imperiais. 

Agora grandes potências nucleares confrontam-se directamente na Europa e na Ásia: NATO versus Rússia, EUA-Japão versus China. Será que estes fluxos de sangue e de guerras convergirão numa irradiação selvagem esvaziada do seu precioso sangue vital? 

A viver perigosamente: A ascensão da maré de conflitos violentos 
Não há dúvida de que guerras e ameaças militares substituíram a diplomacia, negociações e eleições democráticas como os meios principais de resolução de conflitos políticos. Ao longo deste ano (2015) as guerras propagaram-se ultrapassando fronteiras e escalaram em intensidade. 

Os aliados da NATO, EUA, Turquia e UE atacaram abertamente a Síria com incursões aéreas e tropas terrestres. Há planos para ocupar o sector Norte daquele país devastado, criando o que o regime Erdogan chama uma "zona amortecedora" ("buffer zone") com limpeza do seu povo e das suas aldeias. 

Sob o pretexto de "combater o ISIS", o governo turco está a bombardear os curdos (civis e combatentes da resistência) e seus aliados sírios. Na fronteira Sul da Síria, Forças Especiais dos EUA aceleraram e expandiram operações a partir das suas bases na Jordânia no interesse dos terroristas mercenários – financiados pelos Estados monárquicos do Golfo. 

Mais de 4 milhões de sírios tiveram de fugir dos seus lares e tornaram-se refugiados, mais de 200 mil foram mortos desde que a guerra patrocinada pelos EUA-UE-Turquia-Arábia Saudita contra o governo laico sírio foi lançada há quatro anos atrás. 

Dúzias de terroristas, mercenários e grupos sectários dilaceraram a