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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

BRICS, БРИКС/Especialista: Admiral Kuznetsov salvou Síria de ataques de mísseis de cruzeiro dos EUA

3 noviembre 2016, Sputnik Brasil http://br.sputniknews.com (Rússia)

A decisão da Rússia de enviar um grupo de navios militares, liderado pelo porta-aviões Admiral Kuznetsov, a leste do Mediterrâneo, pode ter salvado os militares sírios de bombardeios dos EUA.

Eis a opinião do especialista russo em questões militares, Vladimir Evseev.

Durante coletiva de imprensa na agência Rossiya Segodnya, Evseev destacou que

sábado, 12 de setembro de 2015

O BRASIL TEM OS BRAÇOS ABERTOS PARA ACOLHER REFUGIADOS, afirma Dilma

10 setembro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil. Artigo publicado originalmente no site do PT sob o título “Os refugiados e a esperança”

A crise dos refugiados do Oriente Médio e do norte da África, que assumiu contornos dramáticos nos últimos dias, arrasta-se há mais de quatro anos, especialmente a partir do início da guerra civil na Síria e da intervenção militar na Líbia.

A terrível foto de um menino de três anos de idade, Aylan Kurdi, morto em uma praia turca, ou a macabra descoberta de 71 homens, mulheres e crianças asfixiados em um caminhão numa estrada da Áustria são exemplos de uma tragédia de terríveis proporções e impõem desafios para toda a humanidade.

O conflito sírio já provocou a morte de mais de 240 mil pessoas, 4 milhões de refugiados – a maior parte em países vizinhos – e 8 milhões de deslocados internamente. É revoltante assistir à destruição humana e material da Síria e dos países contíguos, incluindo obras do patrimônio da humanidade.

O Iraque e a Síria se transformaram em base para grupos criminosos, como o autodenominado Estado Islâmico, que semeiam o terror entre populações golpeadas por guerras que destruíram seus Estados nacionais. Esses grupos realizam assassinatos em massa, recrutam

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

A PRIMAVERA ÁRABE AFOGA-SE NO MEDITERRÁNEO

1 agosto 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


Não faltam reportagens sobre a tragédia da emigração clandestina no Mediterrâneo. O que as câmaras não mostram e os jornais não contam é onde começou a penúria desses desgraçados. Todos consideram normal que na África sempre tenham existido miseráveis e que muitos dos seus filhos abandonem os seus lares. Que no Médio Oriente sempre tenham existido guerras e os seus filhos procurem outra vida abandonando as suas terras. Porém, nunca tantos como nestes últimos anos. Em 2014 foram resgatados do mar entre cento e cinquenta e cento e setenta mil migrantes. E acredita-se que cerca de seis mil e quinhentos morreram afogados em sucessivos naufrágios.

O mundo chora quando em todos os jornais, em todos os shows periódicos, nas redes sociais, pelo menos do Ocidente, são mostrados os naufrágios do Mediterrâneo e aqueles que não tiveram a sorte de chegar sem que se note, ainda que tenham tido a sorte de chegar ao local seco, porém molhados.

Despojando-os da pouca dignidade que ficava, as câmaras gravam os olhares apagados, os olhos vermelhos, os semblantes quebrados, as peles rachadas, os gestos titubeantes daqueles que se aventuraram a abandonar a miséria e a violência de seus países.

Com medo, com terror, com fome, com angústia, com desespero, os resgatados recebem das mãos dos socorristas as mantas térmicas e até a primeira sopa quente como aviso de que suas penúrias terminaram por um segundo. Depois, terão outras, porém secos e em terra firme. Sem dúvida, para os imigrantes o pior já passou.

Em um ano já são mais de quarenta e dois mil resgatados do mar e mais de dois mil os que não tiveram essa sorte. Nada se sabe de quantos chegaram com êxito a