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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Cuba/O PERMANENTE ENSINAMENTO DE FIDEL É QUE TUDO PODE SER FEITO

4 dezembro 2016, Granma http://pt.granma.cu (Cuba)

Discurso do primeiro secretário do Comitê Central do Partido e presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, no ato político em homenagem póstuma ao Comandante-em-chefe da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz

 Photo: Estudio Revolución


Discurso do primeiro secretário do Comitê Central do Partido e presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, no ato político em homenagem póstuma ao Comandante-em-chefe da Revolução Cubana, Fidel Casto Ruz, na Praça major-general Antonio Maceo Grajales, Santiago de Cuba, em 3 de dezembro de 2016, "Ano 58º da Revolução".

(Tradução da versão estenográfica do Conselho de Estado)

Estimados chefes de Estado e de Governo;
Personalidades proeminentes que nos acompanham;
Compatriotas que estão aqui hoje representando as províncias orientais e Camaguey;
Moradores de Santiago de Cuba;

Querido povo de Cuba:

Na tarde de hoje, após a chegada a esta cidade heróica do cortejo fúnebre com as cinzas de Fidel, que fez no sentido oposto à Caravana da Liberdade, que teve lugar em janeiro de 1959, o cortejo percorreu locais importantes de Santiago de Cuba, berço da Revolução, onde,

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Cuba/Mais de 2 milhões de pessoas lotam praça da Revolução, em Havana, para se despedir de Fidel

30 novembro 2016,  Havana - 30/11/2016, Ópera Mundi http://operamundi.uol.com.br (Brasil)

Camilo Toscano
Enviado especial a Havana

Povo entoou gritos e palavras de ordem, como: “Eu sou Fidel!”, “Viva Fidel, venceremos!”, “Sempre Fidel!” e “O povo, unido, jamais será vencido”


Foto: Cubadebate/População lotou praça da Revolução para dar adeus a Fidel

Mais de 2 milhões de pessoas lotaram a praça da Revolução, em Havana, na noite desta terça-feira (29/11), para se despedir do líder da Revolução Cubana, Fidel Castro. O ato desta terça faz parte dos nove dias de luto oficial decretado pelo governo para homenagear e memória do líder revolucionário.

Na presença de chefes de Governo e representantes de diversas nações, muitos dos quais discursaram em homenagem e agradecimento a Fidel, o povo entoou gritos e palavras de ordem, como: “Eu sou Fidel!”, “Viva Fidel, venceremos!”, “Sempre Fidel!” e “O povo, unido, jamais será vencido”. 

Fidel Castro morreu na noite de sexta-feira (25/11), exatamente 60 anos depois de que partiu, do México rumo a Cuba, no iate

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Cuba/ALMEIDA VIVE HOY MÁS QUE NUNCA


13 septiembre 2009/Cubadebate http://www.cubadebate.cu

Reflexiones de Fidel

Llevo horas escuchando por televisión el homenaje de todo el país al Comandante de la Revolución Juan Almeida Bosque. Pienso que enfrentar la muerte era para él un deber como todos los que cumplió a lo largo de su vida; no sabía, ni tampoco nosotros, cuánta tristeza nos traería la noticia de su ausencia física.

Tuve el privilegio de conocerlo: joven negro, obrero, combativo, que sucesivamente fue jefe de célula revolucionaria, combatiente del Moncada, compañero de prisión, capitán de pelotón desembarcando del Granma, oficial del Ejército Rebelde - paralizado en su avance por un disparo en el pecho durante el violento Combate del Uvero -, Comandante de Columna, marchando para crear el Tercer Frente Oriental, compañero que comparte la dirección de nuestras fuerzas en las últimas batallas victoriosas que derrocaron a la tiranía.

Fui privilegiado testigo de su conducta ejemplar durante más de medio siglo de resistencia heroica y victoriosa, en la lucha contra bandidos, el contragolpe de Girón, la Crisis de Octubre, las misiones internacionalistas y la resistencia al bloqueo imperialista.

Escuchaba con placer algunas de sus canciones, y en especial aquella de encendida emoción que ante el llamado de la Patria a “vencer o a morir” se despedía de humanos sueños. Ignoraba que había escrito más de 300 de ellas, las cuales sumó a su obra literaria, fuente de lectura amena y de hechos históricos. Defendió principios de justicia que serán defendidos en cualquier tiempo y en cualquier época, mientras los seres humanos respiren sobre la tierra.

¡No digamos que Almeida ha muerto! ¡Vive hoy más que nunca!

Fidel Castro Ruz

Septiembre 13 de 2009