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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Brics cria grupo de trabalho para elaborar medidas de combate ao ebola

5 dezembro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A criação de um grupo de trabalho para desenvolver um plano conjunto de enfrentamento à epidemia de ebola foi acordada nesta sexta-feira (5) pelos ministros da Saúde do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), durante reunião em Brasília. No encontro também foi acertado montar uma estratégia conjunta para ampliar o fornecimento de remédios para pacientes com tuberculose.

José Cruz/Agência Brasil


Reunião dos Ministros da Saúde do Brics. E/D: Dmitry Kostennikov, da Rússia, Vishwa Mohan Katoch, da Índia, Arthur Chioro, do Brasil, Li Bin, da China, e Pakishe Aaron Motsoaledi, da África do Sul.

“Sob hipótese alguma podemos ficar tranquilos com o ebola. Há necessidade de continuar vigilante. Cada país fará a lição de casa, trabalhando no controle de portos e aeroportos, informando a população”, disse o ministro Arthur Chioro

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Angola/Ministro José Van-Dúnem exorta apoio ao processo de reforma da OMS



2 Setembro de 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Congo: Ministro José Van-Dunem exorta apoio ao processo de reforma da OMS Brazzaville (Das enviadas especiais ) - O ministro angolano da Saúde, José Van-Dúnem, exortou hoje, segunda-feira, em Brazzaville, a todos estados membros da região africana para que continuem a apoiar o processo de reforma conduzido pela OMS e que prossigam com os esforços para o alcance dos Objectivos de Desenvolvimento do Milênio e progressivamente para o acesso universal aos serviços preventivos e curativos de saúde.

O ministro fez esta exortação quando apresentava a declaração

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

CPLP debate em Luanda formas de atacar a Malária

Esta doença, tal como a SIDA e a tuberculose, constitui um dos principais desafios que se colocam à saúde pública

28 setembro 2009 -- A Rede de Investigação e Desenvolvimento em Saúde e Malária (Rides) da CPLP reúne-se hoje e amanhã no Hotel Marinha, em Luanda, para discutir sobre a doença, tendo em conta o grande impacto no desenvolvimento socioeconómico dos respectivos países.

Neste âmbito, fonte da organização disse hoje à Angop, que devido à situação da malária, urge a necessidade de os países membros adoptarem estratégias comuns para a prevenção e combate à doença.

Durante o encontro de dois dias serão abordados os seguintes temas: " Diagnóstico e Tratamento da Malária nos países membros", "Fármaco-Vigilância", "Luta anti-vectorial", "Resistência aos insecticidas" e "Parcerias e desenvolvimento" e a discussão do plano de trabalhos 2010-2011.

Além de membros da Rides, estarão também presentes os convidados James Banda, da Roll Back Malária OMS/Genebra, Leonel Pontess, ponto focal para a Iniciativa Fazer Recuar a Malária (RBM) para a África Central, e o ministro da saúde na Namíbia como observador.

Iniciada em 2006 por ocasião do 1º encontro de Medicina Tropical de Países de Língua Portuguesa, a RIDES é constituída por instituições de Portugal, Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste e é financiada pela CPLP.

Apoia a formação de comissões técnicas e científicas nos países membros para estudos em malária e resistência aos anti-maláricos, aumentar a disseminação de informação sobre resistência aos anti-paludicos e disponibilizar os mesmos aos países membros.

Padronização de manual de boas práticas existente para monitoramento da resistência aos anti-maláricos, optimizar a componente de detecção e controle da resistência dos programas de vigilância epidemiologica da malária dos países membros, formar pessoal técnico e de nível superior, em programas multilaterais, com cronograma, ementa e conteúdos definidos, incluindo temas de ordem científica, técnica, de gestão e éticos são outros objectivos.

A Rides tem ainda como metas produzir e divulgar evidência médica que apoie o processo de decisão dos órgãos competentes de cada país no que se refere aos programas de terapêutica da malária, apoiar cursos de promoção académica, como mestrado, doutorados, cursos de especialização, bem como a implementação de técnicas laboratoriais nas instituições locais.

A malária é uma doença que envolve risco de vida, provocada por parasitas específicos, transmitidos por mosquitos. Há muito tempo considerava-se que esta doença era provocada pelo ar fétido dos pântanos, daí o nome “malária”, que significa “mau ar”.

Em 1880, o Dr. Laveran, um cirurgião do exército Francês colocado na Argélia, descobriu e descreveu pela primeira vez o parasita unicelular da malária, denominado Plasmodium falciparum, nos glóbulos vermelhos. Mais tarde descobriu-se que este plasmódio é transmitido de um indivíduo ao outro pela picada do mosquito Anopheles fêmea, que necessita de sangue para alimentar os ovos.

Existem quatro tipos de malária humana - Plasmodium vivax, Plasmodium falciparum, Plasmodium malariae e Plasmodium ovale. P. vivax and P. falciparum são as formas mais comuns, sendo P. falciparum o tipo mais mortífero da infecção.

Os sintomas surgem aproximadamente 9 –14 dias após a picada do mosquito Anopheles, embora este intervalo possa variar com o tipo de plasmódio. Os sintomas típicos da infecção pela malária são febre, dores de cabeça, vómitos e outros sintomas idênticos aos da gripe. Se não for tratada, a infecção poderá progredir rapidamente e colocar em risco a vida do doente.

A malária pode matar ao infectar e destruir os glóbulos vermelhos (anemia) e bloquear os capilares que transportam sangue para o cérebro (malária cerebral) ou outros órgãos importantes.

A malária, assim como o VIH/SIDA e a tuberculose, constitui um dos principais desafios que se colocam à saúde pública, restringindo dramaticamente o desenvolvimento económico nos países mais pobres do mundo.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Angola/Reeleito, diretor da OMS na África traça plano contra malária

Luanda, 1º setembro 2009 (Lusa) - O angolano Luís Gomes Sambo foi reeleito nesta segunda-feira para o cargo de diretor regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para África, na 59ª sessão do Comitê Regional da organização, realizado em Kigali, capital da Ruanda.

A notícia, divulgada hoje pelo Jornal de Angola, destaca que Sambo, eleito com 45 votos, declarou no seu discurso “total empenho” no cumprimento das tarefas que terá pela frente, em especial o desenvolvimento das condições de saúde nos países africanos.

Além disso, ele apresentou um guia orientador sobre as medidas de intervenção para o controle da malária, doença causadora de muitas mortes no continente africano.

O guia é parte integrante de um relatório apresentado por Sambo para a avaliação detalhada do grau de execução de programas prioritários de saúde na região, sobretudo a luta contra a malária, HIV/Aids, tuberculose, saúde materno-infantil e doenças crônicas não-transmissíveis.

Malária
Entre as principais medidas de combate a malária estão o reforço dos programas de controle da doença, dos sistemas de aquisição e gestão do aprovisionamento para a qualidade do fornecimento de medicamentos.

O documento indica ainda que devem ser atualizadas as políticas e planos estratégicos contra a malária, reforçadas a pesquisa, vigilância, monitoramento e avaliação dos programas existentes.

Sambo afirmou que a implementação de um pacote completo de prevenção e controle simultâneo da doença numa mesma região geográfica permite registrar “um decréscimo rápido” nos casos, como aconteceu no Botsuana, Eritreia, São Tomé e Príncipe, África do Sul e Suazilândia.

Na África, a malária ainda é uma das principais causas de morte em adultos e crianças.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

LIBRO LIVRO

Pedro Casaldáliga: as causas que imprimem sentido à sua vida – retrato de uma personalidade

Os 80 anos de dom Pedro Casaldáliga foram o pretexto para Benjamín Forcano, Eduardo Lallana, José Maria Concepción e Maximino Cerezo organizarem este livro que traz dados biográficos e a visão de mundo do bispo espanhol, que há 40 anos vive no Brasil. Em 1968, em plena ditadura militar, este missionário claretiano chega a São Félix do Araguaia, em Mato Grosso, onde enfrenta o isolamento, a malária, a tuberculose, as condições precárias de vida, para cumprir sua missão evangelizadora e defender suas causas a favor dos direitos humanos. Transformar a realidade, marcada pela marginalização social, pela injustiça, dentre todos os problemas decorrentes do sistema capitalista, predominantemente neoliberal, sempre foi seu maior objetivo. Suas idéias, seu desejo de levar a paz aonde fosse nunca ficaram apenas nas palavras ou em pensamentos, mas transformaram-se em ações. Seu posicionamento frente à ditadura, à opressão, à queda dos regimes socialistas é abordado nesta obra, em que personalidades da Igreja e da sociedade depõem experiências em que puderam conviver com Casaldáliga e observá-lo. Sua integridade, desprendimento e determinação marcaram todos aqueles que o conheceram. Este livro traz, portanto, a oportunidade a todos de conhecer este homem, missionário, teólogo, poeta, bispo, dentre tantas outras funções que exerce, defensor das causas da terra, da Igreja, de Deus, das religiões e dos menos favorecidos.

Editora Ave-Maria. N° de páginas: 432 Quanto: R$67,90.