Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
BRICS, БРИКС, China/OMS louva cientista chinesa por ganhar prêmio Nobel
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Angola/TRIBUTO AO HERÓI NACIONAL
Diversas individualidades, entre as quais a viúva do Fundador da Nação angolana, Maria Eugênia Neto, encontram-se já na capital da província do Cunene para participar na cerimónia que vai culminar com a inauguração de vários empreendimentos sociais e económicos.
De acordo com o programa, devem ser inaugurados em Ondjiva alguns edifícios, com destaque para
sábado, 19 de abril de 2014
Angola/Falta de técnicos e recursos são "doenças" de África
O ministro da Saúde de Moçambique também trouxe a experiência do seu país no âmbito sanitário e levou de Luanda muitas informações sobre o que fazer para reduzir a taxa de mortalidade infantil, o combate cerrado à malária e o aumento do número e
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Angola/Ministro José Van-Dúnem exorta apoio ao processo de reforma da OMS
O ministro fez esta exortação quando apresentava a declaração
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Angola/Reitor realça papel dos docentes cubanos na formação de quadros angolanos
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
CPLP debate em Luanda formas de atacar a Malária
28 setembro 2009 -- A Rede de Investigação e Desenvolvimento em Saúde e Malária (Rides) da CPLP reúne-se hoje e amanhã no Hotel Marinha, em Luanda, para discutir sobre a doença, tendo em conta o grande impacto no desenvolvimento socioeconómico dos respectivos países.
Neste âmbito, fonte da organização disse hoje à Angop, que devido à situação da malária, urge a necessidade de os países membros adoptarem estratégias comuns para a prevenção e combate à doença.
Durante o encontro de dois dias serão abordados os seguintes temas: " Diagnóstico e Tratamento da Malária nos países membros", "Fármaco-Vigilância", "Luta anti-vectorial", "Resistência aos insecticidas" e "Parcerias e desenvolvimento" e a discussão do plano de trabalhos 2010-2011.
Além de membros da Rides, estarão também presentes os convidados James Banda, da Roll Back Malária OMS/Genebra, Leonel Pontess, ponto focal para a Iniciativa Fazer Recuar a Malária (RBM) para a África Central, e o ministro da saúde na Namíbia como observador.
Iniciada em 2006 por ocasião do 1º encontro de Medicina Tropical de Países de Língua Portuguesa, a RIDES é constituída por instituições de Portugal, Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste e é financiada pela CPLP.
Apoia a formação de comissões técnicas e científicas nos países membros para estudos em malária e resistência aos anti-maláricos, aumentar a disseminação de informação sobre resistência aos anti-paludicos e disponibilizar os mesmos aos países membros.
Padronização de manual de boas práticas existente para monitoramento da resistência aos anti-maláricos, optimizar a componente de detecção e controle da resistência dos programas de vigilância epidemiologica da malária dos países membros, formar pessoal técnico e de nível superior, em programas multilaterais, com cronograma, ementa e conteúdos definidos, incluindo temas de ordem científica, técnica, de gestão e éticos são outros objectivos.
A Rides tem ainda como metas produzir e divulgar evidência médica que apoie o processo de decisão dos órgãos competentes de cada país no que se refere aos programas de terapêutica da malária, apoiar cursos de promoção académica, como mestrado, doutorados, cursos de especialização, bem como a implementação de técnicas laboratoriais nas instituições locais.
A malária é uma doença que envolve risco de vida, provocada por parasitas específicos, transmitidos por mosquitos. Há muito tempo considerava-se que esta doença era provocada pelo ar fétido dos pântanos, daí o nome “malária”, que significa “mau ar”.
Em 1880, o Dr. Laveran, um cirurgião do exército Francês colocado na Argélia, descobriu e descreveu pela primeira vez o parasita unicelular da malária, denominado Plasmodium falciparum, nos glóbulos vermelhos. Mais tarde descobriu-se que este plasmódio é transmitido de um indivíduo ao outro pela picada do mosquito Anopheles fêmea, que necessita de sangue para alimentar os ovos.
Existem quatro tipos de malária humana - Plasmodium vivax, Plasmodium falciparum, Plasmodium malariae e Plasmodium ovale. P. vivax and P. falciparum são as formas mais comuns, sendo P. falciparum o tipo mais mortífero da infecção.
Os sintomas surgem aproximadamente 9 –14 dias após a picada do mosquito Anopheles, embora este intervalo possa variar com o tipo de plasmódio. Os sintomas típicos da infecção pela malária são febre, dores de cabeça, vómitos e outros sintomas idênticos aos da gripe. Se não for tratada, a infecção poderá progredir rapidamente e colocar em risco a vida do doente.
A malária pode matar ao infectar e destruir os glóbulos vermelhos (anemia) e bloquear os capilares que transportam sangue para o cérebro (malária cerebral) ou outros órgãos importantes.
A malária, assim como o VIH/SIDA e a tuberculose, constitui um dos principais desafios que se colocam à saúde pública, restringindo dramaticamente o desenvolvimento económico nos países mais pobres do mundo.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Angola/Reeleito, diretor da OMS na África traça plano contra malária
A notícia, divulgada hoje pelo Jornal de Angola, destaca que Sambo, eleito com 45 votos, declarou no seu discurso “total empenho” no cumprimento das tarefas que terá pela frente, em especial o desenvolvimento das condições de saúde nos países africanos.
Além disso, ele apresentou um guia orientador sobre as medidas de intervenção para o controle da malária, doença causadora de muitas mortes no continente africano.
O guia é parte integrante de um relatório apresentado por Sambo para a avaliação detalhada do grau de execução de programas prioritários de saúde na região, sobretudo a luta contra a malária, HIV/Aids, tuberculose, saúde materno-infantil e doenças crônicas não-transmissíveis.
Malária
Entre as principais medidas de combate a malária estão o reforço dos programas de controle da doença, dos sistemas de aquisição e gestão do aprovisionamento para a qualidade do fornecimento de medicamentos.
O documento indica ainda que devem ser atualizadas as políticas e planos estratégicos contra a malária, reforçadas a pesquisa, vigilância, monitoramento e avaliação dos programas existentes.
Sambo afirmou que a implementação de um pacote completo de prevenção e controle simultâneo da doença numa mesma região geográfica permite registrar “um decréscimo rápido” nos casos, como aconteceu no Botsuana, Eritreia, São Tomé e Príncipe, África do Sul e Suazilândia.
Na África, a malária ainda é uma das principais causas de morte em adultos e crianças.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Portugal/Cientistas lusos descobrem proteção natural contra malária
A descoberta, descrita num estudo publicado nesta segunda-feira pela revista norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), teria implicações diretas no tratamento desta doença causada pelo Plasmodium e que é uma das principais causas de mortalidade a nível mundial.
Miguel Soares e a sua equipe do Laboratório de Inflamação do IGC já tinham observado anteriormente que a multiplicação do parasita dentro dos glóbulos vermelhos leva à sua ruptura e à libertação de hemoglobina no sangue, onde por sua vez liberta os chamados grupos heme, causadores dos sintomas graves da doença.
No estudo agora publicado, os cientistas mostram que ratos infectados com o parasita produzem níveis elevados da enzima heme-oxigenase-1 (HO-1), que degrada os grupos heme livres e, deste modo, protege ratos infectados das formas mais graves de malária.
O mesmo efeito desta enzima pode ser obtido através da administração a ratos infectados do fármaco anti-oxidante N-acetilcisteína (NAC).
O efeito anti-oxidativo da enzima HO-1 faz parte do sistema de defesa natural do hospedeiro contra o parasita da malária, pelo que lhe confere uma forte proteção contra a doença, sem, surpreendentemente, interferir diretamente com o parasita, segundo Miguel Soares.
Na sua perspectiva, "esta observação abre caminho a terapias alternativas contra a malária, que, ao contrário dos tratamentos existentes, não interfiram diretamente com o parasita mas antes reforcem o estado de saúde do hospedeiro, assegurando que seja capaz de eliminar o parasita sem pôr em risco a sua própria sobrevivência".
Outro dado importante é que o remédio poderia proteger contra formas graves da malária, salvando vidas, sem favorecer o aparecimento de estirpes de parasitas resistentes, salienta o pesquisador, num comunicado do IGC.
O seu Laboratório de Inflamação está agora investigando as implicações desta descoberta nos tratamentos de outras doenças inflamatórias.
O estudo - iniciado no contexto de um projecto transversal sobre malária da Fundação Calouste Gulbenkian - contou com o apoio financeiro da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, do projeto Xenome do 6º Programa Quadro (FP6) da Comissão Europeia e do fundo Gemi Fund (Linde Healthcare).
Miguel Soares, 41 anos, é doutorado em Biologia Celular pela Universidade de Lovaina (Bélgica) e pesquisador principal no IGC e no Laboratório Associado de Oeiras.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
LIBRO LIVRO
Os 80 anos de dom Pedro Casaldáliga foram o pretexto para Benjamín Forcano, Eduardo Lallana, José Maria Concepción e Maximino Cerezo organizarem este livro que traz dados biográficos e a visão de mundo do bispo espanhol, que há 40 anos vive no Brasil. Em 1968, em plena ditadura militar, este missionário claretiano chega a São Félix do Araguaia, em Mato Grosso, onde enfrenta o isolamento, a malária, a tuberculose, as condições precárias de vida, para cumprir sua missão evangelizadora e defender suas causas a favor dos direitos humanos. Transformar a realidade, marcada pela marginalização social, pela injustiça, dentre todos os problemas decorrentes do sistema capitalista, predominantemente neoliberal, sempre foi seu maior objetivo. Suas idéias, seu desejo de levar a paz aonde fosse nunca ficaram apenas nas palavras ou em pensamentos, mas transformaram-se em ações. Seu posicionamento frente à ditadura, à opressão, à queda dos regimes socialistas é abordado nesta obra, em que personalidades da Igreja e da sociedade depõem experiências em que puderam conviver com Casaldáliga e observá-lo. Sua integridade, desprendimento e determinação marcaram todos aqueles que o conheceram. Este livro traz, portanto, a oportunidade a todos de conhecer este homem, missionário, teólogo, poeta, bispo, dentre tantas outras funções que exerce, defensor das causas da terra, da Igreja, de Deus, das religiões e dos menos favorecidos.
Editora Ave-Maria. N° de páginas: 432 Quanto: R$67,90.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Brasil/Congresso internacional avalia cumprimento das Metas do Milênio
Vinicius Konchinski, repórter da Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br
22 setembro 2008
São Paulo - Cerca de mil pessoas estarão reunidas nesta semana em São Paulo para avaliar o cumprimento das oito Metas do Milênio, estabelecidas em 2000 pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de assegurar o desenvolvimento global. Elas participam do 2º Congresso Internacional de Direitos Humanos, aberto nesse domingo (21) no auditório do Anhembi.
De acordo com o presidente do evento, Ricardo Castilho, a intenção é fazer um balanço do que está sendo feito no Brasil e no mundo para que os oito objetivos pactuados por 191 países sejam alcançados: acabar com a fome e a miséria; oferecer educação básica e de qualidade para todos; promover a igualdade entre sexos e valorizar a mulher; reduzir a mortalidade infantil; melhorar a saúde das gestantes; combater a aids, a malária e outras doenças; aumentar qualidade de vida e o respeito ao meio ambiente; trabalhar conjuntamente pelo desenvolvimento.
Castilho explicou que as nações da ONU têm até 2015 para cumprir as oito metas. Porém, disse ele, “se continuarmos como estamos, não vamos alcançá-las. A maior parte dos países em desenvolvimento avançou pouco. O Brasil não é diferente”.
Ele lembrou que, anualmente, 1 milhão de pessoas morrem de malária por ano no país, 18 milhões de brasileiros ainda são analfabetos e muitos cidadãos sobrevivem com menos de U$ 1 (cerca de R$ 1,80) por dia. “Nossas políticas de combate à fome e à miséria são um engodo. Talvez por conta delas, as pessoas não saem nunca da pobreza”, acrescentou, criticando programas sociais do governo federal, como o Bolsa Família.
Castilho afirmou, entretanto, que no combate à aids o Brasil vai bem. “Somos o único país em desenvolvimento com uma política de combate à aids considerada modelo”.
A partir do encontro, disse o presidente, será elaborada a Carta Brasil de Direitos Humanos 2008. O documento vai ser enviado a órgãos governamentais e não-governamentais nacionais e do exterior, e também à própria ONU.
De acordo com Ricardo Castilho, inicialmente, esta carta deve conter um pedido para que as Nações Unidas incluam uma nona meta no rol de objetivos para o milênio: a não-discriminação.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/09/21/materia.2008-09-21.0426589921/view
