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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

BRICS, China/The 5G race is over, and US lost... 6G is next frontier


Published: 2019/9/18 21:43:46, Global Times (China) http://www.globaltimes.cn/content/1164854.shtml

By Hu Weijia

China's telecom giant Huawei has taken the lead over US companies in the race for 5G technology supremacy. The US, as a global superpower in the technology of the future, has lost the 5G battle.

Huawei founder Ren Zhengfei was quoted by New York Times as saying earlier this month that the company is open to sharing its 5G technologies and techniques with US companies, and those companies can even change the software.

In that case, the US can modify Huawei's 5G technologies and build up its own 5G industry.

Technologies are the lifeblood of such companies, so the decision was beyond market expectation, and it came as a last resort to conciliate US officials and get Washington's trust. Why is Huawei confident about sharing its 5G technologies with US companies? Even if US companies get Huawei's 5G technologies, the Chinese giant can keep

terça-feira, 15 de abril de 2014

HACIA UNA INTERNET JUSTA Y EQUITATIVA PARA TODOS Y TODAS

9 abril 2014, ALAI, América Latina en Movimiento http://www.alainet.org

ALAI AMLATINA, 09/04/2014.- [La Coalición por una Internet Justa y Equitativa (Coalición Just Net) se constituyó en una reunión de sociedad civil realizada en Nueva Delhi, India, en febrero de 2014. La integran varias decenas de organizaciones e individuos de las diferentes regiones del mundo, preocupadas por la gobernanza de Internet, los derechos humanos y la justicia social, así como la relación entre ellos. Una de sus primeras acciones fue presentar un documento con propuestas ante la próxima reunión NetMundial (São Paulo, 23-24 de abril), convocada por la presidenta Dilma Rousseff con un carácter multisectorial, para elaborar principios universales (no vinculantes) de gobernanza de Internet. A continuación presentamos este documento, que constituirá la base de la plataforma de principios fundantes de la Coalición, en proceso de elaboración].

Coalición Just Net
Internet se ha convertido en una infraestructura social de vital importancia que tiene un profundo impacto en nuestras sociedades. Somos todos ciudadanos y ciudadanas de un mundo mediado por Internet, ya seamos la minoría que lo utiliza o la mayoría que no lo hace. Internet debe contribuir al avance de los derechos humanos y la justicia social.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

TODOS ALIADOS, A LA VEZ TRAIDORES Y VASALLOS



31 de octubre de 2013, Pagina12 http://www.pagina12.com.ar (Argentina)

 

El testimonio del jefe de la NSA desnuda la hipocresia de los servicios de espionaje de occidente

 

Después de las revelaciones sobre el espionaje con las que Washington gratificó a sus queridos aliados de Alemania, España y Francia, el imperio se lanzó al contraataque. Europa es socio en el espionaje, dijo el jefe de la NSA.

Por Eduardo Febbro
Desde París

Las bases del concurso están abiertas: ¿quién es más asustadizo o mentiroso o ladrón? Europa y Estados Unidos se desgarran en el inmenso cuadrilátero que se instaló con el espionaje a escala industrial y planetaria realizado por la Agencia de Seguridad Norteamericana, la NSA. Después de las sucesivas revelaciones sobre el espionaje con las que Washington gratificó a sus queridos aliados de Alemania, España y Francia, el imperio se lanzó al contraataque. El jefe de la NSA, el general Keith Alexander, dio vuelta el arma contra los denunciantes y acusó a sus amigos de Europa de ser los responsables tanto del espionaje de que son objeto sus ciudadanos como del envío a Washington de las informaciones recopiladas. Con el cinismo escénico al que ya nos tiene acostumbrados, el general Keith Alexander

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

"DARK MAIL ALLIANCE" PLANEIA MANTER A NSA FORA DA SUA CAIXA DE CORREIO



3 novembro 2013, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Ryan Gallagher*

O email pode estar em vésperas de uma remodelação radical – e a NSA não vai gostar disso.

Em 30 de Outubro, duas companhias americanas com um historial de oferta de comunicações privadas encriptadas, juntaram forças num lance sem precedentes para reagir à espionagem na Internet. Alguns dos principais criptógrafos do mundo estão por trás do fornecedor de comunicações seguras Silent Circle. E eles juntaram-se ao fundador da Lavabit, o fornecedor de email utilizado por Edward Snowden que recentemente resolveu encerrar a empresa a fim de resistir à vigilância. Eles denominaram "Dark Mail Alliance" a esta união de esforços. Durante meses, a equipe tem estado a trabalhar silenciosamente na reconstrução do email tal como o conhecemos – e afirmam que conseguiram um feito extraordinário.

A tecnologia recém desenvolvida foi concebida de modo a parecer como um email comum, com um interface que inclui todas as pastas habituais – inbox, mail enviado e rascunhos, de modo que os utilizadores da tecnologia Dark Mail serão capazes de comunicarem-se com segurança. A encriptação, baseada num protocolo de mensagem instantânea da Silent Circle denominado SCIMP, aplicar-se-á tanto ao conteúdo como aos metadados da mensagem e também aos seus anexos. E as chaves secretas geradas para encriptar as comunicações serão efémeras, o que significa que serão eliminadas após

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Brasil/"GOVERNOS DOS EUA, INGLATERRA E CANADÁ MENTEM O TEMPO TODO"



11 outubro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

 

Elizângela Araújo, Especial para Carta Maior

Brasília - A afirmação é do jornalista britânico Glenn Greenwald, correspondente do jornal The Guardian, ouvido pela CPI da Espionagem, do Senado, nesta quarta (9/10). Greenwald reafirmou que os governos dos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra têm coletado informações de países em desenvolvimento movidos por interesses econômicos. "Sem dúvida não estão preocupados com segurança nacional ou terrorismo, como sempre alegam, mas em obter vantagens comerciais para suas empresas".

Para Glenn Greenwald, os governos desses três países têm feito o que sempre acusam a China de fazer. “A China espiona seus parceiros comerciais, mas esses governos têm usado o discurso da segurança para justificar seu aparato de espionagem". O jornalista disse que analisou apenas cerca de 2% do material obtido com o ex-colaborador da Agência de Segurança Nacional norte-americana (NSA), Edward Snowden, exilado na Rússia desde 1º de agosto.

Em vários momentos, Greenwald afirmou que se o Brasil, assim como qualquer outro país, quiser obter mais informações sobre os arquivos que estão em poder de Snowden, terá que lhe oferecer proteção. Segundo ele, ninguém entende tanto sobre o aparato de espionagem montado pela NSA quanto seu ex-colaborador.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Brasil/ Defesa e Segurança: Ministro defende desenvolvimento de tecnologia para proteção de dados


14 outubro 2013, Portal Brasil http://www.brasil.gov.br (Brasil)

por Portal Brasil

Felipe Barra

Setor cibernético é uma das áreas definidas como prioritárias pela Estratégia Nacional de Defesa

O ministro da Defesa, Celso Amorim, voltou a defender a necessidade de o Brasil desenvolver tecnologias próprias para a proteção de suas infraestruturas e redes de transmissão de dados. “Só teremos segurança nesse campo se desenvolvermos tecnologias nacionais, tanto em hardware quanto em software, suscetíveis de evitar a existência dos chamados backdoors”, disse.

A manifestação de Amorim ocorreu na manhã da última sexta-feira durante aula magna proferida aos alunos dos cursos de graduação e pós-graduação em Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) no bairro da Gávea, na capital fluminense.

Durante sua exposição, intitulada Segurança Internacional: Novos Desafios e o Papel do Brasil (acesse a íntegra da aula magna), o ministro enfatizou a relevância da área cibernética no mundo atual. “A cibernética tem sido tratada por muitos autores como uma nova dimensão da guerra, para além das dimensões terrestre, naval, aérea e espacial”, observou.

Amorim lembrou que o setor cibernético é, ao lado do nuclear e do espacial, uma das áreas definidas como prioritárias pela Estratégia Nacional de Defesa (END), documento que contém as diretrizes da defesa brasileira, e cuja atualização foi recentemente aprovada pelo Congresso Nacional.

Segundo o ministro, o setor cibernético é parte do esforço que vem sendo empreendido pelo país para ampliar sua dissuasão e nacionalizar sua produção. “Hoje o desenvolvimento de capacidades autônomas na indústria de defesa é um objetivo fundamental de nossa política”, ressaltou.

No decorrer da aula, o ministro da Defesa mencionou as recentes denúncias de espionagem eletrônica de cidadãos, empresas e órgãos estatais brasileiros, incluindo a Presidência da República, pela Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA, na sigla em inglês). Essa denúncias levaram a presidenta Dilma Roussef a adiar a viagem que faria este mês a Washington.

Amorim reproduziu as palavras da presidenta do Brasil na abertura da 68ª Assembleia Geral das Nações Unidas, no mês passado, alertando a comunidade internacional para a necessidade de se evitar o uso do espaço cibernético como arma de guerra, por meio da espionagem e ataques contra sistemas de outros países.

Ele também classificou como “infundada e descabida” a utilização da ideia de combate ao terrorismo como justificativa para a coleta de informações de cidadãos e órgãos públicos de países como o Brasil.

Grupo de defesa cibernética
No início de setembro, o Ministério da Defesa criou um grupo de trabalho para estudar medidas com o objetivo de fortalecer os mecanismos de proteção das redes das instituições que compõem

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Brasil/Certificado digital vai garantir a segurança de e-mails do governo federal



14 outubro 2013, Agência Brasil http://agenciabrasil.ebc.com.br (Brasil)

Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil 

Brasília – A partir do ano que vem, todos os funcionários do governo federal, inclusive a presidenta Dilma Rousseff, terão que usar um certificado digital para acessar a conta de e-mail. O sistema, chamado de Token, funciona como um pen drive, que deve ser inserido no computador a cada uso e serve para dar mais segurança e proteger o e-mail de invasões. 

O sistema de e-mail chamado Expresso V3, desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), será universalizado para todos os ministérios, autarquias e fundações até o fim do primeiro semestre do ano que vem. A Petrobras também entrará na lista dos órgãos que passarão a usar o sistema de segurança eletrônica, que permite o uso de e-mails, calendário, mensagens instantâneas para chat e videoconferência.

Além do Token, todas as mensagens enviadas serão criptografadas e a aplicação é toda desenvolvida em software livre. "É um sistema totalmente desenvolvido em software livre, portanto conhecemos tudo o que acontece dentro desses códigos. E isso nos dá a garantia de que os códigos fazem aquilo a que se propõem, não tem nenhuma porta dos fundos fazendo outras coisas. E toda a infraestrutura é do Serpro, operada pelos técnicos do Serpro. Então temos a garantia de que o tráfego das informações que estarão circulando são altamente protegidas”, explicou hoje (14) o diretor-presidente do Serpro, Marcos Mazoni. 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Pátria Grande/Assange denuncia que EE.UU. controla comunicaciones de Latinoamérica



16 mayo 2013, TeleSUR http://www.telesurtv.net (Venezuela)

El periodista australiano estimó indispensable que los países de la región “impulsen su industria de software”, y recomendó encriptar cualquier mensaje que se envíe a través de Internet, por trivial que sea.

La soberanía de los países de América Latina y el Caribe “está en riesgo” porque Estados Unidos controla casi todas sus comunicaciones a través de Internet, afirmó Julian Assange.

El fundador de WikiLeaks señaló que la infraestructura de Internet dirige “gran parte del tráfico” desde y hacia América Latina a través de cables de fibra óptica que físicamente pasan por territorio estadounidense, y recordó que Estados Unidos ha transgredido sus propia leyes sin ningún escrúpulo al interceptar estas líneas con el fin de “espiar a sus propios ciudadanos”.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Argentina/El Capitán Beto ya se lanza al espacio

26 de abril de 2013, Pagina12 http://www.pagina12.com.ar (Argentina)

La argentina pone en orbita por primera vez un nanosatelite; pesa apenas dos kilos


El nanosatélite tendrá fines científicos y educativos. Se trata de un proyecto mixto entre una empresa privada y la estatal Invap, con aportes del Ministerio de Ciencia nacional. Su nombre, “Capitán Beto”, es un homenaje a Luis Alberto Spinetta.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Brasil/Software público internacional deve reunir criadores da AL

30 dezembro 2009/Portal Vermelho http://www.vermelho.org.br

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em parceria com o Ministério do Planejamento do Brasil, deve lançar em 2010 um portal internacional de software público voltado para a América Latina. O projeto deve reunir programadores de vários países da região numa estratégia para intensificar a integração desses profissionais.

A agência da ONU informa que a iniciativa foi inspirada no Portal do Software Público Brasileiro, que formou rede nacional de criadores dispostos a colaborar no desenvolvimento de ferramentas para a administração pública.

O Pnud revela que o projeto brasileiro disponibiliza 37 programas voltados à administração e educação, que podem ser modificados conforme as necessidades de cada usuário.

O portal internacional deve ser coordenado pelo Pnud junto com o Centro Latino-Americano para o Desenvolvimento, além de Brasil, Guatemala, Paraguai e Peru.

A agência da ONU afirma que os trabalhos de coordenação devem se concentrar em adaptar modelos de desenvolvimento e distribuição à legislação de cada país.

México e Uruguai também já teriam assinado um termo de compromisso para participar do portal internacional.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

EE.UU. PRIVATIZA GUERRA COLOMBIANA CON SUS TRANSNACIONALES MERCENARIAS




El Departamento de Estado de Estados Unidos invertirá aproximadamente 520 millones de dólares en el Plan Colombia

13 agosto 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

Eva Golinger

La abogada e investigadora Eva Golinger, denuncia la privatización total de la guerra en Colombia, a través de la utilización y financiamiento de transnacionales estadounidenses. Como prueba de ello encontró, en unos documentos gubernamentales desclasificados, una lista de 31 contratistas estadounidenses que guardan relación con el Departamento de Estado. Esta lista contiene los montos de los financiamientos otorgados por la administración de Washington para potenciar la guerra en Colombia.

Para el año 2009, el Departamento de Estado de Estados Unidos invertirá aproximadamente 520 millones de dólares en el Plan Colombia. Más de la mitad de ese dinero va a contratistas privadas norteamericanas encargadas de desarrollar, promover e impulsar la guerra irregular en territorio colombiano y latinoamericano; así lo denunció la abogada e investigadora Eva Golinger a la Agencia Bolivariana de Noticias.

"Esto constituye la privatización total de la guerra en Colombia, a través de la utilización y financiamiento de transnacionales mercenarias que no tienen la obligación de responder legalmente a ningún sistema judicial del mundo. En otras palabras, gozan de total inmunidad", condenó Golinger.

Explicó que en unos documentos gubernamentales desclasificados encontró una lista de 31 contratistas estadounidenses que guardan relación con el Departamento de Estado. Esta lista contiene los montos de los financiamientos otorgados por la administración de Washington para potenciar la guerra en Colombia.

"Llama la atención sus áreas de responsabilidad y la cifra de dinero que reciben para un período de doce meses"

No obstante, expresó que a pesar de ser empresas estadounidenses contratadas por el Departamento de Estado, no están sujetas a ninguna ley pública de EE.UU.

"Como parte del acuerdo binacional, en Colombia tienen inmunidad total, es decir, no le responden a nadie por sus crímenes, acciones y operaciones", enfatizó.

Si bien la lista es de 31 empresas, Golinger se limitó en esta oportunidad a mencionar las de mayor importancia y aquellas que ya tienen un largo historial bélico en el mundo.

Transnacionales de la guerra
La primera de ellas es Lockheed-Martin, una de las más grandes del complejo industrial militar de Estados Unidos. Se dedica a fabricar armamento, tecnología y hasta aviones de guerra.

"Su contrato prevé un financiamiento para el período de un año de 53 millones de dólares, destinados a suministrar apoyo logístico y asistencia técnica a la policía nacional de Colombia, además de facilitarle personal humano para sus operaciones especiales", añadió.

Otra empresa es Dyn Corp International, perteneciente también al complejo industrial militar. El Departamento de Estado la financia con 164 millones de dólares para proveer de pilotos, técnicos y apoyo logístico al ejército colombiano.

"Igualmente, la empresa Arinc, contratista privada del complejo industrial militar, recibió 8 millones de dólares para mantener, manejar y formar a la policía nacional de Colombia en los procesos de recolección de señales y otros equipos asociados con el espionaje", señaló.

En tanto, Oackley Network recibió 5 millones dólares para la provisión de software de monitoreo de Internet y para asistir en los programas de espionaje conducidos por la división de crímenes de la policía nacional de Colombia.

"Seguramente, estas últimas dos compañías se encuentran detrás de las famosas y supuestas computadoras encontradas en el campamento bombardeado de Raúl Reyes, en marzo de 2008", destacó la investigadora.

Asimismo, se encuentra la ITT, transnacional de las telecomunicaciones que participó en el golpe de Estado contra el chileno Salvador Allende.

"En 2007 percibió unos 7 millones de dólares para operar un sistema de radar hemisférico, apoyo logístico y provisión de equipos a radares en territorio colombiano y que son operados vía satélite", indicó Golinger.

Espionaje Echelon
Otra empresa de gran envergadura es el Grupo Rendón, que adquirió un contrato de 3,4 millones de dólares para dar apoyo comunicacional al Plan Colombia y el plan contra el narcotráfico.

"El Grupo Rendón es uno de los más conocidos grupos de expertos en operaciones psicológicas por ser una empresa del Pentágono, dedicada a diseñar este tipo de campañas (...) Es quien maneja gran parte la campaña mediática contra Venezuela y Ecuador", argumentó la abogada.

Además, sostuvo que en el contrato se estipula el uso del sistema Echelon, el sistema de espionaje más grande conocido, inventado en los años 70 por la NSA (Agencia de Seguridad Nacional de EEUU).

"Es un sistema satelital que tiene la capacidad de monitorear todas las comunicaciones en el mundo. Ellos introducen palabras específicas en el sistema y éste se enlaza con el resto de los sistemas de comunicación. Si encuentran que alguien utilizó esa palabra por teléfono, celular o computador, la atención se dirige hacia ese lugar, da la ubicación exacta y permite monitorear la conversación", comentó.

En conclusión, Golinger manifestó que este financiamiento implica que continuará la escalada ofensiva y agresiva imperial contra la región.

"Ya vimos el golpe de Estado en Honduras, el recrudecimiento del conflicto colombo-venezolano y la preocupación por parte de los países de la Alternativa Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América Alba (Alba) por el tema de las bases militares (...) Este no es el final", puntualizó.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

“Brasil gasta algo em torno de US$ 1 bilhão por ano, com o pagamento de licenças”

Em entrevista, presidente do Serpro, Marcos Vinicius Ferreira Mazoni, apresenta economia e debate provocado pela opção de programas não proprietários

Juliano Domingues, da Redação

23 abril 2009/Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br

O Governo Federal economizou R$ 370 milhões com a utilização de Software Livre, ao invés de pago. O dado foi gerado a partir de informações da Pesquisa de Software Livre, aplicada em 2008 pelo Comitê de Implementação de Software Livre (CISL). O número é incompleto, pois apenas 62 instituições públicas, das 99 participantes do participantes do programa, responderam o questionário responsável pela medição.
Software livre é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem nenhuma restrição.
De acordo com o coordenador do CISL e presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), vinculado ao Ministério da Fazenda, Marcos Vinicius Ferreira Mazoni, a utilização deste tipo de produto, além um fator de economia para o governo, gera um debate sobre sermos, ou não, agentes da evolução, aplicação e preservação de uma tecnologia nacional.

O número de R$ 370 milhões já é expressivo, mas parece que ele poderia ter sido maior ainda, pois não foram todas as instituições públicas que contabilizaram suas economias. Isso é certo?

Marcos Vinicius Ferreira Mazoni: Na verdade esse dado é extraído de um questionário colocado na rede, portanto, nós sabemos que muitas outras organizações, que também aturam com software livre, não tiveram engajamento no questionário. Então são dados que ainda não temos. E ainda não temos também outras informações sobre projetos se só que foram desenvolvidos porque se utilizaram da lógica do software livre porque, do contrário, ou seja, caso se tivesse usado software privado, o pagamento de licenças inviabilizaria a implantação a implantação. Nós temos também a introdução do software livre em unidades do governo federal como, por exemplo, a Fundação Chico Mendes que toca todos os projetos dos parques (Unidades de Conservação) e que hoje usa o Expresso da Comunicação (programa do governo voltado para o desenvolvimento da área), e que é um projeto que saiu do zero. Nem se imaginava em fazer isso, caso houvesse a necessidade de pagar licenças para o ambiente de comunicação. Então sem dúvida nenhuma, nós poderíamos ter chegado a um número muito maior, mas como a nossa preocupação é mostrar aquilo que a gente possa provar, nós chegamos a esse número de R$ 370 milhões contabilizando o que seria a compra de licenças para alguns projetos e a sua substituição por software de código aberto. Repito que é verdade que se todos os nossos planejamentos tivessem sido atingidos, nós teríamos um número maior. Mas o importante é que o nosso plano visa avançar com segurança, portanto, é certo que este número vai crescer daqui para frente.

Há alguma estatística que mostre qual seria a economia caso todas as instituições públicas usassem software livre?

Marcos Vinicius Ferreira Mazoni: O Brasil gasta algo em torno de US$ 1 bilhão por ano, com o pagamento de licenças. Se levarmos em conta que o governo federal brasileiro corresponde a 55% desse mercado, então estamos falando de US$ 550 milhões gastos em licenças. É claro que nem tudo pode ser substituído por software livre, mas esse é o universo de licenças que são pagas pelo país e a gente faz essa simulação. Mas acho que se conseguíssemos substituir até 60% disso tudo por código aberto, já será algo fantástico. Eu não falo em 100% porque há sistemas que realmente devem continuar atuando com software proprietário.

Existe alguma resistência por parte dos órgãos públicos na utilização de software aberto? E, se sim, a que se deve essa resistência?

Marcos Vinicius Ferreira Mazoni: Há resistência, sim e isso é algo natural. Não é algo forçado por empresários de software proprietário, por exemplo. É algo que simplesmente se deve ao conhecimento que as pessoas têm. Aquele usuário final da tecnologia da informação não é um ativista deste mundo “livre”. Ele é apenas um usuário, um simples trabalhador que precisa de seu conhecimento em tecnologia para trabalhar. Hoje, por exemplo, quando cai uma rede de computadores ou internet, nós ficamos sem condições de trabalho dentro de um escritório. Então não é algo simples, e quando o usuário sente que ele não domina a proposta que é feita de mudança de tecnologia, é natural que ele haja em direção ao que ele acha que é mais seguro. Ou seja, manter essa rede com software pago mesmo. Afinal ele vai ser cobrado pelo resultado final do trabalho dele, não importando se aquilo foi feito com programa livre ou pago. É por isso que, muito mais importante que convencer os nossos usuários finais a mudar, nós temos que estabelecer condições de segurança para que ele realize este processo, para que isso ocorra sem nenhum prejuízo, e sim com ganhos para esta pessoa.

Fale sobre a implantação do software livre como uma alternativa a privatização do conhecimento e como algo estratégico para o desenvolvimento de uma tecnologia nacional.

Marcos Vinicius Ferreira Mazoni: A tomada de decisão sobre o uso de software sempre aparece para a sociedade na economia que se faz com seu uso, ou seja, como esses R$ 371 milhões. Mas na verdade essa estratégia tem um outro cunho. Nós podemos manter os investimentos no mundo do software, mas não mais em royalties, e sim pagando pessoas e conhecimento. Na verdade o que estamos procurando são elementos que vão além, ou seja, que Estado brasileiro e mesmo empresas privadas tenham controle sobre a evolução da tecnologia. Assim eu não fico mais dependente daquele fornecedor de software que faz uma nova versão do seu produto – muitas vezes inclusive sucateando o meu hardware, e que decide assim que produto eu uso, por quanto tempo eu uso, quantas vezes eu pago e quanto eu pago. É isso na verdade que está em jogo, nós sermos agentes da evolução, aplicação e preservação da nossa tecnologia ao longo dos anos. Os sistemas de grandes corporações, e aí entra o governo, não são sistemas de um ou dois anos, na verdade se usa o mesmo sistema por décadas. Então eu tenho que ter o controle sobre qual software eu vou usar ali dentro. A sociedade em geral tem que se apropriar disso. Trata-se de uma questão também econômica, pois aí esse dinheiro dos royalties passa a circular dentro do país e assim passaremos a gerar produtos com maior valor agregado. Eu duvido que quem tenha um produto de mercado de dez anos atrás, ainda tenha suporte para a sua operação hoje, e eu estou falando desde planilhas, editores, até sistemas operacionais de dez anos atrás, como é o caso do Windows, por exemplo. Eu gosto muito de usar como exemplo, o caso de Santos Dumont, pois quando ele libera os códigos do Demoiselle, em 1907, ele cria a condição para evolução da indústria aeronáutica, sem pagamento de royalties, fazendo, em vez disso, com que a indústria ganhe dinheiro com a construção de aviões e não com o pagamento de royalties. Por isso essa a grande diferente da tecnologia dele, em relação à dos irmãos Wright que ficou parada. O mundo evolui pelos caminhos onde o conhecimento estava liberado e não por onde ele estava privatizado.

http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/entrevistas/201co-brasil-gasta-algo-em-torno-de-us-1-bilhao-por-ano-com-o-pagamento-de-licencas201d/

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Brasil/Empresa de software iniciará internacionalização por Portugal e Angola

São Paulo, Brasil, 1 setembro 2008 - A Softwell Solutions iniciará este ano o processo de internacionalização pelos mercados português e angolano, disse sexta-feira em São Paulo o responsável pela empresa brasileira de software.

Em declarações à agência noticiosa portuguesa Lusa, Wellington Freire salientou que as vantagens do idioma comum levaram a empresa, com sede em Salvador, capital do Estado da Baía, no Nordeste brasileiro, a dar "o primeiro passo" para internacionalização em Portugal e Angola.

Nos meses de Outubro e Novembro, a companhia apresentará uma de suas principais ferramentas electrónicas para uso empresarial, o "Maker", em universidades portuguesas, com o objectivo de fechar acordos de cooperação.

O roteiro de apresentações incluiu a Universidade Nova de Lisboa, Universidade de Braga e a Universidade do Porto, cidade onde a companhia participará da edição 2008 do Fórum de Empresas.

O evento, entre os dias 07 a 09 de Outubro, organizado pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), promove a cooperação entre universidades e empresas.

Em Angola, a estratégia será iniciar a actuação a partir de empresas brasileiras que já estão no mercado angolano, avançou o responsável.

A partir de uma base em Angola, a Softwell Solutions planeia, no futuro, alargar a sua actuação para outros países africanos de língua oficial portuguesa.

Criada há pouco mais de dois anos, a Softwell Solutions, com 120 funcionários, está representada em seis estados brasileiros.
(macauhub)