Luiz Inácio Lula da Silva fustigó al "tirano" Jair Bolsonaro por sus declaraciones sobre un preso político desaparecido en 1974 cuando era parte de la resistencia a la dictadura . A pesar de la documentación y testimonios existentes el mandatario de extrema derecha negó que Fernando Santa Cruz Oliveira haya sido detenido y asesinado por el régimen, lo que dio lugar a una repulsa poco menos que unánime. Hasta derechistas que apoyan su gobierno tomaron distancia del presidente ante una de las afirmaciones más divorciadas de la realidad que haya pronunciado desde su toma de
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quarta-feira, 31 de julho de 2019
Mercosul, Brasil/Bolsonaro: Con su ofensa Bolsonaro rompe el silencio de los militares
Luiz Inácio Lula da Silva fustigó al "tirano" Jair Bolsonaro por sus declaraciones sobre un preso político desaparecido en 1974 cuando era parte de la resistencia a la dictadura . A pesar de la documentación y testimonios existentes el mandatario de extrema derecha negó que Fernando Santa Cruz Oliveira haya sido detenido y asesinado por el régimen, lo que dio lugar a una repulsa poco menos que unánime. Hasta derechistas que apoyan su gobierno tomaron distancia del presidente ante una de las afirmaciones más divorciadas de la realidad que haya pronunciado desde su toma de
sábado, 29 de junho de 2019
Brasil/Elzita Santa Cruz - A partida de um símbolo da resistência
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Brasil/AS CONVICÇÕES E O FASCISMO
Revista do Brasil
Convicções arraigadas, quando não nascem da informação, da razão, do conhecimento, costumam ser fruto do ódio, do preconceito e da ignorância.
quinta-feira, 10 de março de 2016
Brasil/PELOTÃO DA AERONÁUTICA IMPEDIU O SEQUESTRO POLÍTICO DE LULA?
9 março 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)
O Congresso tem a obrigação de esclarecer os fatos que ocorreram no Aeroporto de Congonhas para abortar a tentativa de golpe de qualquer aventureiro.
Não convenceu a ninguém a justificativa para a escolha do local inusitado –‘melhor para a segurança do próprio Presidente’, disseram policiais não fardados que o levaram de sua casa, em São Bernardo, na manhã do dia quatro de março.
A opacidade dos movimentos, ademais do seu arbítrio exclamado, como denunciou um ministro do STF, ganharia cores alarmantes com a informação de que uma aeronave, pronta para decolar rumo a Curitiba, aguardava desde cedo em um hangar de Congonhas.
Retirado de sua casa, como foi, com a desculpa de um depoimento em local seguro, e de lá forçado a embarcar para Curitiba, Lula já não seria mais um ex-presidente constrangido.
Seria vítima de um sequestro político.
Por que,
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Brasil/Em primeiro discurso como ministro da Defesa, Aldo Rebelo defende valorização de projetos estratégicos
domingo, 20 de julho de 2014
Artículo de Fidel: PROVOCACIÓN INSÓLITA
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Moçambique/Portugal quer ajudar militarmente e propõe a criação de força aérea
O Chefe de Estado-Maior General da Força Aérea de Portugal, Luís Araújo, considerou positiva a cooperação militar com Moçambique e manifestou o interesse de ajudar o país a criar uma força aérea, nomeadamente na formação de pilotos.
O Chefe de Estado-Maior General da Força Aérea de Portugal, Luís Araújo, considerou positiva a cooperação militar com Moçambique e manifestou o interesse de ajudar o país a criar uma força aérea, nomeadamente na formação de pilotos.
"No futuro, pela configuração geográfica, Moçambique precisa ter uma força aérea e nós queremos participar e contribuir na edificação desta equipa", disse Luís Araújo, em declarações à Agência Lusa.
"Moçambique está a iniciar a edificação de uma força aérea e Portugal quer ajudar, naturalmente, de acordo com as necessidades e requisitos das autoridades de Moçambique", destacou o Chefe de Estado-Maior General da Força Aérea de Portugal.
Luís Araújo iniciou hoje uma visita de seis dias a Moçambique, onde pretende "avaliar os projectos" auxiliados por Portugal e "trocar impressões" com as autoridades moçambicanas sobre a cooperação no campo da força aérea.
O Chefe de Estado-Maior General da Força Aérea portuguesa disse que a cooperação neste âmbito "está a correr bem" e apontou algumas áreas de interesse: a formação de pilotos aeronáuticos, na Academia Militar Samora Machel, em Nampula, norte, e de sargentos, em Boane, sul de Moçambique.
Hoje, o Chefe de Estado-Maior General da Força Aérea de Portugal deslocou-se à Praça dos Heróis, para prestar homenagem a figuras emblemáticas do país que combateram para a libertação do país e, mais tarde, manteve encontro conjunto com o Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), Paulo Macaringue, e com o ministro moçambicano da Defesa, Filipe Nyussi.
Nos próximos seis dias, Luís Araújo vai deslocar-se à província de Nampula, onde existem vários projectos militares apoiados por Portugal, no âmbito da cooperação técnico militar entre os dois países.
Na parceria técnico militar, Portugal e Moçambique têm um Programa Quadro de quatro anos com vários itens, nomeadamente a assessoria às estruturas superiores das FADM, mas um dos grandes projectos em curso relaciona-se com a edificação da força aérea.
Os beneficiários do projecto são militares que estão a fazer cursos de pilotagem, mecânica, e a ser formados na área de electricidade.
"No que diz respeito à força aérea que tem a ver com a formação de pilotos, em Nampula, está a correr bem", afirmou."Temos continuado a trabalhar e apoiar esta formação com oito cadetes", que estão a fazer curso de pilotagem.
"Estamos a desenvolver um mini-centro de medicina aeronáutica em Nampula, a ajudar a construir uma biblioteca, uma sala de aeronáutica, para os cadetes terem um ambiente de aeronáutica", apontou ainda Luís Araújo.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
“Brasil gasta algo em torno de US$ 1 bilhão por ano, com o pagamento de licenças”
Juliano Domingues, da Redação
23 abril 2009/Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br
O Governo Federal economizou R$ 370 milhões com a utilização de Software Livre, ao invés de pago. O dado foi gerado a partir de informações da Pesquisa de Software Livre, aplicada em 2008 pelo Comitê de Implementação de Software Livre (CISL). O número é incompleto, pois apenas 62 instituições públicas, das 99 participantes do participantes do programa, responderam o questionário responsável pela medição.
Software livre é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem nenhuma restrição.
De acordo com o coordenador do CISL e presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), vinculado ao Ministério da Fazenda, Marcos Vinicius Ferreira Mazoni, a utilização deste tipo de produto, além um fator de economia para o governo, gera um debate sobre sermos, ou não, agentes da evolução, aplicação e preservação de uma tecnologia nacional.
O número de R$ 370 milhões já é expressivo, mas parece que ele poderia ter sido maior ainda, pois não foram todas as instituições públicas que contabilizaram suas economias. Isso é certo?
Marcos Vinicius Ferreira Mazoni: Na verdade esse dado é extraído de um questionário colocado na rede, portanto, nós sabemos que muitas outras organizações, que também aturam com software livre, não tiveram engajamento no questionário. Então são dados que ainda não temos. E ainda não temos também outras informações sobre projetos se só que foram desenvolvidos porque se utilizaram da lógica do software livre porque, do contrário, ou seja, caso se tivesse usado software privado, o pagamento de licenças inviabilizaria a implantação a implantação. Nós temos também a introdução do software livre em unidades do governo federal como, por exemplo, a Fundação Chico Mendes que toca todos os projetos dos parques (Unidades de Conservação) e que hoje usa o Expresso da Comunicação (programa do governo voltado para o desenvolvimento da área), e que é um projeto que saiu do zero. Nem se imaginava em fazer isso, caso houvesse a necessidade de pagar licenças para o ambiente de comunicação. Então sem dúvida nenhuma, nós poderíamos ter chegado a um número muito maior, mas como a nossa preocupação é mostrar aquilo que a gente possa provar, nós chegamos a esse número de R$ 370 milhões contabilizando o que seria a compra de licenças para alguns projetos e a sua substituição por software de código aberto. Repito que é verdade que se todos os nossos planejamentos tivessem sido atingidos, nós teríamos um número maior. Mas o importante é que o nosso plano visa avançar com segurança, portanto, é certo que este número vai crescer daqui para frente.
Há alguma estatística que mostre qual seria a economia caso todas as instituições públicas usassem software livre?
Marcos Vinicius Ferreira Mazoni: O Brasil gasta algo em torno de US$ 1 bilhão por ano, com o pagamento de licenças. Se levarmos em conta que o governo federal brasileiro corresponde a 55% desse mercado, então estamos falando de US$ 550 milhões gastos em licenças. É claro que nem tudo pode ser substituído por software livre, mas esse é o universo de licenças que são pagas pelo país e a gente faz essa simulação. Mas acho que se conseguíssemos substituir até 60% disso tudo por código aberto, já será algo fantástico. Eu não falo em 100% porque há sistemas que realmente devem continuar atuando com software proprietário.
Existe alguma resistência por parte dos órgãos públicos na utilização de software aberto? E, se sim, a que se deve essa resistência?
Marcos Vinicius Ferreira Mazoni: Há resistência, sim e isso é algo natural. Não é algo forçado por empresários de software proprietário, por exemplo. É algo que simplesmente se deve ao conhecimento que as pessoas têm. Aquele usuário final da tecnologia da informação não é um ativista deste mundo “livre”. Ele é apenas um usuário, um simples trabalhador que precisa de seu conhecimento em tecnologia para trabalhar. Hoje, por exemplo, quando cai uma rede de computadores ou internet, nós ficamos sem condições de trabalho dentro de um escritório. Então não é algo simples, e quando o usuário sente que ele não domina a proposta que é feita de mudança de tecnologia, é natural que ele haja em direção ao que ele acha que é mais seguro. Ou seja, manter essa rede com software pago mesmo. Afinal ele vai ser cobrado pelo resultado final do trabalho dele, não importando se aquilo foi feito com programa livre ou pago. É por isso que, muito mais importante que convencer os nossos usuários finais a mudar, nós temos que estabelecer condições de segurança para que ele realize este processo, para que isso ocorra sem nenhum prejuízo, e sim com ganhos para esta pessoa.
Fale sobre a implantação do software livre como uma alternativa a privatização do conhecimento e como algo estratégico para o desenvolvimento de uma tecnologia nacional.
Marcos Vinicius Ferreira Mazoni: A tomada de decisão sobre o uso de software sempre aparece para a sociedade na economia que se faz com seu uso, ou seja, como esses R$ 371 milhões. Mas na verdade essa estratégia tem um outro cunho. Nós podemos manter os investimentos no mundo do software, mas não mais em royalties, e sim pagando pessoas e conhecimento. Na verdade o que estamos procurando são elementos que vão além, ou seja, que Estado brasileiro e mesmo empresas privadas tenham controle sobre a evolução da tecnologia. Assim eu não fico mais dependente daquele fornecedor de software que faz uma nova versão do seu produto – muitas vezes inclusive sucateando o meu hardware, e que decide assim que produto eu uso, por quanto tempo eu uso, quantas vezes eu pago e quanto eu pago. É isso na verdade que está em jogo, nós sermos agentes da evolução, aplicação e preservação da nossa tecnologia ao longo dos anos. Os sistemas de grandes corporações, e aí entra o governo, não são sistemas de um ou dois anos, na verdade se usa o mesmo sistema por décadas. Então eu tenho que ter o controle sobre qual software eu vou usar ali dentro. A sociedade em geral tem que se apropriar disso. Trata-se de uma questão também econômica, pois aí esse dinheiro dos royalties passa a circular dentro do país e assim passaremos a gerar produtos com maior valor agregado. Eu duvido que quem tenha um produto de mercado de dez anos atrás, ainda tenha suporte para a sua operação hoje, e eu estou falando desde planilhas, editores, até sistemas operacionais de dez anos atrás, como é o caso do Windows, por exemplo. Eu gosto muito de usar como exemplo, o caso de Santos Dumont, pois quando ele libera os códigos do Demoiselle, em 1907, ele cria a condição para evolução da indústria aeronáutica, sem pagamento de royalties, fazendo, em vez disso, com que a indústria ganhe dinheiro com a construção de aviões e não com o pagamento de royalties. Por isso essa a grande diferente da tecnologia dele, em relação à dos irmãos Wright que ficou parada. O mundo evolui pelos caminhos onde o conhecimento estava liberado e não por onde ele estava privatizado.
http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/entrevistas/201co-brasil-gasta-algo-em-torno-de-us-1-bilhao-por-ano-com-o-pagamento-de-licencas201d/
terça-feira, 17 de março de 2009
Presidenta argentina reestatiza Fábrica Militar de Aviones
17 marzo 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net
La presidenta de Argentina, Cristina Fernández, anunció este martes en Córdoba la reestatización de la Fábrica Militar de Aviones, que actualmente se encuentra bajo el mando de la firma estadounidense Lockheed Martin.
La mandataria llegó a la capital cordobesa a horas del medio día, en compañía de la ministra de Defensa, Nilda Garré. Allí, será recibida por el gobernador Juan Schiaretti. Luego de su llegada al aeropuerto, recorrerá el centro de control aéreo y de inmediato inauguró la ceremonia.
El proyecto de nacionalización fue analizado el mes pasado por el jefe del Gabinete de ministros, Sergio Massa, y el gobernador Schiaretti. La Fábrica Militar de Aviones ha entregado la mitad de los doce aviones de entrenamiento militar Pampa AT-63 acordados mediante un contrato con el Gobierno y es también la proveedora del servicio de mantenimiento de las flotas de Aerolíneas Argentinas y su subsidiaria Austral.
Además, la empresa provee empleo a mil 100 trabajadores.
Schiaretti le trasmitió a Massa su "satisfacción" por la iniciativa y subrayó "el saldo negativo que para la actividad aeronáutica ha significado la concesión" a Lockheed, según un comunicado difundido al cabo de esa reunión.
"No tengo dudas de que la recuperación de la Fábrica de Aviones permitirá avanzar en asociaciones estratégicas con otras grandes compañías del rubro y, a partir de allí, retomar el desarrollo de esta actividad industrial de alta tecnología, que abarca también el potencial crecimiento de empresas nacionales proveedoras", remarcó.
Fue privatizada en la década del 90 por el gobierno de Carlos Menem para que la Lockheed modernizara una flota de aviones de combate Skyhawk A4, que Estados Unidos había dado de baja en la década del 70.
En el mes de noviembre del 2007, el Gobierno argentino acordó con la empresa estadounidense una posible transferencia de la fábrica luego que una auditoría externa analizara las instalaciones y equipos con el objetivo de hacer una tasación de esos activos.
El Gobierno de Fernández ha expresado en varias ocasiones la intención de formar una asociación estratégica con Embraer para apuntalar el desarrollo de la industria aeronáutica argentina al calor de la experiencia de la compañía brasileña.
http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/45198-NN/presidenta-argentina-reestatiza-fabrica-militar-de-aviones/
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Angola/Luanda e Pequim com ligações aéreas a partir de Outubro
Luanda, Angola, 30 setembro 2008 - Angola e a China pretendem estabelecer ligações aéreas directas entre as respectivas capitais a partir de Outubro próximo, informou o estatal Jornal de Angola.
Nos termos do acordo assinado na passada quinta-feira em Pequim, a angolana Taag e as operadoras chinesas começarão a voar de Luanda para Pequim e Cantão, adiantou o jornal.
O vice-director comercial da Taag, Jacinto Júnior, disse ao Jornal de Angola que a transportadora aguarda de momento que as autoridades aeronáuticas chinesas atribuam horários e espaço aéreo aos voos.
"A viabilidade da rota está mais do que provada atendendo ao número de empresas chinesas que operam em Angola", disse ainda Jacinto Júnior.
A Rádio Nacional de Angola informou já esta semana que deverão ser a Hainan Airlines e a Oriental Sky Aviation a obter contratos para voar para Luanda.
Em 2008, a transportadora aérea angolana Taag foi proibida de sobrevoar o espaço aéreo europeu devido a questões de segurança. (macauhub)