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sábado, 12 de março de 2016

Brasil/Dilma: "Testemunhem que eu não tenho cara que vai renunciar"



11 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


 

"Ninguém tem o direito de pedir a renúncia de um presidente legitimamente eleito sem dar elementos comprobatórios que eu tenha ferido qualquer inciso da constituição brasileira" esse foi o tom da Presidenta em coletiva nesta sexta-feira (11).

 
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Brasil/Dilma ao Aécio: Pedir renúncia é admitir que impeachment não tem base
11 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, nesta sexta-feira (11), a presidenta Dilma Rousseff rebateu as declarações do presidente nacional do PSDB e candidato derrotado nas urnas em 2014, o senador Aécio Neves, que pediu a renúncia da presidenta.

“A renúncia é um ato voluntário. Aqueles que querem a renúncia estão reconhecendo que não há uma base real para pedir a minha saída desse cargo. Portanto, por interesses políticos de quem quer que seja, por definições de quem quer que seja, eu não sairei desse cargo sem que haja motivo para tal”, afirmou Dilma. “Mesmo porque aqueles que pretendem a minha renúncia deviam proceder de acordo com a Constituição", acrescentou.

“Solicitar a minha renúncia é reconhecer que não existe base para impeachment. Ou então tentem o impeachment, e nós vamos disputar isso, nós vamos discutir com a sociedade, com o país inteiro

Brasil/Membros do Ministério Público (MP) alertam para cumplicidade entre mídia e autoridades

11 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Nota divulgada nesta sexta-feira (11), com a assinatura de promotores e procuradores de diversos estados do Brasil, alerta para o risco de o país retroceder em conquistas obtidas após os anos de ditadura militar, quando viveu um estado de exceção. “Operações midiáticas e espetaculares, muitas vezes baseadas no vazamento seletivo de dados sigilosos de investigações em andamento, podem revelar a relação obscura entre autoridades estatais e imprensa”, diz o texto.  

Confira na íntegra a nota:

O/as Promotores de Justiça, Procuradores/as da República e Procuradores/as do Trabalho abaixo nominados/as, integrantes do Ministério Público brasileiro, imbuídos da defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos direitos fundamentais, individuais e coletivos, previstos na Constituição Federal de 1988, vêm a público externar sua profunda preocupação com a dimensão de acontecimentos recentes na quadra política brasileira, e que, na impressão dos/as subscritores/as, merecem uma reflexão crítica, para que não retrocedamos em conquistas obtidas após anos de ditadura, com perseguições políticas, sequestros, desaparecimentos, torturas e mortes.

1. É ponto incontroverso que a corrupção é deletéria para o processo de desenvolvimento político, social, econômico e jurídico de nosso país, e todos os participantes de cadeias criminosas engendradas para a apropriação e dilapidação do patrimônio público, aí incluídos agentes públicos e privados, devem ser criteriosamente investigados, legalmente processados e, comprovada a culpa, responsabilizados.

2. Mostra-se fundamental que as instituições que compõem o sistema de justiça não compactuem com práticas abusivas travestidas de legalidade, próprias de regimes autoritários, especialmente em um momento

quinta-feira, 10 de março de 2016

Brasil/PELOTÃO DA AERONÁUTICA IMPEDIU O SEQUESTRO POLÍTICO DE LULA?



9 março 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

O Congresso tem a obrigação de esclarecer os fatos que ocorreram no Aeroporto de Congonhas para abortar a tentativa de golpe de qualquer aventureiro.

por Saul Leblon

Carta Maior relutou em transcrever o relato de autoria de Jari Mauricio da Rocha (leia a íntegra nesta pág.) que lança uma luz sobre o elo que faltava no episódio de condução do ex-presidente Lula ao aeroporto de Congonhas pela PF, em 04/03, a mando dos procuradores da Lava Jato.

Não convenceu a ninguém a justificativa para a escolha do local  inusitado  –‘melhor para a segurança do próprio Presidente’, disseram policiais  não fardados que o levaram de sua casa, em São Bernardo, na manhã do dia quatro de março.

A opacidade dos movimentos, ademais do seu arbítrio exclamado, como denunciou um ministro do STF, ganharia cores alarmantes com a informação de que uma aeronave, pronta para decolar rumo a Curitiba, aguardava desde cedo em um hangar de Congonhas.

Retirado de sua casa, como foi, com a desculpa de um depoimento em local seguro, e de lá forçado a embarcar para Curitiba, Lula já não seria mais um ex-presidente constrangido.

Seria vítima de um sequestro político.

Por que,

Brasil/NÃO ERA UM CIRCO, ERA GOLPE DE ESTADO, MAS O MORO...



6 março 2016, Fonte: Facebook Monopólio da Informação -- combata isto (Brasil)
Mas virou um circo porque algo fez o Moro recuar no meio do "espetáculo"! Algo que fez o golpe parar entre a saída da equipe da PF da residência de Lula e sua chegada no aeroporto de Congonhas.

A sequência bombástica de eventos fabricados foi a de um golpe de Estado, não a de um balão de ensaio, como alguns creem. Vejamos os fatos:

a) Na quinta-feira a IstoÉ antecipa sua edição de final de semana, tal qual a Veja na véspera das eleições de segundo turno de 2014, com uma bomba midiática lançada contra Lula ("delação" de Delcídio), tal qual a Veja fez contra Dilma (a "delação" de Youssef que não existia).

No primeiro caso, era um golpe de Estado eleitoral. Neste segundo caso, novamente era golpe político-midiático. Aquele fracassou em parte, no seu âmago, devido a disposição de milhões de pessoas em resistirem ao golpe. Já o fracasso do golpe de março de 2016 - e este, diferente de 2014, fracassou integralmente - não pode ser explicado pela corrida de militantes para Congonhas.

2) Quem estava no comando da ação midiática, o tempo todo, nos dois casos,