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quinta-feira, 10 de março de 2016

Brasil/NÃO ERA UM CIRCO, ERA GOLPE DE ESTADO, MAS O MORO...



6 março 2016, Fonte: Facebook Monopólio da Informação -- combata isto (Brasil)
Mas virou um circo porque algo fez o Moro recuar no meio do "espetáculo"! Algo que fez o golpe parar entre a saída da equipe da PF da residência de Lula e sua chegada no aeroporto de Congonhas.

A sequência bombástica de eventos fabricados foi a de um golpe de Estado, não a de um balão de ensaio, como alguns creem. Vejamos os fatos:

a) Na quinta-feira a IstoÉ antecipa sua edição de final de semana, tal qual a Veja na véspera das eleições de segundo turno de 2014, com uma bomba midiática lançada contra Lula ("delação" de Delcídio), tal qual a Veja fez contra Dilma (a "delação" de Youssef que não existia).

No primeiro caso, era um golpe de Estado eleitoral. Neste segundo caso, novamente era golpe político-midiático. Aquele fracassou em parte, no seu âmago, devido a disposição de milhões de pessoas em resistirem ao golpe. Já o fracasso do golpe de março de 2016 - e este, diferente de 2014, fracassou integralmente - não pode ser explicado pela corrida de militantes para Congonhas.

2) Quem estava no comando da ação midiática, o tempo todo, nos dois casos,

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Brasil/“DEMOCRACIA SEM PARTIDOS”: SONHO OU PESADELO?



10 julho 2013, Teoria e Debate http://teoriaedebate.org.br

Teoria e Debate, Edição 114


Não faz sentido pensar os partidos como os únicos e legítimos representantes do interesse público, principalmente num país de fraca cultura partidária. Mas ao que parece eles ainda são necessários e podem ser úteis para o Brasil, desde que o povo deles se aproprie, fazendo convergir a “vida das ruas” com a das instituições políticas nacionais.

Nas manifestações de rua que pipocaram desde o mês de junho por todas as grandes cidades brasileiras viu-se um fenômeno interessante, mas longe de ser novo: o desejo da extinção dos partidos políticos. Chamaram a atenção, nesse sentido, os atos de agressão a militantes partidários, como também gritos e faixas com os seguintes dizeres: “O Brasil é meu partido” ou “O povo, unido, não precisa de partido”,