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terça-feira, 19 de novembro de 2019

Abya Yala*, Bolivia/Licença para matar: decreto de golpistas autoriza repressão sanguinária ao povo boliviano

16 de novembro de 2019, 18:46 h Atualizado em 16 de novembro de 2019, 22:59

Jeferson Miola*


O colunista Jeferson Miola critica o Decreto do governo golpista da Bolívia que exime as Forças Armadas e as polícias de responsabilidades criminais pela repressão brutal contra o povo boliviano. "É urgente um pronunciamento do Conselho de Segurança da ONU e o rechaço de toda a comunidade internacional ao golpe promovido pelos EUA na Bolívia e que está causando

terça-feira, 14 de abril de 2015

Uruguay/Eduardo Galeano, el escritor que rescató la memoria de América

13 abril 2015, Infojus Noticias--Agencia Nacional de Noticias Jurídicas http://www.infojusnoticias.gov.ar (Argentina)

Por: Infojus Noticias

Murió esta mañana en Montevideo, después de tres días de internación. Tenía 74 años y una obra que marcó a varias generaciones. "Soy un escritor que quisiera contribuir al rescate de la memoria secuestrada de toda América, pero sobre todo de América Latina, tierra despreciada y entrañable" escribió.


El escritor y periodista uruguayo Eduardo Galeano, autor de obras como "Las venas abiertas de América Latina" y de otras que indagan en las raíces de la realidad latinoamericana, murió esta mañana en Montevideo, su ciudad natal, a los 74 años y después de tres días de internación. Tenía cáncer de pulmón desde hacía varios años.

"Soy un escritor que quisiera contribuir al rescate de la memoria secuestrada de toda América, pero sobre todo de América Latina, tierra despreciada y entrañable" escribió. Fue uno de los cronistas de trayectoria más incisiva, inteligente y creadora de América Latina. Su producción, traducida a más de

quinta-feira, 19 de março de 2015

?QUE DICE EL ESTADO DEL VATICANO DEL DECRETO DE OBAMA CONTRA VENEZUELA?

16 marzo 2013, Periodista Digital http://blogs.periodistadigital.com

Es importante que el Estado del Vaticano que, recién, firmo un pacto secreto con Estados Unidos diga al mundo lo que piensa de este decreto de Obama el cual corresponde a una verdadera declaración de guerra. Hay cristianos, sacerdotes, obispos y religiosas que ya hicieron conocer lo que piensan de este Decreto d’Obama contra Venezuela.

El cardenal Urosa de Venezuela hizo una declaración al respecto diciendo que “le parece como una exageración de que Estados Unidos considere Venezuela como una amenaza a su seguridad. No entra en los detalles del Decreto tampoco el carácter intervencionista de este mismo. Tiene el lenguaje de uno que se dirige a un aliado y que se ve en la obligación de decir algo para el pueblo de Venezuela. Ya, es algo y hay que verlo como positivo, pero la credibilidad y la fuerza para que influyen sobre el desarrollo de este conflicto quedan prácticamente nulos. Este cardenal tiene desde tiempo la reputación de un colaborador activo con los adversarios del gobierno y del pueblo que lo acompaña. Los primeros son socialistas, marxistas, comunistas y los segundos son “populismo”.

Vale la pena recordar aquí la declaración de las hermanas del Sagrado corazón de Jesús. El lenguaje de la intervención de estas hermanas no tiene nada que ver con el lenguaje del cardenal.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Honduras/COMUNICADO DEL FRENTE NACIONAL DE RESISTENCIA CONTRA EL GOLPE DE ESTADO


28 septiembre 2009 / http://www.contraelgolpedeestadohn.blogspot.com/

Comunicado No. 26

El Frente Nacional de Resistencia Contra el Golpe de Estado, comunica al pueblo hondureño y a la comunidad internacional:

1. Que amparados en el Artículo 3 de la Constitución de la República de Honduras, condenamos, rechazamos y desconocemos la totalidad del decreto ejecutivo PCM-M-016-2009, divulgado en cadena nacional el día lunes 27 de septiembre de 2009 por el régimen de facto de Honduras, mediante el cual intentan restringir las garantías constitucionales de la población hondureña en resistencia, durante un período de 45 días, siendo esto una demostración más de las violaciones a derechos humanos perpetrados por la dictadura encabezada por Roberto Micheletti y sostenida por el ejército y la policía nacional, con el financiamiento de la derecha empresarial.

2. Que condenamos y rechazamos enérgicamente el cobarde asalto armado que ejecutó el régimen de facto contra las instalaciones de Cholusat-Sur Canal 36 y Radio Globo, medios de comunicación independientes que han acompañado la lucha popular contra el golpe de Estado, divulgando nacional e internacionalmente los hechos nefastos acaecidos en este período oscuro de la historia nacional, por lo cual declaramos nuestra solidaridad y apoyo en todas las formas posibles a nuestro alcance.

3. Que exhortamos al digno pueblo hondureño en Resistencia a no dejarnos atemorizar por las acciones ilegales del régimen golpista, que intenta a toda costa paralizar la lucha popular para consolidarse en el poder y continuar con el desprecio, explotación y humillación a que nos han tenido sometidos.

4. Que renovamos nuestro compromiso de mantener la lucha popular, hasta lograr la refundación de Honduras como país en ruta hacia la liberación de las oligarquías que han oprimido históricamente al pueblo hondureño.
Tegucigalpa, 28 de septiembre de 2009

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

MICHELETTI IMPÔS ESTADO DE SÍTIO (SECRETO!) EM HONDURAS



Bandeira de protesto em manifestação pró-Zelaya

28 setembro 2009/Vermelho http://www.vermelho.org.br

O governo golpista de Roberto Micheletti decretou o estado de sítio em todo o território de Honduras, suspendendo as liberdades constitucionais de expressão, de imprensa, de associação e união, de livre circulação e os direitos dos presos. A medida foi tomada no Conselho de Ministros na terça-feira (22), um dia depois da volta do presidente Manuel Zelaya, mas só publicada pelo diário oficial no sábado, e numa edição que permaneceu secreta até o anoitecer deste domingo (27).

Em uma leitura brasileira, o Decreto de Micheletti pode ser comparado ao Ato Institucional Nº 5 da ditadura brasileira: um golpe dentro do golpe, prenunciando uma fase ainda mais sinistra e liberticida, dentro de uma escalada ditatorial.

Ao mesmo tempo, é uma prova de fogo para os homens públicos e os meios de comunicação que vinham flertando com os gorilas de Tegucigalpa, um pouco por toda a América latina, a exemplo das Organizações Globo no Brasil. Assim como é uma confissão muda do quanto o retorno do presidente Zelaya abalou os fundamentos do regime de 28 de junho.

Liberdades constitucionais suspensas
O estado de emergência tem de 45 dias: ou seja, vai até duas semanas antes das eleições marcadas para 22 de novembro, que os golpistas apresentam como promessa de normalização. Até lá, suspende a vigência de cinco artigos da Constituição hondurenha, a saber:

Artigo 69: "A liberdade pessoal é inviolável e apenas dentro da lei poderá ser restringida ou suspendida temporariamente".

Artigo 72: "É livre a expressão de pensamento por qualquer meio de difusão, sem censura prévia".

Artigo 78: "Garante-se as liberdades de associação e de reunião sempre que não sejam contrárias à ordem pública e aos bons costumes".

Artigo 81: "Toda pessoa tem direito de circular livremente, sair, entrar e permanecer no território nacional. Ninguém pode ser obrigado a mudar de domicílio ou residência, exceto em casos excepcionais e dentro da lei".

Artigo 84: "Ninguém pode ser preso ou detido, exceto em virtude de mandato escrito de autoridade competente, expedido com as formalidades legais e por motivo previamente estabelecido na lei".

O Artigo 4º do Decreto ordena: "Deter toda pessoa que seja encontrada fora do horário de circulação estabelecido, ou de alguma maneira se presuma como suspeitosa por parte das autoridades policiais e militares". Linhas abaixo, um detalhe sinistro: "todo recinto policial do país" manterá um registro dos presos políticos, "fazendo constar o estado físico do detido, para evitar futuras denúncias por supostos delitos de tortura".

Rádio e TV na mira de Micheletti
Uma das medidas ditatoriais do chamado Decreto Executivo PCM-M-016-2009 autoriza a Polícia nacional e as Forças Armadas a "suspender qualquer rádio-emissora, canal de televisão ou sistema a cabo que não ajuste sua programação às presentes disposições" – ou seja, "que ofendam a dignidade humana, a funcionários públicos, ou atentem contra a lei e as resoluções governamentais, ou de qualquer modo atentem contra a par e a ordem pública".

A imprensa hondurenha pró-golpe, ao noticiar o decreto, citou a Rádio Globo e o Canal 36 de TV como em vias de serem fechados. O site do diário ultramichelettista El Heraldo acusa os dois veículos de "fortes críticos do governo de Roberto Micheletti" e, suprema ilegalidade, de "transmitirem constantemente declarações de Manuel Zelaya".

O Decreto secreto só veio a público graças à Rádio Globo e ao Canal 36, que noticiaram seu conteúdo. O assunto chegou a ser indagado durante a coletiva de imprensa neste domingo, em que Carlos López Contreras, o chanceler golpista, ameaçou a embaixada do Brasil de "perder sua condição diplomática" dentro de de dias. Uma jornalista estrangeira perguntou "se é verdadeiro um certo rumor que corre por Tegucigalpa", de suspensão das liberdades civis. Contreras, cinico, respondeu: "Não tenho conhecimento".

Logo depois da coletiva, as primeiras xerocópias do Estado de Sítio começaram a vazar para os correspondentes estrangeiros. Constatou-se então que a assinatura de Contreras figura em terceiro lugar no Decreto Executivo. E o Decreto secreto veio à luz, em sua monstruosa feiura.

"Duas páginas que dão medo"
Pablo Ordaz, jornalista enviado a Tegucigalpa pelo diário espanhol El País – insuspeito de simpatias esquerdistas – comentou: "O Decreto Executivo PCM-M-016-2009 ocupa apenas duas páginas, mas são duas páginas que dão medo. Porque no final o que assinalam é que a liberdade dos cidadãos fica, a partir de agora, por 45 dias, à mercê dos militares e policiais a quem Micheletti deu carta branca."

O regime de Micheletti argumentou, em defesa de seu decreto, que as liberdades constitucionais podem ser suspensas, com base no Artigo 187 da Carta Magna hondurenha. Esta prevê a exceção "em caso de invasão do território nacional, perturbação grave da paz, epidemia ou qualquer outra calamidade geral". O Artigo seguinte (188), deixa claro que em tais casos vige a Lei de Estado de Sítio.

O presidente Zelaya – que, por ironia, os michelettistas acusam de violar a Constituição – ficou sabendo do Decreto na embaixada do Brasil, onde se abriga desde seu retorno a Honduras, dia 21. Para Zelaya, "é uma barbaridade que indigna".

O presidente eleito voltou a estimular seus seguidores à resistência pacífica. A Resistência planejou para esta segunda-feira um grande protesto na capital, assinalando três meses do golpe.

Veja também:

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Clique aqui para ter acesso à Constituição da República de Honduras (em espanhol)

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Solicitan a Interpol captura de líderes indígenas peruanos

27 agosto 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

Según la jueza que interpuso la solicitud, a los líderes indígenas ''se les imputa haber hecho en mayo apología a la sedición y motín”. Los dirigentes impulsaron protestas, en vista de no percibir ''ninguna voluntad política'' por parte del Gobierno, en exigencia de la derogación de unas leyes que consideran lesivas a sus derechos.

Un tribunal peruano solicitó este jueves la captura de dirigentes indígenas, asilados en Nicaragua desde el pasado mes de junio cuando el Gobierno de Álan García ordenó capturarlos por ser los promotores de una protesta que duró más de dos meses en la nación, organizada para defender a la Amazonia y derechos étnicos, y que terminó en una masacre, cuando fuerzas policiales arremetieron contra los manifestantes.

La medida abarca al líder amazónico Alberto Pizango, a los hermanos Saúl y Cervando Puerta, y a Marcial Mudarra y Teresita Antazú, defensores de los derechos étnicos.

Pizango y los hermanos Puerta recibieron asilo político del gobierno de Daniel Ortega y se encuentran desde junio en Managua, mientras que se desconoce el paradero de las otras dos personas.

Los cinco dirigentes fueron procesados por la jueza del 37º juzgado penal de Lima, Carmen Arauco, por los delitos de sedición y motín en agravio del Estado.

Arauco reclama en la solicitud que hizo ante la Interpol la "inmediata ubicación y captura a nivel internacional, con detención preventiva y posterior extradición vía diplomática" de los asilados.

Según la jueza "se les imputa haber hecho en mayo apología a la sedición y motín, ensalzando a la comunidad nativa a adoptar conductas violentas y radicalizar la protesta que se realizaba en Bagua" (noreste).

Los procesados integran la Asociación Interétnica de la Selva Peruana (Aidesep), institución que lideró protestas en la nación que comenzaron el 9 de abril y permanecieron hasta junio, en exigencia de la derogación de unos decretos que consideraron lesivos a sus derechos.

Entre los reglamentos que rechazaron cerca de 60 etnias amazónicas, estuvo la Ley Forestal y de Fauna Silvestre y la Ley de Recursos Hídricos.

Los nativos insistieron en que esas legislaciones vulneraban sus derechos a la propiedad y el control sobre sus propios recursos naturales. También se opusieron a los tratados de libre comercio con Estados Unidos y Chile.

El fin de la protesta indígena se produjo después del pasado cinco de junio, cuando cerca de 40 personas murieron y otro centenar resultó herido en una manifestación que se desarrollaba en las provincias peruanas Bagua y Utcubamba, del norte del país, producto de acciones represivas policiales; hecho que se conoció como la masacre de la Amazonia peruana.

Posterior al genocidio, el Congreso de Perú derogó el 18 de junio, los decretos legislativos 1090 y 1064, que se refieren a la explotación de los recursos de la Amazonia.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Perú/Sólo 21 por ciento de los peruanos apoyan a Alan García

El apoyo a García alcanzó un 21 por ciento, nueve puntos porcentuales menos que en mayo, en la tercera caída sucesiva mensual en la aprobación del mandatario, el más bajó desde noviembre y septiembre del año pasado, cuando cayó hasta un 19 por ciento en ambas ocasiones.

22 junio 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

El presidente de Perú, Alan García, vive en este mes la desaprobación más alta desde noviembre 2008, luego del error admitido al promover el proyecto de Ley que pretendía la explotación de los recursos naturales de la Amazonia de esa nación, finalmente obligada a derogar tras las protestas de los indígenas.
De acuerdo con una encuesta nacional Ipsos Apoyo, los ciudadanos de ese país culpan al presidente de la muerte de más de 40 personas al ordenar la represión de las concentraciones efectuadas entre mayo y junio.
El apoyo a García alcanzó un 21 por ciento, nueve puntos porcentuales menos que en mayo, en la tercera caída sucesiva mensual en la aprobación del mandatario, el más bajó desde noviembre y septiembre del año pasado, cuando cayó hasta un 19 por ciento en ambas ocasiones.
"La mayor parte de la población simpatiza con la posición de las comunidades nativas y considera que el Gobierno debió consultarlas antes de promulgar los cuestionados decretos legislativos, dijo el director de Ipsos Apoyo, Alfredo Torres.
"El presidente y su ministra del Interior son señalados como los principales responsables de las muertes ocurridas el 5 de junio. La desconfianza es de tal magnitud que la mayoría asegura que en los enfrentamientos murieron más nativos que policías", agregó.
La semana pasada el mismo mandatario asumió su error ante el país y ordenó al Congreso la derogación de los decretos 1090 y 1064, que se refieren a la explotación de los recursos de la Amazonia.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Bolivia/Gobierno declara feriado nacional día del Solsticio de Invierno

Agencia Boliviana de Información (ABI) http://www.abi.bo

La Paz, 17 junio 2009 (ABI) - El gobierno de Bolivia declaró, por vía de un decreto expedido el miércoles, feriado nacional inamovible la celebración ancestral del Solsticio de Invierno (Año Nuevo ancestral), el día que el sol alcanza su posición más distante del extremo austral del planeta y que en la cosmovisión andina se conmemora cada 21 de junio, de acuerdo con el calendario gregoriano.

El ministro de Culturas, Pablo Groux, explicó que varias culturas celebran el Año Nuevo a mediados de junio y que el gobierno hace oficial una costumbre de los pueblos originarios del país, basada en una constatación científica.

"Se declara feriado inamovible el 21 de junio de cada año con suspensión de actividades públicas y privadas en todo el territorio del Estado plurinacional de Bolivia, con motivo de celebrarse el Solsticio de Invierno. La definición de inamovilidad quiere decir que en aquellos años donde el 21 de junio coincida con el día domingo, no se va a trasladar la suspensión de actividades al día lunes (siguiente)", indicó Groux.

El domingo los andinos bolivianos celebrarán el año 5517.

En la cultura andina de Bolivia, el Solscticio se celebra, principalmente, en la ciudadela de Tiwanaku (a 80 km de La Paz, donde se festeja el Willkakuti o el retorno del sol, en Samaipata (Santa Cruz, la fiesta del Yasitata Guasu Koe Mbiya o Lucero del Amanecer para los guaraníes) o Incallajta (Cochabamba donde se rinde tributo al Inti Watana).

La principal celebración coronada por una concentración tiene lugar en Tiwanaku, epicentro de la cultura más longeva de América Latina y cuyas ruinas, provenientes de un estadio de tal civilización, entre los siglos VII al XI, constituyen en la actualidad uno de los más potentes atractivos turísticos de los Andes de Bolivia.

Preceden a esta declaratoria, la aplicación de la nueva Constitución en los artículos vinculados al régimen cultural, donde se establece la recuperación y el respeto de los mitos, valores, tradiciones culturales de los pueblos indígenas originarios campesinos, siendo deber fundamental desde el Estado, su preservación, promoción y difusión.

El decreto considera, paralelamente, la Declaración de las Naciones Unidas Sobre los Derechos de los Pueblos Indígenas, ratificada en 2007 por el Estado boliviano.

La Declaración establece que los pueblos indígenas tienen derecho a practicar y revitalizar sus tradiciones y costumbres culturales; derecho a mantener, proteger y desarrollar las manifestaciones pasadas, presentes y futuras de sus culturas.

Naciones Unidas reafirma que los pueblos indígenas tienen derecho a manifestar, practicar, desarrollar y enseñar sus tradiciones, costumbres y ceremonias espirituales y religiosas.

"Es también una constatación científica porque el fenómeno astronómico de Solsticio, representa en la mayoría de las culturas ancestrales del mundo entero, una ritualidad importante", señaló.

En virtud del decreto expedido este miércoles Bolivia, donde habitan 36 culturas, celebrará, oficialmente, el advenimiento del nuevo año, el 1 de enero, de acuerdo con el calendario gregoriano, y también el 21 de junio, según los marcapasos de la cosmovisión andina.

El Solsticio de Invierno marca el momento del año en que hemisferio del sur alcanza su punto más distante del sol, lo que culturas ancestrales interpretan como el inicio de un nuevo ciclo agrícola.