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quinta-feira, 6 de março de 2014

Moçambique/Governo reitera que “renda não é distribuída apenas em dinheiro”

5 março 2014, Portal do Governo (Moçambique)

Maputo (AIM) – O Primeiro-Ministro (PM) moçambicano, Alberto Vaquina, reitera que as políticas de distribuição gratuita de bens de consumo ou prática de preços acessíveis são outras vias de distribuição de rendimento para o benefício da maioria da população.

Falando hoje, em Maputo, no parlamento moçambicano, na sessão reservada as informações do governo, Vaquina sublinhou que “a renda não é distribuída directamente em forma de dinheiro” .

“A distribuição do rendimento nacional é, pois, feita através de contribuições de empresas para o investimento em infra-estruturas e serviços públicos como

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Novos projectos de infra-estruturas com assinatura da China avançam nos países de língua portuguesa



25 novembro 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

 

Angola, Moçambique e Cabo Verde assistiram nas últimas semanas ao lançamento de novos projectos de infra-estruturas, como barragens e estradas, de que irão recolher os benefícios nos próximos anos.

Numa altura em que Angola procura expandir a sua capacidade de produção de electricidade, em particular no interior do país, a China Gezhouba Corporation (CGGC) assinou no início do mês um contrato com o governo de Angola para remodelar e expandir uma barragem na Lunda Norte.

O contrato prevê

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Angola/Governo de Angola vai recuperar 12 mil quilómetros de estradas até 2012

Luanda, Angola, 27 junho 2008 - O ministro das Obras Públicas, Higino Carneiro, anunciou quinta-feira, em Luanda, a intenção do governo de construir ou reconstruir cerca de 1500 pontes de médio e grande porte, assim como recuperar mais de 12 mil quilómetros da rede nacional de estradas até 2012.

Falando na sessão de abertura do II Congresso Africano de Estradas, que decorre de 26 a 28 deste mês no Centro de Convenções Talatona, o governante sublinhou que o governo tem vindo a desenvolver um amplo programa de reconstrução nacional de infra-estruturas rodoviárias.

Segundo disse, o Instituto de Estradas de Angola (INEA) está a promover agora a actualização dos estatutos das estradas nacionais e o plano rodoviário nacional.

Na mesma ocasião, o presidente da Assembleia Nacional, Roberto de Almeida, anunciou que o governo pretende asfaltar quatro mil quilómetros de estrada até ao final deste ano, no intuito de estabelecer a ligação rodoviária entre as capitais provinciais.

O presidente da Assembleia recordou que em 1975, ano da independência, havia em Angola cerca de oito mil quilómetros de estradas asfaltadas, e que em 2005, início activo do programa de recuperação definitiva das infra-estruturas rodoviárias, esse património estava ainda quase totalmente destruído.

De acordo com Roberto de Almeida, Angola pretende transformar-se num importante ponto de passagem africana desde o Sul ao Norte e do Atlântico ao Índico, por isso o governo angolano consignou nas suas estratégias os grandes objectivos africanos, consubstanciados na unificação do continente por estrada.(macauhub)

terça-feira, 10 de julho de 2007

Moçambique/Estradas recebem financiamento do BIRD


O Banco Mundial (BIRD), através da Associação para o Desenvolvimento Internacional (IDA), vai disponibilizar a Moçambique 100 milhões de dólares destinados a financiar a implementação da segunda fase do Programa Integrado do Sector de Estradas (PRISE), cujo lançamento oficial ocorreu em Março último. Ontem, o Ministro do Plano e Desenvolvimento, Aiuba Cuereneia, e o director regional do BIRD, Michael Baxter, assinaram, em Maputo, os documentos que formalizam a concessão do crédito.

Maputo, 10 Julho 2007 - Um dos principais objectivos do PRISE é a reabilitação e/ou a construção de mais estradas e pontes em vários pontos do país, aumentando, desta forma, a percentagem da população rural com acesso às rodovias em condições de transitabilidade. Ele enquadra-se também nos esforços do Governo para prover o país de infra-estruturas adequadas, enquanto factor essencial na luta contra a pobreza, através da criação de oportunidades para o aumento da actividade económica.

A propósito, o Ministro do Plano e Desenvolvimento, Aiuba Cuereneia, disse, no acto da assinatura dos documentos, que as estradas construídas, reabilitadas ou mantidas no âmbito da implementação do projecto terão um efeito multiplicador na economia do país, através do combate à redução da pobreza. Ademais, conforme referiu, se se tomar em linha de conta a localização costeira de Moçambique, que coloca o país numa posição estratégica em relação aos países do “hinterland”, esse efeito multiplicador será ainda maior, porque, segundo afirmou, os países da região que dependem das infra-estruturas moçambicanas para materializar as suas operações de importação e exportação verão aumentados e diversificados os meios pelos quais podem realizar as suas importantes operações económicas.

O projecto de gestão e manutenção de estradas e pontes no país, compreende cinco componentes fundamentais, nomeadamente o melhoramento da cobertura e condições das rodovias e pontes no território nacional e o fortalecimento da capacidade institucional do Governo para gerir e administrar o sector de transportes. Outras são o estabelecimento do mecanismo financeiro para a manutenção de estradas, a promoção contínua do uso de recursos locais na construção e gestão de estradas e o melhoramento da segurança do transporte rodoviário.

Orçado em pouco mais de um bilião de dólares e cujas despesas anuais estão estimadas em 347 milhões de dólares, o PRISE 2007/9 enquadra-se também nas estratégias do BIRD de apoio ao país e do Governo para o sector no período de 2007/11. Trata-se de um projecto inovativo em muitos aspectos e que será executado numa verdadeira abordagem sectorial alargada conduzida pelo Executivo moçambicano.

Pela primeira vez no sector de estradas criou-se um fundo comum de cerca de 300 milhões de dólares para o financiamento da manutenção e despesas gerais. Ele é financiado pelo Fundo de Estradas do Governo e parceiros de cooperação, incluindo o BIRD.

Sobre o facto, o director regional daquela instituição financeira internacional, Michael Baxter disse que se a experiência for bem sucedida, há muita probabilidade de os parceiros avançarem completamente para o modelo de apoio orçamental ao sector na próxima fase. No entanto, destacou a necessidade de o processo de reestruturação agora em curso, a cargo da Administração Nacional de Estradas (ANE), ser implementado de forma célere e eficiente, uma vez que, segundo afirmou, o mesmo constitui a principal condição de efectividade do crédito, sem a qual a implementação do projecto poderá conhecer demoras.

Igualmente, segundo afirmou, o Fundo de Estradas, entidade responsável pela gestão financeira do programa, merece uma atenção especial na implementação do PRISE. “A boa governação na execução do programa é igualmente da mais alta importância, por forma a garantir que os parceiros de cooperação continuem a apoiar o sector com a mesma robustez até aqui demonstrada”, disse. (Noticias)