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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Moçambique/Previsão do governo: Economia vai crescer sete por cento em 2016

10 dezembro 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

Moçambique poderá registar um crescimento económico de sete por cento no próximo ano, segundo as previsões do Governo avançadas ontem, em Maputo, pelo Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário.

Falando no Parlamento, durante a apresentação das propostas do Plano Económico e Social e do Orçamento do Estado para 2016, Carlos Agostinho do Rosário explicou que apesar de factores adversos a economia moçambicana continuará a crescer de forma sustentável no ano que vem.

O crescimento económico é medido pelo Produto Interno Bruto (PIB), a ser impulsionado pelo desempenho positivo previsto nos sectores de agricultura, electricidade e gás, construção, comércio, indústria extractiva, transportes, pescas e serviços financeiros.

Nos objectivos macro-económicos para o ano de 2016, o Governo pretende, igualmente, manter a taxa média de inflação controlada em torno de

terça-feira, 9 de junho de 2015

A CPLP E O MAR

9 de Junho, 2015 Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

A economia do mar é  hoje  um assunto que interessa a  muitos Estados. Em  tempo de crise,  ainda não superada ainda por vários países, o tema  tem  suscitado  as atenções de Governos, que  têm estabelecido politicas públicas  no sentido de potenciar um recurso  que pode contribuir grandemente para resolver  muitos problemas económicos.

O mar tem imensos recursos  e, em tempo diversificação de economias  naqueles países que  dependem excessivamente do petróleo , compreende-se que vários Estados estejam agora a considerar  investimentos  numa área  que pode  ajudar  a dar oportunidades a agentes económicos  e consequentemente  reduzir o desemprego.

O combate ao desemprego preocupa muitos Governos , que  adoptam políticas de incentivo à criação de pequenas e médias empresas , de modo a aumentarem os postos  de trabalho.

O emprego é uma das questões centrais  de muitos Estados e não é por acaso que há países com departamentos ministeriais  para tratar  especificamente  de questões relativas ao acesso  ao mercado de trabalho.

A economia do mar  é  uma área  a que  se está a dar

sábado, 8 de novembro de 2014

BRICS, БРИКС/Quatro BRICS aparecem entre os sete mais ricos do mundo

29 outubro 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

A Rússia, da capital Moscou, é o sexto país mais rico do mundo, segundo o FMI
China, Índia, Rússia e Brasil estão no Top10 do FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou este mês a lista dos 10 países mais ricos do mundo segundo a sua base de dados. O ranking dos maiores Produtos Internos Brutos é encabeçado pela China, com US$ 17,632 trilhões, e tem outros três

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

AngolaPIB "per capita" mais do que duplica em cinco anos

Luanda, Angola, 11 agosto 2008 - O Produto Interno Bruto "per capita" de Angola passou de 1500 dólares em 2002 para 3500 dólares em 2007, afirmou o director do gabinete de estudos do Ministério das Finanças, Manuel da Costa, citado pelo Jornal de Angola.

Entre 2004 e 2007, a economia angolana registou um crescimento de 92,4 por cento em termos reais e, num horizonte de apenas quatro anos, a economia quase duplicou o valor do seu Produto Interno Bruto (PIB), tendo uma taxa média anual de variação real de aproximadamente 17,8 por cento.

Só em 2007, a economia angolana absorveu 24,6 mil milhões de dólares em investimentos públicos e privados, o que representa aproximadamente o triplo do ano anterior, em que o mercado recebeu 8,6 mil milhões de dólares.

Deste montante, o Governo investiu 7,4 mil milhões, contra 5,8 mil milhões no ano anterior, enquanto o sector privado investiu 17,2 mil milhões contra 1,2 mil milhões de dólares de 2006.

Em termos de afectação de recursos por sector, 27,3 por cento da despesa total do Orçamento Geral do Estado/2005 foi para o sector social e em 2007 esse valor aumentou para 35,5 por cento.

Em termos de variação real, disse, de 2004 a 2005 a despesa para o sector social aumentou 121,6 por cento, de 2005 a 2006 aumentou 48,9 por cento, e de 2006 a 2007 aumentou 34,9 por cento.

No período de 2006/2007, a despesa para a educação aumentou 53 por cento, enquanto que para a saúde aumentou 62 por cento, facto que permitiu melhorar os indicadores de desenvolvimento humano, como a esperança de vida à nascença, o índice de educação e a taxa de alfabetização.
(macauhub)

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Brasil / Resultado do PIB mostra rota de crescimento sustentável do país, diz presidente do Banco Central

Flávia Meirelles / Repórter da Agência Brasil

São Paulo, 18 Junho 2007 - O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, voltou a afirmar hoje (18) que os números do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas do país) do segundo trimestre mostram "claramente" que o Brasil está em uma rota de crescimento sustentável, sendo que a "força" do investimento e do consumo das famílias são dois componentes essenciais para a continuidade do crescimento.

"O importante é que isso seja sustentável. Estamos vendo os analistas que estão revisando suas projeções de crescimento para 2007 para cima. Em resumo acho que estamos na rota correta”, disse, em palestra na Câmara Americana de Comércio (Amcham).

Segundo ele, o setor externo teve uma contribuição negativa para o câmbio. Embora haja margem para o ajuste, tempo para isso dependerá das condições internacionais.

“O mais importante é que, ao contrário do passado, quando isso acontecia, hoje não temos mais o risco de uma crise. O Brasil tem condições e tempo para aumentar o investimento, a produção e com o tempo ir fechando essa contribuição negativa”.

Sobre o impacto das medidas anunciadas pelo governo no último dia 8 para frear a valorização do real frente ao dólar norte-americano, Meirelles afirmou que as ações eram "prudenciais" e que as expectativa não era influenciar a queda do dólar.

"É preciso entender que os fatores hoje no Brasil são globais e que eventos no mundo inteiro influenciam as cotações no Brasil, que está cada vez mais inserido na economia mundial”.

Por fim, Meirelles ressaltou que a previsibilidade atingida pelo Brasil com a estabilidade econômica garante mais investimentos estrangeiros. "No momento em que o Brasil é um país com inflação na meta e com previsões de que continuará na meta nos próximos anos, com saldo comercial sólido, reservas internacionais crescentes, situação fiscal sólida, relação dívida/PIB caindo, tudo isso faz com que a situação do Brasil seja muito mais previsível. Portanto, os investimentos aumentam, inclusive os investimentos estrangeiros”.

http://www.radiobras.gov.br/