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segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Moçambique/DESAFIO É LIGAR PME’S AOS GRANDES PROJECTOS
terça-feira, 18 de março de 2014
ACWA: O projecto energético bilionário em Moçambique
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Moçambique/Guebuza por maior acesso à energia solar
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Moçambique/HCB: Documentos da segunda prestação já foram assinados
O atraso foi motivado por um problema técnico relacionado com a África do Sul, uma das partes envolvidas no acordo, que impediu que a segunda prestação a pagar ao Estado português, no valor de 700 milhões de dólares (471 milhões de euros), fosse formalizada, segundo fonte do Ministério das Finanças. O ministro da Energia de Moçambique, Salvador Namburete, confirmou a concretização do processo.
"O "deal" está fechado e a transacção vai avançar", afirmou o governante. Os documentos foram assinados em Maputo pelo ministro das Finanças português, Fernando Teixeira dos Santos, e os representantes do consórcio bancário que financia a operação (BPI/Calyon), tendo depois o governante seguido para o Songo, onde vários chefes de Estado se encontram para a cerimónia da assinatura do acordo.
A cerimónia de comemoração da reversão da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) para Moçambique realiza-se hoje no distrito de Songo (centro), onde se localiza o empreendimento, com o descerramento de uma lápide comemorativa, cultos religiosos e actividades culturais.
Com a formalização da transferência para Portugal dos 700 milhões de dólares (471 milhões de euros), o Estado moçambicano passará a deter 85 por cento da HCB e o Estado português 15 por cento.
No âmbito do acordo de reversão da HCB assinado a 31 de Outubro de 2006, em Maputo, pelo Presidente moçambicano, Armando Guebuza, e pelo primeiro-ministro português, José Sócrates, Portugal já recebeu 250 milhões de dólares (168 milhões de euros).
A soma total da transferência, depois da próxima tranche, atingirá 950 milhões de dólares (640 milhões de euros).
Além do Presidente Guebuza, participam na cerimónia o ministro das Finanças português, Teixeira dos Santos, os chefes de Estado Robert Mugabe, do Zimbabué, Levy Mwanawassa, da Zâmbia, Festus Mogae, do Botsuana, a vice-presidente sul-africana, Phumzile Mlambo-Ngcuka, e o primeiro-ministro da Suazilândia, Barnabas Dlamini. (Notícias Lusófonas)
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Moçambique/Sete chefes de Estado africanos dia 27 de Novembro no Songo para passagem da gestão de Cahora Bassa

Maputo, Moçambique, 13 novembro 2007 - Sete chefes de Estado da África Austral deverão deslocar-se ao Songo, província de Tete, para participarem dia 27 do corrente na cerimónia de passagem para Moçambique da gestão da Hidroeléctrica de Cahora Bassa.
O jornal Notícias, de Maputo, adianta que para além do presidente moçambicano Armando Guebuza e do primeiro-ministro português José Sócrates está confirmada a presença do secretário executivo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), Tomaz Salomão.
A 30 de Outubro último Moçambique notificou o Governo português, comunicando formalmente que estão criadas as condições para a conclusão do processo de transferência do controlo sobre a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) no tempo previsto nos acordos rubricados o ano passado entre os dois Estados.
O entendimento alcançado entre as partes determinava que até 31 de Outubro de 2007 Moçambique deveria notificar aquele país comunicando a criação de condições para a conclusão do dossier, cujas negociações duraram algumas décadas.
Ao abrigo do acordo, Moçambique tem de pagar a Portugal 950 milhões de dólares, 250 milhões dos quais foram entregues no dia da assinatura do acordo entre o Presidente Armando Guebuza e o primeiro-ministro português, José Sócrates, a 31 de Outubro de 2006.
Após o pagamento dos 700 milhões de dólares, Moçambique passará a deter 85 por cento do capital social da HCB (contra 18 por cento anteriormente), cabendo a Portugal uma participação de 15 por cento (contra 82 por cento anteriormente), com o compromisso de alienar, futuramente, cinco por cento das suas acções a um comprador indicado ou aprovado por Moçambique. (macauhub)