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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Angola e Uruguai/Projecto a "Rota dos Escravos" na agenda cultural do Uruguai

3 novembro 2016, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

O estreitamento dos laços de cooperação no domínio cultural entre Angola e Uruguai foi analisado durante uma audiência concedida pela ministra da Cultura, Carolina Cerqueira, ao embaixador Alvaro Gonzalez Otero.

Na ocasião, Alvaro Gonzalez Otero destacou a necessidade da interactividade cultural entre os dois países, o reforço dos laços comuns, refazendo o percurso através de um projecto de pesquisa documental sobre a “Rota de Escravos” e

terça-feira, 18 de março de 2014

ACWA: O projecto energético bilionário em Moçambique

17 março 2014, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz (Moçambique)

A futura ACWA Power Moatize Termoeléctrica (APMT), em Tete, será um dos maiores investimentos da história de Moçambique, mas também apenas o início de uma vaga de novas centrais eléctricas alimentadas a carvão.

A ACWA Power Moatize Termoeléctrica é um consórcio que reúne o grupo brasileiro Vale, a Mitsui do Japão, a ACWA Power da Arábia Saudita, além dos accionistas domésticos Electricidade de Moçambique (5%) e Whatana (8%), sociedade de investimento liderada por Graça Machel.

“Este projecto com um custo estimado em mil milhões de dólares representará

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

China apoia desenvolvimento de infra-estruturas em Cabo Verde

Praia, Cabo Verde, 31 agosto 2009 – A China vai apoiar projectos de desenvolvimento de infra-estruturas em Cabo Verde, nomeadamente de habitação social, energia, fabrico de cimentos e recuperação dos estaleiros navais Cabnave, num total superior a 240 milhões de dólares.

Para o efeito, o governo de Cabo Verde, que aspira a tornar-se numa das zonas económicas especiais da China em África, assinou na semana passada com o novo representante diplomático de Pequim no arquipélago um acordo para a criação de uma Comissão Conjunta de Cooperação Económica, Comercial e Técnica.

Segundo refere nota do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades de Cabo Verde, o acordo tem em vista o “estabelecimento de um mecanismo regular de diálogo de desenvolvimento e cooperação, consubstanciado num instrumento programático de cooperação que engloba empréstimos sem juros, comerciais e projectos de investimento”.

Da carteira de projectos, adianta, constam a construção de habitação social nas ilhas de Santiago, S. Vicente, Boa Vista, Maio e Sal, que irá beneficiar de um financiamento de cerca de 100 milhões de dólares.

Entre os projectos bilaterais estão ainda a cimenteira de S. Cruz, avaliada em 65 milhões de dólares, bem como a recuperação dos estaleiros da Cabnave, que deverá custar entre 60 a 65 milhões de dólares.

Igualmente contemplada é a renovação da central eléctrica (Praia), projecto avaliado em 10 milhões de dólares, segundo a nota do governo cabo-verdiano.

Paralelamente, o ministro cabo-verdiano dos Negócios Estrangeiros, José Brito e o novo embaixador chinês no país, Li Chunhua, assinaram um acordo visando a promoção do intercâmbio entre jovens cabo-verdianos e chineses.

No final do ano passado, a China e Cabo Verde assinaram um conjunto de acordos avaliados em 23 milhões de dólares, que contemplam o financiamento do Estádio Nacional, e construção da nova Maternidade e Central de Urgências do arquipélago.

O sector portuário e aduaneiro foi também apoiado, com a aquisição de três scanners, a serem instalados nos portos da Praia (Santiago), Porto Grande (São Vicente) e Palmeira (Sal).

A empresa portuária de Cabo Verde (Enapor) tem vindo a procurar investidores chineses para a expansão do Porto Grande do Mindelo, na ilha de S.Vicente, projecto de 324 milhões de dólares que visa sextuplicar, até 2030, a movimentação de cargas da infra-estrutura, maior do género no arquipélago.

O objectivo é que 100 por cento do capital seja de origem privada, embora se admita um modelo de investimento misto.

O modelo de operação pode passar por uma parceria público-privada (PPP), por um contrato de concessão das infra-estruturas ou por um acordo do género B.O.T. (Build, Operate, Transfer), em que no final de um período determinado, que serve para o investidor recuperar o seu investimento, as infra-estruturas revertem para o domínio público.

Dotado das melhores infra-estruturas portuárias do país, o Porto Grande dispõe de um cais de pesca, armazéns frigoríficos com capacidade de 6.000 toneladas, além de um terminal de cabotagem, para carga de mercadorias e de passageiros, com 230 metros de perímetro de acostagem e uma rampa "roll-on/roll off".

As autoridades cabo-verdianas têm ainda procurado capital chinês para o processo de privatização e de recuperação dos Estaleiros navais de Cabo Verde, que poderão vir a ser usados como base de reparação para 300 barcos chineses que operam na região, fazendo da ilha de São Vicente uma base de processamento de pescado.

O processo tem sido seguido de perto pela CNFC, grupo chinês de promoção da pesca, agricultura, comércio e indústria, acompanhado pela Cabo Verde Investimentos (CVI). (macauhub)

Comissão parlamentar do Brasil aprova 1ª fase da fábrica de anti-retrovirais em Moçambique

Brasília, Brasil, 31 agosto 2009 - Uma comissão da Câmara de Deputados do Brasil aprovou na passada semana o projecto de lei que autoriza o país a doar 7,47 milhões de dólares para a primeira fase da instalação de uma fábrica de anti-retrovirais em Moçambique.

De acordo com a Agência Câmara - veículo de informação da Câmara dos Deputados - o projecto agora deve ser encaminhado ao Senado brasileiro, onde também será avaliado.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) - uma instituição de ciência e tecnologia em saúde vinculada ao Governo brasileiro e que desenvolve vários projectos de cooperação em Moçambique, inclusive o da implantação da fábrica – calcula que a instalação da primeira fase da fábrica custará cerca de nove milhões de dólares, dos quais dois milhões são de contrapartida do Governo moçambicano, o que inclui obras, equipamentos, utensílios e medicamentos.

Desde 2003, ocasião da visita do presidente brasileiro Luís Inácio Lula da Silva a Moçambique, que se fala da implantação desta fábrica.

Entretanto, apenas nos últimos meses foi possível uma previsão real, ou seja, estimar que no princípio do próximo ano começará a funcionar a primeira etapa da produção dos anti-retrovirais em território moçambicano, que é o processo de embalagem dos medicamentos.

Além da fábrica, a Fiocruz apoia outros programas relacionados com o HIV e Sida em Moçambique, como o Mestrado em Ciências da Saúde, em cooperação com o Instituto Nacional de Saúde (INS), a formação profissional em Saúde materno-infantil, a criação do Instituto Nacional da Mulher e da Criança, em parceira com o MISAU e o acordo Trilateral entre Moçambique, Brasil e os Estados Unidos. (macauhub)

sábado, 29 de agosto de 2009

Fábrica de anti-retrovirais em Moçambique: Brasileiros aprovam 7,47 milhões de dólares

A comissão de Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados do Brasil aprovou, esta semana, em carácter conclusivo, o projecto de lei que autoriza o Ministério da Saúde daquele país a doar 7,47 milhões de dólares norte-americanos, para a primeira fase de instalação da fábrica de anti-retrovirais em Moçambique.

29 agosto 2009, Notícias

Segundo a Agência Câmara – veículo de informação da Câmara dos Deputados - o projecto agora deve ser encaminhado ao Senado brasileiro, onde também será avaliado.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) - uma instituição de ciência e tecnologia em saúde vinculada ao Governo brasileiro e que desenvolve vários projectos de cooperação em Moçambique, inclusive o da implantação da fábrica – calcula que a instalação da primeira fase da fábrica custará cerca de nove milhões de dólares, dos quais dois milhões são de contrapartida do Governo moçambicano, o que inclui obras, equipamentos, utensílios, insumos e medicamentos.
Desde 2003, ocasião da visita do presidente brasileiro Luís Inácio Lula da Silva a Moçambique, fala-se sobre a implantação desta fábrica. Entretanto, apenas nos últimos meses foi possível uma previsão real, ou seja, estimar que no princípio do próximo ano começará a funcionar a primeira etapa da produção dos anti-retrovirais em território moçambicano, que é o processo de embalagem dos medicamentos.
“É importante dizer que este projecto nunca parou. Há vários anos técnicos brasileiros e moçambicanos estão a trabalhar no desenvolvimento deste projecto, mas é um projecto complexo, que pode ser considerado também ousado e desafiador. Mas acreditamos que será muito útil a Moçambique”, afirmou a directora do Escritório Regional da Fiocruz em África, Célia Almeida.
Além da fábrica, a Fiocruz apoia outros programas relacionados com o HIV e Sida em Moçambique, como o Mestrado em Ciências da Saúde, em cooperação com o Instituto Nacional de Saúde (INS); a capacitação profissional em Saúde materno-infantil; a criação do Instituto Nacional da Mulher e da Criança, em parceira com o MISAU e o acordo Trilateral entre Moçambique, Brasil e os Estados Unidos.
Em relação a este último programa, chega a Maputo na próxima semana uma comitiva de técnicos brasileiros para trabalhar com os parceiros moçambicanos e norte-americanos nas actividades prioritárias acordadas entre as partes nas áreas de capacitação em monitoria e avaliação de programas e de logística; fortalecimento do controle social por parte da sociedade civil na resposta nacional contra o HIV e SIDA, entre outros temas.
Em meados de Setembro técnicos brasileiros da Fiocruz virão a Moçambique para discutir assuntos relacionados com a cooperação na área da saúde materno-infantil. (ANRS)

terça-feira, 17 de março de 2009

Projectos energéticos moçambicanos custam nove mil milhões de dólares

Beira, Moçambique, 17 março 2009 - O investimento público e privado no domínio dos nega-projectos no sector energético vai consumir entre 8 mil milhões a 9 mil milhões de dólares nos próximos cinco anos em Moçambique, afirmou na Beira o ministro da Energia, Salvador Namburete.

De acordo com o jornal Notícias, de Maputo, Namburete disse que de entre os projectos em curso na sua área destacam-se os hidro e termoeléctricos, nomeadamente Mpanda Nkwa e as centrais a carvão de Moatize e de gás natural na Moamba, para além da transmissão de energia na linha Tete/Maputo.

No armazenamento de combustíveis a nível nacional, os portos de Maputo, Beira e Nacala vão beneficiar de recuperação das respectivas infra-estruturas, podendo assim Moçambique vir a ter uma capacidade total de armazenamento de produtos petrolíferos de aproximadamente 500 mil metros cúbicos.

No que se refere ao transporte de combustível, o titular da pasta de Energia apontou a construção do oleoduto na linha Maputo/Witbank com uma extensão de 450 quilómetros para o interior da África do Sul, com vista a melhorar a operacionalidade desta acção a níveis nacional e regional.

Na semana passada arrancou na Beira o projecto de construção de sete tanques de combustível com capacidade de armazenar 11 mil metros cúbicos cada.

Na área de transporte de energia está em curso a interligação Moçambique/Malawi, entre as estações de Matambo e Bombeya, devendo prolongar-se para Nacala com vista a cobrir a zona norte do nosso território.

Ainda na transmissão de corrente eléctrica, está em curso a ligação Tete/Maputo que inclui a construção de subestações em Chibata, Vilankulo, Chibuto e Marracuene. (macauhub)