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segunda-feira, 6 de junho de 2016

DIÁLOGO PARA A PAZ EM MOÇAMBIQUE



1o. junho 2016, Odiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


A simples nomeação dos membros das duas delegações às conversações entre o governo de Moçambique e a oposição é uma boa notícia para todos os moçambicanos.

«Apesar da repetida disponibilidade do presidente Nyusi em negociar com Dhlakama, este, com declarações contraditórias e comportamentos erráticos, tem-se recusado a sentar à mesa de conversações».

Com esta decisão renovam-se as esperanças que, desejamos não sejam em vão…
 
O presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, também dirigente da Frelimo, no poder, saudou o previsto recomeço do diálogo político com a Renamo, na oposição, tendo em vista a paz e a normalização no país.

Falando no sábado [21 de maio] em Jinan, na República Popular da China – no final de uma visita em que foram assinados entre Pequim e Maputo acordos de cooperação económica mas também de reforço das relações militares e de segurança,

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Moçambique/“O delegado da Lusa, em situações normais, devia arrumar as suas malas e sair de Moçambique” -- Secretário-geral da Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional*



30 maio 2016, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz (Moçambique)

O Secretário-geral da Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional condena a agência portuguesa de notícias, LUSA, em Maputo pelo tratamento indevido da informação sobre alegadas valas comuns, em Gorongosa, na província de Sofala.

Falando em entrevista à Rádio Moçambique, Fernando Faustino condenou a atitude da LUSA e particularmente do seu delegado, em Maputo:

“O delegado da Lusa, em situações normais, devia arrumar as suas malas e sair de Moçambique, porque este indivíduo, em nenhum momento, que a gente saiba, denunciou as atrocidades da Renamo e do seu líder. Hoje aparece propalando que existem valas comuns

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Moçambique/Eleições 2014 - Apuramento nacional conhecido até quinta-feira

27 outubro 2014, Jornal Noticias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

A Comissão Nacional de Eleições vai divulgar os resultados finais das eleições de 15 de Outubro corrente antes do fim do prazo estipulado por lei, que termina quinta-feira.

O facto foi revelado ontem ao “Notícias” pelo porta-voz deste órgão eleitoral, Paulo Cuinica, que manifestou o compromisso da CNE em dar a conhecer aos moçambicanos os resultados globais das eleições legislativas, presidenciais e das assembleias provinciais, cuja votação aconteceu no passado dia 15 de Outubro em todo o país.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Moçambique/Frelimo vence e Nyusi convence

19 outubro 2014, Jornal Domingo http://www.jornaldomingo.co.mz (Moçambique) 

Dados da contagem provisória divulgados este fim semana pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) e pelo Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE) indicam que Filipe Jacinto Nyusi vai à frente com 62,13 por cento, seguido de Afonso Dhlakama com 31,06 e de Daviz Mbepo Simango com 6.81 por cento, quando estão processadas mais de metade das mesas de votação. Entretanto, as projecções do Observatório Eleitoral baseados em amostras estatisticamente precisas, dão como certa a vitória do candidato da Frelimo com mais de 60 por cento dos votos e da própria Frelimo com mais de 55 por cento.

Os dados da CNE/STAE a que tivemos acesso indicam que nas Eleições Presidenciais já foram processadas oito mil e 668 mesas, 50,96 por cento das 17 mil e dez mesas consideradas e Filipe Nyusi continua à frente com 62,13 por cento dos votos, correspondentes a um milhão, 504 mil e 348 votos dos eleitores, enquanto Afonso Dhlakama está em segundo com 752 mil e 176 votos, correspondentes a 31,06 por cento. Em último lugar corre Daviz Simango com 6,81 por cento, o equivalente a 164 mil e 844 votos.

Considerando província por província, temos os seguintes

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Moçambique/Projeções apontam para vitória esmagadora da FRELIMO nas eleições gerais



Vitória esmagadora da Frelimo**
Dhlakama com bom desempenho
Daviz Simango Decepciona
Maior Participação 


Números preliminares das projecções indicam que a Frelimo** vai ganhar de forma esmagadora, e a taxa de participação situou-se acima de

sábado, 6 de setembro de 2014

Moçambique/Acordo transformado em lei já na segunda-feira

6 setembro 2014, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O acordo de cessação das hostilidades assinado pelo Governo e pela Renamo e ontem homologado pelo Presidente da República, Armando Guebuza, e o líder da “perdiz”, Afonso Dhlakama, será transformado em lei nesta segunda-feira pela Assembleia da República.

Para o efeito, a Comissão Permanente do órgão legislativo convocou ontem uma sessão extraordinária, de um dia, que terá lugar segunda-feira devido à urgência da matéria em questão.

Ao abrigo das competências que lhe são conferidas pela Constituição, o Presidente da República, Armando Guebuza, solicitou já à Assembleia da República o agendamento, para apreciação, com carácter de urgência, da proposta de lei que aprova o acordo sobre a cessação das

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Moçambique∕DEMOCRACIA COM DEDO NO GATILHO



22 junho 2014, Desafio EDITORIAL http://desafio.co.mz (Moçambique)

Moçambique celebra quarta-feira 39 anos de independência nacional. A data é assinalada quando passam escassos 22 anos depois do calar das armas dos tristes 16 anos de guerra fratricida movida pela Renamo.

Trata-se de tempo escasso porque é suposto assumir a paz como eterna no livre pressuposto de que o ser humano devia viver sempre em paz. Desejo que, ao que parece, não fazer parte do plano de alguns moçambicanos. Triste sina a nossa.

A maioria dos moçambicanos anseia pela paz. Clama por ela. Contudo existe o triste contraponto de homens que em pelo Século XXI advogam o caos. A confusão. A balbúrdia. Para estes o troar das armas

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Moçambique/Chefes de Estado da SADC condenam ataques da Renamo



6 novembro 2013, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz

Os Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Desenvolvimento da Africa Austral (SADC) e dos Grandes Lagos, instaram, duramente, a Renamo, a parar imediatamente com os ataques que tem protagonizado desde Abril último a esta parte, e que acabaram forçando o governo a passar da defensiva para uma ofensiva militar que culminou com o assalto e tomada da base de Santunjira, onde vivia o seu líder, Afonso Dhlakama, a 21 de Outubro último.

Num comunicado emitido pouco depois do término, por volta da meia-noite da última segunda-feira, da sua primeira Cimeira conjunta, que realizaram em Pretória, e que tinha como única agenda analisar a situação político-militar na RDC, em que Moçambique se fez representar pelo seu Primeiro-Ministro, Dr. Alberto Vaquina, os estadistas dos 20 países ou seus representantes, “condenaram fortemente os recentes actos de violência que estão sendo perpetrados pela Renamo em Moçambique, e instam a (mesma) Renamo a parar imediatamente com estes actos de violência”.

A Cimeira contou com a participação de muitos dos estadistas das duas regiões, destacando-se os presidentes Joseph Kabila Kabange, da RDC, Uhuru Kenyatta, do Quénia, Joyce Banda, do Malawi, Hifikepuenye Pohamba, da Namíbia, Jacob Zuma, da Africa do Sul, Jakaya Kikwete, da Tanzânia, Yoweri Musseveni, do Uganda, Robert Mugabe, do Zimbabwe, e ainda alguns vice-presidentes e vários primeiros-ministros, como é o caso de Alberto Vaquina, de Moçambique e os seus homólogos da Swazilândia e do Lesotho.

Pouco depois da leitura desse comunicado, em que se expressa uma forte solidariedade com Moçambique e o seu povo que

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Moçambique/É IMORAL E CRIMINOSO APROPRIAR-SE DA PAZ – PR Guebuza



Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O Presidente da República, Armando Guebuza, considerou ontem ser imoral e criminoso perigar a paz no país, reiterando que ela é um bem precioso e ninguém se deve apropriar dela, porquanto é direito inalienável de todos os moçambicanos, independentemente das suas diferenças.

“Não há ninguém que pode dizer que a paz é minha. É imoral e criminoso fazer isso, porque a paz é de todos, não é de ninguém e sobre ela, ninguém tem mais direito que o outro” – disse o Chefe do Estado, realçando que todos, incluindo crianças recém-nascidas, merecem a paz e ninguém pode se apropriar dela.

Falando num comício popular na sede da localidade de Mavende, que marcou o início da sua visita de trabalho de cinco dias à província de Manica, Armando Guebuza afirmou que a paz é uma das grandes conquistas colectivas dos moçambicanos, e à semelhança da unidade nacional, ela deve ser mantida, defendida e preservada por todos porque ela é um direito que nos dá a liberdade de espírito.

“Há conquistas que são individuais, mas há conquistas que são de todos, sobre as quais nenhum de nós tem mais direito que outro. Um desses direitos, segundo o Chefe do Estado, é a paz,