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terça-feira, 7 de junho de 2016

Moçambique/Comissão parlamentar convida interessados a localizar vala comum



3 junho 2016, Angop http://www.angop.ao (Angola)

 

Maputo -- A Comissão dos Assuntos Constitucionais, de Direitos Humanos e de Legalidade (CACDHL) da Assembleia da República (AR) convida a todos os cidadãos, moçambicanos e estrangeiros, a localizar a suposta vala comum existente no centro do país.

Num breve contacto telefónico, o presidente da CACDHL, Edson Macuácua, disse a AIM que o convite visa ajudar a sustentar as averiguações efectuadas, incluindo por esta mesma comissão, indicando que não existe nenhuma vala comum no posto administrativo de Canda, distrito de Gorongosa, em Sofala.

Macuácua acrescentou que a CACDHL da AR terminou as etapas de trabalho sobre esta matéria, nomeadamente a

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Moçambique/“O delegado da Lusa, em situações normais, devia arrumar as suas malas e sair de Moçambique” -- Secretário-geral da Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional*



30 maio 2016, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz (Moçambique)

O Secretário-geral da Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional condena a agência portuguesa de notícias, LUSA, em Maputo pelo tratamento indevido da informação sobre alegadas valas comuns, em Gorongosa, na província de Sofala.

Falando em entrevista à Rádio Moçambique, Fernando Faustino condenou a atitude da LUSA e particularmente do seu delegado, em Maputo:

“O delegado da Lusa, em situações normais, devia arrumar as suas malas e sair de Moçambique, porque este indivíduo, em nenhum momento, que a gente saiba, denunciou as atrocidades da Renamo e do seu líder. Hoje aparece propalando que existem valas comuns

Moçambique/NÃO HÁ VALA COMUM EM SOFALA -- Helena Taipo



31 maio 2016, Noticias SAPO http://noticias.sapo.mz (Portugal)

Estas informações são infundadas, uma pura mentira, mas têm objectivos inconfessáveis e que nós nos distanciamos completamente, disse esta segunda-feira Helena Taipo a Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade da Assembleia da República, o parlamento moçambicano, que se encontra na cidade da Beira (capital de Sofala) no âmbito de audições em torno da existência de uma alegada vala comum no distrito de Gorongosa.

A Comissão é composta por um total de 12 deputados, sendo 11 da Frelimo, partido no poder, e um do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), na oposição, que estão, desde a manhã de segunda-feira, a auscultar diversas instituições na cidade da Beira, sobre a existência ou não de uma vala comum com 120 corpos no distrito de Gorongosa, em Sofala. A Renamo, o maior partido de oposição boicotou a sua participação.

A mesa, na voz de Edson Macuácua, o Presidente da Comissão, perguntou o que o Governo Provincial terá feito após ficar a saber da alegada existência de uma vala comum

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Moçambique/É IMORAL E CRIMINOSO APROPRIAR-SE DA PAZ – PR Guebuza



Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O Presidente da República, Armando Guebuza, considerou ontem ser imoral e criminoso perigar a paz no país, reiterando que ela é um bem precioso e ninguém se deve apropriar dela, porquanto é direito inalienável de todos os moçambicanos, independentemente das suas diferenças.

“Não há ninguém que pode dizer que a paz é minha. É imoral e criminoso fazer isso, porque a paz é de todos, não é de ninguém e sobre ela, ninguém tem mais direito que o outro” – disse o Chefe do Estado, realçando que todos, incluindo crianças recém-nascidas, merecem a paz e ninguém pode se apropriar dela.

Falando num comício popular na sede da localidade de Mavende, que marcou o início da sua visita de trabalho de cinco dias à província de Manica, Armando Guebuza afirmou que a paz é uma das grandes conquistas colectivas dos moçambicanos, e à semelhança da unidade nacional, ela deve ser mantida, defendida e preservada por todos porque ela é um direito que nos dá a liberdade de espírito.

“Há conquistas que são individuais, mas há conquistas que são de todos, sobre as quais nenhum de nós tem mais direito que outro. Um desses direitos, segundo o Chefe do Estado, é a paz,