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sábado, 21 de março de 2015

BRICS, БРИКС/PRINCIPAIS ALIADOS IGNORAM PEDIDOS DOS EUA E UNEM-SE AO BANCO DE DESENVOLVIMENTO DA CHINA

18 março 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

17/3/2015, Yves Smith*, Naked Capitalism
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Aqui quem lhes fala é Yves. A história principal apareceu no Financial Times, “Europeus desafiam EUA e unem-se ao novo Banco de Desenvolvimento liderado pela China”. Principais parágrafos do artigo:

França, Alemanha e Itália todos concordaram em acompanhar a Grã-Bretanha e unir-se ao banco de desenvolvimento internacional liderado pela China, segundo declararam funcionários europeus, o que é duro golpe contra os esforços dos EUA, que tanto se esforçou para manter os principais países ocidentais fora da nova instituição (...)

A decisão dos três governos europeus veio depois que a Grã-Bretanha anunciou, semana passada, que se unirá ao Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura, BAII [orig. Asian Infrastructure Investment Bank, AIIB] com capital de US$ 50 bilhões, rival potencial do Banco Mundial

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

BRICS, БРИКС/RÚSSIA PODERÁ DISPENSAR A REDE SWIFT

14 novembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)
12/11/2014, Yves Smith*Naked Capitalism

E UTILIZAR OUTRO SISTEMA DE COMUNICAÇÕES/COMPENSAÇÕES INTERNACIONAIS INTERBANCÁRIAS


Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Muitos observadores nos EUA mostraram-se descabidamente excitados sobre o que chamam, pejorativamente, de “esforços para quebrar a hegemonia do dólar”, como, dentre outros, o esforço conjunto dos chamados países BRICS para formar um banco de desenvolvimento.

Por mais que seja considerado importante manter uma cadeia internacional de entidades de financiamento, particularmente as que se focam em atividades que, em teoria, aumentam os benefícios coletivos de depender de uma moeda de reserva, não se pode concluir disso que lançar novas e úteis instituições de financiamento quebrará a dominação do dólar. Por mais que faça todo o sentido que os países se ressintam de os EUA abusarem muito da sua posição de emissor da moeda de reserva, também é verdade que não há concorrente à espera nas coxias. A Eurozona acabou com a chance que tinha, ao fracassar na operação de sanear pelo menos, que fosse, os seus bancos