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quinta-feira, 11 de julho de 2019

EUA/Paul Craig Roberts: Antigo alto responsável no governo Reagan: Papel do US dólar como moeda de reserva está em risco


8 julho 2019, Resistir.info https://www.resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/financas/roberts_entrev_06jul19.html

por Paul Craig Roberts
entrevistado por Ekaterina Blinova


– Os demais países voltam-se para moedas internas e o ouro

A política de sanções de Washington estimulou os principais actores mundiais a afastarem-se do dólar, colocando em risco o seu status como moeda de reserva, afirma o economista americano Paul Craig Roberts. Ele também explica como o Federal Reserve manipula o preço do ouro a fim de escorar o dólar.

Enquanto a administração Trump toca o tambor do "fazer a América grande outra vez" e informa acerca de um crescimento rápido do Produto Interno Bruto (PIB) e de uma taxa de desemprego em queda livre, acumulam-se nuvens no horizonte da economia dos EUA e do dólar, afirma o Dr. Paul Craig Roberts, economista americano autor de mais de uma dúzia de livros. Ele foi secretário assistente do Tesouro para Política Económica no governo do presidente Ronald Reagan.

A espinha dorsal do poder financeiro dos EUA é o status do dólar como de moeda de reserva principal , o qual permite aos EUA pagar as suas contas com a impressão da nota verde. Depois de o presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, ter desvinculado o dólar do preço do ouro, o Federal Reserve manteve durante muito tempo a ilusão de um dólar "estável" pois

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

BRICS, БРИКС/RÚSSIA PODERÁ DISPENSAR A REDE SWIFT

14 novembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)
12/11/2014, Yves Smith*, Naked Capitalism

E UTILIZAR OUTRO SISTEMA DE COMUNICAÇÕES/COMPENSAÇÕES INTERNACIONAIS INTERBANCÁRIAS


Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Muitos observadores nos EUA mostraram-se descabidamente excitados sobre o que chamam, pejorativamente, de “esforços para quebrar a hegemonia do dólar”, como, dentre outros, o esforço conjunto dos chamados países BRICS para formar um banco de desenvolvimento.

Por mais que seja considerado importante manter uma cadeia internacional de entidades de financiamento, particularmente as que se focam em atividades que, em teoria, aumentam os benefícios coletivos de depender de uma moeda de reserva, não se pode concluir disso que lançar novas e úteis instituições de financiamento quebrará a dominação do dólar. Por mais que faça todo o sentido que os países se ressintam de os EUA abusarem muito da sua posição de emissor da moeda de reserva, também é verdade que não há concorrente à espera nas coxias. A Eurozona acabou com a chance que tinha, ao fracassar na operação de sanear pelo menos, que fosse, os seus bancos

segunda-feira, 26 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/RÚSSIA E CHINA PRESTES A ANUNCIAR O FIM DA ERA DO DÓLAR AMERICANO?

21maio 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Por todo o mundo estão acontecendo reuniões de países, com uma meta comum que tem muito a ver com você, seja você ou não cidadão dos EUA: abandonar o dólar americano. Desde o início da crise da Ucrânia, o fim do dólar americano está cada vez mais perto.

Movimento após movimento, Rússia e China estreitaram relações e tornaram-se aliadas mais próximas. Exemplos abundam. Para encurtar, aí vão dois exemplos recentes que chamam a atenção. 

A Gazprom (maior empresa russa, décima maior do mundo e a maior exportadora mundial de gás natural -- controlada pelo Estado, embora tenha ações no mercado [NT]) acaba de lançar títulos na moeda chinesa, o yuan. Rússia e China assinaram um acordo para a venda de gás. 40 bancos centrais começam a apostar que no futuro, a moeda de reserva será o yuan. 

Até o início de 2014, as histórias sobre o colapso do dólar soavam ainda como maluquices conspiratórias, e pouco efeito tinham sobre a geopolítica. Este ano, tudo mudou. Parece que as nações-estados pelo mundo afora estão se movendo na direção de um mundo pós-dólar americano. Já não é uma questão de "se", mas de "quando". E se você não é capaz de entender o passo-a-passo do que virá, há alto risco de acabar chocado e... assombrado.